História Amores Furtados - Capítulo 9


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Categorias Histórias Originais
Tags Romance Morro Traficante
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Palavras 2.911
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Literatura Feminina, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 9 - Capítulo 7


Capítulo narrado por Marreta.

Ver Isabela derramando lágrimas, aflita, naquele estado lastimável fez meu coração ser cortado em pedaços. Ver ela daquela forma também fez com que abomináveis lembranças do passado viessem a tona. Minha mãe passou pela mesma desgraça diante dos meus olhos quando eu ainda não passava de um moleque, depois disso minha vida virou um inferno. Eu levei tempos para superar, e quanto a ela, acredito que sofra com essa merda até hoje.

Foda-se se a mulher é vadia, gostosa, oferecida, isso não importa, a porra da boceta é dela e ela fode com quem quiser. Tenho ranço desse tipo de covarde que acha que pode pegar uma mulher e fazer o que quer como se elas fossem um brinquedo. O lance da Isabela não irá passar batido, seja ela daqui da minha comunidade, ou não. Eu vou desgraçar com a vida daquele fodido.

Deixei Isabela com a Kel no barraco de Taquara e segui para casa tirar meu carro da garagem.

Estava trocando umas ideias no grupo do bonde no whatsApp, Pica Pau até se ofereceu para dar uma moral e fechar comigo nessa madrugada. Passei no morro do Final Feliz que ficava ao lado do Chapadão, peguei meu parça de bobeira e descemos acelerados rumo a baixada.

Estávamos embrazados fumando um cigarro e ouvindo a nova do MC TH quando Pica Pau ousou me perguntar.

—Essa é aquela mina que tu foi assaltar e acabou dando uma carona?! Caralho maluco, que doideira, nunca vi um assalto render tanto! –Disse gargalhando.

—Porra mano, será que dá pra levar o bagulho a sério. Tô com um ódio daquele cara, pow aquela mina bateu na minha cara só porque beijei ela... –Ele me interrompeu no mesmo instante.

—Ih qual foi? Caralho tu beijou a mina parceiro, a parada ta rendendo hein – sorriu. – Quê isso... –Disse num tom de deboche com o cigarro entre os dedos me encarando firmemente.

—Pow! Tu acha que eu sou de bobeira, ela é gostosa cara, se der mole eu pego mermo!

Nós rimos.

—Ela tem quantos anos? Porque eu tô numa fase de comer só novinha. É bom tu estourar um cabaço e deixar a novinha afiada, no teu ritmo de foda, tá ligado?! É gostoso pra caralho. –Mordeu os lábios ao dizer.

—Eu acho que ela deve ter uns 17, 18 sei lá. Mar na moral eu não sou professor de foda não caralho. Gosto de pegar mulher que manja das parada, sem frescurajem tá ligado?! Novinha tem muita frescura, não curto.

—Isso aí é. Mar a novinha que eu tô comendo não é de bobeira mano, ela é boa... Muito boa... –Falou como se estivesse em transe pensando nela.

—Eita porra. Tu fala de mais nessa novinha, daqui a pouco tá botando ela pra fiel. –Debochei enquanto soltei um riso.

—Não cara... Tá maluco... Ela não. Ela tem um irmão meio ciumento tá ligado?! Vai lombrar pro meu lado.

—Ih desde quando tu tem medo do irmão de alguém, não tô te conhecendo cara... Manda ele se foder!

—Vai se foder! –Afirmou num tom irônico.

—Como é que é?! Tu tá me tirando parceiro? Tá pegando minha irmã?! –Meu grito dominou o carro.

—Tá maluco cara? Tu sabe que eu te respeito, tenho nada a ver com tua irmã não parceiro...

—Acho bom cara, foder irmã da na mesma que foder mulher de parceiro, tá ligado?! Isso é uma vacilação do caralho! Mar tá de boa, minha irmã tô ciente que não é, até porque nem o pé de casa ela arreda.

