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História "An oath to keep with a final breath" again - CHBAdventuries - Capítulo 1


Escrita por: Drikadi

Notas do Autor


Me batam no final da fic,já que agora tô mal, chorei escrevendo também, sou muito cruél MUAHAHAHAHA!

Sério gente, preciso que vão para o segundo capítulo de "Posso ter a chave do seu coração?" e me respondam qual fic vocês querem, já estão escritas e revisadas mas a ansiedade me impede de postar a menos que me seja pedido direta e estritamente que gostam da minha escrita.

Eu tinha escrito um bônus para essa fic, uma onde Leo sobrevivia, mas ficou muito cliché e, sinceramente, tão forçado que ficou entediante, além de que nem parecia minha escrita.

Esperando os socos no final! Bjs!

Capítulo 1 - Capítulo Único


Hazel teve um sobressalto na beliche do chalé de Zeus, fazendo os Sete olharem para ela.

Ela segurou firmemente a camiseta roxa em cima do coração com o rosto confuso “Hazel?” Frank colocou a mão no ombro da namorada “Tudo bem?”

A filha de Plutão balançou a cabeça “Sim, só cansada” ela murmurou. Frank sorriu levemente e a puxou para perto mas, de repente, um rosto élfico sorridente veio à sua mente “Cadê Leo?”

Houve um murmúrio ao seu redor. Era comum que os Sete, ou todos os que estivessem presentes, se juntassem no chalé 1 para sua ‘Reunião’ que era mais uma desculpa de bate-papo e brincar com o tapete de Twister para um bando de adolescentes.

Piper e Annabeth caíam perpendicularmente uma na outra no beliche à frente do de Hazel e Frank, Percy esparramou-se no chão com a cabeça encostada nos joelhos da namorada e Jason estava caído numa das beliches, roncando suavemente, exausto depois de toda a semana de trabalho que teve em Nova Roma.

Leo não estava ali. Hazel se preocupou “Ele não estava aqui minutos atrás?”

“Não” Percy disse “Ele não vem aqui fazem alguns dias, né?”

“Uma semana” Annabeth corrigiu. O peito de Hazel apertou.

Ela tem tido essa sensação estranha desde que chegou ao Acampamento Meio-Sangue, mas agora estava insuportável e com Nico tendo mandado MI para ela de Nova Roma, avisando que tinha um mau pressentimento com relação à algo algumas horas mais cedo, decidiu investigar a fundo.

Antes de se reunir com os amigos, ela vasculhou todos os cantos do Acampamento, desde os campos de morango, exceto a parte da floresta em volta do Punho de Zeus, perto da abertura do Labirinto e o Bunker 9 – todos haviam aprendido que não era seguro entrar lá enquanto Leo estivesse trabalhando, ele tem a tendência de arremessar chaves inglesas quando toma sustos e, como ele não vê o mundo à sua volta quando trabalha, digamos que demoraram alguns punhados de nocautes e galos antes que criassem essa medida de segurança silenciosa.

Mas queria ir para lá agora.

“Vou procurá-lo” ela se levantou mas Frank segurou sua mão com um olhar confuso.

‘Está tudo realmente bem?’ seus olhos perguntavam.

Ela sorriu e acenou positivamente, bicando lábios do namorado antes de sair.

Era tarde, faltando pouco para o jantar. O céu estava tingido de vermelho e laranja pelos últimos raios de Apolo. Ela passou por entre os grupos de campistas, atravessando todo o Ω dos chalés, acenando para algumas pessoas.

Quanto mais andava mais a sensação de perigo iminente aumentava, como uma bolinha expandindo cada vez mais em seu peito, pressionando seu coração e os pulmões contra a caixa torácica. O ar pareceu um pouco rarefeito também. Ela começou a correr.

Na orla da floresta, já soltava lufadas com a pressão em seu peito. Podia sentir a terra debaixo de suas botas tremendo levemente em resposta às suas emoções além de pequenas pontadas que indicavam que metais e pedras preciosas começaram a pular para fora do chão, mas agora não era hora para parar e fazer cada uma delas afundar, estava muito assustada.

Quando chegou às portas de pedra do Bunker 9, praticamente socou o botão de entrada – que Leo instalou para que não precisassem de seu fogo sempre que fossem entrar – e congelou. Quase literalmente.

Hazel se abraçou, tremendo com o frio do lugar. E, mesmo que ela não estivesse só com um short e a camiseta do Acampamento Júpiter, estaria com frio, já que podia ver sua respiração condensar do frio devastador do lugar.

Aquilo definitivamente não estava certo, o Bunker 9 era sempre muito quente, até mais baforoso do que as Forjas. O lugar era quase como o coração de um vulcão, um forno ligado ao máximo, abafado e mágico, iluminado com as luzes automáticas do lugar. Hazel sempre sentiu a vida sendo exalada por aquele lugar, vinda da criação de almas artificiais dos autônomos dali.

