História Amy Robot & Crazy Anny - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Five Nights at Freddy's, Jeff The Killer, Lendas Urbanas, Slender (Slender Man)
Personagens Foxy the Pirate, Golden Freddy, Jeff, Nightmare Foxy, Personagens Originais, Shadow Bonnie
Tags Creepypasta
Visualizações 22
Palavras 1.341
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Steampunk, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Se alguém aí se dispor a fazer uma capa para a fanfic, e achar um nome decente, tô pensando em mudar ,_, socorro

Capítulo 12 - "Leves" mudanças


Amy on

Acordei em meu quarto na mansão das creepypastas... Não lembrava de nada de ontem desde a parte em que a Sona estava torturando o pai da garota.

Pode se dizer que minha mente dormiu, enquanto meu corpo continuou vagando, controlado por Sona, o que é uma explicação bem simples.

Tentei chamar a vagabunda, porém ela não me respondeu, acho que ela ainda tá dormindo...

Provavelmente ela achou que eu ia gostar de me despedir dos poucos amigos que fiz aqui, mas ela estava completamente enganada. Ela sabe que eu odeio despedidas... Talvez fez apenas de sacanagem mesmo.

Arrumei minhas coisas e abri a porta do quarto, porém me deparei com um L.J. se preparando para bater na mesma, ele deu um sorriso torto e falou:

— E aí, melhor? — Ele olhava em meus olhos, checando para ver se era eu mesmo, sentirei saudades dele.

Tenta levar ele com a gente, caralho — Falou Sona em minha mente.

"Finalmente acordou, né?"

Antes tarde do que nunca.

Perdida na conversa com Sona, percebo que L.J. estalava o dedo na frente do meu rosto, tentando me acordar do transe.

— Oi? Ah, sim, to bem.

— Eu tava perguntando, agora, por que tu tá com uma mala nas costas — A expressão dele se tornou seria, e me fez ficar com um pouco de medo.

— Eu... — Respirei fundo, tomando coragem para responder — vou voltar pra minha casa.

— Sério...? — Ele riu, achando que eu estava brincando, porém como não ri também ele voltou ao normal — Você não pode ir embora!

— Posso sim, e vou — Me irritei, só vim aqui por causa de Anny, provavelmente iria ficar em casa, continuando o trabalho do meu pai, se ela não tivesse me chamado.

— Se for por causa da treta com a filha de Lúcifer... — Ele ficou com uma expressão triste, que eu nunca havia visto no rosto risonho dele — Fica, por favor... Por mim...

Peguei um papel e uma caneta em um bolso de fora de uma mala minha e escrevi o endereço da minha mansão, entregando o pedaço escrito a ele.

— Eu vou ir para esse endereço... Se quiser me ver vá lá.

Ele pegou o papel e o guardou em um dos bolsos, o mesmo do qual, no mesmo momento, tirou um pirulito e me entregou.

— Uma recordação, e sim, eu vou lá.

Dei um abraço apertado em L.J. e falei pra ele avisar aos outros, pois não queria me despedir de ninguém, e sai andando com as malas em mãos e uma mochila nas coisas, com Foxy fielmente ao meu lado, voltando para o meu verdadeiro lar...

|•∆•|

Cheguei na minha casa e liguei a luz, larguei minhas malas na entrada, Foxy havia ficado do lado de fora, de guarda, para o caso de alguém não-confiável ter me seguindo.

Respirei fundo e comecei a andar pela casa, inspirando o cheiro metálico de sangue que havia se instalado no local desde o dia em que matei meu pai.

Parei na frente de meu quarto e assobiei, chamando Foxy, que pegou minhas malas e veio até mim, peguei-as de sua boca e adentrei o quarto, olhando em volta e apreciando a vista.

O quarto estava igual, do mesmo jeito que sempre esteve, preto com alguns detalhes em roxo.

Você vai ter tempo para isso mais tarde — Disse Sona em minha mente e eu apenas assenti, deixando minhas malas na porta do quarto.

Vou em direção ao escritório de meu pai, que agora seria meu, onde abro a "passagem secreta" para o laboratório dele, também meu agora.

Para de repetir que é seu ou sei lá — Sona resmungou enquanto eu entrava no elevador e ia ao laboratório, soltei uma risada.

Quando chegamos, Sona pediu para assumir o controle e eu a deixei... Perdi o medo de perder o controle de meu corpo. Ela me levou até uma sala que eu desconhecia, nela havia vários monitores e uma cadeira no centro, com uns cabos ligados nela. Ela me fez sentar lá, conectando uns cabos ao núcleo que havia em meu pescoço. Desmaiei, ou acho que desmaiei, pois não me lembro de nada... Acordei em um lugar completamente diferente... Meio... Azul?