—Pra tu ver... –Mudou de assunto. –Já tamo em Santa Teresa, bora botar pra foder!

—Partiu!

[...]

Como sou bom em recordar caminhos segui logo para o barraco que deixei Isabela algumas vezes. A casa era humilde, com muro e portão baixo, para eu e meu parceiro que tínhamos uma lista imensa de assaltos não seria difícil chegar ao outro lado.

—O problema é cachorro... Mano vai tu primeiro!

—Que viadagem cara, medo de cachorro com uma Glock desse tamanho na cintura. Puta que pariu!

Pica Pau ficou mudo. Eu averiguei todos os lados da área para garanti que estava tudo zen. O portão tinha grades o que facilitou no momento em que precisei apoiar meus pés e escalar até chegar ao seu topo. De cima vi que a barra estava limpa, aparentemente ali não tinha cachorros, senão já estaria me latindo de maneira ensurdecedora.

Firmei os pés ao pairar no chão. Dei o papo para Pica Pau que pulou em seguida. A porta amadeirada tinha aparência velha, estava praticamente podre. Num impulso meu mano e eu a chutamos em conjunto, fazendo com que a mesma fosse de encontro ao chão.

A sala simples estava meramente iluminada pela luz da TV. A sua frente havia um sofá, mas meus olhos fitaram foi o corpo encobertado por edredons grossos, que fazia um barulho de ronco insuportável. O sono da pessoa era tão pesado que nem com a porta sendo arrombada e causando estrondo, acordou.

Aproximei-me do sofá puxando bruscamente o forro que cobria o corpo. Ao ver que se tratava de um homem velho e com uma barriga de shop tive certeza que era aquele o filho da puta.

Meti logo a arma dentro da boca daquele infeliz para ele segurar a porra daquele roco dentro do estômago. Seus olhos se arregalaram no mesmo instante, faltaram saltar para fora das pálpebras quando me viu. Ele ficou se remexendo, rosnando tentando dizer algo.

—Tu que é o estuprador né desgraçado?! –Minha voz saiu rude e rouca. –Fica tranquilo tu vai acompanhar nóis num rolê hoje.

Ele continuou resmungando, os membros do seu corpo se encontravam trêmulos.

As pupilas dos meus olhos doeram quando a luz acendeu, acompanhada de um grito escandaloso.

—O quê é isso?! Soco... –Ela calou-se quando sentiu a Glock do meu mano tocando sua nuca. –Pelo amor de Deus, levem o que quiserem, não tem problema. Mas por favor, deixem meu marido e eu em paz! –Murmurou com os olhos avermelhados prontos para desabrochar em lágrimas.

—Fecha teu bico tia, que nosso problema é com esse fodido mermo! –Afirmei com os olhos fulminando de ódio a sua direção.

—Vem cá, tu apoia a merda que ele fez com tua sobrinha? –Pica a perguntou enquanto acariciava o pescoço dela com o cano da arma.

—Então é isso. –Afirmou com desespero. –Eu sabia que isso era coisa daquela vagabunda! Ela seduziu meu marido, e agora manda bandidos na minha casa... como se fosse vítima de algo que ela mesma provocou!

—Ela provocou... Beleza, essa tua voz sofrida também tá me deixando com tesão, tá ligada?! –Pica Pau falou num ar de deboche virando-a espalhafatosamente para frente ao mesmo tempo em que rasgava com as mãos a camisola de algodão colorida. –Para! O que você está fazendo?! –Gritou com a voz explícita a mais pura agonia.

Os peitos murchos da mulher balançavam, sua calçola alcançando o umbigo deixava a cena ainda mais cômica. Ela estava claramente assustada, prendendo o choro na garganta enquanto as lágrimas banhavam seu rosto. Pica Pau se esforçava para conter o riso enquanto passava a arma entre seus mamilos caídos. O desgraçado do estuprador nada dizia, continuava com os olhos sobressaltados me encarando com temor.