Falando em autônomo, onde estava Festus? O dragão sempre estava ou brincando com as crianças que perderam o medo da grande fera de metal ou aqui, mas era impossível, estava muito silencioso, todos os motores mortos, nada funcionava ou fazia barulho.

Ela olhou ao redor, apertando os olhos com a fraca luz do pôr do Sol deixando tudo borrado em meias-sombras. Estava tão silencioso que Hazel pôde ouvir a própria respiração pesada.

Tateou a mesa que havia encostada ao lado direito da porta e alcançou uma lamparina de emergências. Leo a construiu com a desculpa de que ‘Caso algo corte a eletricidade mágica do lugar, vamos poder morrer de medo ao estilo filme medieval!

Hazel quase riu com a memória, mas um som ecoado a fez travar. Parecia uma gota única caindo em um poço profundo. Bateu a mão na base da luminária lamparina e imediatamente uma luz quente e suave iluminou um pequeno círculo ao seu redor, mas não muito.

Agora definitivamente se sentia em um dos filmes de terror modernos que os Sete fizeram ela e Nico assistir.

“Leo?” chamou e sua voz ecoou, mas parecia estranho. Parecia que era a voz de Eco – melancólica, lamentável e quebrada de modo que não a ouvira falar – não a sua sendo repetida algumas vezes até definhar, mas era impossível, Nico mesmo a disse que Eco voltou ao Submundo quando pensou que poderia voltar e resgatar a ninfa.

Ela deu passos meio cegos, tentando desviar das coisas que lembrava onde ficavam e esticando a lamparina para o chão, evitando tropeçar em alguma coisa “Leo? Você está aí?” sua voz um pouco mais desesperada. Outro som de gotejamento a fez pular “Leo! Isso não tem graça!” sua voz tremia assim como o resto de seu corpo, não só de frio.

Deu mais alguns passos mas ela tropeçou em uma caixa de metal e caiu de joelhos. Hazel praguejou mas ao ver onde a lamparina tinha caído, viu uma pata de metal inconfundível.

“Festus?” perguntou incerta. A filha de Plutão esticou a mão para agarrar a lamparina e se levantou, empurrando a luz no rosto desligado e imóvel do dragão metálico “Como está desativado?” sussurrou. Sua pele estava fria, como se estivesse assim por muito tempo, o que é impossível já que Piper usou seu Charme para deixá-lo acordado permanentemente, a menos que... “Oh deuses, está quebrado?” ela correu para dar a volta no grande corpo de seu amigo artificial quando a luz lambeu cachos castanhos familiares.

Hazel exalou com parte da preocupação saindo “Leo!” repreendeu andando para chegar ao outro lado da cauda de bronze, até o filho de Hefesto “Você me assustou! Porque não respondeu quando eu te-!” ela engasgou quando viu Leo completamente.

Ele estava sentado com as costas escoradas na cocha metálica de Festus e os braços abertos rasgados caídos junto aos quadris, uma faca de bronze flutuando num mar vermelho ao seu redor.

Ela deixou a lamparina cair e berrou de horror. Andou cegamente para trás e gritou mais alto quando bateu fortemente contra uma das mesas de trabalho e ela tombou levando a garota consigo. Hazel continuou gritando e chorando enquanto se arrastava de costas no chão, olhando para o corpo de Leo como se fosse o próprio Tártaro materializado à sua frente.

Hazel correu, correu para fora gritando, sempre gritando, o desespero vocalizado não abandonou sua garganta enquanto suas pernas moviam-se tanto que ela poderia ter corrido mais que Árion mas seu cérebro não registrou, a imagem de Leo tatuada no cérebro.

Sentia a terra aos seus pés reverberar. Tudo o que ela queria era fugir para debaixo dela, um dos únicos lugares em que se sentia realmente segura. O subsolo era como um abraço apertado e ela o conhecia, sabia tudo o que estava ao seu redor, o chão dobrava-se à sua vontade como se quisesse pagar a dívida de ter sido uma maldição em sua primeira vida. Mas agora era só queria berrar.

O pior é que ela não estava indo buscar ajuda, estava apenas querendo ficar o mais longe do corpo possível porque ela sabia que Leo estava morto. Já o sentiu morrer uma vez, a diferença era que essa a corroeu lentamente como ácido aumentando seu dano lentamente, de forma mais cruel e definitiva.

Então era gritou. Estrangulou-se com sua própria voz, tornando uma extremamente pequena parte de toda a dor que sentia, audível.

Ela caiu. Como se fosse um lago profundo, uma poça de sombras formou-se em seus pés e Hazel foi envolta em escuridão até cair em braços firmes e familiares. Os braços de Nico estavam a segurando firme, no meio do Ω de chalés.

