História Amour Sucré - Capítulo 1


Escrita por:

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Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Sasusaku
Visualizações 178
Palavras 3.159
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite! /nervousa
É minha primeira história a ser postada aqui. Uma One fofuxa de um dos meus shippes mais amorzinho!
Enfim, espero que gostem!
AHHH, quero agradecer a minha querida Beta, rainha do meu coração: MIYUSHU! Ela é um chuchuu gente, e claro, obrigada Hadassa por ser minha luz no fim do túnel!

Capítulo 1 - Capítulo Único


L’ Avenue - Paris, França.

A movimentação na cozinha era insana. Barulhos de panelas sendo arrastadas no fogão, som de facas batendo contra as tábuas de corte, além do Sous Chef que gritava com os estagiários.

 

Sua mente se encontrava trabalhando a milhão, e ao fundo, ela ouvia a voz do Chef que repassava os pedidos das comandas.

 

Sakura caminhou rapidamente, desviando dos fogões e entre os colegas de equipe, indo em direção aos armários. Pegou quatro pratos brancos rasos, um bowl com alguns morangos cortados ao meio — que colocou em cima do outro para maior facilidade ao carregar — e uma bisnaga invertida com uma calda de cereja e limão. Então levou tudo para o balcão do Chef, que supervisionava a saída dos pratos para o salão.

 

Deu a volta por toda a cozinha, chegando à sua bancada. Segurou firmemente quatro formas quadradas (6×6 cm) que continham a sobremesa, Fraisier, repousando-as em seguida em cima de uma bandeja de alumínio. Então percorreu o mesmo caminho de antes, carregando o doce até onde se encontravam os outros objetos, tudo sob o olhar atento do supervisor.

 

— Está com uma cara boa, Sakura-chan! — Naruto elogiou, e apesar de estar acostumado com todos os incríveis pratos que ela fazia, ainda era difícil acreditar que ela havia se formado há pouco menos de cinco anos; isso porque seus talentos faziam parecer que ela passará a vida cozinhando.

 

— Espero que o gosto esteja tão bom quanto a cara — ela disse, em meia concentração para retirar a sobremesa da forma sem que a genoise ou à crème pâtissière à la vanille se partisse.

 

Realizou com sucesso. Repousou uma em cada prato e, feito isso, puxou o bowl que continha os morangos. Com ajuda de uma pinça que ficava na bancada para auxiliar no empratamento, colocou em cima de cada Fraisier seis pedaços de morango e por último,  a calda.

 

— Chef, poderia pegar o glitter comestível dourado? — questionou Naruto, que prestava atenção em todas as etapas da sobremesa e o viu acenar positivo.

 

Quando o loiro voltou com o pedido, entregando o pequeno pote, olhou para o relógio que cronometrava o tempo de entrega — faltava pouco menos de dois minutos. Voltou ao trabalho, usando um pincel fino para colocar um pouco do glitter em alguns pontos chaves, apenas para dar mais brilho. Sorriu satisfeita com o que havia feito.

 

— Chef, por favor. — Sakura indicou um dos pratos para ele, que não pensou duas vezes antes de provar.

 

Naruto pegou o quarto prato para poder olhar com mais atenção aos detalhes, a aparência estava impecável, só faltava confirmar se o sabor estava aos pés de tanta beleza.

 

— Isso aqui está magnífico! — exclamou sincero. Contratar a jovem Haruno, com toda certeza, foi um dos melhores investimentos que havia feito nos últimos anos e não falava isso apenas por serem amigos, mas por todo talento que ela trazia na bagagem. Logo depois perguntou: — Qual mesa?

 

— Mesa 7, três fraisier… Mas ainda faltam 40 segundos para que o garçom venha buscar o prato — falou, olhando ao relógio, mas ela não esperaria ali, ainda tinha que completar outros pedidos. — Com licença, preciso voltar ao trabalho.

 

— Certo… Próxima sobremesa sai em sete minutos, um Mille Feuille e uma Tarte au Citron — Naruto avisou quando a mulher se virou para voltar a bancada.

 

— Sim, Chef! —  Sakura respondeu prontamente. A noite não havia acabado, ainda tinha bastante tempo de trabalho e muitas sobremesas para fazer.

