História An almost impossible dream - Capítulo 76


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Visualizações 116
Palavras 1.222
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 76 - Plans...


Fanfic / Fanfiction An almost impossible dream - Capítulo 76 - Plans...

-Pov Kelsey Jones: 

Sexta feira. 

EU TENHO NOVIDADES PARA VOCÊS. Mentira, não tenho não. Essa semana passou num piscar de olhos, nada de mais aconteceu eu acho. Vamos lá. Eu fiquei bem próxima do Matt e da Mel (meu casal favorito, não eles não são um casal ainda). Na terça vi o Josh pegando uma mina no corredor e logo depois a irmã dela na quadra (pelo visto ele não presta mesmo). Na quarta eu tive que fazer um trabalho de biologia. JESUSDOCEU. Eu quase morri, sério, nós tivemos que abrir um sapo. Graças a Deus minha dupla era o Austin, sim, o Austin. Ele foi minha salvação durante todo o trabalho. Ontem, eu fiquei para assistir o treino dela e foi só isso. 

Nada aconteceu.

MENTIRA. Eu tentei falar com o Justin nessa semana, mas não deu muito certo. Ele não atende minhas ligações, não responde minhas mensagens... No começo fique bem preocupada, porém Scooter me ligou e disse que o Justin estava passando por um momento ruim e não queria falar comigo. Eu entendi, por mais que meu coração não esteja aguentando. 

-Kelsey? — Ouvi uma voz me chamar. As aulas haviam acabado de acabar. Q. Bom, eu estava indo encontrar a Mel na quadra. Parei e me virei para olhar quem era. Um sorriso involuntário surgiu em meu rosto. Era o Austin. 

-Você não deveria está indo se trocar? — Cruzei meus braços, encostando a lateral do meu corpo na parede. 

-Estava com medo de você não ir assistir o treino. — Ele disse olhando nos meus olhos. Esse cara mexe comigo e eu nem sei o que é. -Preciso falar com você.

-Bem, eu vou assistir o treino, não se preocupe. — Sorri de lado. -Vai se trocar e depois conversamos, seu pai técnico vai te matar caso você se atrase. 

-Não se preocupe. — Ele sorriu se aproximando. -Amanhã eu vou dar uma festa, na minha casa... Quero que você vá. — Ele disse olhando nos meus olhos. 

-Vai ter tequila? — Ri.

-Se você me disser que vai, quem sabe tenha. — Ele riu mordendo o lábio. Era loucura desejar ele te beijado agora? Huuh? Sim, eu queria que ele me beijasse. 

-Eu vou sim. — Sorri fraco olhando nos olhos dele. -O Matt sabe onde você mora né? 

-Sabe sim. 

-Então ta certo. — Falo sorrindo. O corredor estava mais vazio agora. Não tinha muitas pessoas, bem poucas na verdade. -Você precisa ir agora. — Falo. 

-Vamos? — Ele disse estendendo a mão e eu neguei com a cabeça. -Desistiu de ver o treino? 

-Não, eu preciso ir no meu armário antes. — Falo. -Te encontro lá. — Dou um beijo na bochecha dele e saio em direção ao meu armário. 

Austin mexia comigo. Não era como o Justin mexia sabe? Justin mexia comigo de uma forma especial, agora Austin... Não sei bem explicar. Era tudo muito confuso sabe? O meu coração dizia uma coisa, a mente outra, mas Justin sempre acabava dominando tudo, sei que preciso seguir o baile, mas não consigo. Abri o meu armário e guardei uns livros no mesmo quando ouvi uma risada. Me virei e me deparei com as líderes de torcida me encarando. 

-Quem você acha que é novata? — A loira perguntou num tom de deboche. -Bem, eu sei quem você é... Me diz, por que veio para o Brasil? — Ela disse se aproximando não dando tempo para mim responder. -Sua mãe te odiava não é? Ninguém te amava, você era excluída. — Ela riu e lembranças foram tomando minha mente, todas as humilhações que sofri naquela escola. Os assédios do meu padrasto. A forma que eu me sentia. Eu estava recuperando a memoria? Ela estava brincando com o meu psicológico? -Então por ironia do destino conheceu o Justin... E o que você fez? Acabou prejudicando ele de todas as maneiras... O que acha que vai fazer com o Austin sua notava? 

