História Amores Furtados - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Tags Romance Morro Traficante
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Palavras 2.891
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Literatura Feminina, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction Amores Furtados - Capítulo 3 - Capítulo 1

Capítulo narrado por Isabela.

O dia amanhecia as estrelas desapareciam vagarosamente sendo substituídas pelos raios solares que ultrapassavam as frestas da janela impelindo meus olhos. Isso não me incomodava, ou tão pouco me despertou, na verdade, esta foi apenas mais uma das muitas noites de sono perdido. Meus olhos insistiam em manter-se arregalados, a insônia fazia parte de mim desde que cheguei aqui.

Toco em meus cabelos negros e embaraçados a fim de me distrair com algo, mas nem foi preciso, minha tia fez isso por mim. Era apenas seis horas da manhã quando tia Lucinda ousou bater insistentemente na porta do meu quarto ocasionando um barulho ensurdecedor praquele horário. Emburrada, ela empurrou a porta com força e entrou sem ao menos me desejar bom dia, antes de iniciar mais uma de suas longas ladainhas.

—Isabela! Você não tem vergonha na cara? —Tia Lucinda esbravejou. —Vai fazer um mês que você está na minha casa atoa! Se quisesse alguma coisa com a vida já teria levantado e saído pra arrumar um serviço!

—Mas estou procurando, a senhora sabe muito bem disso! Eles que não me ligam, eu não tenho culpa!

Eu já havia decorado estes insultos de tanto que ela insistia em jogá-los na minha cara todos os dias. E, por mais que eu estivesse acostumada a ser tratada assim é inegável que suas palavras doíam, e feriam meus sentimentos.

—Tá procurando com o rabo na cama? –Ela apontou o indicador à minha direção. —Na minha época não tinha essa moleza menina, eu vou avisar pela última vez, se você não me ajudar com as despesas já pode ir juntando suas malas e voltando para a roça de onde veio!

—Não tia! Isso não, por favor, hoje vai ser meu primeiro dia na faculdade... E eu ralei tanto pra consegui essa bolsa... Eu juro. Desse mês não passa, eu vou consegui um emprego! —Respondi determinada.

Ela não pronunciou mais uma única palavra; Encarou-me com desprezo, saiu marchando e novamente bateu forte a porta como se tivesse intencionada a arrancá-la da parede.

Uma angústia cortava meu peito somente por pensar na possibilidade de voltar para o interior. O que eu iria fazer da minha vida lá? Todos os meus sonhos só podem ser realizados aqui! Compreendo minha tia, ela mora de aluguel e mantém as despesas de casa sozinha, porque o marido assim como eu também está desempregado há um bom tempo, há anos eu acho... Basta ter bom senso para se dar conta de que eu além de incomodar, estou causando prejuízo para eles.

Nesse momento pedir ajuda, recorrer aos meus pais seria inútil. Daí mesmo que eles iriam insistir para que eu voltasse.

Desde que me entendo por gente venho me esforçando, me dedicando e vivendo em prol de meus estudos. Quando tive minhas primeiras aulas de química e física não tive dúvidas de que eu nasci destinada a me tornar uma grande engenheira química. As vezes eu me pegava imaginando vestida com o jaleco da Petrobrás em um de seus enormes e bem estruturados laboratórios químicos. Mas como sempre soube: O que cai do céu é só chuva, sempre estudei muito e por incrível que pareça eu não "engulo" os livros por obrigação, ou porque meu futuro depende disto, eu simplesmente adoro números e fórmulas, eu amo ler, estudar e aprender.

Como fazem a maioria dos estudantes, após o término do ensino médio me inscrevi na prova do ENEM e tive um resultado positivo, tanto é que quando me inscrevi no SISU eu pude escolher entre duas grandes universidades. Mas quando vi que uma delas era a UFRJ não tive dúvidas que seria ali que iria me preparar para me tornar uma excelente profissional. Eu sei que fui ambiciosa ao me inscrever para uma federal em outro estado, até porque não sou carioca, cheguei no Rio há um mês justamente pela bolsa. Mas havia um gatilho, minha tia vive aqui a mais de 20 anos e por algum motivo ela nunca teve filhos, por isso sempre a vi como uma oportunidade perfeita para sumir do lugar que nasci.

Nunca me identifiquei com minha cidade natal; Sertãozinho ficava localizada no interior de Minas, uma cidadezinha pacata com pouco mais de dois mil habitantes, ausente de urbanização e movida apenas pela fofoca. –Não trago boas lembranças da maioria das pessoas, com exceção da minha família é claro.

Quanto ao Rio de Janeiro... –Quem nunca quis morar na cidade maravilhosa enquanto assistia alguma novela das nove? –Também estava incluído nos meus sonhos.