~*~

Frank não entendeu primeiramente quando ouviu, mas depois de alguns segundos reconheceu – era Hazel.

Dentro do chalé de Zeus, eles interromperam sua conversa sobre Percy ser ou não tio da Ariel para ouvirem a voz da garota embebida em dor gritando em todas as direções.

Ele foi o primeiro a pular e correr para fora, o que só o confundiu mais. Quando pisou no chão fora dos degraus de madeira, a voz desesperada de Hazel pareceu sacudir seu corpo, a mesma sensação que tinha em festivais animados de Nova Roma onde a música estava tão alta que fazia seus órgãos tremerem.

A terra era um interceptor para a voz de sua namorada. Ecoava pelo acampamento através de cada grão aos seus pés e todos pareciam sentir. Os grupos de campistas olhavam para seus pés com confusão e medo enquanto várias cabeças curiosas brotavam das janelas e portas dos chalés.

Frank ficou travado no lugar quando Nico di Angelo materializou-se nas sombras no meio dos chalés, parecendo três tons mais pálido que o comum, quase a mesma aparência de quando o resgataram do Jarro.

Dois segundos depois, Frank conseguiu dar um passo na direção do cunhado quando uma sombra cresceu aos pés de Nico e Hazel surgiu em seus braços, tremendo e chorando – total e completamente apavorada.

Ela primeiramente gritou e Nico agarrou seus ombros “Hazel! Hazel!” ele tentou falar sobre a irmã “Ei, está tudo bem, já acabou”

“E-eu, ele- sangue e... e Festus... estava frio, tão frio” ela começou a gaguejar histericamente, hiperventilando com os olhos arregalados.

Frank nunca viu Hazel, nem ninguém, em tanto pânico.

“Shh, eu entendo, está tudo bem”

“N-não, Nico, eu- ele está-” Nico levou a mão à sua testa e os olhos dela imediatamente fecharam, seu corpo caindo mole contra o do irmão em um desmaio.

O acampamento inteiro estava em tanto silêncio que ele podia ouvir o som do jeans da calça de Nico enrugando-se quando ele se abaixou e passou uma mão pelos joelhos de Hazel, a levantando nos braços.

Quando ele falou, com a voz monótona fria e impassível, mas forte o suficiente para todos ali ouvirem, uma sensação de um balde d’água fria sendo despejado em sua cabeça acertou Frank em cheio:

“Precisamos de uma mortalha para um filho de Hefesto”

E todo o caos se instalou.

~*~

Quando Hazel acordou, estava na sua cama no chalé de Hades, Will Solace estava com uma expressão suave, mas marcada de linhas duras que denunciavam seu humor, inclinado para ela com uma preocupação dura nos olhos.

Ela ia murmurar um ‘O que aconteceu?’ quando frio, escuridão e poças carmesim infiltraram sua memória.

Seu rosto se contorceu de dor e ela começou a soluçar.

Wil sorriu pequeno e a abraçou, ato aceito imediatamente por Hazel. E quase não percebeu a presença de Nico até que uma mão carinhosa segurou seu rosto, beijando sua testa antes de embalar seu corpo pequeno entre os braços dele e Will.

Hazel sentiu-se quebrada.

Muito tempo depois, alguém bateu na porta chamando por Will e ele sussurrou um pedido de desculpas às crianças do Submundo antes de beijar o topo dos cachos crespos de Hazel e os lábios de Nico e sair.

Nico não disse nada quando Hazel afastou-se para o canto da parede, confiando-o silenciosamente para deitar-se com ela. Encarou o teto enquanto o irmão afagava seu cabelo e a segurava perto.

Hazel nem conseguiu dizer adeus adequadamente. Nem provavelmente nunca conseguiria, pelo menos não caso ele escolhesse renascer ou toda a sua ignorância a impedisse de seguir para o Elísio encontrar com Leo e a chutasse de volta para os Asfódelos.

Não precisava nem ser um adeus espalhafatoso, apenas um abraço e um ‘Até mais’, mas baseado em todas as suas interações, não se lembrava de nunca ter tocado Leo mais do que o estritamente necessário. Droga, nem sabia quando foi a última vez que viu Leo, mesmo que possivelmente ele se lembrasse muito bem.

Ela gostaria de ter feito isso, porque agora não se lembra qual foi a última coisa que disse a ele e, pelo que sabe, poderia ter dito algo horrível.

Gostaria de se lembrar, porque talvez se ela tivesse dito algo diferente do que ela disse, feito algo diferente do que fez, talvez Leo ainda estivesse respirando e mesmo que, no fundo, ela saiba que não faria muita diferença, ela continua deixando sua respiração pesada ser interrompida por seus soluços porque Leo se foi.

Ela se lembra de como ele ficou animado quando disse a ela que ele e Jason estavam finalmente saindo e, embora ela tenha ficado confusa a princípio de que dois caras podiam se amar daquele jeito, ela rapidamente aceitou porque era  Leo e ele estava finalmente feliz e que sempre seria o suficiente para Hazel.

