1. Spirit Fanfics >
  2. Anarquia >
  3. O fim?

História Anarquia - Capítulo 10


Escrita por:


Capítulo 10 - O fim?


Bart abre seus olhos bem devagar e olha ao redor. Eles estava no que parecia uma pequena cabana, ao seu redor tinha mais pessoas sendo atendidas e algumas sendo medicadas. Mel estava do seu lado junto a uma bolsa de sangue.

- Oi, o que eu perdi? – Ele diz um pouco rouco.

- Graças a deus, pensei que ia te perder. – Mel abraça ele. – Você ficou três dias em coma e o que perdeu não foi muita coisa, estamos conseguindo colocar tudo em ordem.

- Onde estão os outros?

- Estão logo ali, eu vou chama-los.

Mel se levanta e fica do lado de fora avisando a Baltazar e Jinx. Eles entram e vão ate Bart.

- Bom dia bela adormecida. – Diz Jinx brincando com ele.

- Como estão as coisas?

- Indo de mal a melhor.

- Isso e bom, em quanto tempo vocês acham que terminamos isso? – Bart tenta se levantar para ficar sentado.

- Fique deitado, não esta bem pra se sentar.

- Eu quem decido isso. Em quanto tempo terminamos as coisas.

- Se continuarmos do jeito que estamos vai ser em torno de 5 anos.

- Quero ver do lado de fora.

- Não pode, tem que ficar aqui. – Diz Baltazar.

Bart simplesmente ignora e tira a agulha do seu braço que estava conectada a bolsa de sangue. Ele se levanta devagar e coloca a mão no seu abdômen sentindo um pouco de dor.

- Viu, tem que ficar deitado.

- Já passei por coisa pior. Acha que uma dor de barriga vai me impedir?

Jinx e Mel dão apoio para poder andar sem que acabe tropeçando quando se cansar. Do lado de fora estava bem diferente de um pouco antes dele desmaiar, existiam um monte de maquinas agora. Algumas delas tiravam todos os escombros e entregavam a outra que começava a triturar e transformar em pó, um pouco mais distante tinham varias casas sendo feitas onde existiam vários escombros. Alguns soldados e civis estavam sendo tratados por todos os lados e aqueles que estavam saudáveis para ajudar estavam em todos os lados, carregando pessoas, escombros, construindo. Tudo havia mudado.

Bart passa o olho mais um pouco e vê que existem algumas crianças desenhando um tipo de bandeira em um pano preto. Bart se solta de Mel e Jinx e anda sozinho na direção das crianças.

- Ei, desculpa atrapalhar. O que estão tão animados desenhando?

As crianças levam um susto e quando olham quem é elas se admiram e saltam em cima dele o abraçando.

- Todos aqui gostam muito de você, somos seus maiores fãs. – Diz uma delas.

- Serio? Que incrível. Porque tanta admiração por mim?

- Você nos deixou livres e agora estamos todos unidos ajudando um ao outro.

- Você pode nos dar um autógrafo? – Outra criança pergunta.

Bart tateia seu corpo procurando uma caneta. – Sinto muito, eu não tenho uma caneta.

- Aqui, use está. – A criança entrega uma caneta para ele. E todas elas esticam suas camisas para ele escrever.

Com um sorriso no rosto Bart escreve em cada uma delas e toda vez que termina de escrever em alguém e uma euforia de felicidade que elas sentem quando está chegando sua vez ou vai compartilhar com outros. Cada vez mais iam chegando crianças pedindo para fazer o mesmo nelas. Mel, Jinx e Baltazar ficam assistindo ele se divertir com todas aquelas pessoinhas ao seu redor. Finalmente ele termina e mais nenhuma criança aparece, todas aquelas que ele havia assinado estavam realmente contentes e mostram para as outras onde ele tinha assinado. Ele olha para o chão e vê uma pequena bandeira preta com um “A" vermelho dentro de um circulo da mesma cor, ele pega para olhar melhor ela.

- Quem de vocês fez isso? – Ele pergunta para as crianças.

- Fui eu. – Uma delas levanta a mão. – Você gostou?

- Gostei? Eu adorei. Posso pegar ela emprestado?

- Claro. Use para o que quiser.

- Obrigado. – Ele acaricia os cabelos. – Observem.

Bart anda na direção de um homem que está com um alto-falante na mão comandando as máquinas.

- Bart, o que vai fazer com isso? – Pergunta Mel.

- Você já vai ver.

Quando chega perto do homem ele pede para que as máquinas parem por alguns minutos e também pede emprestado o alto-falante. O homem faz o que ele pediu e depois entrega a ele.

