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História Amor vincit omnia (Pokémon) - Capítulo 37


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Notas do Autor


Hello pessoas!

Antes de começar, queria pedir desculpas por ficar tanto tempo ausente. Estava me dedicando a algumas outras coisas, e também o meu PC novo tinha chegado, então levou um tempo pra arrumar tudo e transferir as coisas. Mas vamo que vamo, que eu to de volta e hoje tem maaaaaaaaaaaaaaais um cap!

Boa leitura :)

Capítulo 37 - O reencontro da turma


Serena ON

Voltamos todos para o Japão. Enfim, juntos novamente. Eu gostei de ir pra França de novo, reencontrar minhas tias, ver minha família e tal, mas que eu tava com saudade do meu fofinho, ah se eu tava. A gente se encontrou no shopping, indo comprar nossas alianças. Quando eu vi que ele tava chegando, saí correndo na sua direção.

Serena: Meu fofinho!

Ash: Meu docinho!

E nos demos um selinho. Tava com muita saudade.

Serena: Tava com saudade!

Ash: Eu também. Você fez o que de bom lá na França?

Serena: Ah, várias coisas, eu fui na Torre Eiffel, no Louvre, e vi as minhas tias e meus primos depois de muito tempo. E lá na Austrália, foi legal?

Ash: Foi sim. Tinha vários Pokémon bem diferentes. Eu vi um monte de Kangaskhan, só que não consegui capturar nenhum.

Serena: Ah sim. O Clemont e a Lillie já voltaram, né?

Ash: Sim, voltaram. E aliás, você ficou sabendo do que rolou com a Lillie?

Serena: Não tô sabendo não.

Ash: Ela quase que foi estuprada.

Nesse momento eu me assustei. Ela quase foi o quê?

Serena: Sério?

Ash: Sim, mas o Clemont achou ela e lutou contra os estupradores junto com a mãe dela.

Serena: Meu Arceus. Mas ela tá bem agora?

Ash: Pelo que o Clemont me contou, mais ou menos.

Serena: Eu espero mesmo que ela melhore. Sério.

Ash: Sim, eu também.

Que situação. Eu imagino como deve estar o emocional da Lillie. Um estupro é coisa muito séria. Ainda bem que ali tinha gente que ama ela, e eles lutaram contra os criminosos pelo que o Ash me contou. Mas eu ainda quero entender melhor essa história. Amanhã nós 4 provavelmente vamos nos encontrar num café aqui em Tóquio. Eu vou falar com a Lillie e tentar entender tudo isso.

Fomos comprar nossas alianças lá no shopping. Eu e ele, lá em uma joalheria que tinha ali. Escolhemos uma de prata. Simples, mas bonita. O par nos custou uns 2000 ienes (Autor: aproximadamente 102 reais). Eu paguei 1000 e o Ash pagou 1000. E nós finalmente tínhamos um símbolo oficial do nosso amor.

Serena: Amei essa aliança, meu fofinho.

Ash: Eu também, docinho.

E nos demos um selinho. Eu estava com muita saudade. Só faltou isso lá na França pra tudo ficar perfeito.

Serena: Te amo.

Ash: Eu também te amo.

No dia seguinte

É sábado (Autor: DE SOL, ALUGUEI UM CAMINHÃO, PRA LEVAR GALERA, PRA COMER FEIJÃO kkkkkkkkkkkk tavam com saudade né). Hoje eu vou me encontrar com o meu fofinho e nós vamos pra um café junto com o Clemont e a Lillie pra gente trocar umas ideias. Botar o papo em dia, sabe como é né? Nos encontramos todos lá na porta do café.

Serena: Oie, fofo.

Ash: Oi, meu doce.

E nos demos um selinho. O Clemont e a Lillie também se cumprimentaram assim. Nos cumprimentamos todos. Eu fiz questão de dar um abraço muito especial na Lillie depois de tudo o que aconteceu.

Serena: Eu fiquei sabendo de tudo que aconteceu. E eu sempre vou te apoiar, tá bom, amiga?

Lillie: Obrigada mesmo, Serena. Muito, muito obrigada.

É um sentimento de solidariedade, de empatia que nós, mulheres, sentimos uma pela outra, ainda mais depois daquele crime, que eu não desejo pra ninguém. Fomos todos para dentro e procuramos uma mesa pra nós 4.

Serena: Mas me conta, tirando aquilo tudo que rolou, foi legal lá na Ucrânia?

Clemont: Ah, eu gostei de várias coisas. A gente visitou o tio da Lillie lá em Odessa, foi pra praia...

Ash: Foram em Chernobyl?

Clemont: Fomos sim, e foi um dos passeios que eu mais gostei.

Lillie: É, porque foi uma troca de conhecimentos. Ele sabia muito de ciência, eu de história, então deu pra ter várias conversas.

Serena: Bacana.

Ash: Eu lá na Austrália vi vários Pokémon diferentes, tipo Kangaskhan e tals.

Lillie: Capturou algum?

Ash: É, não deu *risos*. Esses de zoológico não pode capturar.

Serena: É, que pena né. Eu fiz o de costume. Visitei o que todo mundo visita lá em Paris, o Louvre, a Torre Eiffel, essas coisas. Além de ver as minhas tias, claro.

