História Amor Vincit Omnia - O amor vence todas as coisas - Capítulo 1


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Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Magnus Bane, Personagens Originais, Sebastian Verlac (Jonathan Christopher Morgenstern), Simon Lewis, Valentim Morgenstern
Tags Alec, Cassandra Clare, Clace, Clary, Izzy, Jace, Jonathan, Magnus, Malec, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters, Simon, Sizzy
Visualizações 81
Palavras 1.351
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Mistério, Sobrenatural

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bem-vindos Caçadores de Sombras.
Talvez alguns de vocês já conheçam essa história. Eu a publiquei na wattpad assim que a ideia venho e foi escrevendo a partir dali. Trouxe ela até o spirit porque queria torna-la acessível para mais pessoas. Amo escrever e pretendo dividir minhas histórias com o máximo de pessoas possíveis. Quanto mais melhor. Agradeço desde já por ser uma dessas pessoas. ♡♡♡

Capítulo 1 - Feira Nerd


Fanfic / Fanfiction Amor Vincit Omnia - O amor vence todas as coisas - Capítulo 1 - Feira Nerd

– ALEC. ONDE ESTÁ MEU APLIQUE DE CABELO? – gritou Isabelle – VOCÊ PEGOU ELE?

– POR QUE EU PEGARIA SEU APLIQUE DE CABELO? – grita Alec de volta.

– EU SEI QUE VOCÊ PEGOU. ME DEVOLVA!

– EU NÃO PEGUEI NADA!

– PEGOU SIM!

– NÃO, NÃO PEGUEI!

– Alexander e Isabelle, se vocês não pararem de gritar eu farei com que os três se arrependam – disse Maryse da cozinha.

– TRÊS? – berrou Jace do quarto – esse terceiro aí sou eu?

– Claro que é você e PAREM de gritar. Devolva o aplique da sua irmã.

– EU NÃO ESTOU COM O APLIQUE DELA – insiste Alec.

– Então encontre. Partimos em algumas horas, a Clave já está esperando.

Alec fechou sua mala cuidadosamente organizada, deixando-a em cima da cama. Resolveu passar no quarto de Clary para ver se ela estava com o maldito aplique de Isabelle.

No caminho encontrou Max e Valentina brincando no corredor, ele estava ensinando a ela como ler revistinhas de Naruto e explicando as cenas que eram mostradas no papel. Alec fez um cafuné no irmão pequeno e puxou uma mecha de cabelo ruivo de Valentina que sorriu espontânea.

– Clary? – ele chama na porta do quarto. Ela estava na janela como sempre, sentada com um caderno de desenhos no colo tentando capturar a visão do pôr-do-sol entre os prédios de Nova York e pôr no papel – você viu o aplique de cabelo da Izzy?

Clary ergueu uma sobrancelha confusa.

– Isabelle não usa apliques de cabelo.

– Acho que usa sim.

– Não, não usa – afirma Clary – ela deve ter feito de propósito. Para sua mãe mandar você procurar.

Alec pensou nisso por um instante e xingou baixinho. Ele não costumava falar palavrões e quando o fazia dizia em voz baixa. Usou toda sua agilidade para correr de volta para o quarto, se esquivando das crianças no caminho. Abriu a porta para encontrar exatamente o que tinha imaginado. Toda sua mala desfeita e os pertences revirados. Ouviu os risos abafados de Isabelle e Jace através da parede e bufou com raiva.

A verdade é que não se importava com as roupas, ou com a atitude dos irmãos. Tudo que Alec queria era remexer as tralhas no chão e encontrar a foto de Magnus que escondeu na mala mais cedo. Para seu completo desespero a imagem não estava lá.

(...)

– Olá irmãzinha – diz Jonathan entrando no quarto – animada para ver Idris de novo? Faz um bom tempo que não vamos.

– Desde o luto pela morte do papai – recorda Clary respirando as pausas.

– Você está bem? – ele pergunta após ver a besteira que havia feito trazendo aquela lembrança – não queria deprimir ninguém, eu só...

– Tudo bem. Faz muito tempo, é bom voltar. Tirar umas férias da matança, a caça e demônios...

– Sabe que vamos sair para caçar demônios fora de Idris. A Clave sempre está arrumando missões para gente como nós.

Gente como nós?

– Os melhores – explica Jonathan.

Ela riu e ouviu chamarem pelo nome do irmão no andar debaixo.

– É a Isabelle? – observa Clary.

– Ah droga! – xingou Jonathan se levantando – Izzy pediu que eu levasse ela para uma feira de artigos nerds que está na cidade.

– E você concordou?

– Talvez pediu não seja a palavra, ela me ameaçou com uma barra de ferro.

– JONATHAN – gritou Isabelle do elevador – VOMOS LOGO, EU QUERO QUE ACABE LOGO A FEIRA BOBA QUE VOCÊ ME PEDIU PARA IR JUNTO.

Jonathan revirou os olhos e saiu de lá resmungando alguma coisa sobre os Lightwoods esconderem segredos dos pais.