- Atenção a todos. Bem, sei que isto e apenas o começo de algo que vai demorar muito para ser concluído e que com certeza não devemos comemorar nem tão cedo. – Todos estão olhando para ele atentamente. As crianças estão totalmente vidradas e esperançosas sobre o que ele vai dizer. – Porém, quero fazer algo para mostrar que agora todo tipo de conflito entre nós está totalmente terminado. – Ele ergue a bandeira. – Nesse exato momento, a partir de agora, esse terra. Toda ela de todos os cantos possíveis. Agora pertence a Anarquia, e nós, todos nós somos a Anarquia. Mesmo que alguém nos represente, nós que comandamos esse lugar. Nós que escolhemos o que e melhor para todos nós. Agora, esse lugar é todo nosso. – Ele finca a bandeira no chão. Todos que estavam lá começam a vibrar, qualquer pessoa em seu estado que seja, estavam todos com ele. As crianças eram as mais animadas, aplaudiam e gritavam mais alto que todos.

Ele entrega o alto-falante ao homem e volta para perto de suas “muletas".

- Iai?

- Muito bem senhor presidente. Qual a próxima agora? – Pergunta Baltazar.

- Não sirvo pra esse cargo. Deixe pra outra pessoa.

Eles voltam para deixar Bart ser cuidado de novo enquanto precisam ajudar os outros.

- Bem, dessa vez fique ai por favor. – Pede Mel enquanto colocam a agulha nele para receber sangue.

- Tudo bem, eu fico. Divirtam-se por ai.

Eles deixam Bart ali e vã embora. Depois de algumas horas Bart finalmente e liberado, ele anda por ai para ser mais um a ajudar os outros.

Cada fia que passava eles estavam mais perto de arrumar toda aquela bagunça, quando paravam para olhar viam que mais e mais pessoas estavam ajudando. O processo ia ficando mais e mais rápido e quando terminaram se sentiram orgulhosos, mas faltava uma única coisa. Quem os representaria.

Todos pediam para que Bart fosse essa pessoa, mas ele negava. Dizia que não iria servir para esse trabalho, mas prometeu para eles que ficaria de olhos abertos em quem fosse essa pessoa.

Aquele agora era o início de uma novo capítulo para aquele lugar e dessa vez seria melhor que o anterior.

Quando caiu a noite todos os quatro estavam perambulando pelas ruas sozinhos.

- Conseguimos fazer isso em apenas 5 anos e ainda continuo impressionado. – Diz Bart.

- Bem, e agora? Nós quatro não temos mais nada pra fazer agora que está tudo normal. – Pergunta Mel.

- Olha, nesse momento eu tenho sim algo pra fazer. – Responde Jinx.

- E o que seria?

- Vou voltar a agir no âmbito político.

- Jinx, tome cuidado lá. Aquele é normalmente um lugar ruim. – Avisa Bart.

- Não se preocupe, vou conseguir me cuidar. Enfim, já deu minha hora então, até outra hora. – Ela se despede deles e segue viagem por entre as ruas.

- Bem, agora somos três.

- Dois. – Corrige Baltazar.

- Você também? Qual vai ser o seu?

- Vou trabalhar numa indústria aqui perto. Eu começo amanhã.

Bart suspira. – Boa sorte então.

- Obrigado. Até logo. – Baltazar segue o mesmo caminha que Jinx fez e chama pelo nome dela pedindo para que espere.

- Somos nós dois agora. Ou você também tem algo pra fazer? – Pergunta Bart para Mel.

- Não, somo nós dois apenas. – Ela sorri.

- Eu conheço esse tipo de sorriso.

- Conhece é? – Ela pergunta se aproximando dele e o envolvendo com seu braços.

- Com toda certeza. – Ele a beija agarrando sua cintura. – Eu tenho um bom lugar pra gente.

Ele a guia por entre varias ruas enquanto ela sempre pergunta para onde estavam indo. Quando estavam chegando perto do lugar ela começa a sentir o cheiro de água salgada e uma brisa gostosa de se sentir.

- Bem, aqui estamos. – Eles estão em uma praia onde no meio dela existe um píer não muito grande.

- Esse é píer Santa Teresa?

- Sim, mas essa não e a questão daqui a algumas hora quero te mostrar algo nesse lugar. Até lá, vamos nos divertir um pouco.

Eles vão ate a ponta do píer e começam a se pegar. Os beijos são intensos e demorados como se mostrassem que sentiam falta daquilo. Aos poucos iam se despindo sem vergonha nenhuma até estarem completamente sem nada. Bart coloca ela sentada na beira do píer e começa a brincar com ela. Os gemidos dela para ele estão mais doces de se ouvir e ele poderia ficar naquilo sem se cansar.

- Bart, eu quero você, agora.

- Sinto muito, mas só quando você tiver um orgasmo.

Ela fica de pé e a beija passando a mão por entre suas pernas. Ele enfia dois dedos devagar até estarem totalmente dentro dela. Ele começa a mexe devagar e com cuidado e cada vez mais ia aumentado a velocidade quando Mel pedia para ele ir mais rápido. Quando estava perto de seu primeiro orgasmo ela beija Bart e se segura em seus ombros. Ela geme sendo abafada pelo beijo e suas mãos acabam apertando o ombro dele fazendo com que suas unhas o arranhasse.

