História Amores Paralelos 2 - Capítulo 8


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Categorias Turma da Mônica Jovem
Personagens Aninha, Carmem, Cascão, Cascuda, Cebola, Denise, Do Contra, Irene, Magali, Mônica, Nimbus, Penha, Personagens Originais, Sofia
Tags Amores Paralelos, Casgali, Cebonica, Docônica
Visualizações 125
Palavras 1.259
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hellou fofitos ^-^ saudades?
"Vamos pegar ela!" Calma ai galera calma... eu criei um cronograma e dessa vez tem que dar certo assim eu descanso, posto e vocês vão ter capitulos😍 bom vai ser postado capitulo, uma semana sim, outra não. Se tiver bastante comentários com vcs pedindo mais capitulos eu posso tentar postar dois caps na semana mas isso não faz parte do cronograma okey?

Eu to tão feliz por que a primeira temporada de Amores Paralelos ja tem 10.763 visualizações😍 foi a minha primeira fanfic e tudo isso de pessoas ja leram^-^.... nas notas tem recadinho ok?

Boa leitura fofitos😍

Capítulo 8 - Lie


POV Mônica



        Depois que Monique adormeceu - finalmente - eu saí do quarto, estava a caminho do quarto quando meu celular vibrou em meu bolso avisando que chegou uma nova mensagem. Olhei o nome no visor e meu corpo se arrepiou, o que ele queria? Eu estava cumprindo com a minha parte do trato.

Desça. Sabe onde me encontrar.

  Suspirei ao terminar de ler a mensagem.

 Eu não estava esperando por ele, não  esse ano. Minha parte do combinado estava feita.

  Resolvi não contrariar ele e desci para a sala, Cebola deve estar tomando banho em seu quarto, onde eu deveria estar agora, abri a porta tentando fazer o mínimo de barulho possível, ninguém pode saber que estou indo me encontrar com ele.

  Observei a rua calma e silenciosa, as casas com somente a luz do quarto acesa, por um momento eu desejei estar em um desses quartos e não indo me encontrar com ele. Tem umas semanas desde a última vez que se encontramos cara a cara, me faz pensar que ele mudou de ideia e não quis seguir com o combinado, isso me perturbava a mente a cada passo que ele dava. E se ele desistiu? O que devo fazer? Fugir? Não, ele me encontraria. Só de pensar que eu enchia a boca para chamá-lo de meu amor.

   Caminhei em direção a sua casa, respirei fundo antes de tocar a campainha, não deu tempo de contar até dez e a porta se abriu revelando um ser divino sem camisa, minha perdição. Seus olhos estavam mais azuis que da ultima vez, seu topete perfeitamente alinhado e sua boca com um rosa natural que me fazia vontade de deixá-la com um vermelho imenso após beijá-lo. Estava mais musculoso também o que era maravilhoso.

- Entre - disse me dando passagem pra entrar. Observei a sua pequena mansão e lembrei de cada loucura que fizemos em cada canto dessa casa. - Onde ela está? - perguntou.

- Dormindo, ela perguntou de você hoje - mordi o lábio inferior, mesmo sem olhá-lo sabia que ele estava sorrindo e se eu ver seu sorriso será meu fim.

- O que perguntou?

- Quando iria te conhecer - me virei pra ele e seus olhos azuis ficaram mais escuros.

- E o que você disse?

- Que por enquanto ela não poderia fazer isso - abaixei a cabeça.

  Ele puxou os cabelos da lateral da cabeça e bufou alto, se jogou no sofá. Bateu na sua perna como um convite para eu me sentar no seu colo. Assim eu fiz.

- Eles ainda estão atrás de você? - fez carinho na minha coxa enquanto olhava em  olhos.

- Sim, eu tenho medo de magoá-los -abaixei a cabeça mas ele fez questão de erguer minha cabeça.

- Eu posso proteger vocês duas - acariciou meu rosto fechei os olhos apreciando seu toque.

- Espere mais um pouco, me dê um tempo e eu serei sua novamente, como o combinado - olhei em seus olhos e ele sorriu.

- Darei o tempo que vocês precisarem, mas eu tenho dois pedidos antes disso - sorriu malicioso puxando minha nuca e deixando nossos rosto próximos.

- Quais?

- Ela vai me ver no natal e receber o presente que eu comprei pra ela - raspou seus lábios no meu e mordeu meu lábio inferior me fazendo arfar. Assenti. - Eu quero repetir aquela dose - sussurrou no meu ouvido.

- Quantas você quiser - acabei com a distancia entre nos colocando uma perna em cada lado de seu corpo e selei nossos lábios.

- Isso era saudade? - riu da minha afobação.

- Sempre vou sentir falta do meu marido ,Arthur. - o beijei novamente.



Pov Autora



Cascão olhava para a figura na sua frente e quando pensou em gritar a voz de sua mulher o deteve.

- Amanda! - gritou Magali.

