História Amor vampiro jovem. - Capítulo 41


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Categorias As Irmãs Vampiras
Personagens Dakaria Tepes, Personagens Originais
Tags As Irmãs Vampiras, Daka, Murdo
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Palavras 1.417
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 41 - O sábado parte 4


"Até onde vai a coragem dessas meninas?" Penso

Uns 20 minutos depois

Voamos o mais rápido que conseguimos até a mansão do Draco. Escutamos vozes vindo de dentro da casa e adentramos nela.

"Draco, você não vai machucar mais ninguém que eu gosto! Nunca mais...."

Murdo off

Daka on

"Que imbecil! Que idiota! Que completo vampiro de merda! Se ele encostar em um único fio de cabelo da Helena..." Penso.

Daka off

Silvania on

"Pobre Helena! Nas mãos daquele vampiro horrível que é o Draco! Santo Drácula nos ajude..."

Silvania off

Tomás on

"Helena... você não pode morrer! Eu não permitirei!"

Tomás off

Autora on

E assim os quatro partiram em direção a mansão do Draco. Eles não sabiam o que ocorreria lá, porém todos tinham uma intenção muito clara em suas mentes: salvar a Helena!

Uns 30 minutos

Depois de voarem por uma meia hora chegaram a mansão do Draco.

-DRACO! Murdo grita adentrando no local sendo seguido por Daka, Tomás e Silvania.

Silêncio.

-Apareça! Queremos saber o que você fez com a Helena! Aonde ela está?! Daka pergunta com raiva.

Escutasse uma risada.

Draco surge.

-Ora, ora... achei que haviam educado vocês, melhores na academia... que decepção Murdo... Tomás...

-Responda a pergunta Draco, onde está a Helena? Silvania pergunta.

-E o Ludo também! Tomás disse.

Daka e Silvania ficam chocadas.

-Ele está aqui também? Elas perguntam em uníssono com certa apreensão na voz.

Draco dá um sorriso sarcástico.

-Vocês realmente são patéticos... vêm para a mansão de seu maior inimigo sem ao menos saber quem vão salvar...

Eles se entreolham.

-É melhor desistir, estamos em maior número! 

-Seus números não significam nada minha cara Dakaria. Vocês aprenderão isso do pior jeito... irão aprender que não podem me derrotar. Mas antes... Draco pisa em um degrau da escadaria fazendo surgir uma alavanca. Quando este a puxa, o candelabro é substituído por Helena amarrada.

-Céus... Silvania diz entre sussurros.

Daka, Murdo e Tomás observavam paralisados. 

-Seu.. Mas antes que Daka pudesse concluir seu xingamento Tomás voava em direção a Helena porém é impedido. Uma barreira invisível se forma ao redor dela, o impedindo de passar.

-Vumps... Tomás diz socando a barreira. 

-É inútil... Helena diz. Ela estava cheia de hematomas e cortes, nos fazendo pensar que ela não se entregou facilmente.

Tomás volta para o chão.

-Seu desgraçado, eu estou cheio dos seus joguinhos! Por que você não diz logo o que você quer e vaza daqui?! Tomás diz furioso.

-Mas é claro, com todo prazer! Só acho que você talvez queira esclarecer algo para a Helena talvez...

Tomás se surpreende.

-Você não poderia....

-Mas é claro que eu poderia! Tomás você está apenas se enganado se pensa que poderia viver uma relação de pleno amor com essa garotinha humana! Quando afinal você não passa do vampiro que  MATOU A FAMÍLIA DELA! Draco grita.

Todos permanecem em silêncio.

-Isso é mentira! O Tomás nunca faria... mas ao Helena olhar para a expressão no rosto de Tomás ela não consegue terminar a frase.

Tomás se mostrava imóvel com o olhar distante e melancólico de culpa.

-Tomás, o que esse imbecil está dizendo? Daka diz ainda em choque. -Murdo isso não é...

Mas Murdo estava com um semblante sério e abalado também.

-Mas como... a Helena seria....

-Adotada. Helena diz.

Todos a olham.

-Minha mãe me contou faz um tempo, sobre o acidente de carro que me fez ter um problema de audição. Nele a minha família verdadeira morreu e eu fui deixada na porta da casa dela junto de um bilhete, dinheiro e uma tornozeleira. Só que... foi o que foi... um acidente! 

-Errado. Draco disse com olhar sarcástico e falso semblante de surpresa. -Minha cara Helena, quem causou o acidente que matou a sua família é aquele sujeito ali. Devagar ele foi apontando para o Tomás. 

-MENTIRA! Helena, Daka e Silvania gritam ao mesmo tempo.

-O TOMÁS NUNCA FARIA ISSO! Elas dizem em uníssono.

-Não, eu faria sim. Tomás disse. Um outro silêncio surge no salão.

