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História Amores Redobrados - ERERI - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Olá, amores. Venho trazer mais uma fic, sendo ela um especial de aniversário do Eren e terá somente 2 caps. Obrigado a @ddfelipi por ter corrigido o cap para mim❤ boa leitura, amores❤

E antes q eu esqueça, irei mudar essa capa full HD pq a foto original tá no meu notebook e eu tive q printar essa já na capa do Wattpad lqlalalalalallalalalalala

Capítulo 1 - Capítulo 1


Era sete e meia da manhã, o dia parecia incrível para quem quisesse ir à praia ou sair com seus cachorros para passear. A vizinhança era tranquila e isso dava a rua um clima amigável e perfeito para quem buscasse a calmaria e a pacificidade. E esse clima não era diferente dentro da casa dos Smith's, onde um casal, formado por Erwin e sua esposa Hanji, conviviam em uma rotina pacata, harmoniosa e bastante amorosa junto de seu filhinho de quatro patas, Levi. Um gatinho preto que possuía uma marquinha branca de nascença abaixo de seu queixo, como se fosse uma linda e fofa gravatinha, como Erwin gostava de pensar.


Erwin Smith, um empresário da empresa de sua família e casado há sete anos com Hanji, uma biomédica que era louca por sua profissão. Eles não viam necessidade de terem filhos, sentiam-se felizes do jeito que estavam indo. O casamento era algo sagrado para eles, que faziam jus à promessa feita no altar mesmo quando não estavam em seu melhor dia.


Há exatamente três anos, quando voltava da floricultura com um presente para surpreender a mulher por ter conseguido promoção de cargo, ao encontrar a cura para um novo vírus junto de seus companheiros de trabalho, Erwin teve sua atenção voltada para um pequeno filhote de gato jogado para morrer de fome na rua, e apesar de não ter muito jeito com animais, ele não podia deixar aquele pobre filhote abandonado. Então ele o pegou. A princípio, iria cuidar e depois doá-lo, mas quando viu a reação de sua mulher ao ver o pequeno ser em suas mãos, mudou de ideia no mesmo instante.


Levi.


Ele jura que ainda podia lembrar do brilho no olhar da Hanji quando ela deu o nome ao pequeno gato, e isso esquentava o seu coração toda vez. Os primeiros dias foram cansativos, Levi miava muito e de instante em instante pedia leite. Erwin ainda tem as fotos dele mamando na mamadeira. Sim, isso mesmo, mamadeira. E olha que não foi fácil se livrar desse vício que o gatinho tinha. Mas o que importa era que Levi havia... Certo, dizer que ele havia crescido seria uma grande piada direcionada ao pobre gato. Levi era um gato de estatura pequena, mas não um muchickin como sua esposa adorava chamá-lo.


"Levi, venha comer." falou Erwin ao terminar de pôr o sachê de peixe separado da ração, que ficava em outro potinho, já que o pequeno odiava misturas em sua comida. "Vêm, dengo."


Espiando de relance a caixa que usaria para prendê-lo, Erwin tentou não demonstrar sua ansiedade. Ele odiava ter que levá-lo ao veterinário. Qual é?! Mesmo que seu menino fosse duro na queda, uma injeção nunca é indolor. Mas dessa vez Erwin estava indo confiante, tinha até feito um juramento para Hanji que não choraria caso ele precisasse tomar alguma injeção, algo impossível considerando que Levi está com a carteirinha fechada de todas as injeções certinhas que tomou.


"Psipsipsi. Vêm comer, dengo." chamou novamente, não estranhando quando ele não apareceu. Ele era inteligente demais, já deve estar sentindo que iria ao veterinário. Mas o que podia fazer? Há duas semanas atrás Levi saiu e só voltou no outro dia, desde então ele tem comido muito pouco e o quando come sempre é exigente demais.


Indo até sua sala, onde havia diversas coisas do Levi, desde um castelo que mandou fazer, arranhadores, casa com rede, brinquedos e um tipo de parque de diversões feito na parede, ele tentou encontrá-lo por lá.