Oh, Jason, ele deve estar tão abalado. O filho de Júpiter foi para Nova Roma resolver alguma coisa com relação aos templos e voltara pouco tempo antes dela sair para procurar Leo. O loiro estava tão cansado que Nico mal o viajou pelas sombras para lá depois partiu antes dele cair na sua beliche e praticamente desmaiar.

Ela se lembra da primeira vez que Leo a chamou de Avelã e ela bateu nele. Como ele havia caído dramaticamente enquanto a amaldiçoava pela agressão, mas ela sabia que ele estava brincando por causa do quão alto ele estava rindo até derramar lágrimas e segurar a barriga dolorida com os gargalhos.

Hazel gostaria de ter se despedido, porque talvez então tudo ficaria bem e ela não teria que olhar para trás nas memórias apenas para ver Leo morto, incapaz de lembrar de um dos sorrisos dele e pensar que parecia muito largo, calculando a quanto tempo ele estava se matando por dentro sem ninguém ver, até agora que ele tinha se matado por fora.

~*~

Frank nunca pensou que choraria se Leo morresse.

Ok, talvez isso seja um pouco duro, talvez ele tivesse derramado uma lágrima ou duas porque, embora Leo possa ter sido extremamente irritante e barulhento, ele poderia crescer em você.

Ele não achava que estaria se trancando no quarto que ficava na Casa Grande quando visitava o Acampamento Meio-Sangue, soluçando seus pulmões para fora da garganta com os nós dos dedos sangrando e um buraco na parede porque, porra, Leo era um cara bom e não merecia partir assim. Não aos dezesseis anos, não por suas próprias mãos.

Quando Nico declarou aquilo, sentiu uma rajada de vento bater em suas costas e viu Jason levantando voo em direção a floresta. Frank nem pensou nem em checar se Hazel estava bem antes de correr na direção do Bunker 9 e Jason, os outros em seus calcanhares.

Ele viu a trilha de destruição que Hazel causou em seu pânico: Pedras e metais preciosos inúmeros polvilhando a grama em uma cena tão bela que deixava a situação ainda mais horrenda.

Sentiu um frio sem igual quando entrou no Bunker, seu o estômago revirou quando viu uma mesa caída, projetos, peças e ferramentas caídas no chão onde supôs que Hazel havia esbarrado.

Do fundo do espaço, ouviu um berro de horror de Jason, na forma do nome do herói quebrado.

Agora, há poeira em sua camisa e na mão do gesso amassado. Está grudando nos cortes nos nós dos dedos e dói, mas ele não se importa. Ele pode sentir o gosto de suas próprias lágrimas, agridoces como a própria personalidade de Leo, quando elas caem por seu rosto e, às vezes, pelos lábios. Ele pode sentir seu cabelo grudando em seus dedos ensanguentados, ele pode sentir os fios de seu sangue pegajosos. Mas nada disso importa naquele momento porque Leo se foi.

Ele se arrepende de ter dito a si mesmo e gritado alto e claro para o latino que não o queria por perto. Lamenta sempre ter desejado a Leo que o deixasse em paz. Amaldiçoa-se por sempre ter desejado a Leo que deixasse Hazel em paz. Frank se arrepende de desejar essas coisas tanto para si mesmo quanto diretamente na cara do garoto com veneno e raiva transbordado sua fala porque agora ele não terá que desejar essas coisas novamente e isso dói muito.

Porque agora Leo atendeu seus pedidos, exatamente como tinha o mandado desaparecer.

E Frank nunca pensou que desejaria isso, mas gostaria que Leo voltasse porque não é o mesmo e nunca mais será o mesmo. Porque agora ele quer abraçar Leo mas Jason não largou o corpo morto e frio de seu namorado até que os filhos de Apolo o apagassem com sedativo.

~*~

Percy realmente não tinha se aproximado de Leo. Claro, ele se importava com ele, mas era um tipo de cuidado obrigatório que ele tinha por causa de sua falha fatal, naturalmente querendo ter certeza de que ninguém a sua volta tivesse nem que fosse uma farpa no dedo. Uma espécie de 'Não somos os melhores amigos, mas se você estivesse prestes a ser assassinado, eu provavelmente tentaria salvá-lo... provavelmente'.

Ele esperava honestamente se tornar amigo do latino. Leo parecia uma pessoa genuinamente legal, mas ele se sentia muito estranho considerando Nova Roma.

O que aconteceu em Nova Roma, você pode perguntar?

Bem, basicamente ele culpou Leo por abrir fogo contra Nova Roma, o que resultou na declaração de uma guerra entre romanos e gregos, os dois grupos que eram ridiculamente importantes para o filho de Poseidon, principalmente depois de perder tanto na guerra contra Cronos.

