História Amor Transcendente - Capítulo 3


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Albert Spencer (Rei George), August Wayne Booth (Pinóquio), Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Liam Jones, Lilith "Lily" Page, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Tinker Bell, Xerife Graham Humbert (Caçador)
Tags Castelo, Cora, Emma, Floresta, Mills, Princesa, Rainha, Regina, Swan, Swan Queen, Swanqueen, Tortura
Visualizações 243
Palavras 3.605
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: FemmeSlash, Ficção, Orange, Romance e Novela, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii oi meus zamores!
Desculpem a demora, nas todas finais eu explico...
Gostaria de dedicar esse capítulo ao meu amorzinho, Carol Swan Mills, que fez aniversário ontem. Cheguei tarde, mas cheguei meu bem hihi!
Boa leitura! 😄😌😘

Capítulo 3 - Uma Princesa Sonhadora


Disseram-lhe quase tudo que ela deveria saber sobre a princesa, menos seu primeiro nome e a beleza estonteante que ela possuía. Embora Regina estivesse triste, estava agora também bastante surpresa. Como assim, a princesa era a figura mais linda que ela já havia visto? Não... Não podia ser... Ela era incrivelmente bela, dona dos olhos mais lindos que já vira, semelhantes a um campo verde molhado, os cabelos pareciam fios de ouro, enquanto sua pele, assemelhava-se a porcelana e ela transmitia graciosidade. Ela parecia um... Um... Um cisne! Isso, ela se parecia com um cisne! Um lindo, delicado e maldito cisne! Sim, maldito! Era graças àquele “belo” cisne que ela havia perdido sua liberdade. Não se deixaria levar pela beleza da princesa; pensou ela, não mesmo! A trataria como já havia premeditado, pois assim mais fácil seria quando deixasse o castelo.

— Não me parece tão eficiente quanto sua mãe prometera... – O Rei disse a ela na frente da princesa. A cada palavra dele, era como se Regina perdesse cada vez mais um pouquinho da felicidade que adquiriu a vida inteira. – Hoje a noite haverá um jantar de boas vindas. Deixe a princesa impecável. Se precisar de ajuda, fale com Ruby. Já pode de retirar, imprestável. – Completou o Rei.

Regina suspirou fundo. Ela não merecia ser tradada daquela forma. Não deveria... Mas agora, quem era ela? Apenas um animalzinho comprado pelo Rei... Aquilo lhe dava o direito de tratá-la daquela maneira?

— Não. – Regina ouviu a voz da princesa antes de que pudesse se retirar. – Espere, por favor. – Pediu segurando em seu pulso. O toque da princesa a fez estremecer de medo... o que viria a seguir?

— O que está fazendo? – O rei perguntou.

— Meu querido Rei, me tire uma dúvida. – Pediu soltando o pulso da morena que nada entendia. – Quem comprou essa moça? – Perguntou.

— Como quem comprou, você sabe que foi eu! – Bufou.

— Sim. E porquê o senhor a comprou? – A princesa queria humilhá-la? “Qual era o propósito de toda aquela conversa?” Pensava Regina.

— Para presenteá-la. Logo você vai se casar e precisará de uma criada em seu castelo. Não posso deixar que leve Ruby. – Franziu o cenho. Nem o próprio Rei entendia o questionamento da neta. Estaria ela ficando louca? Ou com recente amnésia? Porque perguntar algo que ela já sabia?

— Pois bem. Eu estou de volta ao castelo me casarei dentro de nove meses com o príncipe de Storm... E se o senhor a comprou para mim, significa que ela me pertence, correto?

— Sim. Ela pertence a você, mas...

— Pois bem. Essa mulher é minha servente. O que significa que ela deve apenas seguir ordens minhas. Ela deve obedecê-lo como seu rei, mas acatará apenas minhas ordens. Isso está dito diante de seus guardas, e da própria... – Olhou Então para Regina, esperando que ela dissesse seu nome.

— Mills. – Falou incrédula.

— Mills. E já que ela pertence a mim, peço que a respeite dentro e fora de minha presença.