                                                               …

— Certo, o último cliente já se foi —  Kiba, o Sous Chef, avisou, e todos suspiraram em alívio. — Vamos limpar a cozinha para podermos ir para casa.

 

— Sim! — os cozinheiros gritaram em uníssono.

 

Estavam todos exaustos. Passava das 23h30m quando terminaram a limpeza, cada um deles se apressando em ir para casa, e Sakura os acompanhou, se apressando para ir embora. Queria chegar em seu doce apartamento, tomar um delicioso banho quente, se embolar nas suas cobertas macias e ter sonhos maravilhosos com o deus da confeitaria.

 

— Sakura! — Naruto a chamou quando ela estava caminhando em direção à porta da cozinha. E ele prosseguiu quando a viu parar e lhe ceder atenção. — O teme voltou! — disse alegre, esboçando seu largo sorriso.

 

Quando a notícia chegou ao seus ouvidos, Sakura podia jurar que o mundo havia parado. Sasuke estava finalmente de volta à Paris, e ela estava tão contente que queria pular e gritar de tanta felicidade que mal cabia no peito.

 

Uchiha Sasuke era o homem que amava. Estudaram na mesma faculdade gastronômica, a Le Cordon Bleu, porém ele estava para terminar o Diplôme Cuisine, seguindo os passos do pai, um dos grandes nomes da gastronomia, Uchiha Fugaku. E ela havia acabado de começar o Diplôme Pâtisserie.

 

No começo o sentimento não passava de admiração. Sasuke era três anos mais velho, e aos 22 anos se mostrava bastante habilidoso, sempre considerado uns dos melhores da turma. Era de fato um exemplo a ser seguido.

 

Mas tudo mudou quando uma professora, chamada Tsunade — que a adorava —, conseguiu uma vaga de estágio para Sakura em um dos mais renomados restaurantes francês, esse mesmo que, por uma feliz coincidência do destino, era o mesmo que ele trabalhava.

 

No começo tudo era estranho. Trabalhar ao lado de um dos seus modelos da gastronomia parecia surreal, mas a realidade lhe caiu como um soco no estômago. Quando estudavam na mesma instituição, nunca tivera a chance de trocar uma palavra com o dito cujo, então formou uma visão dele a partir do que ouvia ao seu respeito — essa mesma que mudou completamente depois da convivência.

 

Diferentemente do que imaginava, Sasuke era pouco sociável, e durante meses as únicas palavras que trocaram foram: “estagiária, pedido tal, mesa tal” e ela respondia “sim, Chef” e, claro, os cordiais “bom dia” e “boa noite”. Entretanto, com o passar do tempo, Sakura evoluiu consideravelmente suas técnicas, chamando a atenção dos outros cozinheiros e ganhando respeito na cozinha.

 

E ele, claro, não ficou para trás. Já trabalhava como Sous Chef.

 

Quando foi efetivada, os amigos se reuniram para uma festa de felicitação. Obviamente a Haruno não esperava que ele fosse, e pela segunda vez, tomou um soco no estômago quando Sasuke chegou — foi obrigado a ir pelo Naruto, mas estava lá!

 

E nessa noite, os dois conversaram. Ela tagarelou e ele ouvia, vezes ou outra respondendo ou questionando-a. E ao fim, ela bebeu demais, foi carregada por ele e Naruto, vomitou em cima dele, xingou e chorou como um bebê na porta de casa.

 

Anteriormente àquela noite, era costumeiro que, antes de entregar o prato aos clientes, o Sous Chef ou o próprio Chef verificarem se o alimento estava bom para ser enviado ao salão e por oito meses que esteve trabalhando na cozinha, Sasuke nunca havia provado suas sobremesas, sempre se negava e passava para outra pessoa. Depois do dia mais vergonhoso da sua vida, ele — por incrível que parecesse — passou a provar todos os pratos feitos por ela.

 

— Que bom! — respondeu sorrindo para o amigo, depois de respirar fundo numa tentativa falha de acalmar o coração e também os sentimentos. — Tenha uma ótima noite, Chef Uzumaki! Au revoir…

 

Tinha acabado de completar um ano que ele havia recebido uma proposta de ir aprender e cozinhar em um restaurante americano, o que era ótimo para ele, e péssimo para ela. Não tinham nada, nenhum relacionamento proposto por nenhuma das partes, e apesar de terem ficado juntos algumas — várias — vezes, ela nunca quis perguntar: “ei, o que somos? Você dorme na minha casa e eu na sua, mas eu não entendo nossa relação, mas tudo bem, eu gosto da forma como tudo está andando”.