—Chega disso Pica Pau. Bora levar o coroa aqui pro rolê!

Pica Pau balançou a cabeça assentindo. Depois ele socou com força o cano da velha em sua testa, ela desfaleceu indo de maneira brusca contra o chão. O sangue que escorria de sua testa se unia as lágrimas e deixava molhado seu rosto.

Segurei firme o pescoço do velho e o elevei até mim, ao mesmo tempo em que eu sorria drasticamente. Minhas unhas eram curtas, mas foi o suficiente para cravar no pescoço dele e arrastá-lo para fora da casa.

Pica Pau retirou o molho de chaves pendurados na maçaneta da porta, e por coincidência uma delas nos deu a moral de abrir o portão facilmente.

—O que vocês vão fazer comigo? Aquela pirralha mentiu! Eu não fiz nada contra a vontade dela, foi ela que pediu! –Deu um grito deixando exalar para fora todo seu meu medo.

—Como é que é? Tu tá gritando porra?

Estávamos próximos ao carro, e antes de eu entrar, dei-lhe um soco forte.

—É pra ficar de bico fechado até nóis colar lá no morro. Parece que tu não tá entendendo, eu tô falando inglês porra?!

—Não... –Disse lambendo os lábios vermelhos cobertos pelo próprio sangue.

Pica Pau abriu o porta malas da minha Ranger Rover branca, enquanto eu me ocupava com o filho da puta. O velho estava vestido apenas por uma bermuda de cetim azul, quando eu a arranquei senti nojo daquele pau cabeludo exalando de fedor. Rasguei a bermuda, usei seus trapos para amordaçar sua boca e mãos.

Seguimos adiante com ele no porta malas, se revirando e tentando dizer algo através de seus murmúrios. Meu parça e eu o ignorávamos preferíamos manter nossos olhos na direção e no escuro da madrugada que aos poucos se perdia. Seguimos para o morro, e lá paramos em frente à boca.

Descemos e tiramos o velho de trás, seu corpo estava inteiramente trêmulo, o frio fazia com seus pelos se arrepiassem. O vagabundo ainda teve a audácia de se jogar de joelhos aos meus pés. Maldito filho da puta!

Eu dei um chute na cabeça saliente de tão redonda, ouvi um estalo que provavelmente seria do seu nariz quebrando.

—Tu tá me estressando porra! É pra tu ficar com o bico fechado até nóis brotar lá dentro. Fica calado, não pia, desgraça!

Ele continuou tremendo e com dificuldade ficou de pé novamente. Seguiu calabreando com minha Glock cutucando seus neurônios até entrarmos para o barraco. Os olhos de geral se concentraram no saco murcho balançando entre suas pernas.

—Fala rapaziada, coroa aqui é estuprador, cês curte ver um pau ser arrancado?!

Geral alargou um sorriso de canto a canto. Ao ficar ciente do que iria acontecer Jão foi para trás e voltou com um facão em mãos e o entregou para mim rápido.

—Tira o pano da boca do filho da puta. Quero ver ele uivando que nem um cachorro!

Os risos inundaram o barraco. A ansiedade me consumia, ainda mais depois joguei o corpo arregaçado daquele velho no chão.

—Pelo amor de Deus, tenha piedade! Eu imploro! Quem nunca errou? Eu vou pedir desculpas a ela, eu errei e admito. Mas por favor, me perdoe, eu imploro! –O grito de medo saiu alto como uma canção dramática.

—Quem perdoa é Deus, e aqui nóis tamo mais é pra capeta mermo! –Gargalhei junto aos outros. –Qual foi Pica Pau? Tá esperando o quê pra gravar essa porra?!

—Deixa comigo.

Abaixei de joelhos sob o corpo nu com o facão empunhado. Mesmo sentindo nojo do pau mole e cabeludo, não me contive ao agarrá-lo e espicha-lo para cima como uma mini-corda-bamba.