— Mas eu a comprei! E ela está no meu castelo.

— Sim. Creio que a Srt. Mills não deixará de respeitá-lo como Rei. Assim como Ruby e seus criados me respeitam como princesa. Mas ela não! Ela não seguirá ordens suas. Então peço que respeite a minha servente. – Terminou não dando chance ao rei de falar. – Sabe que estou certa, Vovô. – Pronunciou com repulsa aquele nome que não chamava o Rei a muito tempo. – O senhor a comprou pra mim, e isso sabemos que fica anotado. Então peço que tenha mais respeito com minha criada.

— Sim, ela é sua, mas até o casamento, ela ainda é propriamente dita, minha.

— Sim, ate o casamento. Então até lá, não quero que o Senhor a trate assim. E depois dele... bom, ela não estará mais aqui não é. – Falou. – Agora, Mills, pode se retirar. Espere- me no quarto, eu já subo. – Pediu educada deixando a jovem de boca aberta.

— Quanto pagou por ela? – Quis saber assim que Mills se retirou.

— Porque quer saber?

— Porque ela é minha. Eu tenho direito de saber.

O rei disse o valor, deixando a princesa chocada.

— Não se espante querida, assim que pus meus olhos nela, vi que ela valia bem mais. A coitada perguntou até quando ela seria minha, e eu disse que até a morte, afinal, ela nunca vai conseguir o dobro do que paguei.

— Dobro?

— Sim. Quero o dobro pela liberdade dela, caso um dia ela tenha condições de pagar.

— O senhor é um...

— Lembre- se que eu sou o Rei querida. E até que isso mude, ela é legalmente minha. Posso fazer o esforço de tratá-la melhor se ela não se mostrar tão incompetente quanto parece. Mas até a coroação, ela é por lei, minha.

— Eu só quero respeito. Ela é um ser humano, não um bicho!

— Ah, que seja, agora saia. Eu já me cansei de você. – Falou e Emma sabia que era o melhor se retirar.

— Imbecil! É isso que ele é! – Disse a princesa entrando no quarto. – Oh... Olá. Esqueci que estava aqui. – Falou sem graça por provavelmente ela tê-la ouvido falar mal do próprio avô.

“A princesa estava sem graça na sua presença? Era isso mesmo?” Perguntava-se Regina.

— Tudo bem princesa. Eu volto outra hora. – Falou mas Emma não deixou que ela se retirasse.

— Ei, espere. – Pediu tocando seu braço, fazendo mais uma vez com que a morena se arrepiasse, mas não de medo. Não dessa vez. Regina apenas ficou calada esperando que a princesa dissesse algo. – Bom... Nós não fomos devidamente apresentadas.

— Oh, tudo bem princesa, o Rei já se encarregou disso. Não se preocupe... – Abaixou a cabeça. Regina não sabia o que esperar da princesa que até três dias atrás ela se quer sabia que existia.

— Não mesmo. E eu não sou como o Rei. – Afastou-se arrumando suas vestes, fazendo da forma que fizera Granny, há anos atrás, quando ensinara a ela e Ruby como devia ser a apresentação de uma princesa. – Sou Emma Snow Charming, princesa de Gardem. É um prazer conhecê-la, Senhorita Mills. – Saudou ela com uma reverência. A princesa não saudava assim alguém que não fosse da Realeza, e nem ela sabia o por que tivera aquela atitude, apenas seguiu seu coração, como sempre fazia.

Regina ficou em choque. Ela sabia que Emma era uma princesa, enquanto ela se quer tinha sangue nobre, não deveria estar sendo tratada daquela forma por alguém como a princesa. Viu que Emma a olhava, esperando que ela também se apresentasse. Imitando os gestos da princesa, ela bateu as mãos nas laterais de seu velho vestido, como se o arrumasse, e fez o que a princesa havia feito.

— Mills. Me chamo Regina Mills, a seu dispor, princesa Snow Charming. – Fora tudo que ela disse. Estava incerta se aquilo estava mesmo acontecendo ou não.

— É um prazer conhecê-la. – Emma sorriu gentil.