Percy nunca se sentiu tão furioso como naquele momento. Sentiu-se ferido, traído, no geral não muito bem e por isso intimidou e magoou o menino mais novo quando: Surpresa! Ele estava possuído por um eidolon.

Nem tinha sido culpa dele, ele nem sabia o que aconteceu, pelo amor de Zeus!

E! Para tornar as coisas ainda piores, Percy acabou sendo possuído por um eidolon também. Quão irônico é isso?

Obviamente, isso fez com que alguns... sentimentos estranhos surgissem depois, embora Leo tivesse dito que estava tudo bem. Além, claro, da grande confusão com a tão bela e especial (note o sarcasmo) Calipso que contou a Leo como foi abandonada e traída pelo grande herói, mas Leo também disse que estava tudo bem, mesmo depois de Calipso brigar com ele o acusando de não entender seus sentimentos por ainda andar com Percy Jackson.

Percy foi checar se ele estava bem, mas Leo novamente disse que não guardava mágoas e que Calipso estava apenas cega de raiva e Percy aceitou.

É claro que isso resultou em eles nunca realmente tentarem se aproximar, obviamente.

Mas agora Leo não está mais aqui e Percy nunca pode tentar consertar os erros do passado de seus encontros e a culpa de nunca conhecer o menino mais novo parece uma pedra em seu estômago, pesando-o, diminuindo seus movimentos.

Percy está agora no fundo do lago do acampamento, deixando a água invadir seus pulmões e molhar sua roupa como um abraço frio e restaurador para seus poderes, e ninguém se atreveu a chegar perto, nem mesmo as náiades ou Annabeth – que, por sua vez, se trancou no chalé de Atena.

Ele se sentia como Luke, ignorando os sentimentos de Leo e o apunhalando pelas costas – o que seria irônico sendo que o ‘calcanhar de Aquiles’ de Percy era em suas costas.

A culpa dá a sensação de que agora há um buraco negro rodopiante em seu peito e em sua mente, porque todos os seus pensamentos e emoções estão saindo do controle na velocidade da luz até que se vão, não deixando nenhum vestígio deles.

Deixando-o completamente incapaz de sentir qualquer coisa que antes sentia. Deixando-o entorpecido.

Talvez seja por isso que ele não consegue chorar.

~*~

Ao contrário da crença popular, Annabeth Chase se deu muito bem com Leo Valdez.

Alta inteligência e talento para a matemática era algo que ambos tinham em comum e os ajudou a se aproximarem com o tempo.

Claro, o menino podia ser chato como o Tártaro às vezes, mas também podia ser inteligente, engenhoso e um pensador rápido que funcionava surpreendentemente bem sob pressão. Esses últimos eram traços de personalidade com os quais Annabeth poderia se identificar.

No entanto, apesar de ser tão inteligente, ela não consegue entender por que nunca viu isso. Os sinais, os sintomas, as pistas que apontavam para o fato de que seu amigo queria morrer.

Olhando para trás, era bastante óbvio. A falta de sono, os sorrisos que sempre pareceriam grandes demais para serem reais, o isolamento a longo prazo. Tudo faz sentido agora.

Por que não fazia sentido antes?

Por que ela não percebeu que seu amigo, seu amigo, estava prestes a se matar até que estivesse esboçando sua mortalha?

Porque, não, Annabeth não deixaria ninguém, nem mesmo Atena ou Aracne nem nenhuma outra pessoa (ou seres imortais, no caso) bordar a mortalha de Leo. Apesar de que tinha quase certeza de que a branda luz cinzenta que a cobria era uma benção de Atena para ajudá-la a projetar o design do tecido.

Annabeth quer parar de pensar sobre isso, quer parar de pensar em todas as coisas que ela poderia ter feito, todas as coisas que ela poderia ter dito, deveria ter dito e focar na costura porque no fundo ela sabe que não pode mudar o passado. Não pode mudar o resultado das ações de Leo. Não posso trazê-lo de volta, não importa o quanto doa.

E agora, enquanto os olhos cinzentos como aço se enchem e transbordam, manchando o papel, Annabeth, pela primeira vez em muito tempo, amaldiçoa seu cérebro porque não consegue parar de pensar nisso. E isso torna tudo muito mais real.

Então Annabeth pensa, de forma paranoica: E se ele não for o único?

E se ela estivesse prestes a perder mais alguém para o suicídio porque está cega?

Annabeth não conseguiu voltar à mortalha antes de abraçar cada campista e perguntar se estão bem. Quando chega em Clarisse, a filha de Ares não a deixa soltar do abraço e Annabeth desaba em um choro lamentável em seus braços.

É por isso que agora estão na beira do lago, esperando que Percy saia. Clarisse segurando sua mão e garantindo de forma delicada, que só viu Silena fazer antes, que Percy está bem e não vai fazer nada consigo mesmo lá embaixo.

