História Amy Rodrigues - Capítulo 31


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Categorias Linkin Park
Personagens Brad Delson, Chester Bennington, Dave Farrell, Joe Hahn, Mike Shinoda, Rob Bourdon
Tags Chester Bennington, Linkin Park, Mike Shinoda
Visualizações 27
Palavras 2.331
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olar!

Voltei com mais um capítulo! E agora teremos o "desfecho" da situação da Amy no hospital.
Será que o Maico vai receber a notícia?

enjoy!

Capítulo 31 - Everything falls apart


Fanfic / Fanfiction Amy Rodrigues - Capítulo 31 - Everything falls apart

Mike Shinoda 

Depois de algumas horas transando com aquela garota, ela resolveu tomar um banho e eu não me importei muito, afinal, já a tinha usado para o que eu queria. Durante toda aquela minha diversão, meu celular não parou de vibrar em nenhum momento, será que esses imbecis não sabem que existe uma coisa chamada privacidade? Well, resolvo por pegar o meu celular e dar uma olhada: somando tudo o que tinha ali de notificações, deveria ter umas 100 chamadas não atendidas de todos os membros da banda. Só podem estar de brincadeira comigo, né? Eu não estou afim de ouvir sermão de ninguém! Mike, melhor retornar as ligações, isso não está me cheirando bem! Qual é, consciência? Vai me dar sermão também? Não, mas isso não é normal, algo grave deve ter acontecido…

Pensei por alguns instantes e resolvi por ceder e ligar. De todos ali, quem eu menos queria ouvir a voz era do Chester, então resolvi ligar para Brad, que no segundo toque já me atendeu eufórico.

- Mike?

- Sim, claro que sou eu, o que vocês querem que não param de me ligar?

- VOCÊ NÃO LEU AS MENSAGENS? - Brad tinha uma voz tensa que logo foi se transformando em uma mistura de desespero e raiva.

- Não Brad, eu não li. Será que dá pra me contar o que vocês querem? - eu estava impaciente.

- MICHAEL KENJI SHINODA, DIRECIONE-SE AO LONDON HOSPITAL AGORA! - sua voz era alta.

- BRAD, ME FALA O QUE ACONTECEU, DESEMBUCHA! - Eu comecei a ficar tenso, minhas mãos suavam frio, o que está acontecendo comigo?

- A Amy…. - Brad começou a frase e não terminou.

- Brad, fala logo, eu estou ficando louco! - Minha garganta começava a ficar seca, WHAT THE HELL?

- A Amy está muito mal…. tomou muitos remédios… - ele fez uma pausa terrível e depois de um princípio de choro, ele continuou - vem logo pra cá, Michael, a situação está péssima! Te espero aqui, até! - e desligou.

Assim que Brad desligou eu senti como se o mundo fosse desabar. Uma mistura de adrenalina e pânico percorreu meu sangue me fazendo saltar da cama, vestir minhas roupas com uma certa urgência e procurar a saída daquele quarto. Me deparei com a garota enrolada em uma toalha na minha frente, mas não dei muita bola, apenas deixei a grana do motel e do uber com ela e saí dali o mais rápido possível. Peguei meu carro, coloquei o endereço do hospital no GPS e segui o mais rápido possível, como já era madrugada, cheguei bem rápido ao local. Quando adentrei a sala de espera, vi Brad mexendo em seu celular e Chester com a cara inchada, jogado numa poltrona. Brad percebeu minha presença e se levantou prontamente, já Chester ao me perceber ali, fez um semblante matador para mim, mas eu o ignorei, agora eu só queria saber o estado dela.

- Finalmente você chegou, aonde você estava? - Brad indagou e eu desconversei.

- Estava por aí. Vamos, me diga o que aconteceu com a Amy! E que história é essa de remédios? - eu estava eufórico e Brad passava a mão nos cabelos nervoso.

- Chester foi até o quarto dela, ela estava desmaiada….. - ele respirou forte e continuou - tinha uma cartela de remédios perto dela… quase vazia.. - sua voz saía como um sussurro - a situação está complicada, Spike.

- Nenhuma notícia dela ainda? - minha voz soava trêmula. WTF?

- Não. - Chester falou com um tom bruto, interrompendo Brad - Michael, se algo acontecer a ela - Chester se levantou e veio em minha direção, com sua mão boa já fechada em um soco - você vai se arrepender de ter nascido! - ele encostou o rosto bem perto de mim e eu o empurrei.

- Qual a sua, Bennington? Pirou?! - Chester soltou uma risada irônica e veio pra cima de mim.

- EI EI EI - Brad se meteu entre nós dois  e se virou para Chester. - Se acalme, Chester. Eu sei que está com raiva do Shinoda, eu também estou, mas aqui é um hospital e não um ringue. Vamos, sente-se e se acalme. - Chester revirou os olhos e se sentou me olhando com raiva.

Pra minha sorte, poucos instantes depois, um médico chegou na sala de espera e foi se direcionando a Brad.

