História Amor Tekila - Capítulo 17


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Categorias A Madrasta
Tags Césarévora, Lasamazonas, Parejatekila, Victoriaruffo
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Palavras 1.617
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Literatura Feminina, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 17 - 17 - Estamos aqui!


Os dois sorriram e ele deitou na cama atrás dela assim que Inês se ajeitou. Os dois ficaram abraçados, nus, em concha e cheios de amor. Ela fechou os olhos sentindo os beijos de Victoriano. Ele era seu amor, maior o amor. Estavam felizes apesar de tudo.

VICTORIANO - Eu sempre quis uma família grande. E agora eu tenho uma. Agora eu tenho uma com tantas pessoas...- ele deu um suspiro.- Vamos salvar a vida dela, não é amor? -ele alisou mais a barriga dela, estavam emocionado. - Ela é só uma menina.

INÊS - Ela é só uma menina, meu amor, só uma menina linda e que já nos ama. - ela sorriu e virou a cabeça para beijar seu amor.- Agora, ela também é nossa... Só nossa...

HORAS DEPOIS...

Inês estava na companhia de suas três meninas, Diana, Cassandra e Cony, eram suas também, amava as duas e sempre se mantinha perto delas. Tinham sido levadas por Emiliano como ela tinha pedido mais cedo. Estavam eufóricas contando coisas a Inês, tudo e sorrindo. Elas eram as meninas mais lindas do mundo e Inês deu atenção, fez bolo, fez tudo que sempre fazia com elas.

Foram horas de amor e atenção, eram jovens e apenas Cony era nova ainda, mas elas todas estavam sempre agarradas em Inês. Emiliano estava no campo com o pai e sorriu vendo tudo que tinha ali para ele cuidar. Mesmo que amasse estar na faculdade, ele sabia que era um rapaz do campo e quando estava com o pai pensava nisso de modo direto. 

Os dois estavam juntos olhando as terras sobre seus cavalos e Victoriano o olhou. Era seu amor, seu filho, seu orgulho.

EMILIANO - Pai, eu sei que você é um homem sério e que gosta das coisas corretas, mas está assustado?  -  ele disse olhando o pai com amor. - Está assustado com tudo isso?- ele esperava uma resposta rápida, direta, mas o pai suspirou.

VICTORIANO - Filho, eu nem sei o que estou sentindo, eu e sua mãe temos uma consulta amanhã para ver essa doação, não quero que minha morenita corra perigo, nem seu irmão.- segurou firme as rédeas do cavalo. - Eu quero que fique tudo bem!!!

EMILIANO - Pai, você é um bom homem! Você sabe cuidar...- ele disse amoroso.- Cuida de mim e de minha mãe toda a vida!!!!- disse com amor e olhava orgulhoso para ele .

VICTORIANO - Meu filho, eu te amo desde o primeiro momento em que te vi.- ele sorriu e deu um tapa no ombro dele. - Vocês são meu amor, todos vocês e minhas amazonas. Eu amo a minha família.

EMILIANO -  Eu sei que ama, sei que ama muito que está cada dia mais feliz com todos nós. Mas nesse momento a vida está brincando, pai, você sabe brincar. - ele sorriu. - Ela é bonita? Como elas são?

Os olho de Victoriano brilharam e ele sorriu de volta ao filho.

VICTORIANO - Elas são lindas, meu filho, elas se parecem com você!!! Com suas irmãs. - ele dizia aquilo por amor, Emiliano não tinha ao sangue dele e os dois sabiam disso. Mas o amor dele era paternal e sanguíneo, mesmo que a biologia não fosse.

EMILIANO - Pai, elas merecem ser da nossa família. - estava convicto e Victoriano o olhou.

O filho era um sinal, era o sinal de que ele estava no caminho certo. Sempre ouvia ele. Sempre, estava ali para ser o melhor amigo.

VICTORIANO - Filho, eu tenho medo, medo por sua mãe e seu irmão.- suspirou e abaixou a cabeça.

EMILIANO - Pai, eu também tenho, mas imagina o que essa menina não sente? Ela pode morrer a qualquer hora. Ela está entre a vida e a morte, está lá, sendo o que ela é... uma criança, uma corajosa criança.- disse amoroso e cheio de dor no coração pela situação da pequena.

VICTORIANO - Meu filho, ela é especial, ela é uma menina linda. As duas são, porque sorrir naquele lugar não é coisa simples, não é mesmo!!!!! Ele quer viver e sua mãe vai ajudar, porque não existe mulher mais perfeita que ela.

EMILIANO - Pai, minha mãe é um anjo, ela é a mulher mais maravilhosa do mundo, vamos ajudar a fazer a coisa certa.

Victoriano sorriu e começou a cavalgar  em direção aos muitos campos que eles tinham! Era o momento dele com o filho e ainda durou um pouco. Depois, com o coração cheio de amor entrou em casa e deu atenção a suas filhas e quando estavam cansadas, ele as levou embora.

Tinha tomado um banho e ele Inês estavam arrumados. Entregou as filhas e depois passou num shopping, comprou presentes, uns jogos, duas bonecas e dois ursos. Estava tão feliz que ele mesmo tinha escolhido tudo.