~*~

Piper não conseguia respirar. Ele se foi. Leo se foi. Ele nunca mais voltaria. Seu irmão mais novo estava morto.

Seu couro cabeludo ardia enquanto ela puxava o cabelo, cada vez mais forte até que ela teve que parar ou então enfrentar o risco de puxar cada fio de sua cabeça. Sua garganta queimava, seus olhos ardiam, ela sabia que definitivamente havia ranho escorrendo por seu rosto, principalmente porque ela podia sentir o gosto, mas ela também podia ver.

Ela estava uma bagunça, com olhos inchados e rosto inchado nos milhares de espelhos postos no quarto particular do conselheiro do chalé de Afrodite, mas no momento ela não se importava porque, oh deuses, Leo se foi.

Sua mente estava acelerada, as emoções sobrecarregadas enquanto ela soluçava, soluçava e soluçava por causa de seu irmãozinho, seu Leo.

Ela manteve os olhos bem fechados porque havia tantas fotos, tantas memórias dele e agora eram tudo o que ela tinha sobrado e ela odeia isso e já sente falta dele e deseja que tudo isso seja apenas um sonho ruim, seu pior pesadelo.

A coisa mais horrível é que sabe que não falava com Leo faziam semanas, não tinha o direito de ficar com saudades agora, quando ele já se foi, quando ele já se matou, quando ele já cometeu suicídio, quando ele já arrastou uma faca sobre as milhares de cicatrizes autoinflingidas em seus braços porque ele estava com tanta dor e tão sozinho, tão abandonado a tanto tempo e NINGUÉM NOTOU-

Sentiu uma sensação quente do sangue sob as pontas dos dedos e só então ela percebeu que os estivera colocando em seus braços e arrastando, arrastando e arrastando até que sua pele se rompeu.

Igualzinho a Leo, mas sem a lâmina.

O turbilhão de suas emoções parou abruptamente quando Piper soltou um grito longo e agonizante. Derramando toda a sua dor, raiva e desespero naquele único som.

Ela gritou, gritou e gritou um pouco mais. Cada um rasgando sua garganta, deixando-a tonta e ainda mais cansada. Provavelmente seu Charme escorregou para sua voz sem que percebesse.

Logo seus gritos morreram, sua voz crepitando como estática de rádio antes de finalmente desligar. Sua garganta queimava como se alguém tivesse derramado fogo grego nela.

Fogo. Leo sabia manipular o fogo.

Pelos deuses, por que tudo estava voltando para Leo?! Por que só agora?! Por que ela não pensou nele antes de tudo isso?! Por que ela estava sendo tão hipócrita?! Por que a frase do vovô Tom, ‘Só se dá valor a alguma coisa quando se perde’, ecoava acusadoramente em sua cabeça?! Por que Leo fez isso?! Por quê?!

Piper cegamente agarrou em torno dela, sentindo o chão em que ela estava amassada até que sua mão se fechou em uma superfície fria.

Mal hesitando por um segundo, ela arremessou o objeto à sua frente, apenas querendo fazer algo doer como ela estava dolorida.

Foi quando ela ouviu o som de vidro quebrando que ela abriu os olhos.

Era uma foto dela e de Leo.

Correndo, Piper escorregou várias vezes em sua pressa para chegar ao, agora quebrado, porta-retratos.

Com cuidado, ela o pegou, os pedaços de vidro soando suavemente quando atingiram o chão. A imagem dentro parecia praticamente ilesa, agora havia um arranhão recortado na foto, um pequeno arranhão branco no canto sendo esfolado pelos cacos de vidro.

Delicadamente, Piper passou o dedo pela foto.

Era um dia lindo na Wilderness School, antes do Jason da Névoa chegar, ela e Leo haviam escapado da aula de Hedge e corrido para o telhado, ficando ali até o anoitecer. Leo havia levado sabe-se lá onde um monte de papéis picotados para jogar para cima como confete e a entregou um cupcake com uma vela. Ela perguntou do que era a comemoração e ele sorriu dizendo que queria apenas comemorar estar com Piper.

Leo sempre foi um alguém que dá muito valor e apreciava as pequenas coisas da vida, conseguia guardar todas as coisas que Piper desabafava, ele beijava seus cabelos enquanto amarrava suas tranças, fazia palhaçada quando Piper inventava de trançar os cachos selvagens de Leo, desfilando para os livros da estante do dormitório deles e dizendo todos os dias que amava Piper, era a irmã que nunca teve.

Quando Leo parou de fazer isso? Ou ele parou porque ela nunca deu importância mas agora daria qualquer coisa para apenas sentir o cheiro de lar que Leo tinha?

Traçando suavemente as linhas do rosto que ela não veria mais todos os dias.