- Bradford? - olhou para nós três e Brad sacudiu a cabeça apontando a si mesmo. - Você que é responsável pela Srta Amy Rodrigues? - o médico perguntou, mas antes de Brad responder, Chester o interrompeu.

- Pode me deixar como responsável. Eu sou Chester Bennington. - o médico assentiu enquanto Chester se pronunciava. - Como ela está? - sua voz soava preocupada.

- A Srta Rodrigues encontra-se estável, Sr Bennington. Ela tomou uma grande dose de medicamentos que fizeram seu corpo relaxar de maneira abrupta, o que a quase fez entrar em overdose. - Eu arregalei meus olhos ao presenciar todas aquelas palavras saindo da boca do médico. - Mas podem se acalmar, ela está melhor, ela teve sorte vocês a trouxeram a tempo, mais algumas horas e a situação poderia não ter tido um final feliz. - Eu passei a mão pelos meus cabelos enquanto caminhava de um lado para o outro ao ouvir as palavras do médico.  

- Ela está acordada? Pode receber visitas? - Eu perguntei de maneira desesperada.

- Sim e sim, mas não aconselho entrar todos de uma vez, entrem pelo menos de dois em dois. Se tudo continuar correndo bem, amanhã ela terá alta, mas não posso garantir. - Todos assentimos - a propósito, meu nome é Bob, e vocês são do Linkin Park, não?

- Sim, Dr Bob, somos nós mesmos. - Brad deu um sorriso fraco que foi rebatido pelo menos sorriso daquele médico.

- Eu gosto bastante da música de vocês, uma pena tê-los conhecido em um momento tão pesado, mas espero que tudo melhore. Aliás, já está tudo melhor. - Bob sorriu novamente e pegou um prontuário com a recepcionista. - Bem, tenho que voltar ao trabalho, preencham uma ficha aqui com a recepcionista para pegarem um crachá de visitante e logo poderão ver a amiga de vocês. Boa noite, pessoal. - Todos sacudimos a cabeça e logo ele se foi corredor a dentro.

Eu tomei a dianteira e peguei a ficha para preencher o mais rápido possível e entrar no quarto da Amy, eu PRECISAVA falar com ela sobre tudo. No minuto seguinte, Brad se colocou ao meu lado.

- O que está fazendo, Shinoda?

- Como assim, Delson? Eu vou ser o primeiro a entrar e sozinho. Você e Chester entram juntos. - Me voltei a ficha, mas logo em seguida Chester simplesmente tirou a caneta da minha mão.

- Você só pode estar brincando né? - Sua voz soava alterada. - Foi por sua causa que ela veio parar aqui, se coloque no seu lugar, Mike. Você só destrói a vida dela! - Chester começou a se aproximar, e embora eu estivesse com raiva, ele tinha um fundo de razão. Abaixei minha cabeça e sentei no sofá da sala de espera com ódio e levando as mãos à cabeça, tampando os olhos.

Pequenos instantes se passaram e Brad se sentou ao meu lado.

- Entenda, Chester tem razão, espere um outro momento para vê-la, não é uma boa hora.

- Brad, mas eu preciso falar com ela e….

- Spike, go home. Os meninos estão lá, vá descansar, você já soube o que aconteceu e eu agradeço por ter vindo, mas eu e Chester assumimos por aqui. - Brad deu um tapa leve no meu ombro e infelizmente me dei por vencido. Talvez eles tivessem razão…

- Ok, mas me avise se algo acontecer. - Brad assentiu e eu me levantei em direção a porta.

Eu terei um longo caminho até em casa conversando com a minha consciência.

Amy Rodrigues

Acordei com um pouco de dor de cabeça e com dificuldade para abrir os olhos. Estava em um quarto claro, com aparelhos barulhentos e luzes fortes no meu rosto. Olhei brevemente ao redor e percebi que não estava na mansão e sim em um HOSPITAL! Sentei na cama com tudo muito assustada e logo uma enfermeira entrou no quarto.

- Está tudo bem, Srta Rodrigues? - a mulher morena me perguntou.

- Não sei, eu estou aqui nesse hospital, você que tem que me dizer!

Ela nem teve tempo de me responder e um cara moreno alto entrou no quarto, com o cenho franzido.

- Como se sente, Srta Rodrigues? - o moreno perguntou.

- Nesse momento? Um pouco tonta e com dor de cabeça, mas não me lembro o que aconteceu. Como vim parar aqui? - Minha voz soava nervosa.

- Meu nome é Dr. Bob, sou o médico que está cuidando do seu caso. - Ele sorriu de leve e continuou. - Bom, você teve uma complicação com alguns remédios e veio parar aqui. Se lembra do que aconteceu? - Bob me olhava firme.

- Bem, me lembro de estar no meu quarto e tomar um relaxante muscular… bem.. alguns comprimidos… depois só me lembro de dormir. - Eu fitava um ponto vazio.

