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História An evil bitch - Capítulo 2


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Notas do Autor


Oii meus amores 😍😍😍😍
Mais eu capítulo dessa fic maravilhosa 😋😋😋😋
Espero que gostem.
Boa leitura 📖
♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥

Capítulo 2 - What are you doing to me?


Fanfic / Fanfiction An evil bitch - Capítulo 2 - What are you doing to me?

Vesti uma roupa formal (*capa), não queria causar má impressão(o que eu tô dizendo? Não preciso me arrumar pra me encontrar com um rei filho da puta).

Pedi um táxi pelo aplicativo e desci até a porta da minha casa. Meus pais não estavam mais na sala então pensei que tivessem voltado para a empresa.

— Oi Amitta - A Cristina veio da cozinha. — os seus pais voltaram para a Oscorp - como eu imaginei

— Ótimo - disse enquanto olhava algumas mensagens no celular — assim ele não podem tentar me impedir.

— Eles só querem o seu bem minha querida - a olhei — seus pais sabem que este homem não é boa coisa.

— E você Cristina? - cruzei os braços — o que sabe sobre esse tal de Connor Lancaster?

— Sei o que todo mundo sabe - disse sem pensar muito — que é um homem frio, não se importa com ninguém... Um verdadeiro demônio. - arregalou os olhos.

— Tá bom - descruzei os braços e soltei um sorriso sarcástico — vamos ver quem vai pro inferno primeiro.

— Amitta, tome cuidado por favor - me abraçou — você é como uma filha pra mim - me soltou.

— Eu sei Cristina, e você é como uma segunda mãe pra mim, sempre esteve comigo quando os meus pais estavam emfurnados naquela empresa - sorri e dei um beijo em sua bochecha —meu taxi chegou, eu tenho que ir. Até mais Cris.



[°°°] 



Fui até aquele empresa. Não era tão longe, cerca de 25 minutos de viagem, não vi o tempo passar pois estava no celular. O taxi parou em frente a um prédio enorme, deduzi que fosse a Cyberlife então adentrei o local. Como eu disse, o lugar era enorme, não era comparado a Oscorp mas mesmo assim era gigantesco.

Fui em direção a recepção, a recepcionista era muito gentil, tenho quase certeza de que ela é um.... Como é mesmo o nome disso?..... Android, Android é isso ela é um Android... Meu pai já havia me falado sobre isso. São robôs da Cyberlife que fazem as mesma funções do ser humano no trabalho. Nossa ela realmente é idêntica a um ser humano não só fisicamente mas também na forma de agir (esse cara realmente é um gênio, pena que é um filho da puta).

— Sou Amitta, Amitta Walker. Tenho um horário marcado com o Sr Lancaster - disse para o Android. Isso é estranho.

— Só um minuto - discou no telefone o número 666. Nossa, ele não é nem um pouco criativo. — o Sr Lancaster irá atendê-la, aguarde um instante. - disse e voltou ao trabalho

É... Esses Android não param de trabalhar mesmo. É o que qualquer empresa almeja.

Três longos minutos se passaram até que uma outra Android, um pouco mais sorridente veio em minha direção

— O Sr Lancaster irá atendê-la agora mesmo, siga-me - adentrou um enorme corredor até chegarmos em um elevador. Indicou o andar 66 e permaneceu em silêncio.... Nossa ele poderia programar Androids mais comunicativos.

Chegando ao nosso destino ela me direcionou a sala de número seis.

— Por aqui - abriu a porta e eu adentrei naquela sala enorme. Era de muito bom gosto, móveis chiques, e bem planejados. O tal Connor estava com o olhos concentrados em seu computador ao notar a minha presença se levantou para me cumprimentar.

— Olá me chamo..... - fui cortada.

— Amitta, Amitta Walker, eu sei quem você é - ele me cumprimentou com um aperto de mão. — Você tem cinco minutos - disse voltando pra sua grande mesa e sentando em sua cadeira. — me desculpe a indelicadeza, mas eu tenho uma reunião importante. - me olhou e sorriu.

— Ótimo - disse e ele solicitou que eu me sentasse.

— E então.... - me olhou

— Que merda tá fazendo? - todas as minhas chances de passar uma boa impressão foram eliminadas com uma simples frase.

— A que se refere senhorita? - sorriu sarcástico. Ele sabia exetamante a que me referia.

— Que guerra é essa que você começou? - disse o encarando, minha expressão de furiosa estava bem visível — por qual motivo? O que pretende com isso?

— Calma senhorita - disse calmamente solicitando que um de seus androides nos trouxesse café. — uma pergunta de cada vez - a calma com que ele falava estava me estressado.

— Qual o motivo dessa maldita guerra? - falei com a voz já alterada.

— Ah, sim.. A guerra - sorriu de lado — não há motivos.