— Já posso me retirar?

— Você quer se retirar?

— Se ainda houver algo em que eu puder lhe Servir princesa, me diga. – Respondeu séria.

Emma endureceu ao ouvir tais palavras... Não queria que seu relacionamento com sua servente fosse assim, sempre foi tão boa com todos, mas infelizmente, para alguns, ela ainda tinha a sombra de seu avô sobre si. E com certeza com Regina seria pior, ela havia sido comprada, se quer devia estar ali.

— Olha, Regina, eu sinto muito, eu sei que você não queria estar aqui e... – Pausou e suspirou tentando focar no que diria, e mesmo sabendo que poderia ter um destino pior, Regina aproveitou para falar.

— Olha princesa, eu já ouvi que a senhorita é muito boa. E bom, eu não queria estar aqui. Então vamos apenas seguir com nossos papeis e pare de agir como se não fosse também responsável por eu ter perdido minha liberdade. O Rei me comprou, mas pra você. O que faz de mim sua propriedade, como a senhora mesma disse lá embaixo. Então deixe que eu faça meu trabalho apenas? Eu não quero criar afinidade com você, afinal, eu sou só sua servente e nada além disso. – Terminou. – Agora, se me der licença, eu preciso ter com Ruby para ajudar no banquete dessa noite.

Foi tudo que ela disse antes de se retirar. Emma ficou parada por alguns minutos, era a primeira vez que alguém lhe tratava daquela forma. A maioria das pessoas ao saber que ela era uma princesa, lhe bajulavam ou eram falsas para conseguir sua simpatia, mas não aquela mulher. Sim, mulher... Regina Mills era de fato uma mulher, pois fora a primeira coisa que a princesa pensara quando a vira "Que mulher linda!"

Ela precisava conhecê-la melhor. Ela não sabia o porquê, mas sentia que devia ajudar Regina... Prometeu a si mesma que faria de tudo para ter a simpatia de Regina, até mesmo contar com sua amiga e criada do Rei; Ruby Luccas.

— Sim, Princesa... – Ruby disse assim que entrou no quarto de Emma.

— Rub, venha, sente-se aqui. – Chamou a princesa.

Elas sempre foram amigas, desde pequenas... E embora uma fosse da realeza e a outra não, isso nunca deixou de ser um problema pra elas. Claro que cada uma estava ciente de sua posição, e na frente de qualquer pessoa que fosse, se tratavam como princesa e criada, mas quando estavam sozinhas, eram apenas Emma e Ruby, amigas que cresceram juntas.

— Pois não! – Disse Ruby após fechar a porta.

— Então... eu mandei te chamar porque...

— Tem a ver com sua nova serva, não tem? – Olhou para a princesa com um olhar malicioso.

— Ruby! Pare! Eu só quero saber o que você sabe sobre ela. – Sorriu.

— E porque a princesa tem interesse? – Fez-se de desentendida enquanto Emma se levantava da cama e olhava para sua janela. Todo aquele Reino, dentro de alguns meses estaria sobre seus cuidados.

— Bom, eu só estou curiosa. Fui pega de surpresa, soube que Leopold havia lhe comprado quando estava a caminho daqui.

— Sei.

— Loba fedida, você sabe ou não algo sobre ela? – Chamou a outra pelo apelido que havia lhe dado quando eram ainda crianças. Uma vez, Ruby e ela brincavam nas redondezas do palácio, quando Ruby apareceu suja de lama e pelos. Quando Emma perguntou o que havia acontecido, ela disse que havia salvo um pequeno lobo que caíra num buraco, mas acabara caindo junto. Emma lhe pôs o apelido de loba fedida e Ruby teve que tomar três banhos para ver se o mau cheiro sairia de seu corpo.

— Bom, o nome dela é Regina Mills, ela tem vinte e dois anos, a mãe lhe enganou para que viesse até aqui e a vendeu sem que ela soubesse. Ela não conhece o pai desde que nasceu, tinha o sonho de viajar pelo mundo, mas estando aqui não será mais possível. Eu contei a ela que podemos sair daqui duas vezes por mês, e ficar apenas na cidade, e ela disse que usará esses dois dias para trabalhar e juntar dinheiro para pagar sua liberdade.