Entrou de mãos dadas com Inês e na outra dele e dela, pacotes com presentes. Ele tinha prometido e agora, naquele frio corredor de hospital ele chegava a porta com o sorriso e suas encomendas.

 

Colocou um dos ursos no rosto e disse assim que a porta se abriu um pouco, com a voz grossa.

VICTORIANO -  Foi aqui que chamaram por dois ursos levados?- ele disse sorrindo e segurando para não gargalhar balançou a cabeça do bicho.

Camila saiu correndo e com as mãos na boquinha disse emocionada.

CAMILA- É um pesente, ola, Malia, é um urso de verdade!!!- ele disse alto e correu para abraçar!- É lindo, lindo, eu amei.- agarrou o urso marrom e Victoriano a beijou mais , estava tão feliz de ver sua menina sorrindo. - Obigada!!!- ela beijou ele e depois correu em Inês e ela se abaixou e beijou ela.

VICTORIANO - Boa noite!-  ele disse vendo Cristina se levantar, estava adormecida e tinha acordado com a chegada dele.

CRISTINA- Obrigada! Muito obrigada pelo carinho com elas.- disse emocionada.

Victoriano foi até Maria e a beijou no rosto com amor entregando o presente dela que cabia na cama e ela abraçou na hora. O rostinho e os olhos brilharam mais, aquele tio e aquela tia eram demais.

MARIA- Tio, obrigada!- ela disse toda sorridente e os olhos brilhando. Inês beijou Cristina, que alisou sua barriga e depois ela foi a cama e beijou Maria se sentando na cama com ela e entregando os outros presentes. Naquela noite,  Maria estava no respirador e a tia a beijou e sorriu pensado como tudo era complicado. A pequena tinha tirado assim que os viu e beijou a tia muitas vezes. - Olha mamãe, que lindo!!!

VICTORIANO - Vem, meu amor, tio e tia Inês trouxeram presentes para vocês!- disse todo feliz pegando Camila no colo. Estava com toda certeza feliz e ela segurava o urso agarrando.

CRISTINA - Obrigada, elas amaram!- estava emocionada. - Eu agradeço de verdade.

INÊS - Viemos para dar uma folga a vocês...- Inês sorriu, ela ia dizer, mas tinha sido ideia do marido. - Vamos ficar aqui com as meninas e você e Frederico vão tomar banho, dormir, descansar.- Inês sorriu para ela, os olhos de Cristina chegaram brilhar. Ela não conhecia eles, mas sentiu uma coisa tão boa, a única que fazia isso era Victória ou Heriberto, que iam ajudar, mas eles tinham Fernanda e por isso nem sempre podiam.

Cristina limpou a lágrima e Frederico entrou no quarto com o sorriso no rosto. 

VICTORIANO - Boa noite, viemos te dar uma folga com sua esposa. - disse sorrindo para ele e com a pequena no colo. - Você e Cristina precisam descansar.

Frederico deu a mão a ele e sorriu saudando Inês, depois foi até a esposa, tinha um lanche nas mãos e beijou seu amor. Pensar que estavam ali para ajudar era maravilhoso, ele não tinha um tempo com seu amor, não tinham como dormir bem, ou mesmo fazer uma coisa simples como dormir abraçados. Os dois viviam naquele hospital.

FREDERICO - Não queremos atrapalhar vocês!!!! Sabemos que cuidar das meninas é trabalhoso.

INÊS - Eu não quero que recusem, é um momento nosso com elas. Queremos que estejam conosco. Podem decidir se Camila vai com vocês ou não.

CAMILA - Não percisa decidi, que num vô i pa nenhum luga!Eu quelo meu tio Otoliano e minha tinhainês.- ela agarrou o tio e todos riram.

CRISTINA - Tem certeza? Não queremos mesmo que atrapalhe a rotina de vocês e Inês está grávida...- Inês foi até Cristina e segurou a mão dela sorrindo.

INÊS - Vai dar atenção seu marido e descansar um pouco. - piscou para ela e viu Cristina brilhar os olhos, a tanto tempo não fazia amor com seu amor.

CRISTINA - Obrigada! Muito  Obrigada!!!- ela disse abraçando Inês como dava.

Frederico e Cristina beijaram as filhas, agradeceram, avisaram a todos nos hospital e de mãos dadas foram para casa, os dois teriam o momento deles. Victoriano beijou Camila e roçou sua barba cheia de amor em sua pequena. E ela gargalhava enquanto Maria abria seus presentes.

MARIA - Olha, Ca, Tia Inês comprou bonecas!!! Olha que linda...- ela disse beijando a boneca de cabelos longos e rosa.- Obrigada, tia, adorei a visita, nem precisava dos presentes.- ela agarrou Inês junto com a boneca e o urso.

INÊS- Foi um prazer, minha princesa!!!!- ela beijou mais ela.

CAMILA - Percisava sim, que eu quelia pesentes e amor e calinho e todo mundo aqui...- ela enumerava e ele agarrava mais ela fazendo ela rir.

Naquele momento quando os olhos de Inês e Victoriano cruzaram um do outro, só ouve risos, amor e cumplicidade. O amor deles era tão forte quanto a alegria daquelas meninas.



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