História Amor Vincit Omnia - O amor vence todas as coisas - Capítulo 3


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Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Magnus Bane, Personagens Originais, Sebastian Verlac (Jonathan Christopher Morgenstern), Simon Lewis, Valentim Morgenstern
Tags Alec, Cassandra Clare, Clace, Clary, Izzy, Jace, Jonathan, Magnus, Malec, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters, Simon, Sizzy
Visualizações 57
Palavras 1.011
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Mistério, Sobrenatural

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


A essa altura você já deve ter percebido que uso muito mais referencias aos livros da Cassandra Clare que a série baseada neles. É porque os livros foram a minha primeira ligação com o mundo das sombras e para mim o que está neles é que realmente conta. Apesar da série ser MARAVILHOSA. Se você só conhece a série pode ser que fique um pouco confuso com algumas palavras ou não entenda algumas referências. Infelizmente, tudo que posso fazer aqui é dizer LÊ OS LIVROS!

Capítulo 3 - Loucos por Lâminas


Fanfic / Fanfiction Amor Vincit Omnia - O amor vence todas as coisas - Capítulo 3 - Loucos por Lâminas

Jace foi o primeiro a passar pelo portal para fazer uma demonstração as crianças de como deviam atravessar. Os pequeninos não saiam muito do Instituto. Quando Maryse e Robert viajam Max ficava com Jocelyn e Luke. Caso Jocelyn viajasse, Valentina ficava com Maryse. Era raro usarem o portal.

Valentina, com sete anos de idade e um olhar azul desconfiado, se agarrou firme no pai (Luke) enquanto passava pela parede encantada. Max, que acabara de fazer nove, desejou poder fazer o mesmo, mas tinha medo do que seu pai pensaria dele. Seus irmãos, Izzy e Alec, estavam cada um de um lado. Ele segurou a mão dos dois e passaram juntos pelo portal para o outro lado. Após eles vieram Clary e o irmão Jonathan seguidos dos adultos que faltavam.

– Todos aqui – pergunta Luke.

– Quase todos – responde Jonathan ao padrasto – faltou o namoradinho mundano da Izzy.

Isabelle encarou o menino com seu típico olhar de "pego você depois". Maryse passou a frente deles bufando enquanto Jocelyn dava um forte beliscão no braço do filho e corria atrás dela. Ele gemeu de dor esfregando o braço enquanto todos os outros riam.

– Muito bem, quero que todos olhem para mim – anuncia Robert e eles obedeceram – Maryse e Jocelyn vão no Gard resolver alguns problemas com a Clave, eu vou caçar e Luke vai acompanhar vocês até a casa dos Penhallow antes de ir para irmã dele.

– Pensei que fossemos ficar todos juntos – disse Valentina.

– Nós vamos – diz Luke se abaixando para ficar da altura da filha – veja, os Lightwoods vão ficar na casa dos Penhallow porque é a família deles e nós vamos ficar na casa da Amatis porque ela é nossa família, mas vamos estar juntos o tempo todo.

– Então o Jace vai com a gente?

– Por que eu iria? – pergunta Jace sem entender.

– O papai disse para cada um ficar com sua família e a tia Amatis tem o sobrenome Herondale igual você.

– Os Lightwoods me adotaram, eles são minha família.

– Então você é um Lightwood?

– Não. Sou um Herondale. Jace Herondale.

– Mas acabou de dizer que é um Lightwood!

– Por consideração.

– E se você casasse com a minha irmã. Iria ser um Morgenstern por consideração ou um Fairchild por consideração?

– Val, para! – pediu Clary – não vê que está confundido todo mundo?

– Mas eu é que estou confusa.

– Sabem o que eu acho? – intrometeu-se Robert batendo uma palma – que vai chover daqui a pouco. Melhor irmos andando.

– O sol está rachando – reclama Valentina – já entendi, é para eu calar a boca.