 

Um ano sem contato, sem ouvir a voz dele conversando com ela. Sakura assistia todos os programas de televisão ao qual ele aparecia, lia as matérias nos jornais e revistas, e ela não podia negar estar mais orgulhosa. Ele estava crescendo e ganhando o reconhecimento que merecia e, bom, ela também.

 

Durante esse tempo, um dos críticos mais temidos da França elogiou sua sobremesa, dizendo ser “um dos melhores pratos que já comi em toda minha vida, pagaria o preço que fosse para continuar a apreciá-lo. A nova confeiteira do L’Avenue merece ter seu nome conhecido pelo mundo inteiro, e eu ficarei feliz em trazer isso a ela. Guardem o nome que irá abalar o mundo da confeitaria: Haruno Sakura”. A mulher leu tantas e tantas vezes que decorou.

 

Isso lhe trouxe muitas oportunidades. Tivera o prazer de cozinhar em uma festa dada pela rainha da Inglaterra, e também para algumas de suas celebridades favoritas. Era extremamente grata.

 

E queria compartilhar com ele… Ah, como desejava isso. Mas em breve poderia, afinal, ele estava em Paris e logo estaria no restaurante — era o que ela esperava.

 

A Haruno sentiu o ar frio bater contra o rosto, inspirou fundo até não aguentar e soltou tudo de uma vez. A noite estava linda, a lua iluminando a rua do restaurante, essa que tinha um privilégio de ser próximo à Torre Eiffel. Apreciou a beleza de Paris. Como amava tudo aquilo.

 

— Sakura. —  Ela jurou sentir o coração parar de bater quando a voz que tanto gostava a chamou pelo nome, o som capaz de deixar suas pernas bambas e os pelos do corpo eriçados.

 

Só podia estar sonhando, mas uma pequena parte no coração dizia que não era isso, que era real, e ela precisava ver para crer. Em um movimento rápido e afoito, ela girou nos calcanhares na direção que a voz vinha, e lá estava, a figura dele, encostado na parede, olhando para ela.

 

Não quis acreditar. Ela sabia da presença dele na cidade, mas não que ele iria ali, tarde da noite. Pensou que talvez fosse sua mente lhe pregando uma peça, isso porque havia saudade machucada no peito, e se fosse realidade, ele talvez estivesse procurando por Naruto.

 

O silêncio era incômodo, o Uchiha não entendia o que estava acontecendo e nem o motivo por trás dele, já que não fazia parte do plano ser recebido daquela forma. Sasuke queria a ouvir falar aos quatros ventos, foi assim que imaginou ser recepcionado.

 

— Sakura — Sasuke chamou mais uma vez, com firmeza na voz, enquanto caminhava para perto dela.

 

— Sasuke… — sussurrou o nome dele. O contato visual em momento algum foi quebrado durante a caminhada dele, que encurtava a distância a cada passo dado. Ele realmente estava ali.

 

O Uchiha parou somente quando apenas alguns poucos centímetros os mantinham separados. Sasuke conseguia sentir o doce aroma de morangos que ela exalava, além da claridade da lua que iluminava uma parte do rosto dela, deixando-a mais linda que jurava impossível ser.

 

E mais uma vez o silêncio voltou a se instalar entre eles. Cada um afundado em seus pensamentos e vontades e pela segunda vez, o Uchiha tomou conta da situação.

 

Ele levou as mãos em contato com o rosto dela, acariciando as bochechas e lábios — lábios que ele adoraria tomar para si.

 

— Você parece exausta — Sasuke comentou casualmente, a encarando com um pouco de preocupação. Deu continuidade ao carinho, e ele não conseguiu segurar o sorriso ladino que brotou nos lábios ao vê-la fechar os olhos, aproveitando todo o contato proporcionado.

 

— Quando você chegou? — Mudou o rumo da conversa, na tentativa de prolongar o assunto. Tudo o que ela mais queria naquele momento era ouvir a voz dele.