—Relaxa o corpo tio, se continuar se mexendo que nem uma minhoca vai doer mais. –Sorri ao apertar seu membro com força, ao mesmo tempo em que ele se contorcia.

—Não! Não! Piedade! –Gritou.

O brilho da lâmina do facão reluzia. Empunhei-a bem no início do membro e atravessei lentamente, como se eu tivesse picando uma cenoura. O líquido viscoso e avermelhado escorria cem cessar, enquanto o filho da puta afundava o estômago de dor. Os gritos eram protuberantes e ecoava além do barraco.

—Desgraça! Tá doendo! –Gritou enquanto as lágrimas escorriam e encharcava sua barba grisalha por fazer.

—Tá doendo? –Perguntei ironicamente com meus dedos encharcados com seu sangue. –Estranho não tô sentindo!

Soltei um gargalho que veio a contagiar os próximos.

Segurei o pedaço da sua pica mole e sangrenta e passei pelos seus lábios para que ele pudesse sentir o quão ruim é.

—Eu não tô aguentando... –Disse soltando a saliva para se livrar do sangue que impregnava em seus lábios fodidos.

—Nem eu. Vamo acabar logo com teu sofrimento!

Encaixei o facão por sua virilha e saí laminado até alcançar o umbigo. O sangue jorrava enquanto ele gritava, se revirava, se contorcia imerso a uma dor que nem mesmo eu já tinha passado. Mas depois de alguns minutos, após alguns de seus órgãos ficarem visível sob sua barriga, ele parou de respirar. E assim acabou seu sofrimento.

A morte é o melhor remédio para a dor e o sofrimento.

—Pronto! Acabou, vamo vazar agora Marreta tu tem que me dá uma carona até no meu barraco, morô?!

—De boa, vou ali lavar minha mão. –Meus crias continuavam parados me encarando como se buscassem algo além da minha aparência. –Ih qual foi?! Bora trabalhar porra! Pegue esse defunto e some daqui com ele! Quando eu voltar quero ver esse chão aqui limpo. Não quero sujeira no chão, no facão em porra nenhuma. Pegaram a visão?!

—Pra agora patrão! –O moleque falou apanhando a lâmina do chão.

Em seguida os demais também se ocuparam com seus afazeres e eu fui logo lavar minha mão no tanque que havia próximo ao banheiro, que mais parecia de boteco de tão fedido.

[...]

A manhã já havia clareado tudo, o sol raiava aos poucos e junto a ele meu sono e cansaço vinham a tona. Seguíamos para o final feliz, e meus olhos estavam semicerrados por tanto sono.

—Cara tu tá só o bagaço, dá um raio aqui parceiro! –Pica Pau exclamou separando duas carreiras de pó sob a palma da mão.

—Não cara, dois dia sem dormi se eu der uma raio vou ficar que nem zumbi, ligado mas sem tá aqui.

—Tu que sabe. –Disse pressionando uma das narinas com a mão livre, ao mesmo tempo em que aspirava as duas carreiras. –Eita porra! Olha ali parceiro, duas novinha indo pra escola daquele jeito. Para o carro!

—Porra Pica Pau!

Parei o carro. Pica Pau desceu e após cinco minutos trocando umas ideias com as novinhas de aparentemente 13, 14 anos. Ele entrou na companhia delas e assentou-se no banco de trás.

—Meia volta parceiro, nóis vamo botar pra foder nessa manhã! Hoje vocês vão ter uma aula diferente aqui com Pica Pau. –Piscou de leve abraçando as duas que sorriram ao seu lado. –Relaxa mano, vou até deixar tu escolher qual vai querer, na moral acho até que dá pra fazer uma suruba tá ligado?!