"Comprei aquele sachê que você ama. Não irá querer?"


Hanji, que observava a cena com um pequeno sorriso divertido estampado em seu rosto, saiu da porta, onde estava escorada, e foi até o marido com um pote em mãos. "Sabe que ele não vai querer, né? Ele comeu isso ontem, não vai querer hoje."


Fazendo beicinho ao lembrar disso, Erwin olhou para a comida antes de suspirar. "Irei colocar na rua para os gatinhos abandonados virem comer." falou.


E enquanto ele saía, Hanji abriu o pote que segurava. "Cadê meu gatinho de luxo? Mamãe trouxe sushi pra você, neném." após ter dito isso, ela teve que conter sua risada quando ouviu o miado manhoso de Levi vindo de dentro do castelo. Com um olhar que dizia "eu sabia", ela observou a forma como ele saiu quase se arrastando de preguiça de dentro de seu "condomínio".


Colocando o potinho no chão, ela esperou para que ele se aproximasse mais, e quando o mesmo fez, ela não perdeu um segundo sequer e o pegou nos braços, fingindo não ouvir o escândalo que ele fazia ao dar altos miados conforme ela ia na direção de onde estava a caixa preta de transporte.


"Não pense que sou boba feito seu pai, denguinho. Eu te estraguei o suficiente para conhecer todos os seus truques. E nem pense que irei te acobertar mais. Erwin é quem estará te levando pro veterinário hoje, se resolva com ele."


Ao ouvir isso, o gato olhou nos olhos dela, dando um baixo miado como se quisesse persuadi-la a mudar de ideia. Sorrindo com o golpe baixo que conhecia muito bem, ela desviou o seu olhar, parando em frente da caixa aberta e o colocando dentro. Após fechar a gradinha, ela se acocorou frente a caixa e olhou para ele com uma certa pena. Ela não queria estar em sua pele quando Erwin descobrir a surpresinha que ela ajudou a esconder. Assustando-se quando Levi rosnou e deu um tapa na grade, ela o encarou com a mão sobre o peito. Sua reação era natural perante a ação do gato.


"Pois tenha em mente que se revoltar agora não vai dar em nada. O B.O tá vindo aí e isso é responsabilidade sua." apontou, encarando o gato incrédula quando o mesmo rosnou outra vez antes de mudar de posição, ficando de costas a ela. "Coloquei um par de roupas na bolsa que ele levará. Ficarei feliz em saber que ficou em sua forma neko de bom grado quando estiver lá."


Após ter dito isso, ela olhou na direção de onde Erwin vinha com os potinhos em mão e um sorriso doce estampado. "Aqueles baderneiros só vieram quando dei as costas. Acho que nosso plano de adotar novos gatinhos para fazer companhia ao Levi irá demorar um pouco mais."


Levantando-se do chão, ela lhe deu selinho demorado. "Preocupe-se agora com Levi. Aqueles dois logo vão se acostumar com nossa presença, aí sim poderemos adotá-los."


"Eu sei, querida. Mas não gosto de pensar que Levi fica muito tempo sozinho. Quero dar logo alguma companhia para ele."


Erguendo suas sobrancelhas, Hanji olhou para fora da janela ao dizer: "Do jeito que as coisas andam, é bem capaz do nosso menino não estar tão sozinho assim."


Sem entender o que ela quis dizer, Erwin deu de ombros e deixou para lá. Olhando para o relógio, ele deu um longo suspiro. "Está na hora de levá-lo, senão chegaremos atrasados para a consulta."


Dando um beijo de despedida na morena, Erwin se afastou com o cenho franzido. "Apesar de não entender o porquê de ser ultrassom."


"Ô, querido. É óbvio. Levi pode ter comido algo na noite que passou fora, então pedi um ultrassom para ter certeza de que não há nada indesejado lá dentro de sua barriguinha. Né, Levi?"


