História Amor Vincit Omnia - O amor vence todas as coisas - Capítulo 6


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Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Magnus Bane, Personagens Originais, Sebastian Verlac (Jonathan Christopher Morgenstern), Simon Lewis, Valentim Morgenstern
Tags Alec, Cassandra Clare, Clace, Clary, Izzy, Jace, Jonathan, Magnus, Malec, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters, Simon, Sizzy
Visualizações 79
Palavras 840
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Noites Difíceis - parte 1


Fanfic / Fanfiction Amor Vincit Omnia - O amor vence todas as coisas - Capítulo 6 - Noites Difíceis - parte 1

Era pôr-do-sol no Central Park, as nuvens tinham um leve tom rosado por baixo da poluição e o ar, de uma maneira estranha, era limpo e com aroma de flores. Uma coisa nada normal em Nova York.

A parte em que eles estavam era restrita a mundanos. As árvores ao redor tinham runas e marcações que tornavam aquele um lugar de treinos ao ar livre para Caçadores de Sombras. Agora enfeitado com véus e luzes douradas. Os convidados corriam de um lado a outro procurando cadeiras vagas para se sentar. Parecia que Idris inteira tinha sido convidada.

Isabelle usava um belo vestido verde escuro e os cabelos presos em uma trança embutida que caia até o meio de suas costas. Ela tirou o chicote de elétrons do braço e enrolou no pescoço de Clary com o máximo de cuidado para não enforca-la ou amassar o lindo vestido dourado de noiva, ela fez um colar fino de cobra com o chicote e disse com as mãos nos ombros da amiga.

– Simon me contou disto. É tradição mundana. Uma coisa emprestada vai lhe dar sorte. É o que dizem ou sei lá.

Uma melodia doce começou a tocar no piano e Isabelle se afastou para dar passagem a Luke que chegou oferecendo o braço a Clary.

– Só queria dizer – comentou Luke no início de um choro – que foi uma honra você ter me pedido para te levar ao altar.

Enquanto ele trabalhava duro em se recompor, Clary olhou para o espelho uma última vez. "Adeus reflexo livre". Ela queria dizer, mas as palavras ficaram só em sua cabeça. Os primeiros passos pelo tapete estendido da cerimónia foram os mais dolorosos. Conforme andavam ela analisava os rostos dos convidados, eles pareciam felizes. Só tinha um problema, eram estranhos. Ela não viu nenhum conhecido seu ou de sua família. Tinha visto Isabelle, mas ela parecia ter sumido. Seu maior choque foi olhar o altar e ver Jace em pé com um terno despojado e elegante a sua espera. "O que... Jace? Como?". Ela apertou com força o braço de Luke e ouviu ele dizer:

– Você está bem filha?

Aquela voz, não era Luke. Clary virou bruscamente para encarar quem a acompanhava até o altar. No começou pensou ser Jonathan, uma versão mais velha e carrancuda dele, mas ao invés disso...

Pai – ela deixou a palavra escapar da boca ao ver o rosto de Valentim sorrindo a sua frente.

Soltou um gritinho quando ele a agarrou e a empurrou para cima de Jace no altar, depois sumiu como Isabelle. Clary sentiu os braços que a pegaram e percebeu logo de cara que não foi Jace a segura-la. Afastou-se e viu Alec a encarando com preocupação. "E agora, onde está Jace?".

Tentando correr para longe se deparou com sua mãe novamente, ela sorria de maneira cruel com os dentes todos a mostra. Desta vez ela desviou e continuou correndo até encontrar Maryse e Robert, desviasse deles também e aumenta a velocidade. Então, como já era de se esperar dela, ao chegar no centro do gramado teve o terrível azar de tropeçar na barra do vestido. Pôs as mãos na frente do corpo para aliviar o impacto e percebeu que haviam pés onde ela caiu, ergueu os olhos e se deparou com dezenas de irmãs de ferro e irmãos do silêncio a observando com uma irritação definitiva.

Clary revirou-se na cama e abriu os olhos bem a tempo de se apoiar na cabeceira antes que caísse no chão. Em uma fração de segundos puxou todo o ar que seus pulmões lhe permitiram e foi soltando devagar. Ela sentou na cama ainda ofegante e virou de lado para olhar o irmão que dormia na outra cama. Amatis não tinha muitos quartos de hóspedes, por isso Valentina dormia com Jocelyn e Luke, enquanto Jonathan e Clary tinham duas camas reservas no andar de cima.

Ela precisava falar com alguém, entretanto, aconteceu que seu irmão não estava lá. Talvez ele tivesse levantado para pegar um copo d'água. Clary levantou da cama para ir procura-lo pela casa.

Ao tentar aproximar-se da porta pode ouvir os roncos e retornou para o quarto. Resolveu checar em um canto escuro da parede entre a cama e a superfície dura de pedra onde encontrou Jonathan jogado no piso de forma inapropriada, apenas de cueca samba-canção e o cabelo emaranhado de uma maneira nada estilosa, enquanto abraçava uma velha garrafa de vinho como se fosse sua melhor amiga.

– Hey? Jonathan? – chama em voz baixa dando lhe uns chutinhos nas pernas que conforme ela se irritava iam ficando mais fortes – Jonathan?

Ele se contorceu um pouco, mas não acordou. Depois de alguns minutos Clary desistiu. Tirou a garrafa dele e balançou na janela, usando a luz do luar para ver a quantia que havia sobrado. De dois litros e meio restaram boas 200 ml. Ela virou todo líquido escuro na boca em menos de dez segundos, no início, sentiu um leve refluxo já que não é acostumada a beber. Saiu de lá um pouco tonta e voltou para cama em um desespero maníaco para tentar dormir de novo.  



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