 

— Faz uns 15 minutos — ele respondeu ameno, mas logo estranhou a expressão de perplexidade que ela fez, e por curiosidade indagou: — O que foi?

 

— Leva 15 minutos do aeroporto até aqui, Sasuke… — Sakura disse, se mexendo inquieta. Ele viera diretamente para o restaurante, sem tempo para descansar, comer ou relaxar, e isso a preocupou.

 

Sasuke pareceu absorver as dúvidas e preocupações dela, pois no instante seguinte a puxou para um abraço apertado e cheio de carinho. Ah, como ele sentiu falta de tê-la em seus braços, de sentir o calor do corpo dela, de poder beijá-la.

 

Sasuke havia perdido as contas de quantas vezes ele quis deixar tudo para trás e voltar correndo para ela. E ele teria feito isso se um cúmplice não tivesse ajudado, enviando fotos e vídeos dela durante todos os dias por um ano inteiro, e mesmo que pouco, isso ajudava a saudade acalmar.

 

— Está tudo bem… — disse, acariciando os curtos cabelos rosas. Desceu a mão livre até a cintura dela, apertando e puxando-a para mais perto. Ela era seu porto seguro e nunca mais pretendia passar mais que alguns dias longe dela, isso se não tivesse a possibilidade de a levar junto. — Vamos para casa.

 

Ela apenas maneou a cabeça em positivo. E quando ele a soltou por um momento, esse que foi rápido, apenas para buscar a mala que ele havia deixado próximo a parede, o coração da Haruno apertou.

 

— Venha… — o moreno chamou, esticando a mão na direção dela, e ela nem sequer pensou; correu até ele, acolhendo a grande e quente palma.

 

O trajeto foi feito em muita conversa. Como sempre, Sakura tagarelava e ele prestava bastante atenção a cada palavra dita. Ela contou sobre tudo o que fez durante aquele ano e se surpreendeu quando Sasuke a parabenizou por ter recebido um elogio de um grande crítico. Para a Haruno, ele não deveria saber disso, ela não havia contado. E quando perguntou como ele havia descoberto, o Uchiha se limitou a dizer que “mesmo de longe eu estava cuidando de você”.

 

— Você quer alguma coisa para comer? — Sakura perguntou assim quando chegaram em seu apartamento.

 

— Eu adoraria uma crêpe de chocolate — ele respondeu, enquanto a observava caminhar em direção a cozinha, e prontamente a seguiu.

 

— Você não gosta de doces, Sasuke — a Haruno comentou casualmente, o que o fez rir, a deixando confusa. — Disse alguma mentira? — questionou, séria.

 

— Sim, na verdade disse muita bobagem. — Deu ombros. — Eu gosto apenas dos seus doces — declarou para a surpresa dela.

 

— Por quê? — ela questionou, encarando o chão. Não queria olhá-lo, sentia o rosto esquentar e sabia que estaria tão vermelha quanto um pimentão.

 

— Porque são feitos por você, Sakura — ele respondeu, se aproximando dela. E frente a frente, Sasuke usou a mão direita para levantar seu rosto e assim poder a encarar nos olhos. — E também porque eu amo tudo que vem de você… Eu amo você — declarou pela primeira vez. Parecia tão certo tê-la e a desejar tanto, e ele não fugiria de um sentimento tão bonito, estava disposto a senti-lo até a última gota.

 

— Sasuke… — o nome dele foi a única palavra que conseguia pronunciar, estava tremendo. A adrenalina estava correndo por todo seu corpo. O coração? Ah, ele parecia uma metralhadora e tudo isso porque ele havia dito que a amava, e Deus… Como sentia o mesmo!

 

— Diga que sente o mesmo… Que não sou o único vivendo esse sentimento tão magnífico! —  implorou próximo aos lábios dela. Ele precisava de uma resposta para tomá-la para si, apenas um “sim”.

 

— Eu te amo, Sasuke! Eu amo tudo em você, cada parte, cada sorriso, cada toque… Por Deus, como eu te amo e te desejo! — admitiu em um fôlego.

 

Não precisou de mais nada. Puxou-a para mais perto, selando os lábios e ele se segurou para não gemer o nome dela naquele momento. Somente por sentir a carne macia e doce que era, poderia morrer daquela forma que não ligaria — na verdade, morrer de tanto beijar a Haruno era uma ótima forma de partir.