Ao ouvir seu nome, o gato apenas miou e isso fez com que Erwin desse um sorriso todo bobo, com seu coração quase derretendo como manteiga ao pensar que seu menino era o mais fofo e inteligente de todos os gatos do mundo. "Sendo assim, tudo bem. Vamos, filho? Sinto que hoje será um dia bem agitado."


Arregalando os olhos ao ouvir isso, Hanji forçou um sorriso ao segurar no braço do loiro. O pressentimento dele era algo incrível, pois sempre acertava em cheio. E isso só a fez temer ainda mais sua reação. "Pensando bem, não acho que seja necessário. Faz duas semanas desde aquilo, se fosse para ter algo, já saiu há um bom tempo."


Olhando bem para a feição dela, Erwin sorriu. Bingo. Ela estava escondendo algo como ele pensava."Mas agora eu vou levá-lo porque fiquei preocupado. Vamos, Levi."


Erguendo sua sobrancelha quando ela segurou ao mesmo tempo que ele na caixa, ele a encarou com um olhar questionador. "Quer me contar algo, querida?"


Engolindo em seco, ela soltou a caixa e sorriu. "Apenas não chore dessa vez."


Ficando um tanto quanto constrangido pela lembrança, ele fechou seus olhos por um momento ao forçar um sorriso. "Deixe comigo, querida."


Observando o marido sair com a caixa, Hanji colocou as duas mãos na cabeça, tentando não pensar na reação exagerada que Erwin teria. "Tadinho do meu muchickin..." lamentou-se para si mesma.


E enquanto ela lamentava-se dentro de casa, Erwin destravou seu carro ainda na porta. Ele tomava cuidado para não balançar muito a caixa, pensando no possível enjôo que Levi sentiria com isso, enquanto ia até o carro, não deixando de notar a forma como o cachorro da vizinha latia sem tirar os olhos da caixa em suas mãos. Franzindo o cenho em irritação pelo latido incessante, Erwin abraçou a gaiola para proteger Levi daquela barulheira toda, mal sabendo que Levi era de fato o motivo para aquele cachorro estar latindo tanto.


Espiando pela brechinha da grade, Levi miou alto, tentando avisar ao Eren que estava sendo levado ao veterinário, mas suas tentativas acabaram se tornando abafadas, principalmente quando Erwin o colocou no banco da frente, passando o cinto para prender sua caixa antes de fechar a porta. Após ter feito isso, ele foi até o outro lado e entrou no banco do motorista, sorrindo para a caixa assim que se sentou.


"Tá vendo aquele cachorro doido? Não quero você com essa laia, Levi. Ele não presta. Com certeza vai te levar pro mau caminho. Fique longe, viu? Conselho de pai."


Ouvindo o que o loiro gigante dizia sobre o Eren, Levi olhou para o lado ao dar um alto miado como pedido de ajuda para a Hanji, sendo que Erwin entendeu o contrário. "Nem se preocupe, dengo. Não vai ter injeção dessa vez." disse ao ligar o carro, saindo logo em seguida para o destino temido por Levi, que a todo tempo se manteve encolhido em sua caixinha.


- - -


Assim que chegaram, deram a "sorte" de que o dono do paciente antecessor ao Levi não pôde ir e isso fez com que eles fossem atendidos pouco tempo depois de terem chegado. Tremendo ao lado do dono, Levi parecia minúsculo com o seu metro e cinquenta perante ao Erwin, e a diferença entre eles só aumentava por estar todo encolhido e desconfiado. E isso preocupou o Erwin, que não conseguia entender esse medo todo vindo do Levi, que sempre foi bastante indiferente em relação à clínica e aos exames.


Parando de andar de vez assim que chegou na porta, Levi cogitou em fugir dali, mas foi impedido pela grande mão do Erwin em suas costas. Ao ter contato visual com ele, sentiu-se péssimo ao ver tamanha preocupação nos olhos do homem que o adotou como filho. Engolindo em seco, ele adentrou a sala com pequenos passos, seu olhar sempre direcionado ao chão.