-Eu que causei com a minha magia o acidente de carro. Eu... fui incumbido dessa tarefa porque a sua antecessora Helena, a Helen, tinha se recusado a manter os humanos sobre controle. Ela planejava uma revolta perante a corte vampira. Minha família era e ainda é a chefe da guarda real e tinha como tarefa manter tudo como estava... eu... eu sinto muito Helena. Tomás disse e uma lágrima escorrera de seus olhos.

Draco ri sarcástico e com um aceno de cabeça as cordas que prendiam Helena se soltam. 

-HELENA! Todos gritam em uníssono. 

Murdo, Tomás e Daka voaram em sua direção porém ela fez uma série de acrobacias e parou em pé no chão. 

-Eu achei que podia confiar em você... que era meu amigo... Helena disse com lágrimas escorrendo de seus olhos.

Tomás permanecia em silêncio.

De repente Helena ergue a mão e dá um tapa na cara de Tomás.

Todos ficam com semblante surpreso, exceto Tomás que apenas fica de cabeça baixa. 

-Nunca mais... olhe nos meus olhos... Helena disse e caminhava em direção a porta. 

Draco apenas observava a cena com uma expressão satisfeita. 

-Que triste... uma aluna que virou as costas para o seu professor... 

-Você não se cansa de disseminar o mal, não é Draco?! Murdo disse se virando para o irmão.

-Você ainda não entende meu caro irmãozinho... eu não dissemino o mal, apenas trago uma trágica verdade a tona! Tomás assassinou sim a família Steinbrück que era a família verdadeira da Helena, o seu amor com a Daka não passa de uma ilusão tosca de adolescentes e a família real NUNCA mereceu de fato governar os vampiros! Isso é tarefa para a nossa família! E eu como filho mais velho tenho direito a sucessão do trono! Aquele castelo deveria ser inteiramente meu! As riquezas, o poder... TODO MEU! Draco grita e lança uma adaga em direção a Helena, Daka e Silvania. 

Murdo pulou em direção a Daka e desviou a adaga enquanto esta pegou na mão de Silvania e a puxou para o lado. Tomás pulou e recebeu a adaga no lugar de Helena. 

-TOMÁS! Helena e Murdo gritam em uníssono. 

Tomás estava caído no chão com a adaga enfiada em seu peito esquerdo. 

-Mas porquê....? Você... me salvou de novo? Helena chorava compulsivamente e o acariciava. 

Tomás ri fraco logo fazendo uma careta de dor.

-Eu não sou fã de comédias românticas água com açúcar mas aqui vai a frase mais marcante de todas elas... porque eu te amo. Ele diz e seus olhos se fecham. 

-NÃO! POR FAVOR, ACORDA! EU TAMBÉM... EU TAMBÉM TE AMO! Helena chorou em plenos pulmões e Silvania veio consola-la. 

Murdo encarava a cena com um olhar de puro ódio. Chegou mais perto de Tomás e tentou:

-EI! ACORDA! ISSO NÃO É HORA PARA DORMIR TOMÁS! Por favor... eu preciso do meu melhor amigo...

Murdo diz com raiva. 

Tomás sorri de leve e abre os olhos por um momento. 

-Eu nunca vou te deixar Romeu! Vão precisar de mais que uma adaga de prata revestida em alho para me matar... Tomás a arranca com brutalidade e volta a fechar os olhos.

-VOCÊ VAI ME PAGAR POR ISSO, DRACO! Murdo disse enfurecido e voou em direção á Draco.

-Vejamos... hoje parece um bom dia para morrer... Tomás que o diga! E deu sua risada sarcástica. Murdo voa com mais velocidade o empurrando janela a fora. 

-Santo Drácula... Silvania exclama. Ela pega em seu telefone e liga para Vitor em prantos.

-Alô?

-Vi-i-tor?!

-Silvania, o que houve? 

-É-é o Tomás ele- ele está perto de morr-er....

-Silvania como assim?! Onde você está?! E o Murdo?!

-Na man-são do Draco... ve-nha para cá depressa! 

-Me mande as coordenadas, Santo Drácula...

Silvania manda as coordenadas de voou ainda soluçando.

-Aguenta firme! Estou indo para aí! Vitor disse.

-Por-favor... depressa...

-Vai dar tudo certo, confia em mim! Vitor disse e desligou.

Daka estava em posição de voou quando Helena a pergunta:

-O que vai fazer, Daka?

-O Murdo precisa de ajuda! Silvania ia interrompe-la quando Helena o faz.

-O Draco não vai se dar bem nessa! Ela estão segura a mão da Daka.

-Vamos! Helena disse e Daka assenti.

-Silvania, cuide do Tomás! Helena disse depositando um beijo na testa dele.

-Fique bem, ok? Ela disse em seu ouvido aos sussurros.

-Mas gente, o Ludo também está aqui! Silvania disse depressa.

Daka e Helena se entreolham.

-Onde ele pode estar? Daka pergunta olhando ao redor.

-Bem aqui! Ludo disse se aproximando correndo.


Notas Finais


E aí? O que acharam?


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