— O que? - ele não podia tá fando sério — como você começa uma guerra sem motivos? - o Android trouxe dois cafés.

— Obrigada senhorita - agradeceu o Android, parecia que não estava me ouvindo. — Eu sou um rei senhorita, quando eu estiver intediado e quiser começar uma guerra eu posso.

— Não. Você não pode - eu realmente estava indignada com aquela situação. — o que pensa que está fazendo?

— Os vampiros me irritam - bebeu um pouco do café — sem ofensas senhorita Walker. - largou a xícara e direcionou a sua atenção para uma caneta que estava em sua mesa, para ele, qualquer coisa parecia ser mais interessante que aquele assunto.

— Você é um louco - não sei como ele pode ser rei do inferno.

— Eu apenas não me importo, apenas vou assistir de camarote quer se juntar a mim? — disse e me olhou enquanto movia a caneta entre os dedos.

— Não vai participar da SUA guerra? - como assim? Ele declara uma guerra apenas para assistir e ver tudo acabar?

— Ah, claro que não - encostou as costas em sua cadeira e fitou o teto por um segundo, parecia pensativo — essa guerra também vai servir para treinar os meus soldados.

— Você é maluco mesmo - ri de nervoso — o que pretende com isso? - aproximou e apoiou os cotovelos sobre a mesa.

— Dominar o mundo... Ah, esqueci que eu já domino - falou pensativo —mudança de planos.. Quero dominar você. - o olhei assustada. Que tipo de demônio psicopata ele era?

— Eu sou comprometida - queria cortar qualquer fio de esperanças. Ele sorriu.

— Eu sei. Não estava brincando quando disse que sei quem você é - disse enquanto me fitava

— Não estou aqui pra falar da minha vida pessoal senhor Lancaster - queria mudar de assunto. O Connor me olhava de uma forma estranha. Oque era aquilo? Desejo?

— O seu tempo tá passando - olhou no relógio.

— O que pretende fazer depois que a guerra acabar? - se encostou novamente em sua cadeira.

— Você faz perguntas demais sabia? - olhou no relógio mais uma vez. -— eu já falei que não me importo com isso. E você também não deveria.

— Como assim? - perguntei. O que ele queria dizer com isso?

— Tic tac.... Acabou o tempo -levantou e estendeu a mão na espera que eu o cumprimemtasse. Permaneci imóvel. Varias coisas passavam pela minha cabeça. — desculpe senhorita Walker, mas eu só tinha cinco minutos -permaneceu na mesma posição.  —...... Eu realmente espero que possamos contínuar a nossa conversa em um outro momento - disse indo em direção à porta após perceber que eu não iria cumprir menta-lo. Quando abriu a porta eu saí do tranze. Fui até a porta e o encarei. — Entrarei em contato com a senhorita em breve - assenti. Não iria conseguir tirar mais nada dele.

— Você é previsível Sr Lancaster - disse olhando o número em sua porta e lembrando da sua combinação clichê tsc.. 666,é sério isso?

— Até breve senhorita Walker. - foi a única coisa que ele disse.

Sai de sua empresa e fui para minha casa com vários "?" na minha cabeça. O que ele quis dizer quando disse que eu não deveria me importar? Esse homem é estranho. Entender a sua mente será uma missão mais complexa do que imaginava que seria.



[°°°] 

A minha semana foi normal, já estava acostumada com aquela rotina. O Miguel não veio a aula hoje o que me fez ficar sozinha durante toda a manhã.

Estava voltando pra casa com o meu motorista quando o meu celular começou a tocar. Era um número desconhecido então resolvi não atender. Adentrei a minha casa quando me deparo que o Miguel sentado no sofá da sala e Cristina servindo um suco. Ele estava acompanhado de uma mulher.,

– Oi meu amor - me deu um selar rápido – essa é a Érica mitchell, a nossa decoradora. Cumprimentei com um aperto de mãos.

– Decoradora? - perguntei confusa. Já havia deixado claro que após o casamento iriamos morar aqui com os meu pais.

– Eu sei que quer continuar a morar aqui mas nós temos que ter a nossa casa - disse e Érica permanecia calada.

– Miguel... - fui cortada

– Deixe que a senhorita Mitchel faça o seu trabalho depois veremos isso. - sorriu de lado. Rolei os olhos,quando ele coloca um coisa na cabeça não tem quem tire

– Tá bom.... No que pensou Érica? - solicitei que a mesma acomodar-se novamente no enorme sofá.

– Inicialmente vocês que tem que me dizer... O que tem em mente.

– Nós teremos um apartamento - o olhei furiosa. Ele comprou um apartamento sem me consultar? 

– Você comprou um apartamento sem me consultarmeu amor? - disse sarcástica.

– Se eu tivesse lhe consultado tenho certeza que não iria concordar - segurou em minha mão – Você vai gostar, é um ótimo apartamento. - voltei minha atenção para Érica.