 

Ele sentia as pequenas mãos entrarem por baixo da camiseta que usava, arranhando e puxando-o para mais perto. E rapidamente, a levantou, segurando-a pela cintura, para a sentar na pia.

 

E quando os pulmões começaram a queimar pela falta de ar, separaram-se, praguejando baixo contra Deus que limitou o tempo que poderiam ficar sem respirar. Ele encostou a testa na dela, olhando aquela intensidade esverdeada.

 

— Você não sabe o quanto eu agradeço pela noite da sua festa… — disse, quebrando o silêncio e chamando a atenção dela para o que ele dizia.

 

— Como assim? — questionou, curiosa. Não se lembrava de muita coisa boa daquela noite, apenas das partes mais vergonhosas que gostaria de apagar da memória.

 

— Naquela noite, depois de vomitar em mim,  você murmurar e dizer coisas desconexas — informou, notando o quão atenta ela estava a tudo o que dizia, prosseguiu: — Você disse que só queria um elogio meu… Que eu te reconhecesse porque você me tinha como modelo, daí você começou a chorar.

 

— Não brinca… — falou incrédula de suas atitudes bêbadas, viu o assentir. Como queria esconder a cara em um buraco assim como os avestruzes. — E o que mais?

 

— Você implorou que eu provasse seu prato ao menos uma vez e disse que adorava minha comida — completou, pensativo. —  Acho que foi apenas isso, mas bem, foi o suficiente para me fazer provar sua comida e me apaixonar…  — Riu sem humor. — Eu, que dizia odiar doces, fui me apaixonar pela menina mais doce que existe na Terra… Chega a ser irônico, não é?

 

— Sasuke, e-eu.. — Sakura foi calada por outro beijo. Um beijo urgente.


 

E outra vez a falta de ar se fez presente, irritando Sasuke, que já queria arrancar os pulmões com uma faca e as próprias mãos.

 

— Vamos ficar... juntos para sempre — falou arfante, fechando os olhos, tentando acalmar a respiração. E quando conseguiu normalizar ela, sabia o que fazer. Não esperaria por mais nada, não precisava de outra coisa além dela. — Eu amo você e você me ama, nada nos impede de ficarmos juntos como namorados, noivos se você quiser! Eu só preciso de você ao meu lado pelo resto da minha vida, Sakura.

 

Ela queria chorar, não acreditava que isso estava acontecendo… Só poderia estar sonhando, e se tivesse, que ninguém a acordasse. Não tinha palavras. Sua única reação foi balançar a cabeça freneticamente como resposta ao pedido dele.

 

— Eu amo você, Sasuke! — exclamou, com as lágrimas escorrendo por sua face, e aproveitou para envolver ele em um abraço e foi rapidamente retribuída.

 

Nunca estiveram tão felizes. Amaram-se durante a noite e quando cansaram, fizeram os planos do que fariam dali para frente e então voltaram a se amar, e foi assim por toda madrugada e por parte da manhã.

 

No outro dia, avisaram a todos no restaurante que estavam juntos e que pretendiam se casar no outono, o que deixou os outros cozinheiros surpresos pelo simples fato de que o outono começaria no próximo mês. Mas Sasuke e Sakura não ligavam, estavam ansiosos e felizes demais para deixar que alguns comentários maldosos estragassem aquele momento.

 

E no mês seguinte, como eles haviam combinado, casaram-se. Uma cerimônia simples com poucas pessoas, em um jardim com as árvores de folhas laranjas. Sasuke não sabia se poderia ficar melhor.

 

E bem, ficou.

 

Cinco meses depois uma notícia: Uchiha Sakura estava grávida de uma menina. E foi a partir de tudo que aconteceu, que ele chegou em uma conclusão: odiava doces feitos por outras pessoas, menos os da sua esposa, porque esses eram incríveis, comia que faltava comer os dedos juntos.

 

Sasuke Uchiha estava vivendo no limite de toda doçura que era possível, e ele amava.

 


Notas Finais


AAAAAA #NERVOUSA
Me contem o que acharam, é a minha primeira história, bem, to ansiosa para saber a opinião de vocês.
beijos, me liguem, amo vocês manas e manos #heart
E LOVE YOURSELF


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