História Amor Vincit Omnia - O amor vence todas as coisas - Capítulo 5


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Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Magnus Bane, Personagens Originais, Sebastian Verlac (Jonathan Christopher Morgenstern), Simon Lewis, Valentim Morgenstern
Tags Alec, Cassandra Clare, Clace, Clary, Izzy, Jace, Jonathan, Magnus, Malec, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters, Simon, Sizzy
Visualizações 31
Palavras 886
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Mistério, Sobrenatural

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Magnus


Fanfic / Fanfiction Amor Vincit Omnia - O amor vence todas as coisas - Capítulo 5 - Magnus

Foi só Jocelyn sumir de vista e Clary partiu para os corredores. Não era surpresa nenhuma estar sendo seguida. Acelerou o passo, mas ele era mais rápido e quando ela viu já estava do seu lado.

– Você não devia sair assim, sua mãe vai ficar louca – diz Alec.

– Desculpe maridinho – zomba Clary com a voz fina – não queria te aborrecer. Por favor, não vamos brigar. Eu não quero dar esse exemplo ruim as crianças.

– Estou falando sério – ele diminuiu a velocidade e deixou ela andar um pouco a frente dele – sei que tem uma quedinha pelo meu irmão e, sinceramente acho que ele também tem, Jace fala de você como um papagaio...

– Não faça isso Alec – sugeriu Clary.

– Não fazer o que?

– Falar como se você entendesse o que isso significa para mim. O que significa perder o Jace por causa disso.

– Na verdade entendo – revela Alec suspirando devagar – eu também estava saindo com alguém. O que você sentiu quando soube que perderia o Jace foi o mesmo que eu senti a respeito dessa pessoa.

– Nós nos beijamos na biblioteca antes de vir – contou Clary – eu pensei que teríamos tempo para ter um relacionamento aberto. Contar a minha mãe, ver o Jonathan surtar, essas coisas...

– E agora não dá.

– Essa pessoa que você está saindo – pergunta ansiosa para mudar de assunto – por que não contou a seus pais?

– É muito simples – responde Alec – ele é um cara.

Clary freou o andar e congelou onde tinha parado. Alec caminhou um pouco a frente e parou para olhar para ela e analisar sua reação. Esse foi o problema. Ela não teve reação.

(...)

Isabelle tinha acabado de entrar no quarto quando o papel em chamas surgiu acima de sua cabeça. Era uma folha simples de caderno de escola, ela pegou no ar com grade animação e trancou a porta para ler.

Querida Isabelle, como você está? A sua "Terra natal" é tão bonita quanto você? A onde fica esse lugar afinal de contas? Tatooine? Eu não ficaria surpreso se você viesse de outro planeta.

Enfim, eu gostaria de vê-la outra vez, sei que ficará aí por algum tempo, mas quando voltar a New York gostaria de tomar um café ou um cappuccino comigo? Tem uma loja de quadrinhos aqui perto de casa, eles fazem o melhor cappuccino da cidade e tem todo tipo de quadrinhos.

Espero ansiosamente por sua resposta.

Simon.

Ela apertou a carta contra o peito e sentou-se na cama relendo outra vez. Antes de responder pensou sabiamente. "Eu devo queimar essa carta. O QUE? NÃO! Eu tenho que guardar essa carta... Espere. Se eu não me livrar da carta alguém pode encontra-la, mas vou estar magoando ao Simon e a mim mesma. Porém, não sou tão idiota ao ponto de deixa-la na minha cômoda..." Isabelle teve seus pensamentos interrompidos quando a mãe bateu na porta chamando por ela. Em um ato de desespero enrolou a carta em um tubinho e socou dentro da fronha do travesseiro.

(...)

Jace estava trancado no quarto a horas. Já tinha contado todas as vigas de madeira do teto e atirado uma faca em cada uma delas. Fazia de tudo para esvaziar a cabeça, só o pensamento de ver Clary e Alec subindo ao altar lhe dava anciã de vomito. Depois de horas se levantou, tirou a camisa amassada e pegou uma toalha limpa no armário. Quem sabe um banho o animaria.

Assim que entrou no banheiro ouviu a janela se abrindo. Aproximou-se da porta agachado e pode ver a sombra de um homem magro de cabelo espetado entrando no quarto. Alec sempre deixava o arco em cima da pia enquanto tomava banho e dizia para Jace fazer o mesmo com a espada. "Por que eu não escuto?". Pensou em silêncio.

Olhou ao redor procurando ajuda e percebeu que, para sua sorte, duas das flechas de Alec estavam caídas atrás da pia. Pôs uma em cada mão e voltou para dentro do quarto. Pegou o homem por trás e o jogou contra a cômoda de madeira que rachou com o impacto, ele se levantou e foi cambaleando para trás, Jace deu outro golpe em sua cabeça e o encostou na parede com uma flecha em seu pescoço. Estava escuro demais para um ver o rosto do outro.

– Quem é você? Por que está aqui? – interroga Jace.

– Não precisava disso – julgou o homem gemendo com a dor e balançando a cabeça para se livra da tontura – estamos do mesmo lado.

– Quem é você? – repete Jace. Ele continuou choramingando que isso era ridículo e Jace, já sem paciência, empurrou mais a flecha no pescoço dele até escorrer um pequeno filete de sangue – quem é você?

– Eu sou um amigo. Um amigo que quer te ajudar.

– Não tenho amigos. Diga quem é e porque está aqui ou vou fazer com que saía voando pela mesma janela que entrou.

– Como não tem amigos? Você não é o amigo de Alec? O loiro dramático.

– Se quer falar com Alec devia ter usado a porta.

– Não vim falar com Alec, vim falar com você. Soube do casamento e sei que é um dos muitos que não concordam com isso, mas talvez seja o único disposto a me ajudar a impedi-lo.

Jace recuou dois ou três passos, mas manteve a flecha apontada e os olhos atentos a qualquer movimento.

– Fala! – ordena ele – pode começar com um nome.

– Eu sou Magnus... 



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