- Srta Rodrigues, a srta teve um princípio de overdose. - Bob jogou as palavras no ar e eu levei minha mão na boca, sentindo medo e vergonha.

- Mas, como? Eu.. eu.. - lágrimas começaram a correr pelo meu rosto e a enfermeira veio ao meu lado, passando a mão leve no meu ombro.

- Calma, não foi culpa sua. - A mulher bonita falou e eu consegui ler em seu crachá, seu nome era Carla. - Percebo que você é uma moça legal, sabe, graças a seus amigos você está viva. Se não fossem eles, talvez não estaríamos aqui tendo essa conversa. - Ela sorriu fraco pra mim e eu passei a mão no meu próprio rosto, desesperada.

- Isso, Carla tem razão, foi mais um susto. Você está bem, estável. Se tudo correr bem, amanhã terá alta. - Bob me deu um belo sorriso, ele era bem bonito, diga-se de passagem. - De qualquer forma, você tem que tomar cuidado com remédios, Srta Rodrigues. Remédios são a salvação, mas também podem ser a destruição do ser humano. Quando precisar de algo, venha ao hospital, e se caso for se automedicar, tome apenas aquilo que estiver escrito na bula, nada mais, estamos entendidos? - eu assenti e sorri fraco enquanto enxugava minhas lágrimas com as costas das mãos.

- Quem me trouxe aqui? - perguntei e eles se entreolharam.

- Sr Delson e Sr Bennington, eles estão lá fora esperando notícias. - Carla respondeu. Wow, Chester e Brad… mas como souberam o que aconteceu comigo?

- Eu gostaria de vê-los. - Eu olhei com cara de pidona para os dois e eles sorriram.

- A sua sorte é que seus olhos são bonitos, então vou deixá-la receber visitas. - Eu sorri e me aconcheguei na cama do hospital. - Vou avisar a eles, até mais tarde Srta Rodrigues. - Bob e Carla se despediram e poucos momentos depois, vi Brad e Chester pelo vidro do quarto.

Chester ao entrar no quarto e seu olhar cruzar com o meu, senti seus olhos encherem de lágrimas e logo veio correndo me abraçar e eu retribuí. Ficamos em silêncio por alguns minutos e então ele me soltou e me deu um beijo na testa, sorrindo entre lágrimas.

- Você nos assustou muito! - Brad disse enquanto veio me abraçar também. - Não brinque mais assim com os nossos corações, somos velhos já! HAHA - ele sorriu meio sem jeito e eu retribuí.

- Obrigada, se eu estou viva, é graças a vocês. Eu não sei nem como agradecer… - desviei o olhar dos dois e segurei o choro.

- Não me agradeça, agradeça a Chester que entrou em seu quarto e te achou desacordada. Eu bati na sua porta, mas nem pensei em entrar. O jeito intrometido de Chester nos ajudou muito hoje! - Brad sorriu e Chester deu um leve soco em seu braço, sorrindo também enquanto passava as costas das mãos em seus olhos.

- Obrigada Chaz, eu nem sei como te agradecer… - Peguei em sua mão que estava fria e ele me olhou dentro dos olhos.

- Você estando viva já é a minha vitória. - Ele sorriu e eu só consegui prestar atenção em cada traço do seu rosto, que estava inchado pelo choro e com algumas poucas olheiras.

- HAM-RAM - Brad fez um barulho com a garganta e sorriu. - Vocês tem algumas coisas para conversar, vou deixá-los à sós, preciso comunicar ao resto da banda que você está bem. Jeff vai surtar quando souber HAHA. Até mais, Amy, se cuide! - Brad veio até mim e novamente me abraçou, saindo em seguida e me deixando sozinha com Chester.

- Você se lembra de tudo o que aconteceu? - Chester me fitou.

- Lembro… infelizmente. - Sorri sem humor.

- Por que fez isso? Ele não merece que você se machuque por causa dele!  - sua voz era firme.

- Eu não quis acabar com a minha vida, Chaz. Eu apenas quis dormir e esquecer de tudo que aconteceu, mas na hora do desespero, eu fiz merda. Minha sorte é que vocês se preocupam comigo… - desviei o olhar do dele, mas ele pegou meu queixo e o segurou de leve, me fazendo olhar diretamente pra ele.

- Eu tive muito medo de te perder… quando eu te vi desmaiada na cama, memórias terríveis vieram a minha cabeça.. eu não queria passar por tudo aquilo novamente…. - sua voz era um sussurro triste.

- O que aconteceu, Chester? - eu perguntei aflita.

- Eu vou te contar uma das coisas que mais me destroem até hoje. - Ele disse ao se sentar na beira da minha cama.


Notas Finais


Rapaz, que novela mexicana, não?
Mike fazendo merda: check
Chester morrendo de amores: check
Brad sendo vela: CHECKZÃO HAHAHAHAA

No próximo capítulo, vamos saber um pouquinho sobre o passado do Chester!
See ya soon!


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