História An Ordinary Night? (One Shot - 2Min) - Capítulo 1


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Categorias SHINee
Personagens Minho Choi, Taemin Lee
Tags 2min, Choi Minho, Lee Taemin, Minho, Oneshot, Shinee, Taemin
Visualizações 190
Palavras 2.347
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drabs, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Shonen-Ai, Shounen, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Depois de exatos 1 mês e 1 dia eu voltei. Essa fic tá pronta há meses e eu tinha intenção de postar no niver do Taem, mas eu fiquei com preguiça de revisar então tá sendo postada agora. Eu sei que ninguém se importa mas okay. Boa leitura e se você leu esta nota, você é importante pra mim.

Capítulo 1 - Fired - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction An Ordinary Night? (One Shot - 2Min) - Capítulo 1 - Fired - Capítulo Único

An Ordinary Night?

Acordei sem saber onde estava. Provavelmente na casa de um estranho fazendo seus favores. O dono deste quarto tem bom gosto. Paredes de cor neutra, cinza, em contraste com as cortinas azuis-claras. Eu gosto de azul. Quarto bem organizado, um tapete preto ao lado da cama para evitar que os pés toquem o chão gelado ao levantar. De um lado da janela uma mesa simples com um computador em cima e pouco decorada. Ao meu lado a pessoa responsável por esse quarto minimalista.

Lindo, sim, ele era. Seu corpo desnudo muito bem definido, diferente de seu quarto simplista. Ele parecia se importar muito mais em tornar seu corpo o mais complexo e perfeito da terra. Olhando para seu rosto sereno dormindo tranquilo lembrei-me da noite anterior.

Dificilmente eu ia à casa deles quando me chamavam. Na verdade raramente eles me convidavam pra suas casas. Normalmente era num hotel que as coisas aconteciam, e eu sempre dava um jeito de acordar antes e ir embora o mais rápido possível. A maioria apenas me usava, nem se importavam em saber meu nome ou se eu os assaltaria enquanto dormiam, nada importava a não ser seu prazer.

Suspirei. Este ao meu lado era o melhor que tinha tido até agora. Choi Minho, essa foi a primeira coisa que me disse, estendendo sua mão a mim.

– Hum?

– Meu nome – Continuou ele – Qual é o seu?

– Por que importa? Não vai querer apenas essa noite?

– Quem sabe eu volte outro dia…. Posso escolher você.

Estes eram os que eu mais odiava. “Outro dia eu volto princesa” ou “Te vejo semana que vem mocinha”. Que queria mandar ele pro inferno, nem tinha acontecido ainda e ele já queria mais? Às vezes homens me dão tanto nojo que quase viro hétero. Diferente do que minha mãe pensa, isso não é possível, por que eu não escolhi ser gay.

– Por favor, eu só quero conversar.

– Não quero criar relações sérias com ninguém, volte outro dia apenas com desejo de me foder e depois me jogar fora.

– Não diga isso, sei que no fundo você quer algo também, que não seja dinheiro.

– Eu não quero dinheiro, só preciso dele.

– Por favor, deixe-me lhe dar prazer, pago em dinheiro líquido dez vezes mais que o habitual. – Dez vezes mais? Ele só poderia estar brincando comigo. Ninguém pagaria tudo isso por uma noite apenas – Vamos à minha casa.

– Não vou à casa de desconhecidos, e se você quiser me matar? – Ele riu. Não tô entendendo esse cara.

– Tudo bem – Ele se sentou ao meu lado no balcão que de dia era um café e a noite um bar que servia como shopping de prostitutas. Todas eram particulares e o dono do estabelecimento apenas as deixava “vender seu trabalho”, mas se perguntassem ele diria que não tinha nenhum envolvimento. – Então vamos tirar esse rótulo de desconhecidos. Conto tudo da minha vida, pode até fazer perguntas ou pedir provas de situações, mas vai ter que me contar da sua também. Nada que seja desconfortável, podemos começar pelo seu nome? Eu já disse o meu.

Observei o moreno me encarando esperando uma resposta. Deveria eu aceitar a proposta? Ele era bonito e novo, coisa que dificilmente acontece. Grande parte dos que me procuravam eram velhos, estranhos e tarados, a maioria que fingia de héteros pra suas esposas e filhos, mas sempre se desfaziam com homens como eu, e comumente eram muito machistas.

Ele era rico, todos eram. Pobres se satisfazem com pouco, classe média não tem tempo pra isso, só transam casualmente, já os ricos estão sempre livres. Tem dinheiro apenas pelo rótulo de dono, porém sabemos que eles não trabalham, apenas ficam em seus escritórios se masturbando assistindo vídeos de adolescentes em sites pornôs.

Algo nesse cara me intrigava muito. Ele não parece ter muito mais que minha idade, sendo assim sua fortuna provavelmente era herdada dos pais. Eu poderia dar uma chance, mas era tão suspeito. Novo e bonito me oferecendo prazer e bastante dinheiro. Talvez eu possa tentar, se morresse não ia perder muito mesmo. Eu nunca fico do lado que sente, eu sempre estou do lado que proporciona o prazer, afinal é pra isto que sou pago.