Saí da casa de meus pais com o coração dilacerado, preparada para viver como submissa de uma saudade infinita. Amo eles, seu Alfredo e dona Luzia são tudo pra mim, e, é justamente por isso que irei estudar, me enquadrar numa profissão bem remunerada para futuramente poder oferecê-los uma vida melhor, a que eles sempre mereceram. Antes de eu sair de casa, minha mãe disse preocupada: "Cuidado Isa o Rio de Janeiro não é brinquedo!". Quanto a isso ela tinha razão, não pela criminalidade, na verdade meu maior problema estava sendo o desemprego, e posso garantir que não é por falta de procura. Eu já havia tentando de tudo, espalhei currículos em escritórios, lojas, bares e todo lugar imaginável. Em nenhum momento fiz questão de escolher, qualquer coisa me cabia, minha situação era de total desespero.

Só que todos eles exigiam experiência, mas pelo que eu saiba pra adquirir experiência eu tinha que conseguir um emprego primeiro. Será que aqueles idiotas não compreendem isto?

Algo me diz que hoje será um novo dia, portanto não irei mais reclamar, vou focar em correr atrás do que eu quero. Imprimi mais 100 cópias dos meus currículos especialmente para hoje, durante este tempo acredito que eu já tenha enviado mais de 200 por e-mail, e me cadastrado em vários sites.

Fiz a higiene matinal, e penteei meus longos cabelos com pressa. Vesti uma calça jeans lisa acompanhada de uma blusa de manga azul. Fiz uma make básica, exalei-me de perfume, calcei sapatilhas confortáveis e saí. Estava mais animada para o primeiro dia de aula do que para passar mais um longo dia procurando emprego, mas não largava de lado a positividade.

[...]

Só tinha um mês que morava aqui, ainda não compreendia muito bem, na verdade eu sempre me perdia quando pegava um ônibus, — Não fazia a mínima ideia de onde parar. —portanto o aplicativo google maps tem sido meu melhor amigo nesses últimos dias. Peguei o ônibus e depois de quase uma hora na condução lotada finalmente cheguei ao centro.

Lá entrei e saí de várias lojas, lanchonetes, restaurantes e outros estabelecimentos. Repeti tudo que fiz semana passada até que meus currículos esgotassem. Surtei ao me dar conta de que os raios de sol estavam perdendo espaço para a negritude da noite.

Tenho que ir pra faculdade urgente!

Dessa vez peguei o metrô, ainda bem que estudantes federais ganhavam o bilhete de gratuidade, e graças a isso não tinha gastos nenhum com transporte. —Porque se tivesse eu ficaria a pé, não tenho um tostão no bolso.

Nem me surpreendi quando recebi a seguinte mensagem da operadora: "Você usou 80% da sua franquia de internet." Odeio essas mensagens, elas me tiram do sério!

Soltei do metrô próximo a faculdade. Não pude conter as lágrimas de emoção quando vi diante dos meus olhos o prédio que com o acabamento antiquado que ocupava um espaço maior do que alguns quarteirões. A todo o momento seus portões gigantescos eram atravessados pela entrada e saída de alunos como eu.

Meu Deus! Não acredito que vou estudar aqui... —Pensei, mas a vontade eu era de gritar para que todos ouvissem o tamanho da minha felicidade. Nunca estive imersa a uma sensação tão vitoriosa.

Passei pelo portão ansiosa. No interior do prédio precisei pedir ajuda para encontrar minha sala em meio as centenas de portas e corredores. Como cheguei atrasada me assentei na única carteira vaga, a última esquerda no final da fileira. Duas garotas me deram oi e se apresentaram. Ainda bem que eu não era a única desesperada por novas amizades.

Nesse primeiro dia de aula os professores fizeram com que todos os alunos se apresentassem assim como eles. Posteriormente cada um fez uma apresentação introdutiva de suas respectivas matérias, e quando o ponteiro marcou às 9h fomos dispensados. —Não esperava mais do primeiro dia de aula. Na saída as meninas que conheci, Thalita e Carol me chamaram pra lanchar, porém, mesmo com fome procurei disfarçar, —Até porque os dois reais que eu tinha não pagaria nada ali. —Então fingir estar com pressa e me despedi delas.

[...]

Minhas colegas disseram que aquele horário já não havia mais metrô direto para meu bairro, elas sugeriram que seria melhor eu pegar um ônibus, era muito mais rápido. Aceitei a sugestão, mas o problema é que eu não fazia ideia de qual das dezenas de ponto de ônibus eu pegaria o meu. Passei em um por pedindo informações, uns diziam que era pra lá, outros pra cá... Droga! Estava me complicando toda.