A princesa ouvia tudo atentamente guardando cada detalhe do que Ruby lhe dizia.

— Ela nunca esteve com um homem, creio eu que de forma nenhuma, porque quando perguntei ela apenas abaixou o olhar envergonhada. E ela é muito simpática e aprende tudo numa facilidade absurda. Sério, em uma semana aqui ela já vai saber tudo que levei quase uma vida pra lembrar e aprender. – Completou chocada.

— Nossa... – Falou surpresa... — Quando ela chegou aqui?

— Ontem. – Sorriu presunçosa pelo tanto de coisa que havia descoberto da novata.

— E você já sabe disso tudo? Tem certeza que não esqueceu mais nada? – Perguntou a princesa em deboche.

— Olha, por incrível que pareça eu esqueci algo sim... – Emma viu Ruby ficar séria. – Ela nasceu no mesmo dia que você.

— Como é? – A loira perguntou incrédula.

— Sim. Quando eu perguntei sua idade, ela disse, e daí eu quis saber se ela já tinha feito aniversário... ela parece tão nova. Então eu perguntei e ela me disse. Quando ouvi o dia, fiquei incrédula.

— Entendi... – Suspirou ainda sem acreditar... – Ela tem a mesma idade que eu e nascemos no mesmo dia? – Perguntou mais para si do que para Ruby.

— Exatamente.

— Obrigada Ruby. Você disse que ela é simpática, mas comigo ela não foi tão simpática assim. – Revirou os olhos.

— Ah, tente se colocar no lugar dela, ela tinha sonhos, planos, e todos foram frustrados porque ela está presa aqui. Não é como eu, Graham e os outros criados que gostamos de trabalhar aqui, ela está aqui forçada...

— Eu sei... Por isso que... Quero ajudar ela.

— Então não a pressione. Seja a princesa que todos nós conhecemos e ela vai ceder. Quem não cede aos seus encantos, Emma Charming? – Ruby sorriu. – E outra, até ela vir pra cá ela se quer sabia da sua existência. A mãe a criou bem afastada da cidade. Ela só lembra de ter ido a cidade quando era menor.

— Bom, você está certa. Eu tentarei deixa-la confortável. Quero mesmo ajuda-la a ser livre, mas isso só depois que eu me casar.

— E por falar em casamento, Killian vem hoje à noite. Disse que está morrendo de saudades.

— Eu também estou. – Sorriu. Por mais que estivessem prometidos um ao outro em matrimônio, ambos eram grandes amigos desde sempre.

— Bom, agora vou descer. Deixei Regina arrumando a mesa, preciso ver se está tudo em ordem para o jantar.

— Tudo bem. E mais uma vez, obrigada por tudo Ruby. – Sorriu. – Eu estava com saudades de você.

— Eu também. E iremos matar a saudade, mas outra hora mocinha. Com licença.

Tento dito isso, ela se retirou, deixando uma princesa deitada e pensativa sobre a cama.

Uma hora antes do jantar...

— Rei e Rainha de Storm... É tão bom vê-los aqui! – Leopold cumprimentou o homem e sua esposa que haviam acabado de adentrar em seu Palácio. – Onde está o Príncipe Jones? – Questionou curioso.

— Está lá fora, já vai entrar. – O Rei Jones disse e em seguida seu filho adentrou no castelo cumprimentando o rei da mesma forma que o pai havia feito.

— Venham, vamos nos acomodar, logo o jantar será servido. – Os chamou.

— Papai, estou com saudades de Emma, posso vê-la antes do jantar? – Perguntou. Seu pai olhou para o rei Leopold, esperando que ele confirmasse, esse apenas pediu que Ruby fosse chama-la e se retirou com os reis de Storm.

No quarto de Emma, Regina terminava de colocar os sais de banho na banheira da princesa, da mesma forma que Ruby lhe ensinara.

— Seu banho está pronto, princesa. – Disse de dentro do lavabo.