– Lee Taemin, 24 anos, há três trabalhando nesse inferno, servindo a quem estiver disposto a pagar pra ter minha ilustríssima presença – falei esta última num tom óbvio de sarcasmo. Ele sorriu e assim a conversa continuou. Eu liberei pra ele muito fácil, mas tive meus motivos, já citados.

Acabamos indo para sua casa e no caminho certo medo tomou conta de mim, será que eu deveria me deixar levar ou sair correndo o mais rápido possível? Olhei para ele dirigindo ao meu lado, estava bem calmo, como um psicopata que tem seu plano dando certo. Suando frio, engoli em eco e rezei. Eu já tinha certo receio nos casos convencionais, neste então que estava sendo levado para a casa dele, eu estava totalmente nervoso e só pensava em acabar logo.

Notando meu nervosismo ele pegou minha mão, chamando minha atenção, e levou até seus lábios e a beijou me deixando totalmente perplexo, porém se sua intenção era me acalmar, deu certo. Então comecei a acreditar que, realmente, tudo o que ele tinha me dito iria mesmo acontecer e ele não iria me torturar ou me matar. Ele não soltou minha mão até chegarmos e, sinceramente, eu preferi assim.

Nunca uma noite de trabalho tinha sido tão boa quanto essa. A casa dele era aconchegante. Fui levado direto ao quarto e então ele me beijou de forma intensa. A maioria nem chegava perto disso, os outros só queriam um buraco pra penetrar e uma boca gemendo. Mas ele não, ele queria mais que isso. Ele queria minha paixão, meu amor, meu bem, meu prazer. Ele é do tipo que se sente bem se fizer o outro se sentir bem. Meu último namorado era assim.

Havia tanto tempo que tinha esquecido como é bom quando ambos têm o desejo e ao final conseguem juntos os prazeres. Meu corpo estava apoiado na cama alta, a cabeça jogada pra trás com os olhos fechados sentindo seus beijos descendo pelo meu tórax que, rapidamente, ele havia deixado a mostra. Minhas mãos passeavam pelos seus ombros e eu estava me excitando cada vez mais quando aos poucos ele começou a abaixar minha calça e a cada centímetro abaixado ele depositava um beijo em meu ventre, até chegar ao lugar que ele mais almejava naquela noite.

– Ah, você ainda está aqui – voltei à realidade com o pronunciamento da voz sonolenta olhando então para o homem ao meu lado que sorria com o rosto ainda inchado por ter acabado de acordar. – Você disse que sempre ia embora antes de seus clientes acordarem, mas você ainda está aqui. – pensei em levantar, mas tinha ficado excitado novamente com as lembranças da noite anterior, e como estava nu, essa opção estava fora de cogitação. Ele levantou pelado sem pudor algum, colocou um calção e antes de sair disse – Vou preparar um café. Tome um banho, no armário do banheiro tem toalhas e um roupão, use-o e depois pego roupas pra você. Encontre-me na cozinha quando sair. – ele sorriu e fechou a porta me deixando sozinho e pensando “o que ele está pretendendo com essa gentileza toda?”.

Levantei e fiz o que foi pedido, pois, devo lhe lembrar de que estou sendo pago para “seguir suas ordens” e, pra ser sincero, um banho não seria nada mal.

A água escorrendo pelo meu corpo trouxe novamente as lembranças e sensações da noite anterior. Desta vez já estava deitado na cama com chupões sendo espalhados pelo meu corpo, aquele homem com dois de seus dedos em minha entrada e a outra mão masturbando a si mesmo. Meu membro que há pouco tinha sido degustado agora pulsava quase a ejacular pela segunda vez. Ele parou por um momento, se esticou sobre meu corpo tentando pegar na gaveta de seu criado-mudo algo que descobriria ser camisinha e um potinho de lubrificante. Ele vestiu a camisinha e logo colocou em sua mão um tanto do líquido, passando parte em minha entrada e outra em seu membro, em seguida posicionando-se para me penetrar. Deu-me um leve beijo e disse:

– Nunca pensei que fosse encontrar essa cena logo de manhã no meu banheiro. – Lá estava ele na sorrindo na porta observando eu me masturbar, coisa que parei no mesmo instante que ouvi sua voz e logo ruborizei e tentei cobrir meu corpo, mesmo que não desse e nem fizesse diferença, já que tínhamos transado na noite anterior. – Desculpa interromper seu momento, você estava demorando demais, vim ver se estava tudo bem.

Automaticamente minhas expressões, que antes mostravam espanto, se relaxaram e eu só queria beijá-lo naquele momento por não ser um cuzão como todos os outros.

– Tudo bem, já estou indo, percebi que você está bem. Inclusive melhor do que se pode imaginar né? – ele riu malicioso e eu retribuí. Sentia-me completamente confortável na sua presença e apenas assenti antes de ele sair do banheiro.

Terminei rápido e fui até onde achava ser a cozinha, eu queria ver seu sorriso de novo e me derreter ainda mais por ele. Eu sei que não devia me apaixonar por clientes. Normalmente isso não era problema, pois como já disse a maior parte deles são nojentos, mas por esse cara era quase impossível.