Apanhei meu telefone, porque aquelas pessoas aparentemente sabiam menos do que eu. Caminhei à passos largos com os olhos concentrados no google maps. Como sou uma pessoa de sorte meu celular travou e depois de longos minutos tocando a tela eu consegui acessar a página, mas para minha infeliz surpresa a operadora enviou outra mensagem: "Você usou 100% da sua franquia diária".

Averiguei meu redor. Sem perceber eu havia caminhado até o final daquela avenida chegando num ponto onde me encontrava distante de tudo e todos. Com exceção de algumas prostitutas vestidas com roupas baratas e exageradamente curtas, mendigos maus cheirosos espalhados sob pedaços de papelões, e homens e mulheres provavelmente viciados perambulando sem direção.

Minhas pernas pensaram antes de mim, e alargaram logo meus passos retrocedendo o caminho que me fez parar aqui. O interior do meu peito parecia estar no Alaska, congelado por tanto medo. Sabe aquela sensação ruim de que você está sendo, por algum motivo o centro das atenções? Então, é isso que estou sentido nesse exato momento.

Não me contive. Assumi para mim mesma que estava perdida, firmei a mochila nas costas e saí correndo contra o desespero sem noção alguma de para onde iria.

Pela rua iluminada por postes — sendo que alguns com as lâmpadas queimadas — eu corria enquanto a aflição me consumia, temia muito que algo ruim viesse a acontecer comigo.

Eu corria como uma presidiária em fuga, e quando um farol altíssimo surgiu ofuscando minha visão, eu quase desfaleci por tanto medo. Apavorada elevei as mãos no rosto intencionada a conter a luminosidade que me cegava, quando tirei já era tarde, meus olhos ardidos avistaram um homem armado quase esfregando aquele instrumento mortal na minha cara.

Senhor me perdoe por tudo que fiz! Eu sei que pequei e que durante meus 18 anos de vida eu só errei... Mas, por favor, não me deixe morrer aqui!

Eu rezava em meus pensamentos enquanto minhas pernas tremiam, e minha garganta travava uma luta contra a imensa vontade que eu tinha de gritar e soltar o choro que me sufocava.

—Ih qual foi?! Nem te passei a visão e tu já assim toda se tremendo. Relaxa... Vamo acabar com isso logo, passa tudo porra! Vai adiantando as nota, celular, cordão de ouro. Se arranja! —Sua voz rouca soou com um timbre ameaçador, que me fazia ofegar a cada palavra dita.

A morte estava se aproximando, eu sentia isto... Com os braços trêmulos tirei meu celular da mochila e o entreguei temendo.

Os olhos negros e expressivos do bandido faltaram saltar para fora do capacete quando avistou meu celular.

—Que porra é essa novinha?! Cadê o celular? Passa logo o Iphone com a senha!

—Iphone... Moço pelo amor de Deus esse é o único ce-ce-lular que eu tenho... Eu não tenho nada, eu juro! —Respondi entre meio as lágrimas e gaguejos, desesperada com tudo que estava havendo.

Tirei a mochila das minhas costas, espalhafatosamente joguei tudo que havia dentro no chão. Eu queria provar praquele desgraçado que eu não tinha nada, muito menos um IPhone! Abri a carteira e estendi a mão com a única cédula que tinha, 2 reais.

O ordinário calou-se momentaneamente. Depois respirou fundo e disse:

—Caralho! Já vi que isso não vai dar em nada. Guarda logo isso aí —Disse num ar de deboche, enquanto guardava a arma na cintura —Sá porra não dá nem pra revender!

Desgraçado! Infeliz! Folgado!

—Tava rodando nesse pedaço atrás de quê? Se for pedra eu tô com umas aqui pow...

O interrompi frustrada com o que disse

—Não! Não é nada disso. Eu só quero ir embora... Ai meu Deus eu tô perdida, preciso achar o ponto de ônibus! Tô liberada, não tô?! —Perguntei apavorada, aquela altura meu rosto se encontrava completamente molhado devido às lágrimas. Minhas mãos ainda tremiam enquanto eu me abaixava disfarçadamente para apanhar os pertences que espalhei da minha mochila.

Não esperei sua resposta, com a mochila nas costas segui... Até meu corpo ser impulsionado para trás junto a minha mochila. O desgraçado havia me dado um puxão pela bolsa, que mais uma vez fez com que meu corpo inteiro bambeasse.

—Perdida... Tu mora onde? —O silêncio se acomodou até que ele se pronunciasse novamente. —Passa a visão porra! Tô aqui, mas tô no corre!

—Santa Tereza... —Respondi cabisbaixa.