Aquele com certeza não era o tipo de lugar em que se podia encontrar muitos Caçadores de Sombras. Alguns seres do submundo se misturavam com os mundanos mais não eram muitos. Tinha algumas poucas garotas Seelies para as quais Jonathan sorriu e mandou beijos. Isabelle estava impossível, não ficava parada em um lugar só. Tirava coisas das prateleiras e mostrava a Jonathan com entusiasmo contando sobre o que era aquilo e de onde vinha, como funcionava e de que história era. Tudo que ela dizia ele acenava com a cabeça respondendo algo como "tem razão, é incrível, por que não compra?".

Faltava uma hora e meia para viajem e o tempo passava mais lento que uma lesma. Izzy encheu os braços de Jonathan com sacolinhas de compras de decoração, revistas, roupas e um monte de tranqueiras inúteis que ela achava incrível. Agora além de estar de saco cheio ainda tinha que encontrar Isabelle, já era a terceira vez que perdia ela de vista.

(...)

O jovem Simon estava mais que contente com a volta da sua feira favorita a cidade. Convidou o amigo Eric para acompanha-lo porém ele recusou o convite dizendo que estava cansado de ir até lá todos os anos desde que começou. Simon resolveu vir sozinho então, comprou um café quente no Java Jones e veio tomando pelo caminho.

As primeiras bancas eram de livros em estantes improvisadas. Ele encontrou um exemplar da primeira versão de Senhor dos Anéis e tirou para ver, assim que o livro saiu do lugar revelou um rosto do outro lado da prateleira. Simon deixou que o livro e o café caíssem de suas mãos sem perceber. A garota na sua frente era simplesmente perfeita, com longos cabelos escuros, os olhos negros e tatuagens de símbolos por todo o corpo. Ela veio com um vestido preto colado mais em algum momento do dia comprou uma camiseta dez vezes o seu tamanho escrita "Eu sou do lado negro da força" e vestiu por cima da roupa.

– ELA É PERFEITA! – berrou Simon no meio da loja. Todos pararam para olhar para o maluco gritante inclusive a garota – desculpe – fala envergonho.

– Sua namorada deve adorar quando você se declara – disse a menina bonita.

– Ah não. Eu não tenho namorada. Eu só vim descontrair, ver a feira e... me apaixonar por... o seu perfume – diz Simon se enrolando com as palavras.

– Deixou cair o café – lembrou ela.

Enquanto se abaixava para pegar o copo sujo e o livro molhado ele pode ver as curvas das pernas tatuadas da menina que estavam nuas do cano da bota a barra do vestido. Simon se levantou e deu dois passos para trás ficando rubro e estranhamente sorridente.

– Me desculpe – repetiu outra vez – por ter gritado. É que você é... eu... gostei da sua roupa.

– Obrigada – diz a garota – você sempre gagueja assim?

– Eu estou... nervoso.

– Percebi – ela riu baixinho e comentou sobre já ter visto isto acontecer antes.

– Você quer tomar um café?

– Eu adoraria!

– Comigo?

– É, com você. Vai ser com você não é mesmo?

– Claro. Quer dizer... você disse sim. Ótimo!

Ele sorriu de orelha a orelha e estendeu a mão para ela.

– Quase me esqueci. Eu sou Lewis. Simon Lewis.

– Eu sou...

– ISABELLE LIGHTWOOD! – gritou um garoto alto de cabelos brancos se aproximando deles com um monte de sacolas de compras, Simon notou que ele tinha as mesmas tatuagens de Isabelle e, além dos bíceps amedrontadores, seu humor não era nada contente – eu poderia martelar sua cabeça depois de hoje.

– O que eu fiz? – disse a garota confusa e indignada.

– O que você fez? Estamos atrasados! Completamente desarmados e saímos do Instituto sem uma marca de invisibilidade. Minha mãe vai me dar um sermão de duas horas sobre como ser responsável e a sua mãe vai te matar.

– Você é muito exagerado Jonathan – reclama Isabelle.

– Quem é esse cara? – disse Jonathan olhando para Simon. Seus olhos verdes e irritados fizeram as pernas do menino tremer de medo.

– Este adorável mundano – diz Isabelle enganchando seu braço no de Simon – me convidou para um café no final da tarde.

– Nós já estamos no final da tarde – atira Jonathan – e você sequer terminou a sua mala.

– Você vai viajar – interrompe Simon olhando para Isabelle com tristeza – eu pensei que talvez... pudesse te ver de novo.

– Lamento pombinhos. Não vai rolar para vocês – responde Jonathan sem se importar muito – vamos Isabelle, temos que ir. Agora!

Ele agarrou a mão livre da menina e a arrancou de Simon arrastando-a pela rua.

– ME PROCURA – pediu Isabelle, depois apontou para Jonathan que a puxava correndo pelo caminho e gritou mais alto – ELE NÃO É MEU NAMORADO. QUE FIQUE CLARO. ESTOU DISPONÍVEL. 24 HORAS.

– ESPERA – começou Simon, mas já era tarde, eles viraram em uma rua escura e sumiram de vista.  



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