Emma se despiu de suas vestes como sempre fazia e entrou no banheiro. Regina estava de costas, com as mãos uma na borda da banheira e outra na água checando pela terceira vez a temperatura. Assim que se virou, deu de cara com um montinho loiro, situado bem no meio das pernas da princesa que estava perto, mas nem tanto. A morena tratou de levantar-se rapidamente e fechar os olhos.

A princesa pode ver a pele oliva do rosto da mulher a sua frente tomar um tom avermelhado. Ela então entendeu, se não havia sequer estado com um homem, quem dirá com uma mulher nua. Rapidamente a loira entrou em sua banheira.

— Já pode abrir os olhos, Mills. Me desculpe pelo transtorno.

— Tudo b-bem. – Gaguejou.

— Não, não está... nunca viu uma mulher nua, estou certa? – Disse molhando seus braços e pescoço.

— Não senhora. – Abaixou a cabeça.

— Tudo bem... de agora em diante peço só que prepare meu banho e me espere em meu quarto...

— Mas princesa, é meu dever lhe ajudar no banho...

— Sim, tudo bem, eu entrarei na banheira e depois lhe chamo. Assim evitamos o que acabou de acontecer. Pode ser? – Perguntou à morena que ainda estava de costas para a princesa e com a cabeça baixa.

— Sim senhora.

— Pode me chamar de Emma quando estivermos sozinhas. Poderia me ajudar a lavar minhas costas?

Imediatamente Regina se pôs atrás da princesa para fazer o que lhe foi solicitado.

— Eu prefiro deixar como está, princesa. – Referiu-se ao pedido de Emma, sobre chama-la pelo nome.

— Como desejar.

Regina deu seu primeiro banho na princesa. Ela não sabia como se sentia, se estava surpresa pela forma que Emma lhe tratava, ou pelo fato de ela brincar feito criança com as bolhas de sabão. Se ficava incomodada por ter visto os pelos pubianos da princesa, e seu corpo nú, sabendo ela que teria que se acostumar com aquilo. Se ficava frustrada por aquela ser sua nova rotina ou se apenas admirava a beleza estonteante da princesa White. Escolhendo a última, ela pôs-se a observar como era macia aquela pele de porcelana que ela banhava. Como os fios caiam teimosos por seu pescoço e como aquela pele arrepiava ora ou outra sob o toque sem jeito de suas mãos.

A princesa deixou-se levar por aquelas delicadas e inexperientes mãos, que hora ou outra lhe causavam arrepios involuntários. Tentava relaxar enquanto Regina lhe banhava, mas, quanto mais Regina lhe tocava, mais ela queria aquilo. Era como se as mãos da outra houvessem sido feitas para toca-las.

Depois. De um longo e relaxante banho, a princesa levantou- se e pediu que Regina lhe esperasse no quarto. Ela obedeceu. Nunca achou que banhar alguém fosse tão exaustivo.

Quando estava se trocando, a princesa ouviu batidas no quarto.

— Princesa Emma, sou eu, Ruby. – Disse a voz do outro lado da porta.

— Abra para mim por favor Mills. – Pediu.

— Emma, os reis de Storm já chegaram. Killian quer vê-la antes do jantar. – Falou indo direto ajudar a amiga. Regina achou estranha tamanha intimidade que Ruby tinha para tratar com Killian, que deveria ser o Príncipe de Storm, prometido de Emma. Mas logo deixou isso pra lá, já que Emma e ela pareciam ser bem íntimas, talvez ela fosse íntima também do príncipe Jones.

Ambas ajudaram Emma a se vestir mais rápido, e logo ela estava descendo para ter com Killian.

— Está dispensada por hora, Regina. Se eu precisar de você, mando lhe chamar. – Disse Emma assim que desceram.

A morena apenas seguiu Ruby para a cozinha, já que a ajudaria a servir o jantar.

— Ora, ora, se não é minha noiva insuportável! – Disse o Príncipe Jones com uma falsa ironia assim que Emma o abordou no jardim.