Robert pegou um par de lâminas serafim e saiu em direção ao portão que levava para fora das barreiras de proteção demoníaca.

– Vocês podem ir indo – avisa Jace – Clary e eu vamos dar uma volta.

– Vamos? – diz Clary surpresa, mas sorrindo.

– Não, não vão – questiona Jonathan encarando Jace – temos que ver a Amatis e os Penhallow devem estar esperando você.

– Na verdade eles não me conhecem – revela ele – a última vez que se encontraram com os Lightwood eu ainda não estava junto.

– Então precisa conhece-los. Eu tenho certeza de que estão à sua espera assim como Amatis está a nossa.

Jonathan pegou a irmã pelo braço seguindo Luke. Ela puxou a mão de volta com raiva.

– Eu vou com o Jace – se revolta Clary – vou dar uma volta com ele.

– Você não pode simplesmente decidir as coisas e...

– Jonathan – chamou Luke – deixe sua irmã em paz. Fala como se Jace fosse um estranho. Moramos todos juntos.

Clary correu para o lado de Jace e os dois desceram a rua juntos com o olhar fuzilante de Jonathan por trás deles.

– Isso foi divertido.

– O que?

– O surto do seu irmão – explica Jace – o que ele pensa de mim, exatamente?

Eles viraram em um beco levemente iluminado entre as paredes de duas lojas.

– Eu acho que ele tem uma profunda semente do mal dentro dele – refletiu Clary – as vezes penso que o sangue dele nem é de anjo.

– Todo Nephilin tem sangue de anjo. O sangue de Raziel.

– Então não sei responder. O que você diria?

– Eu diria para não pensarmos nele – sugeriu Jace empurrando Clary na parede e a beijando.

Mais tarde, na residência dos Penhallow.

Alec parou a dois centímetros da porta do quarto da irmã, respirou fundo e repetiu várias vezes a si mesmo. "Eu consigo, eu consigo, eu consigo". Deu três batidas na porta e chamou pelo nome dela. Isabelle deixou que o irmão entrasse parecendo desconfiada.

– Se está aqui para devolver meu aplique – disse animada ao vê-lo entrar – fique sabendo que eu não tenho um.

– Eu tenho um assunto que preciso falar com você – declarou Alec – mas preciso que guarde segredo. Por enquanto.

– Desde quando você tem segredos?

– Estou saindo com uma pessoa.

Isabelle arregalou os olhos sorrindo.

– Isso é um segredo? Eu chamaria de milagre. Devia contar a mamãe, ela vai ficar feliz.

– Isabelle – se alarmou Alec – não é o que você está pensando. É importante que me escute antes de dizer o que acha.

Isabelle cruzou os braços e se apoiou na parede para ouvir o irmão bem quando sua mãe entrou.

– Isabelle, Alec. Vamos ao Gard – anuncia contente – Max já está lá em baixo, chamem Jace e...

– Jace não está – avisa Izzy.

– Como não está?

– Ele saiu com a Clary – explica Alec – devem estar na praça do anjo ou em alguma loja de armas. Os dois são loucos por lâminas, vai saber o que estão fazendo.

Maryse largou seu sorriso e olhou fixamente para o filho sem expressão.

– Neste caso, Izzy devia procurar por eles, ela também adora lâminas – decide a mãe – Alec, você espera no Grand com Max.

Isabelle saiu do quarto e foi correndo para fora. Enquanto Alec arrastava os pés em direção a escada parecendo nada contente em ter sua conversa interrompida. Assim que saíram, Jocelyn entrou no cômodo aos prantos.

– Clary não estava na casa de Amatis – conta para Maryse – precisamos dos dois juntos. A Clave precisa ver que eles estão presentes. Não vão concordar sem os dois jovens estarem na sala. Mesmo que resistam um pouco...

– Eu já sei disso – confirma Maryse – mandei Isabelle procurar. Tenho certeza de que ela vai encontra-los.  



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