Senti o cheiro do café recém-passado ao chegar lá. Sentei e observei o homem terminando de preparar a mesa, e vindo até mim desferir um beijo em minha bochecha antes de sentar-se ao meu lado. Olhou-me de cima a baixo com seu sorrisinho lateral fofo sempre em rosto.

–Eu prefiro você sem roupas, pra ser honesto.

– Digo o mesmo sobre ti – enquanto tomava meu café decidi que finalmente era hora de trazer o assunto a tona – Mas por que você é diferente? Por que quer saber de mim e por que me trata tão bem?

– Ah TaeMin, eu sou apaixonado por você – eu fiquei surpreso, mesmo que suas demonstrações fossem bem diretas. – Eu já fui como você, sabe. Eu cresci num tipo de orfanato, meus pais tinham diversos problemas de saúde e não queriam que eu também tivesse que viver com tais problemas, então me entregaram para minha tia. Ela já cuidava de várias crianças, porém ela nunca teve as condições necessárias, e quando cresci eu queria ajudar, mas eu era menor de idade e não tinha terminado a escola ainda então era difícil. A prostituição foi uma solução que julguei temporária, mas estava quase desacreditado quando meu pai veio atrás de mim. Pediu desculpas pelas condições em que ele e minha mãe me deixaram e me avisou que os dois morreriam em breve, juntos como sempre estiveram, e toda sua fortuna, contando com a posse da empresa, seria minha. Eu não queria o dinheiro deles, queria a atenção e amor de pais que eu nunca tive, mas minha mente mudou completamente quando enfim fui visitá-los. Pude ir apenas uma vez antes de partirem, eles ficaram tão felizes e eu também é claro. Decidi que ajudaria meus colegas de trabalho. Eu daria a cada um deles uma última noite de prazer naquele emprego horrendo e no outro dia os levaria para minha empresa, pouco a pouco tirando cada um dessa situação, aos que tinham vontade de mudar, que sempre foi a maioria. Então pagava cursos enquanto eles ficavam temporariamente como estagiários, para adquirirem experiência. Eu não pretendo fazer o mesmo com você. Não me entenda mal, mas eu quero você ao meu lado o tempo todo – Essa parte estava me deixando confuso, ele não iria me dar emprego, mas iria me manter como um escravo particular? – Eu dormi com você uma vez, há muito tempo. Eu estava tão abalado e descontei em sexo e infelizmente você estava no caminho naquele dia. Depois disso me senti extremamente culpado. Que hipócrita eu era em odiar este trabalho, mas continuar alimentando tal indústria, então, usando meus meios, eu investiguei tudo sobre ti. Eu sei que você pode pensar que sou um stalker louco por fazer isso, mas aos poucos fui conhecendo toda sua vida, desde o nascimento até como você chegou a essa situação. Aos poucos fui me apaixonando pela sua história e pelas coisas que ouvia sobre você, mas ainda faltava conhecer você, de verdade. O fato de ter escolhido o dia de ontem para isso não foi uma coincidência, você disse que tem 24 anos, mas é mentira. – Ele foi até a geladeira pegou um bolo decorado com meu nome e velas – Feliz aniversário Taemin!

Eu estava surpreso e extremamente feliz. Era meu primeiro bolo de aniversário desde que fugi da minha família há dez anos.

– Pode parecer um pouco cedo, porque por mais que eu já te conheça, você sabe muito pouco sobre mim, mas eu quero que comece já como meu assistente pessoal, aos poucos vai me conhecer melhor e eu vou tratar de te fazer mais feliz a cada dia que passar! Vai morar comigo, se aceitar claro, senão lhe darei uma casa e não poderá negá-la. Eu cansei de te ver sofrendo na mão de outros homens, deveria ter ido antes mas não sabia como você lidaria. Poderia pensar que eu só queria te usar, mas eu nunca vou fazer isso, eu quero que você seja meu amor, meu namorado, que você saiba que existe amor para todos nesse mundo. – ele pensou por um minuto – Sabe, me disseram uma vez que se o amor a ti alguma fez foi negado, é por que você merecia mais que aquilo. E eu te darei muito mais do que em toda sua vida alguém pode dar. – ele me olhou sugestivo e eu ri com a ambiguidade de sua frase – Então, quando estiver preparado me notifique, só não se sinta pressionado, eu esperarei até a eternidade se precisar. Eu realmente te amo Taemin.

Eu me sentia a pessoa mais feliz e amada do mundo. Não, do universo! Foi o melhor dia da minha vida, e nada poderia estragar aquele momento mais que perfeito, até que….


 


 


 


 


 


 


 


 


 

Eu acordei.


Notas Finais


Se alguém quiser me matar depois desse final eu entendo, quando estava revisando eu não lembrava dessa última frase e fiquei com raiva de mim mesma. Deixe um comentário sobre o que ficou bom ou poderia melhorar e esperem por mais plot twists nas minhas próximas estórias. Enfim viva a vida, obrigada por ler.


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