— Sua noiva só depois do jantar em que você pedir minha mão seu abusado! – Sorriu e o abraçou. – Eu estava morrendo de saudades.

— Eu também... Você demorou lá em cima... eu e meus pais chegamos agora, mas quero te contar uma coisa. – Suspirou.

— E do que se trata?

— Nosso casamento. – Começou. – Bom, a uns meses atrás, logo depois que você voltou pra sua escola, algo veio a acontecer... Eu não esperava que isso fosse acontecer porque eu achava que ela jamais se sentiria atraída por mim... – Falava e buscava usar as melhores palavras quando foi interrompido.

— Tinker? – Perguntou incrédula. Emma já ouvira o amigo suspirar a respeito da loirinha outras vezes, em cartas que trocavam principalmente, o incentivava a tomar uma atitude mas ele achava que jamais teria chance com a servente do castelo de seus pais.

— Ela mesma... e então, desde sua última visita em que você me forçou a tomar uma atitude, nós estamos juntos. E estamos apaixonados!

— Killian, que boa notícia! Eu estou tão feliz! E primeiro, eu não te forcei... – Franziu o cenho cruzando os braços.

— Claro que não, foi só uma bela ameaça de falar com ela se eu não fizesse nada! – O moreno revirou seus olhos azuis.

— Foi para o seu bem – Sorriu e apertou a bochecha do outro sabendo que o mesmo odiava isso. – E segundo, Killian, vocês estão juntos todo esse tempo? – Perguntou surpresa e feliz sabendo que fazia mais de cinco meses desde sua última visita ao castelo.

— Sim... Estamos... - Abaixou a cabeça.

— Ei, e o que tem de ruim nisso, Kill?

— Emma, eu tenho que te pedir em casamento. Tinker sabe disso e agora que você voltou ela está me evitando. – Suspirou. – Eu... eu amo ela a muito tempo, você sabe, e você é minha melhor amiga desde sempre. Eu não queria que isso fosse assim.

— Entendo. Bom, eu tenho uma meia novidade. – Disse.

— Qual?

— Tenho uma nova serva. Que obviamente irá morar conosco se nos casarmos. – Revirei os olhos.

— Quem?

— O nome dela é Regina Mills. Leopold a comprou.

— Comprada? Mas isso é...

— Errado. Sabemos. Mas ele estava desesperado. Quer logo juntar os reinos então vai fazer de tudo para que esse casamento dê certo. Começando pelo que vou precisar quando me casar.

— Ele quer mesmo esse casamento. Meus pais não suportam ele. Só seguem com isso porque te conhecem e acham que nós daríamos bons reis.

— Sim, eu sei disso. Mas temos coisa melhor para pensar agora. Como você e Tinker. Acho que tenho formas de ajuda-lo por enquanto até sabermos como nos livraremos desse casamento.

— Nos livraremos é? Princesa, você sonha alto demais! – Riu.

— Eu sonho e consigo tudo o que quero. – Sorriu. Ruby apareceu no jardim chamando os dois para o jantar.

— Vamos entrar e começar com k teatro. – Ele disse e deu espaço para que Emma passasse.

— Sim, terminamos essa conversa assim que o jantar terminar.


Notas Finais


Então... O motivo da demora. Minha vida deu um giro de 380° e eu não esperava.😦 Muita coisa na cabeça, tendo que decidir muitas coisas e pra mim que sou pisciana é difícil um pouco 😧😧kkkkk Eu gostaria que tivessem paciência...😔 Não vou abandonar essa fic, ja estou até com rascunho para a segunda parte dela😍. Fora essa fic ainda tem Permita- me Lembrar😍 e minha outra que foi excluída😐. Fora ones que não concluí ainda😅. Minha vida ta meio bagunçada, tenho passado por alguns altos e baixos então, relaxem, vai sair atualização😊. Já vou tentar começar o próximo capítulo, e atualizar o mais breve possível, mas peço que non me abandonem meus anjinhos! 😓😔💕

Obrigado a cada comentário e favorito! Vcs são demais :')

Compartilhem com xs zamigxs! Bjuus de luz!


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