História Amour interdit (Taekookmin) Incesto-ABO - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Abo, Incesto, Irmãos, Mpreg, Vkookmin
Visualizações 38
Palavras 1.092
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drabble, Drabs, Drama (Tragédia), Droubble, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Pequenino Ômega


Fanfic / Fanfiction Amour interdit (Taekookmin) Incesto-ABO - Capítulo 1 - Pequenino Ômega

— Está tudo bem, Seokjin. Você já fez isso antes. Respire com calma, faça força e tudo passará... — O ômega repetia para si mesmo, enquanto encontrava-se agachado sob o chão gélido do banheiro, com um pano limpo forrado abaixo de seu corpo. Estava dando a luz ao seu terceiro filhote.

Quando sentiu a cabecinha começar a sair por sua entrada, um grito agudo abandonou sua garganta. Automaticamente jogou sua cabeça para trás, contornando o topo da cabecinha com a ponta dos dígitos juntamente do palmo da mão com toda sutileza possível.

— Por favor, Jiminie... Ajude o papai, filho... — Implorou, choroso. O ômega só queria que toda aquela dor horrenda e insuportável se esvaísse imediatamente de seu corpo e que seu filhote chegasse logo. As lágrimas escorriam de forma incessante pelo rosto bonito do ômega.

Instantes depois, outra contração teve início. Kim podia afirmar que já não aguentava mais, e que o senhor já poderia levá-lo desta vida.

— Céus! Eu vou morrer... Eu vou morrer... — Dizia de forma trêmula, enquanto concentrava toda força que tinha em empurrar o bebê.

Mais duas contrações foram precisas para que a cabeça do filhote abandonasse o canal de Seokjin. E outra vez, o ômega gritou e apertou as próprias coxas com toda força possível, mas desta vez, de cabeça baixa, observando com felicidade e ternura o rostinho pálido e os cabelos extremamente ralinhos e úmidos de seu garotinho, revestidos por uma pequena quantidade de placenta. Juntamente dos pequenos olhinhos ainda fechados e naturalmente inchadinhos.

O choro do rapaz se intensificou. E, toda aquela dor começou então a valer a pena.

— Seja bem-vindo, filhote. — O ômega murmurou, acariciando levemente a cabecinha do bebê. — O papai esperou tanto por este momento, você nem imagina! — Enquanto ainda chorava, concluiu, sorrindo fraquinho.

Voltou a fechar os olhos e a respirar fundo quando outra vez, sua barriga ficou dura e aquelas dores retornaram, cada vez mais fortes. Junto de uma vontade intensa e precisa de fazer força. Era semelhante a vontade de fazer cocô, ou o tão famoso 'número dois'.

E com muito esforço, os pequeninos ombros passaram finalmente pela entrada do ômega, alertando-o rapidamente a esperar o bebê de mãos bem abertas, para que o mesmo não caísse. E, assim que os pezinhos enrugadinhos sairam do corpo de Seokjin, junto de uma grande quantidade de líquido amniótico e sangue, o mesmo posicionou o bebê de ladinho sob o pano limpo, com todo cuidado do mundo para em seguida limpar a face precisamente pequenina, assim retirando os restos da placenta.

— Meu ômegazinho... Tão lindo. — Murmurou, o pegando e o posicionando em seu próprio peito, segurando com cuidado sua cabecinha. — Namjoon com certeza irá enlouquecer quando retornar da viagem. — Contou ao bebezinho, este que abriu minimamente os olhinhos e passou a absorver o aroma de seu pai, procurando pelo mamilo do mesmo.

Em, sem hesitar, deitou e garotinho em seu colo, deixando que o mesmo abocanhace de forma ligeira seu mamilo inchado, o sugando com força. O ômega pequenino parecia encarar diretamente as íris de seu pai, ao mesmo em que sua seus dedinhos apertavam um dos dedos de seu pai, com extrema força.

— Pelo visto meu ômegazinho será bem forte, igualmente ao seu papai Namjoon. — Murmurou Seokjin, ainda chorando com um sorriso enorme nos lábios carnudos.

Ainda conectado ao bebê pelo cordão umbilical, Seokjin se levantou e caminhou calmamente com o filhote até o quarto, onde acomodou-se na cama para continuar a dar de mamar ao filhote com mais calma.

A dor sumira como uma passe de mágica, no instante em que seu bebê abandora seu útero. Nem parecia que o ômega havia ficado em sofrimento durante quase quarenta e oito horas inteiras em trabalho de parto. Entretanto, passar por todo aquele sofrimento, no fim, havia valido muito a pena.

— Qual será a reação do seu pai quando botar os olhos em você? És uma cópia perfeita de nós dois. — O ômega perguntou, mexendo levemente seu dedo, que o pequeno ainda apertava. — Achei que estivéssemos um pouco velhos para ter outro filho. Mas então veio você...— Cheirou o topo da cabecinha do ômega, beijando-a sutilmente.

Jungkook e Taehyung iriam amar saber sobre a chegada do irmão. Os gêmeos de seis anos aguardaram de forma ansiosa pelo nascimento de Jimin, o mais novo irmãozinho.

No instante em que o filhote pegara no sono, Seokjin cortou o cordão umbilical e forçou um pouco mais para livrar-se da placenta. E, enquanto o ômega dormia calmamente em seu bercinho decorado, seu pau ômega tratou de limpar o cômodo em que havia dado a luz, sem se esforçar muito por conta do tão recente parto. Em seguida, tomou um banho rápido, para que pudesse retornar para o quarto. Sentia-se completamente esgotado.

Antes que pudesse se deitar e descansar, Kim buscou pelo seu telefone, discando o número de seu vizinho, Mark Tuan.

Alô, Jin?

— Oi Mark, bom dia. — Com a voz lenta e aparentemente cansada, Seokjin desejou. — Será que pode buscar Jungkook e Taehyung na escola hoje?

Posso sim, claro. Mas, aconteceu alguma coisa? Não está se sentindo bem?

Acabei de colocar Jimin para fora. Acabei de ter meu filhote. — Contou. E sem que pudesse evitar, lágrimas já acumulavam-se em seus olhos.

Céus, Jin! Por que não me chamou?! Ele está bem?

Está tudo bem, Mark. Ele já mamou e está dormindo. Não havia necessidade em te incomodar...

Isto não é incomodo nenhum, Jin. Se  arrume, vou buscar as crianças na escola e te levar ao hospital.

Mark, não precisa. Eu só quero poder descansar um pouco. Faz duas noites que não consigo pregar os olhos.

Tem certeza de que não quer ir ao médico?

Tenho sim. Mas mesmo assim, obrigado por se preocupar comigo.

Sabe que pode sempre contar comigo. Não sabe? Durma está tarde, deixe que Taehyung e Jungkook passem a tarde aqui. O Jinyoung vai adorar brincar com eles!

Não, de forma alguma. As crianças vão fazer uma bagunça, Mark!

Jin, já estou acostumado, sabe disso. Além disso, é coisa de criança. A bagunça faz parte. Agora vai descansar um pouco. Mais tarde vou aí e te ajudo com o bebê. Parabéns pelo filhote, Seokjin!

E assim, a ligação foi encerrada. E Seokjin pode deitar-se. Claro que não antes de conferir se o pequeno ômega estava bem. E só então pode dormir. Acordando vez ou outra para olhar o garotinho. 



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