-Eu não prejudiquei ninguém. — Me defendi num sussurro. Estava lutando para não começar a chorar. 

-Você prejudica todos a sua volta, você só magoa quem te ama ou tenta de ajudar e esta fazendo o mesmo com o Austin. — Ela disse ficando frente a frente comigo. -Se afaste dele garota ou vai se ver comigo. — Ela disse antes de soltar uma risada e sair do meu campo de visão. 

Encostei as costas no meu armário e deslizei até o chão. Eu estava desabando. As palavras dela foram como facadas no meu peito sabe? Lembranças que eu queria esquecer vinheram em minha mente. Como ela sabia tanto de mim? Por que ela estava fazendo aquilo? 

Fechei meus olhos e comecei chorar. 

Flashback on: 

-Fica quietinha querida. — Meu padrasto sussurrou tapando minha boca. Eu era só uma criança, estava desesperada. O que ele iria fazer comigo? Por que? Estava chorando e tentando me livrar dos seus toques e beijos. Aquilo era nojento. Tentei me mexer, gritar, me soltar dos seus braços, mas era em vão. Ele tinha o dobro do meu peso e o dobro da minha força. -Você poderia facilitar as coisas. — Ele sussurrava entre seus beijos. Então ouvimos um barulho. Minha mãe havia chegado. Finalmente. 

Flashback off. 

-Pov Jefferson: 

Andando de um lado para o outro e fitando os meus pés. E agora? O plano havia dado certo. O que eu deveria fazer? Respirei fundo e segui o caminho para dentro da escola. Estava vazia. Os corredores estavam vazios, só era possível ouvir um barulho do que eu imagino ser a quadra. Continuei andando até chegar no corredor dos armários só para ver alguém sentado no chão, escolhida num cantinho e parecia esta chorando. Me aproximei lentamente e pude ver que de tratava da Kelsey. 

Meu coração se despedaçou. 

Me abaixei ao lado dela. Mas parecia que aquela ali não era ela sabe? Era como se o seu corpo estivesse ali, mas sua alma e pensamentos estivessem em algum mundo paralelo. 

-Kelsey? — Sussurrei baixo. Ela não disse nada, apenas me olhou e me abraçou, fazendo com que eu me sentasse no chão. Ela estava tão frágil. -Está tudo bem agora, eu estou aqui... 

-Eu não sou uma pessoa má. — Ela choramingou. -Eu não sou uma pessoa ruim, eu nunca quis fazer mal para ninguém... — Ela disse enquanto chorava. Aquilo estava me matando. 

-Você é uma pessoa incrível. 

-Por que todos que eu amo acabam me machucando? Por que aqueles que deveriam me proteger acaba me expondo? — Ela saiu do abraço e encarou meus olhos. Sua bochecha estava marcada de preto por causa do rímel. 

-Eu não sei te responder isso... 

-Ninguém sabe. — Ela disse ficando de joelhos no chão. -Deus deve ter me abandonado, ou ele nunca existiu. — Ela disse quase num sussurro. 

-Kelsey... — A puxei para um abraço, eu senti que era aquilo que ela precisava sabe? Não sabia o que falar.

-Por favor... Me leva embora. — Ela disse me olhando séria. 

-Tudo bem pequena. — Os olhos dela, apesar das lágrimas brilharam quando chamei ela dessa forma... 


Justin: Seu desgraçado.

Justin: Só eu chamo ela assim.

Jefferson: O problema é que você não está aqui Justin (risos).

Justin: Vai se fuder. 

Chaz: Eai, já encontraram o propósito de vocês hoje? 

Kelsey: Meu único propósito e cometer um suicídio bem sucedido. 

Justin: PORRA KELSEY. 

Justin: PARA COM ISSO. 


Notas Finais


DIÁLOGO VOLTOU


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