O veterinário ao vê-los, abriu um enorme sorriso, que morreu logo depois que viu a feição cabisbaixa do neko parado em sua frente. Estendendo a mão para cumprimentá-los, ele deu um aperto de mão forte com o Erwin e fez um carinho na cabeça do Levi, sorrindo quando o mesmo ronronou com o carinho.


"E então?" antes mesmo que pudesse continuar seu cumprimento, Erwin desembestou a falar de uma só vez toda sua preocupação, o que fez o médico ficar boquiaberto.


"Denguinho fugiu há duas semanas, passou uma noite inteira na rua e só voltou no outro dia. Fazendo o quê? Só Deus sabe. Ele nunca foi disso, e quase morremos de coração quando não o encontramos em canto nenhum. Mas isso não é tudo, como o senhor já sabe, Levi têm um regime bastante colorido em relação a comida e tudo mais, mas agora ele têm se tornado muito exigente. Digo, mais do que o normal. Acredita que ele me fez comprar um quilo de camarão porque não queria ração? Certo, eu mereço por tê-lo estragado, mas isso não é demais? Minha esposa e eu acreditamos que ele possa ter comido algo e estamos muito preocupados em relação a saúde dele. Ele vai morrer? É isso?"


"Não, claro que não." disse o veterinário com calma, pois era isso que o loiro precisava para que pudesse notar o que de fato estava acontecendo. E só de olhar para a maneira como o pobre gato estava assustado com tudo isso, ele podia ter certeza sem nem ao menos fazer exame. "Irei fazer algumas perguntas a você, Levi. Tudo bem com isso?"


"S-sim."


"O que aconteceu naquela noite?"


"E-eu saí."


"Com alguém?" tendo como resposta um acenar de cabeça, ele fez um sinal discreto para o Erwin, pedindo que ele ficasse calmo. "Alguma coisa aconteceu, não foi?"


"Eu quis." cortou, o que fez Erwin encará-lo com os olhos arregalados, mas sem falar nada.


"Não disse que foi forçado, pequeno. Você sentiu algo estranho naquela noite? Um calor incessante ou algo do tipo?"


"Sim."


"Foi o que eu imaginei."


Tocando no ombro do Levi, Erwin pôs sua outra mão no peito. "E então?"


"É provável que ele esteja esperando filhotes, senhor Smith. O ultrassom irá confirmar a hipótese ou então descartá-la."


"F-filhotes? Isso é impossível." disse, reformulando logo após notar que Levi havia estremecido. "Não é isso, pequeno. Mas os exames..."


"Eles deram indefinido. Talvez um atraso em sua apresentação como um omega? É provável. Ele não seria o primeiro e também não será o último. Sem contar que isso explicaria o pequeno porte dele."


Rosnando com a menção de sua altura, ele fez beicinho quando o veterinário riu. "Venha para a maca. Vamos ver o que nos espera."


Olhando para o Erwin ainda desconfiado, Levi levantou-se da cadeira com suas orelhas baixas e foi na direção da maca junto ao Erwin, que queria ver com seus próprios olhos. Quando Levi o encarou, ele disse: "Só acredito vendo com meus olhos."


"Bem, peço para que erga sua blusa, por gentileza. Preciso passar esse gel em sua barriga, mas não estranhe. É geladinho mesmo."


Não levando a sério o que o veterinário disse, Levi evitou a todo custo olhar para sua barriga enquanto o homem passava o gel, ele sabia que estava carregando filhotes e temia por isso. Talvez Erwin o colocasse para fora quando descobrisse quem era o dono de sua ninhada.


Percebendo a tensão do gato, o veterinário usou o método que sempre gostou. "Então... Como era seu parceiro? Você gosta dele ou foi um caso de uma noite?"


Corando com a lembrança quente da noite que tivera com Eren, ele assentiu sem jeito. "G-gosto."