Lillie: Ah, falando em tias, eu vi a minha tia também, depois de um tempo. Deu tempo até do bebê dela nascer, o Arkadi. Eu vi ele, e que coisinha mais fofinha, deixa eu ver se acho uma foto dele.

E ela procurou no celular dela. Me mostrou uma foto dela brincando com o priminho recém-nascido. Muito bonitinho, que fofura.

Serena: Ah, muito fofo mesmo.

Lillie: É, e ainda deu pra brincar um pouco com o Evgueni, meu outro primo, de 4 anos.

Clemont: É, ela ama crianças.

Lillie: E tem como não amar?

A Lillie definitivamente nasceu para ser mãe.

Serena: *risos* Lillie, você é uma figura.

Passou um tempo, chegou o garçom e nós pedimos o que queríamos.

Lillie: Pra mim vai ser um waffle com chocolate, por favor.

Serena: Acho que pra mim também.

Ash: Eu quero só uma taça de sorvete de creme.

Clemont: E eu quero um bolo floresta negra.

Garçom: E para beber?

Ash: Hum, eu não quero nada não, obrigado.

Serena: Pra mim um café.

Lillie: Pra mim um capuccino.

Clemont: E eu vou te acompanhar, bonequinha.

Eles se beijaram de esquimó. Que fofos.

Garçom: Então, dois waffles com chocolate, uma taça de sorvete de creme e um bolo floresta negra. De bebidas, dois capuccinos e um café.

Serena: Isso.

Garçom: Certo.

E continuamos colocando o papo em dia.

Ash: Ah, Lillie, e como que você tá agora, depois de tudo aquilo?

Lillie: Um pouquinho melhor já, mas não tanto.

Serena: É bem difícil né, um estupro acaba com o emocional de qualquer um.

Lillie: Não foi só isso. A minha avó morreu de infarto dois dias depois também.

Nesse momento eu me assustei. Eu me coloco no lugar dela nessas horas. Ser estuprada e perder alguém querido é uma coisa que eu não desejo pra ninguém.

Serena: Sério?

Clemont: Sim, eu lembro bem, a gente tava tomando um suco na casa da avó dela e aí ela caiu no banheiro. A gente deitou ela na cama, chamou a ambulância, e fomos correndo para o hospital. Ficamos um tempão lá e aí...

Enquanto o Clemont contava, a Lillie começou a chorar. O Ash até cutucou o Clemont pedindo para ele parar de falar. Ele deu um abraço na Lillie pra tentar consolar.

Clemont: Ah, me desculpa, minha bonequinha, eu não queria te fazer chorar. Me desculpa mesmo...

Lillie: *chorando* N-não t-tem problema...

Eu não aguentei, parecia que era comigo aquela dor. Peguei a mão dela. O Ash fez a mesma coisa (a gente não podia se abraçar porque estávamos do outro lado da mesa).

Ash: Calma, Lillie, a gente tá aqui.

Serena: É, pode ter certeza, sua vó está em um lugar melhor.

Ela enxugou as lágrimas com um guardanapo.

Lillie: O-obrigada gente. Sério, vocês são especiais pra mim. Principalmente você, príncipe.

Clemont: Você também é especial pra mim, princesa.

Os dois se abraçaram. Eu se estivesse no lugar da Lillie também iria querer um abraço do meu namorado. Mas enfim, continuamos falando, jogando um pouco de conversa fora, falando das nossas expectativas para o segundo semestre, até que chegou a comida. Nós agradecemos e fomos comer.

Ash: O sorvete tá muito bom.

Serena: O waffle também.

Lillie: Pois é, Serena. E o bolo, príncipe? Tá igual o da sua vó?

Clemont: É, lembra um pouco *risos*.

Todos nós rimos. O Clemont também é uma figura.

Lillie: Você é bem exigente com floresta negra né? *risos*

Clemont: É, mais ou menos.

Lillie: É que a avó dele é alemã, aí pelo que ele me contou, quando ele era criança ele gostava de comer o bolo floresta negra que ela fazia.

Serena: Ah, sim, a família do Clemont é alemã, é verdade.

Clemont: Alemã por parte de pai e austríaca por parte de mãe.

Ash: Alto e loiro desse jeito tinha como ser de outro lugar? (Autor: você tem um ponto, Ash)

Todo mundo riu alto naquela hora. Meu fofinho, você é uma figura...

Lillie: Ah, sei lá né, podia ser nórdico também. Suécia, Noruega.

Serena: É verdade *risos*.

E continuamos conversando, rindo, falando... Gostei de ter reencontrado os dois. Eles são ótimos amigos, gosto muito da companhia deles.


Notas Finais


E aí, gostaram? Comentem o que acharam!

Em breve eu vou criar a fanfic só do Clemont e da Lillie. Aguardem, vou deixar o link aqui quando eu lançar (ou então podem olhar no meu perfil que vai estar lá).

E é isso, vamo que vamo. Já dizia Roberto Carlos: Eu voltei, agora pra ficar...

Até a próxima, flw ^^




















































SEGUE O LIDEEEEEEEEEEEEEEEEEEEER, É SÓ GANHAR DO SÃO PAULO E O OCTA É NOSSO! VAMO QUE VAMO MEU MENGÃO!


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