— É azul sim viada — Uma garota de cabelos negros e olhos vermelhos apareceu na minha frente.

— Q-quem é você...? — Perguntei, mesmo já sabendo a resposta.

— Não é óbvio, demônia? Sou a Sona caralho, apesar de que meu nome verdadeiro não ser esse...

— Ata pô, beleza — Respondi, era obvio que o nome verdadeiro dela não seria esse — Onde a gente tá e por que?

— A gente tá na rede de computadores do laboratório, pra modificar o seu corpo melhor, sem você sentir a dor diretamente.

— E como vamos fazer isso? — Uma telinha apareceu na minha frente, um pouco ao lado de Sona — Porra, tudo aqui simplesmente brota do além?

— Se acostuma, provavelmente a gente vai passar muito tempo aqui.

Depois dessa fala, começamos a modificar o corpo, juntas, pensando nos melhores "modos" e que mais me ajudariam, tanto para me defender quanto para atacar.

|•∆•|

Horas se passaram, talvez dias. Perdi a noção de tempo ao entrar aqui. Modificamos tudo, desde a minha aparência até as armas escondidas em meu corpo.

Meu cabelo, que antes era ruivo, virou rosa, ganhei um corpo "escultural" a pedido (ordem) de Sona, olhos que mudam de cor conforme eu ficasse com raiva, triste e tudo mais.

As garras ainda estavam lá, quase que intactas, porém mais afiadas e pontiagudas. Algumas armas de fogo aqui e ali, umas lâminas escondidas em minha panturrilha... Agora só falta "por em prática" esse projeto.

Olhando pela tela, que mostrava meu corpo sentado na cadeira, vi que em volta saiam algumas máquinas, garras, serras... Vários tipos de máquinas, tentei evitar olhar enquanto meu corpo era modificado, porém Sona me forçou olhar, até que um sinal de alerta apareceu, eu toquei ele e uma outra tela abriu.

Essa outra tela dava visão para a entrada da minha casa, onde havia um garoto de cabelos loiros, um sinal de microfone apareceu e eu apertei, falando:

— Só um minuto — Vi o garoto assentir, parecia estar perdido. Sona deu um sorriso de canto, eu poderia começar minhas experiências...

Quando meu corpo ficou pronto, uns dois minutos depois do garoto aparecer, sai dá rede de computadores e voltei a ele, ativei o "modo velocidade", que fazia com que mini turbinas aparecem em minhas pernas e me fizessem correr mais rápido... Viajei um pouco na hora de fazer isso? Sim ou claro?

Anny ia amar... PUTA QUE PARIU, AMY, PARA DE PENSAR NESSA VAGABUNDA. Mas ela não tem culpa de nada... CARALHO, MAIS UMA VOZ? SO A SONA NÃO TAVA BOM?

Na verdade, tu só tá tendo um surto de culpa, agora vai atender o menino — Falou Sona, me acordando do meu surto de Bipolaridade 'lokona'.

Bufei e sai do laboratório, indo até a entrada de casa, abro a porta com o maior e mais confiável sorriso.

— Desculpa a demora, o que precisa, pequeno? — Perguntei.

— Bom, eu sou novo aqui e eu quero conhecer as pessoas daqui — O garoto sorria inocentemente.

— Ah, sim, eu sou Amy, cientista e dona daqui, e você, quem é? — Perguntei, retribuindo o sorriso.

— Meu nome é Freddy e eu... Não sou nada — a face dele ficou triste por um momento, e eu senti uma pena desse garoto.

— Freddy...? — Dei uma leve risada, pois o nome já combinava com um dos robôs que pretendia fazer.

— Sim, por que? — O garoto já estava ficando desconfiado.

— Nada não — Balancei a cabeça, ainda sorrindo — Quantos anos você tem?

— Tenho doze anos, por que? Sou bem novinho... — Realmente, ele estava desconfiado.

— Am... Você ainda gosta de brincar...? — Pergunto, tentando distrai-lo por tempo suficiente para que Foxy viesse por trás dele e pulasse nele.

— Eu sei lá, depende do meu humor — O garoto que já estava desconfiado, começa a agir como se tivesse desconfortável.

Mal da tempo de ele virar para trás quando Foxy pula em cima dele e começa a rosnar, enquanto eu sorriso como uma psicopata e rio.

— Leve-o para o laboratório, vamos "brincar".


Notas Finais


Provavelmente agora o nome da fanfic não seja mais o mesmo, e por favor alguém faz uma capa pra mim


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