  Confuso, Cascão encarou sua mulher que saiu correndo em direção a Cascuda mas a chamando por outro nome, ele fechou e abriu seus olhos e viu que na verdade não se tratava de Cascuda e sim da namorada de seu melhor amigo. Com o corpo cheio de feridas e hematomas, o cabelo picotado e cortes profundos,vestindo apenas uma camiseta toda rasgada e velha, mas ainda estava acordada.

- Liga pra Ambulância, ela não vai aguentar - disse Magali colocando a cabeça da jovem em seu colo.

  Sem dizer uma palavra sequer ele entrou para dentro de sua casa e ligou para ambulância, ignorou sua mulher prestando socorro a jovem e se sentou no sofá. Sua mente ainda estava confusa, por que primeiro viu Cascuda ao invés de ver Amanda? Ela havia falado com ele, e não foi um sonho, foi real.

   Logo a ambulância chegou e a vizinhança saiu pra fora, curiosa para saber o que aconteceu. Cebola levantou em um pulo, pois pegou no sono enquanto lia alguns relatórios, ao escutar o barulho da sirene se assustou e logo estava junto a multidão. Avistou o amigo com um olhar perdido e perguntou:

- O que houve?

- A Cascuda, não, a Amanda, apareceu na parte de trás da minha casa toda machucada - encarou o amigo enquanto falava mas logo voltou a olhar para o céu, era uma noite fria, sem estrelas, cheia de nuvens cobrindo a lua.

  Cebola estranhou, pois sua namorada havia ido ao desfile em Paris e fazia dias que ela tinha ido. Manu que estava na porta de sua casa olhava para algo atrás de seu pai, ignorando o alvoroço formado pela vizinhança, ela gritou:

- Pai, cuidado - Foi tempo suficiente para que um galho oco da árvore caísse próximo ao Cebola, por ser grande caiu em cima da ambulância que por sorte estava vazia.

   Mônica que tinha acabado de colocar sua roupa tomou um susto com o barulho e saiu correndo para fora, com medo de que fosse algo com a sua filha. Ao chegar do lado de fora viu o tronco sobre a ambulância, Cebola sentado no chão e Magali falando com os paramédicos. Mas sua preocupação era com a sua filha.

  Correu até o alvoroço e quando ia perguntar o que estava acontecendo Manu a chamou.

- Mãe - uma mulher apareceu atrás dela e colocando a mão em sua boca ela a puxou para dentro.

  A porta bateu e todas as janelas se quebraram, chamando a atenção de Cebola, ao ver Mônica correndo até lá ele se levantou e correu também.

- Aonde pensam que vão? - a voz de Amanda fez Cebola parar no meio do caminho.

 Ele se virou e viu ela se levantar normalmente da maca, empurrou Magali que foi segurada pela paramédica antes de cair no chão, estalou os dedos e seu curto cabelo se tornou loiro, seus machucados sumiram e ao falar ele notou que sua voz não era a mesma.

- Cascuda - murmurou Cascão.

- Sentiram saudades?- ela começou a levitar fazendo todos ao redor começarem a correr.

- Monique! - Mônica socou a porta.

- Irene vai cuidar dela não se preocupe-  Cascuda disse fazendo pouco caso.

- Emanuelly! Matheus! - ignorando o que Cascuda disse ela continuou tentando entrar na casa.

- Eu já disse que elas estão com a Irene - gritou Cascuda. Com um movimento da mão ela arremessou Mônica que bateu as costas num poste e caiu inconsciente no chão.

  Arthur saiu após colocar a roupa e sem que ninguém percebesse ele quebrou a porta dos fundos e entrou na casa.

- Deixe meus filhos em paz - disse Cebola.

- Querido seu problema não é comigo, é com a Irene- ela se virou para o Cascão. - Temos assuntos a resolver meu amor - gargalhou ela ao fazer Cascão levitar e o leva-lo para longe.


Notas Finais


Eu tava lendo os comentários e lembrei que vocês não sabiam o por que de o Cebola ser pai e que filhos não eram dele. Agora em diante vocês vão entender tudo, pois vai ser mais explícito e explicativo.😉 Bom... como Alguns notaram, Amores Paralelos tem uma nova capa, mas vieram me perguntar "por que a Penha ta na capa?" Recomendo a todos vocês lerem o cap "A volta da Prima chata" pois assim vão entender (comenta ele também ok?) "Vai ter capa nova pra essa fic também?" Eu Pretendo criar sim!

Mereço comentários? Se ss comenta, se não comenta também rs😍 amo vocês.

Entrem no grupo no Whatsapp, estou sempre dando alguns spoiler ou algum recado sobre as fics😍 : https://chat.whatsapp.com/3kXDDnQhxVE77Plwq8Brw1

Um beijo😘, um cheiro😚, um Amasso😙😊 e até logo.

(Cap de quarta-feira uma semana sim e outra não)


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