Ela nunca mais poderia provocar ele e Jason sobre como foi ela quem os juntou, Leo nunca mais passaria o braço por seus ombros enquanto ela enfiava um dedo acusador na cara de Jason, mandando ter cuidado com seu irmãozinho logo depois de ver uma marca avermelhada no pescoço do filho de Júpiter, nunca mais apostaria com Hazel sobre quem iria beijar quem primeiro em algum encontro deles nos campos de morangos. Ela nunca mais veria as estrelas espelhadas nos olhos cor chocolate meio amargo de Leo, enquanto eles escapavam para o telhado do chalé de Hefesto, rindo histericamente quando corriam para dentro quando avistados por uma das harpias.

Outro soluço escapou de seus lábios, embora este mais quebrado do que o resto. Segurando a foto contra o peito, ela permitiu que seu corpo caísse para trás no chão. O vidro cortou a carne de suas costas, enviando fortes dores nas costas, mas Piper não se importou.

Ouviu a porta abrir abruptamente com um “Piper!” assustado.

Olhou para cima, envolta em sua miséria. Drew a olhava assustada e, pela primeira vez, Piper viu simpatia nos olhos da irmã.

Drew andou na ponta dos pés, esquivando-se dos cacos para puxar Piper para cima suavemente. Ela a levou para a área principal do chalé onde seus irmãos estavam, olhando para sua conselheira-chefe com preocupação.

Valentina correu para frente, segurando um kit de primeiros socorros com olhos verdes assustados. Drew dispensou todos, pegando o kit e, quando ficaram sozinhas, fechou as cortinas e tirou a camiseta de Piper, começando a cuidar de duas feridas.

Piper sibilou e ficou tensa quando os cacos foram tirados e o álcool desinfetou sua pele.

“Shh, vai ficar tudo bem, não dói mais tanto assim, viu?” ela sentiu o Charme na voz de Drew, mas não se importou, deixou a magia aliviar suas feridas físicas e o pente tirar os cacos presos em seu cabelo.

Quando recebeu uma camiseta limpa, todas as feridas e cortes com band-aid e faixas, Drew a puxou de forma ainda mais delicada para uma das beliches e deitou-as, abraçando a irmã, fazendo trancinhas soltas no cabelo marrom chocolate assim como Leo fazia, sussurrando palavras de conforto embebidas em Charme.

Nem lembrou-se de pensar que nunca imaginou que Drew faria algo assim por ela, ou em como estranho era a pessoa que mais odiava a confortar e literalmente cuidar dos suas feridas.

Piper não se importou, deixou sua represa se esfarelar, chorando com o rosto pressionado no colo da irmã, deixou sua voz dolorida berrar e seus soluços chacoalharem seu corpo.

Drew apenas a segurou mais firme “Deixe tudo sair, desabafe, solte tudo” sussurrou em seu ouvido, o Charme fazendo efeito.

“E-eu só quero L-Leo de volta”

~*~

Jason levou semanas para finalmente aceitar o fato de que Leo havia partido e nunca mais voltaria.

Nico ia para seu chalé todos os dias, conversar com ele, tentar persuadi-lo a sair, os Seis – doía muito nomeá-los assim agora – tentaram também, conforme saíam de seus poços de luto apenas para submergir novamente.

O filho de Hades tentava da forma mais delicada possível fazer Jason entender que Leo não voltaria voando em Festus no meio de uma Caça à Bandeira como fez antes, que Leo se foi e era melhor aceitar do que ignorar isso, que sabe como ele se sentia, mas Jason ignorou até o dia do enterro.

Eles queimaram sua mortalha, claro – era um lindo tecido decorado com um dragão bronzeado cuspindo chamas bordadas a ouro, vários símbolos de heroísmo, medalhas romanas que indicavam ‘O Salvador’, porque Leo era a razão de Gaia não ter destruído tudo e todos – mas Leo era um manipulador de fogo, nada poderia queimar seu corpo, então tiveram que enterrá-lo.

Quíron disse que os corpos dos filhos de Hefesto com o dom do fogo estavam em templos na Grécia e afins, mas ninguém quis voltar para aquele lugar e com certeza seria desrespeitoso para Leo deixar seu corpo onde ele quase morreu várias vezes todos os dias. Então, o corpo do herói estava agora descansando pacificamente sob a Árvore de Thalia, bem debaixo de onde ele destruiu Gaia, no limite da barreira do acampamento onde passaria a protegê-lo como fez em vida, assim como o carvalho.

Romanos, gregos, Caçadoras e Amazonas compareceram. Jason viu até uma mulher de roupas escuras, rosto coberto por um véu negro e uma capa de pele de cabra nos ombros no fundo. Quando olhou diretamente para ela, Juno tirou os olhos do fogo, encarou o filho de Júpiter com olhos frios, que ele não sabia se demonstravam raiva, tristeza, luto, compaixão, cólera, indiferença ou tudo isso junto, depois sumiu.