Não disse nada, apenas dei meia volta direcionando o carro para a casa das meninas, que garantiram que os pais haviam ido trabalhar. Lá Pica Pau e eu, tomamos café e banho com elas. Depois fomos para a cama de seus pais, ali eu fodi até meu pau arder.

Quando acordei já eram quatro da tarde. Meu mano e as novinhas ainda estavam dormindo, eu vesti logo meus panos e saí cautelosamente pela casa. Ao atravessar o portão ouvir alguém me chamar:

—Ei você já vai embora? Eu e minha irmã vamos fazer almoço ainda...

—Valeu, mas já deu minha hora, tá ligado?!

—Ah... Entendi... Mas pelo menos me passa teu número...

—Fica tranquila, eu vou te ligar.

—Tá bom! –Ela abriu um sorriso enquanto eu me adentrava no carro. Mas ao se dar conta de algo a garota murchou. –Ei espera! Você não tem meu número, ou tem?

Encarei-a de longe enquanto o vidro subia. Mas é claro que eu não tenho o número dela, e pra eu iria ter? Pica Pau que se vira com aquilo.

Meti o pé pro meu morro, para o lugar de onde não devia ter saído. Do nada me peguei pensando em como estaria Isabela depois de tudo que aconteceu, tadinha estava tão desanimada ontem que nem parecia aquela menina cheia de marra que conheci.

Vou passar na casa do Taquara, antes de ir pra minha.

Atravessei algumas ruas e cheguei no barraco do meu mano. Chamei no portão e o próprio me atendeu.

—Eu tive que dormir no sofá porque a Kel preferiu dormir com ela... Tu acha certo isso mano?

Eu ri.

—Foi se a época que eu dava palpite no teu casamento, prefiro ficar na minha. Mas e como é que tá a Isabela?

—Não sei não mano, acho que ela tá na laje. Tu acredita que a Kel tá fazendo bolo pra ela? Nem pra mim ela faz bolo...

—Para que que tá feio... Eu hein, ciúmes de mulher, que isso porra?!

Ignorei Taquara e subir para a laje onde Isabela estava sentada, encarando a linda paisagem que só é possível se ver daqui de cima. O cabelo negro oscilava por suas costas, me aproximei dela devagar, acheguei-me por trás e tapei seus olhos.

—Tá ligada de quem é?!

—Sim, até porque eu já tinha te visto subir.

—Pow, sem graça. Mas e aí como que tu tá?! –Retirei as mãos de seu rosto e me assentei a beirada da laje junto a ela.

—Pior impossível! Eu preciso ir embora urgente, não aguento mais ficar!

—Aqui no morro?

—Na cidade. Não sei de onde eu tirei essa ideia que eu poderia viver aqui algum dia. Não estou aqui há nem 2 meses e já conseguir desgraçar minha vida, imagina se eu continuar?

—Sei lá, tu pode dá a volta, coisa ruim acontece, mas tem coisa boa também...

—Coisa boa? Onde?

—Aqui. Eu!

Ela alargou um sorriso perfeito, que eu nunca havia percebido em ninguém.

—Você é de mais... Apesar que mesmo de forma contraditória é verdade sim... Você é legal, a melhor pessoa que conheci até agora, apesar que a Kel tá te superando! –Persistiu com o sorriso, e isso me alegrava.

—Puta que pariu! Logo a Kel?! –Interroguei arqueando as sobrancelhas.

Ela respirou fundo e estreitou os olhos.

—Olha... Pode não parecer, mas eu não superei o que aconteceu, e também acho que não vou superar... E como você tem me dado muitas coisas, eu queria pedir só mais uma...

—Pede o que quiser, dinheiro foi feito pra gastar mermo! –Exclamei alegre.

—Essa é a primeira vez que alguém me diz isso, que ótimo. Então me empresta o dinheiro da passagem. Eu vou embora!

—Quê? –Questionei sentindo um nó no peito, por algum motivo não gostei do que ouvi e fiquei sem palavras para responder.




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