"Sério? E ele?" pressionando o aparelho na pequena barriga pontuda, ele sorriu pelo fato do outro ainda não ter notado.


Encolhendo-se um pouco com a leve pressão colocada em sua barriga, Levi lembrou da maneira como Eren havia se declarado a ele naquela noite. Seu caso com ele nunca passou de beijos, mas após aquela declaração... As coisas saíram um pouco do controle. Mas Eren sabia sobre os filhotes e tinha até garantido que se Erwin o colocasse para fora, faria a cabeça de sua dona, Mikasa, para adotá-lo e criar suas crias. "Gosta também."


Sua resposta não foi ouvida direita pelo veterinário, pois o mesmo custava a acreditar no que via. "Eu... Encontrei."


"Não acredito." disse Erwin ao ficar do seu lado no mesmo segundo que Levi olhou para a tela do monitor.


"São quatro ao total." explicou ao apontar para cada um.


"Quatro, Levi?"


"Dois gatinhos e dois cachorros."


"Dois gatinhos e dois- espera, dois cachorros?"


"Sim. Olha aqui. São dois cachorrinhos."


Olhando boquiaberto para o Levi e depois voltando sua atenção para o monitor, Erwin sentiu-se tocado com a felicidade no olhar do Levi. Com um pequeno sorriso, ele tocou no ombro do seu filho. "Fico triste que não tenha contado para mim, mas estarei ao seu lado para tudo, dengo."


"Sério?!" animou-se.


"Claro, Levi! Você é meu menininho e esses são os meus netinhos. Os amarei igualmente."


"Mesmo sendo filhotes do Eren?!" sorriu de pura felicidade, quase chorando de tanto alívio que sentia pelo seu dono ter gostado da ideia.


"Mesmo sendo filhotes do... Espera aí. Filhotes de quem?"


"Do Eren, pai!" disse radiante, não percebendo a forma como a feição do dono mudou.


"Do Eren?!"


- - -


"Sério mesmo, Levi? De tantos cachorros, tinha que ser dele essa ninhada? Que mau gosto é esse? Aquele cachorro é doido! Com certeza não irá ensinar nada que preste para essas crianças. Como pôde arranjar esse tipo de pai, Levi? Jogou todos os meus ensinamentos para o ar e resolveu fazer barulheira com o Eren? E... Levi, aquela coisa é o dobro do seu tamanho até em forma de cachorro! Que masoquismo é esse, menino? Você já parou para pensar que... Poderia rasgar? Tenho certeza que não. Eu não acredito que foi aquele vira-lata que te levou pra perdição e ainda fez estrago! E se tivesse morrido de sangramento interno? Como acha que eu ficaria sabendo disso?"


Apesar de tudo o que falou, Levi não prestou atenção em nada. Estava prestando atenção em sua pequena barriga, imaginando a reação do Eren quando soubesse dos dois filhotes de cachorros enquanto sonhava acordado com sua "pequena" família.


"Fique sabendo que após essa ninhada, não terá outra, viu? Irá tomar aquelas injeções que passa três meses sem cio."


"Mas então terei câncer de mama e morrerei." retrucou, fazendo Erwin parar pra pensar um pouco.


"É verdade. Então marcarei uma castração."


"Ficarei cheinho por causa do acúmulo de hormônios em meu corpo."


"Então use a droga da camisinha."


"Ela estoura. Tentamos, e olha o resultado." apontou para sua barriga com um certo carinho.


"Então tomará comprimidos anticoncepcional. E se vier com mais um argumento, castro você e depois peço para Mikasa levar o capeta para ser castrado também."


"Mas eu quero mais filhotes!"


"Não quer não!" após ter dito isso, ele estacionou o carro de qualquer jeito em frente a sua casa e saiu na direção a casa da frente, sua fúria consumindo-o em instantes. Era óbvio que não brigaria com seu menino, mas com aquele cachorro safado e sem vergonha... Ah, eles teriam muito para conversar.




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