– Como imaginam a decoração? - retirou uma espécie de bloco de notas e uma caneta de sua bolsa.

– Então eu pensei... - Miguel se pronunciou mas foi interrompido pelo toque do meu celular. Olhei o aparelho e era o mesmo número desconhecido de antes.

– Me desculpe, eu tenho que atender... - temi que fosse algo importante pela insistência. – pode continuar meu amor. Confio no seu bom gosto. - fui em direção a cozinha e atendi o telefone.

Ligação on

– Alô? - eu reconhecia aquela voz. 

– Olá senhorita Walker - disse com seu tom sarcástico de sempre. Não via, mas podia imaginar a sua expressão.

– A que devo a honra senhor Lancaster? - respondi no mesmo tom.

– Não terminamos o nosso assunto. O que acha de continuarmos aquela conversa agradável que tivemos a uns dias atrás? - perguntou e eu senti algo diferente. Não sei explicar, era um frio na barriga que nunca senti antes. Não poderia aceitar, eu sou uma mulher comprometida e sabia muito bem quais eram as intenções do Connor.

– Seria um prazer - não Amitta. O que você fez? Porque você pensa uma coisa e faz outra completamente diferente? Foda-se já está feito eu aceitei.

– Que ótimo, o que a chá de vim a minha casa? - nossa. Com ele é rápido.

– Eu não vou até a sua casa. - apesar de estar muito curiosa pra saber como é a sua casa. A decoração deve ser linda.

– É claro que não - riu - você é certinha demais pra isso.

– Eu não diria isso senhor Lancaster - oque? O que eu acabei de dizer? Não fala mais nada Amitta, você já falou demais.

Admito que desconheço esse seu lado..... Já que não quer ir a minha casa, sugiro irmos a um restaurante. - disse esperando a minha resposta. - o que me diz?

Ah, claro. Pode ser - respondi

-Ótimo, vou até à sua casa as 19:00 horas - ele não pode vir aqui, meus pais não podem saber que eu vou sair com ele.

É melhor não, eu te encontro no restaurante. Te mando a localização - iria mandar a localização do meu restaurante favorito. Se vamos ter uma conversa agradável e com um companhia agradável, que tenhamos também um jantar agradável.

Já entendi - sorriu - como preferir senhorita Walker.

– Até breve Sr Lancaster - desliguei. 

Ligação off

Voltei a sala de estar. O Miguel ainda conversava com a decoradora.

– Meu amor... Já decidimos varias coisas. O apartamento vai ficar uma maravilha, do jeito que sempre sonhamos. - me abraçou de lado e eu sorri de canto.

– Eu tenho que ir. - Érica disse é se levantou – tenho outros clientes para atender.

– Muito obrigada pelos seus serviços senhorita Érica. - me despedi com um aperto de mãos. Ela sorriu. Sempre muito simpática.

– Até mais senhor Hanks - Sorriu e saiu do local.

– Apartamemto Miguel? - eu não esqueci que ele comprou um apartamento sem me comunicar

– Olha me amor, eu quero teu a nossa casa... Então não fui ao colégio par.. - o interrompi

– Mais eu falei que não queria isso, falei que queria continuar morando com meus pais...

– Eu sei meu amor - se aproximou e segurou o meu rosto.

– Se não queria isso deveria ter me falado e não fazer tudo pelas minhas costas - ainda estava visivelmente brava.

– Me perdoa... Eu te amo muito, não quero que fique chateada comigo - me deu seu selar demorado – o nosso apartamento vai ficar lindo.

-Tá bom Miguel... Só não me esconda mais nada - abaixei a cabeça.

– Jamais. Um relacionamento não deve haver segredos.- Me abraçou. – Eu tenho que ir - se afastou – tenho que trabalhar.

– Tá bom - sempre era assim. Nunca tinha tempo pra gente, sempre tinha que trabalhar.

– Eu queria ficar mais tempo com você - beijou minha testa – até mais meu amor - saiu.



[°°°] 




Passei a tarde inteira no meu quarto. Meus pais não vieram em casa pois estavam no trabalho. Só me restou ouviu música pra passar o tempo.

Olhei meu celular e o relógio marcava 17:38. Já estava atrasada mas mesmo assim resolvi tomar um a banho demorado e pensar um pouco.

Será que eu estou fazendo certo em me encontrar com o Connor? Minha cabeça dizia que não mas o meu coração dizia que sim. Porque eu mudo tanto quando estou do lado dele? O que esse homem me causa. Porque estou indo encontrá-lo mesmo sabendo que sou comprometida?

O que você está fazendo comigo?


Notas Finais


O que acharam do misterioso Connor Lancaster?
Espero que tenham gostado deste capítulo.
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Até sábado ☺☺☺
❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤


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