—Mó contra mão, mas de boa, tu me pegou tranquilasso, hoje eu tô suave... Monta aqui, que eu vou te dar essa moral: Vou te deixar em casa! –Falou piscando com malícia através do capacete.

—Como...

—Ta surda?!

Eu realmente não estava acreditando, o cara que tentou me assaltar estava mesmo me oferecendo uma carona? Não é possível... Mas, o que eu poderia fazer? Contrariar um bandido? Jamais.

Eu já havia perdido o controle dos meus batimentos cardíacos, meu coração chacoalhava mais que um sino. Eu sei que aceitar era tão arriscado quanto recusar, mas eu não conseguia racionar, tudo estava acontecendo de uma maneira tão rápida que nem eu mesma estava compreendendo.

—Mas, e... O capacete?

—Tô te oferecendo carona, e tu ainda quer capacete?! Monta logo nesse bagaço porra!

Não ousei questionar mais. Tive medo de contrariá-lo.

Caminhei até ele à passos lentos e desconfiados. Antes de subir ele  perguntou meu endereço com referências, eu expliquei tudo, depois não ouvir mais sua voz prepotente.

Era difícil acreditar no que estava havendo, a culpa é minha! Todos me avisaram sob os perigos que rondam a cidade, tia Lucinda mesmo havia me alertado, ela já foi assaltada três vezes; não podia negar estava com medo, muito medo, e se aquele homem me levasse para um matagal e me estrupasse... Subi na garupa e mantive meus olhos fechados, não só pelo temor, mas pelo vento intenso que batia contra meu rosto e brincava com meus longos cabelos. A moto acelerava desenfreada a mais de 100km por hora. Durante o trajeto as buzinas eram o barulho mais frequente. Como já estava sem capacete o jeito era segurar firme na cintura dele. Seu corpo estava levemente inclinado para baixo e eu me mantive agarrada nele da mesma maneira, seu casaco de algodão grosso esquentava ainda mais sua pele, e consequentemente a minha. Meu nariz estava próximo a sua nuca e mesmo diante de toda ventania sua fragrância cítrica e amadeirada me deixava inebriada.

Não sabia que bandidos cheiravam tão bem.

Quando a moto parou abri os olhos e não acreditei no que vi, ele realmente havia me deixado no portão de casa. Desci do veículo desacreditada.

Minha intenção era sair correndo para dentro de casa e fingir que nada daquilo aconteceu, mas antes que eu pensasse nesta possibilidade ele me puxou pelo braço me trazendo junto a si.

— Curtiu a carona? Te dei mó moral agora. —Ele me soltou, elevando as mãos até o capacete. Ao tirá-los seu sorriso branco e maquiavélico destacou em seu rosto marcado por um perfeito e definido cavanhaque, e barba por fazer. Ele franziu a testa enrugando sua pele naturalmente bronzeada, negra.—Hoje tu colou com a sorte, tu tá ligada que se fosse outro... —Afirmou arqueando as sobrancelhas, ao mesmo tempo em mais uma vez segurava firme meu braço me trazendo rapidamente para mesmo lugar de que eu havia arredado.

Minha respiração estava irregular, o medo continuava gritando por dentro.

—E aí, não vai me agradecer?

—Agradecer... —Eu sabia o que ele queria. Eu agi ingenuamente. A culpa foi minha... Pisquei os olhos com as lágrimas atravessando minhas pálpebras. Já estava sofrendo antecipada, ele iria me usar, depois picar meu corpo em pedacinhos e me jogar na lata de lixo, era óbvio isso.

Engoli um seco quando seus olhos frustrados me fitaram.

—Pow! Mar tu é dramática hein, caralho a globo tá te perdendo! Pra quê esse choro todo?! —Perguntou num ar de deboche enquanto desviava os olhos para o imenso e luxuoso relógio dourado. —Já deu minha hora, vou ter que meter o pé. Aí... Me passa teu número, gostei de ti. Tu é uma gracinha.

Piscou ao dizer.

Até parece que eu iria passar meu número para um bandido, como se já não bastasse tudo que passei.

—Eu pego o seu. Juro que ligo! —Exclamei com seriedade.

—Então tá, anota aí.

Eu anotei o número, é óbvio que eu nunca iria ligar, mas disfarçar evitava novos desgostos.

Ele ligou a moto e antes de parti não contive minha curiosidade.

—Ei! Qual é o seu nome?

—Marre... Rafael!

Ele disse ajustando o capacete.

—O meu é Isabela, obrigada pela carona Rafael. —Afirmei sorrindo dando tchauzinho.

Ele retribuiu fazendo o sinal de dois. Posteriormente seguiu acelerado puxando de uma roda pela rua até desaparecer da minha vista.

Quando meus olhos não conseguiram o ver mais, senti um imensó alívio.




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