- Desculpa, não queria te machucar.

- Não tem problema, se quiser tem mais lugar pra você me marcar.

Ela sorri.

- Bem, agora finalmente posso ter você. – Ela pega nele para que se aproxime, mas caba ficando muito vermelha. – Você esta mais duro do que antes, parece até maior.

- Bem, o que posso dizer... acho que ele agora só quer você.

- Então pode vir. Estou esperando por ele a muito tempo.

Bart se aproxima dela e começa a penetrar devagar a pedido dela para que ela sinta cada centímetro dele. Quando ele coloca tudo, ela o agarra com os braços e pernas.

- Eu consigo sentir.

- Cala boca, apenas vai com calma, você está praticamente entrando no meu útero.

Ele a tira da beira e a segura com ela totalmente agarrada a ele. Bart se mexe devagar e toda vez que se ela geme de um jeito que para ele, é viciante de escutar e ele acaba indo um pouco mais rápido do que estava. Mesmo indo mais rápido ela não reclama e apenas o agarra mais forte.

- Você quer entrar não é? – Ele pergunta.

- Sim.

Ela se solta e deita ele no chão ficando por cima. – Não se empolga demais. – Ela começa a descer devagar até começar a toca-la. Quando ela relaxa desce de uma vez deixando ele dentro. Ela deita por cima dele ficando cara a cara.

Ele se mexe com cuidado, e a expressão dela é de extremo prazer mesmo eles tendo começado ainda pouco, com o tempo ela se acostuma e pede para ele ir mais rápido. Eles vão usando todas a posições possíveis e apenas trocam quando ela tem um orgasmo seguido de outro. Já haviam se passados umas duas horas e eles estavam praticamente exaustos.

A posição que estavam fazia com que Bart tivesse uma bela visão das costas de Mel, diferente da sua que estava totalmente arranha, e da bunda dela que ele acabou deixando vermelha dos dois lados de tanto que bateu.

As pernas de Mel estavam no seu limite e ela já estava toda sensível a um nível que apenas um toque em qualquer lugar a faria gemer baixinho. Bart começa a ir o mais rápido possível pois já estava no seu limite também.

- Não consigo mais segurar. – Ele diz.

- Por favor, quero tudo dentro. Solte tudo que tiver em mim.

Assim que ela termina a frase, ele solta tudo dentro dela. As pernas dos dois estavam tremendo e estavam bastante ofegantes. Sem perceberem eles não tem como limpar aquela pequena bagunça e nem mesmo onde procurar.

- Bem, acho que a única opção é ali. – Bart aponta para praia.

- Você quer que eu me limpe ali? Isso e meio...

- É a única opção, é melhor do que deixar por ai aleatoriamente.

Para situação embaraçosa, aquilo acaba ficando um pouco tenso e sem alternativa ela aceita.

- Ótimo, melhor pegar as roupas. – Assim que eles pegam cada peça Bart deixa Mel no canto.

- O que vai fazer?

- Te mostrar um atalho pra poder descer. – Ele começa a empurrar ela devagar para a derrubar no mar.

- Espera, acho melhor de outro jeito.

- Não. – Ele a derruba e a faz cair no mar.

- Você e louco sabia? – Ela grita de lá de baixo.

Ele pula e cai do lado dela.

- Sou louco, mas você me ama do jeito que eu sou.

Ela não responde e apenas começa a se limpar e vestir. Quando terminam eles se divertiram um pouco brincando de pega-pega dentro mar mesmo. Assim que cansaram eles se sentaram na areia olhando o reflexo da lua ela água.

- Eu ainda me pergunto mesmo depois de 5 anos. O que vocês derrubaram e queimaram?

- Igrejas, catedrais. Não machucamos ninguém e nem fizemos nada com abrigos e essa coisas.

- Que alivio, achei que as coisas poderiam sair do controle.

- Que nada, eles só precisam de alguém com punho de ferro.

Mel deita no colo de Bart e sorri para ele. Ele não sorri de volta fazendo com que ela fique preocupada.

- O que foi? Aconteceu algo?

- Não, talvez não ainda.

- O que quer dizer?

- Tenho medo de que tudo que nós tenhamos feito seja em vão e as coisas voltem ao que era antes.

- Ei, nós estamos aqui pra resolver esse tipo de coisa. Vai dar tudo certo.

- Quem sabe.

Mesmo estando frio de noite e eles estando molhados, decidiram dormindo na praia. A incerteza de que talvez toda uma guerra aconteça de novo só o tempo dirá, até lá, eles descansam e vigiam aqueles tem o poder nas mãos pois se saírem do controle a Anarquia irá renascer.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...