Foi quando todos foram embora, ainda entrando e saindo do estado de paralisia total pelo luto, quando Jason entrou de cabeça num surto.

Era como se sua mente tivesse bloqueado qualquer sentimento de tristeza, querendo poupar seu coração da dor que inevitavelmente passaria. Mas, é claro, ele acabou quebrando. Cada grama de dor no coração, cada lágrima que ele estava segurando explodiu em uma mistura de tristeza e dor.

Ele gritou, gritou, gritou, bateu e destruiu os bonecos da Arena sem nem perceber. Fez qualquer coisa que acabasse esperançosamente com a tristeza mas não fez nada além de deixar seus nós dos dedos avermelhados.

Um dia, quando decapitou o último alvo, nada tinha ido embora, então ele gritou. Praguejou e usou seus poderes ao máximo para tentar ficar tão exausto que não acordaria por uma semana no mínimo, para fugir para os braços do Leo que habitava seus sonhos, do que ainda estava lá para beijá-lo, abraçá-lo e rir para ele.

Ele estava caído de joelhos no meio da Arena, berrando pela dor e chorando alto enquanto seus poderes estavam tão emocionalmente afetados que romperam a proteção mágica do acampamento e fizeram uma chuva poderosa cair, escurecendo os céus, lançando tantos raios e relâmpagos que ou o rei dos deuses ficaria muito bravo ou muito orgulhoso de seu filho, mas Jason não podia ligar menos para o pai agora.

Jason estava ensopado quando Thalia surgiu do nada e o abraçou.

Sua irmã simplesmente ficou lá, caída sobre os joelhos o abraçando. Sua parka prateada estava encharcada, seu cabelo uma bagunça negra em sua cabeça, as sardas em seu nariz tingidas de vermelho seja pelo próprio choro silencioso ou pelo frio combinavam com os olhos lacrimejantes enquanto ela sussurrava algo que Jason não pode entender, apenas sentiu a voz da irmã como o Charme de Afrodite penetrando sua alma e o acalmando um pouco – apenas um pouco.

Não sabe quanto tempo eles passaram na tempestade, que continuou firme e forte, imparável e inabalável assim como os sentimentos de Jason, mas em algum momento Reyna chegou, puxando Jason para seus braços e passando as mãos nas suas costas como quando ele simplesmente ficava sobrecarregado sendo o filho de Júpiter perfeito e eles escapavam para uma parte escondida dos jardins e comiam brownies.

Uma mão gelada em seu ombro e um sotaque italiano indicou que Nico também estava ali. Em algum momento, ele deve ter dormido, porque a próxima coisa que viu foi o teto do chalé de Zeus, as vozes de Thalia e uma mulher voando pelo local.

Jason virou a cabeça para ver Thalia conversando com uma mulher de pele caramelo, ruiva, os olhos amarelos como limões sicilianos. Ela usava uma túnica grega com bordados prateados e um diadema na testa, pedras preciosas formando uma lua revelaram a Jason que era Diana em sua forma adulta.

Deixou os olhos viajarem pelo chalé para encontrar Reyna e Nico escorados um no outro, dormindo com os cabelos molhados e os corpos enrolados em um cobertor com parkas e calças escuras de caça, claros presentes de Diana.

A deusa pousou a mão no ombro de Thalia e deu-lhe um olhar conhecedor e levemente carinhoso, então seu corpo se desfez em poeira prateada.

Thalia suspirou e finalmente se virou para o irmão, quando o viu acordado, deu um sorriso triste “Ei, sparky”

Jason não respondeu, não conseguia mover-se, estava tudo muito pesado.

Ela se ajoelhou ao lado da beliche em que Jason estava “Voltei o mais rápido que pude, Lady Ártemis me disse que poderia ficar aqui enquanto quisesse, Phoebe assumirá a tendência por enquanto” esticou a mão para acariciar o cabelo louro do irmão, lágrimas voltavam aos seus olhos “Queria poder ter previsto isso, para tirar essa dor dele, de vocês dois” ela engoliu seco “Ninguém merece passar por isso Jason, e isso não é culpa de ninguém mais que Pandora por libertar esses males que nos assombram. Não se culpe, eu estou aqui para carregar esse peso com você, para impedir que alguém se sinta como Leo novamente”

Jason voltou a chorar e deixou Thalia subir na cama para abraçá-lo.

Do outro lado do quarto, o corpo de Nico servia de âncora para seu espírito que observava a alma de um filho de Hesfesto recusar o paraíso, seguindo para um campo de almas sem rosto e língua enquanto ele mesmo desbotava-se e sumia na multidão para nunca mais ser encontrado.


Notas Finais


Vlw Danoninho Meio-A-Meio por me ensinar a usar o spirit kk, agora vou poder atualizar tudo do jeito certo


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