História Anata no mondai wa nandesuka? - Capítulo 71


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Boyxboy, Gay, Romance, Yaoi
Visualizações 16
Palavras 1.036
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Yaoi (Gay)

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 71 - CAPITULO 71: A resposta do sul coreano!


# Jin-ho  * Yusuke

# Era quase impossível acreditar que estávamos de volta ao Japão, e ainda por cima na casa que guardava tantas lembranças, eu confesso que nunca fui o melhor dono de casa, e na ausência do yusuke não consegui manter tamanha integridade do lugar, mas eu juro que organizei tudo na medida do possível.

# Para mim já tinha se tornado um hábito viver naquele local, mas para ele que havia acabado de voltar da Inglaterra, tinha um significado ainda maior estar de volta... algo que até mesmo eu não podia compreender.

# - Eu tenho certeza que você sentiu saudades... - Disse, encarando os seus olhos cristalinos, no entanto eu fui totalmente ignorado.

# E ele subiu as escadas com as malas, enquanto a mim me joguei sobre o sofá da sala puto, pois por incrível que pareça ele não falou mais comigo durante todo o percurso do aeroporto pra cá.

Realmente durante o trajeto para o condomínio ambos não trocaram uma única palavra, mas isso tinha uma explicação plausível logo que, o pobre mestiço tinha sido completamente rejeitado pela sua esposa.

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* - V... Você gostaria... de se casar comigo? - Pronunciou o mais velho de joelhos, com um lindo Anel de noivado em mãos.

# "Ele ... não pode estar falando sério...", Mentalizou o Sul coreano, olhando de um lado para o outro, todas aquelas pessoas enquanto o mestiço aguardava a sua resposta.

# - Eu... - O tempo parecia ter se tornado extremamente longo, e Yusuke não só estava vermelho, como engolia seco com a cara pálida de Jin-ho virada para ele.

Aos poucos as pessoas começaram a cochichar entre sì, e uchida juntamente com os demais ficaram pasmos, logo que o coreano olhava fixamente para o nada, como se estivesse pensando em algo.

Isso se seguiu por mais alguns minutos, e quando yusuke finalmente estava prestes a  ter um ataque de ansiedade, Jin-ho caminhou até ele fechando a caixinha que continha o anel de noivado dizendo-lhe.

- Desculpe.. eu não posso aceitar... - Essas palavras haviam atingido o outro como um raio, e no fim ninguém entendeu aquela resposta sem sentido....

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# - Não é pra tanto, ele está sendo infantil! o Japão é um país livre eu tenho direito de recusar se eu quiser! - Rosnou, já lançando algumas almofadas contra o sofá.

Em contrapartida na parte superior da casa, Yusuke tinha jogado as malas por lá mesmo, e sem pensar duas vezes  ele se trancou no banheiro do quarto, o mesmo estava decepcionado, enquanto tirava a roupa para um banho quente.

* "Eu devia ter esperado um pouco mais... talvez eu tenha me precipitado, ou simplesmente eu sou um idiota..."

* - Droga! - Esbravejou, e como uma criança mimada bateu sobre o boxer, fazendo toda aquela estrutura de vidro tremer.

Logo depois ele tirou toda a sua roupa expondo o corpo definido de um ex militar, e com as pálpebras abrindo e fechando lentamente, deixou a água quente do chuveiro escorrer...

Naquele instante uma dor aguda invadiu o seu peito, porque ele não conseguia compreender a razão de ter sido rejeitado... ele amava o Jin-ho mais que tudo e estava disposto a fazer qualquer coisa por ele, então por que? o seu amor... isso não era o suficiente?....

* - Eu não tenho o direito... de impor as minhas vontades, talvez isso tenha sido muito constrangedor tanto pra mim quanto pra ele, eu só queria fazer algo incrível, tentando demostrar uma pequena parcela do meu amor... - Sua cabeça passou um tempo ali tentando lhe fazer entender, e sem escolha ele decidiu não questionar.

Mesmo que estivesse chateado, a culpa era sua por se precipitar, e ele não podia deixar que aquele pequeno incidente estragasse o recomeço deles...

Então após o banho, o mestiço colocou um moletom na cor preta, e desceu para a cozinha passando por Jin-ho que estava emburrado na sala vendo TV.

* - O que você vai querer almoçar? - Perguntou gritando para ele da cozinha, e de imediato o pentelho apareceu na porta de correr dizendo-lhe.

# - Frango! aquele com molho que só você sabe fazer! - O garoto sorriu, e contagiado por ele yusuke suspirou sorrindo de volta, ate que um raio de sol iluminou aquela expressão doce e gentil, e Jin-ho contemplou a bondade do universo com ele.

Seu coração tinha ficado a ponto de explodir... - E sem pensar duas vezes ele se aproximou do mais velho, abraçando o mesmo por trás, na tentativa de confortar o coração de ambos.

# "Eu te amo... mas eu não posso aceitar... Não agora, por isso... dessa vez sou eu quem te peço... espere por mim....."

Aquela atitude era tão rara, que yusuke não pode deixar de se sentir feliz a ponto de provocar  o seu gato arisco dizendo-lhe.

* - Se vai me abraçar, abraça por debaixo da roupa! - O tom foi tão provocativo.

Que o garoto corou na mesma hora como um extintor de incêndio. 

# - V... Vai se foder! e não esqueçe da minha marmita pra amanhã! - Retrucou, se referindo ao trabalho, e como um garotinho saiu da cozinha batendo a porta arrancando a risada mais gostosa daquele loiro de olhos claros...

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- V... você quer dizer que o senpai já está de volta ao Japão? - Pronunciou Kei eufórico, ao receber a notícia de que Jin-ho já estava em solo japonês.

- Sim, e ele volta ao trabalho amanhã! - Afirmou Sakura contente, pela felicidade do sobrinho, pois o seu garçom tinha sido tão prestativo, que esses dois meses fez com que o menino se apegasse a ele.

E para Sakura Mui, essa era a eterna adimiração de um kouhai pelo seu veterano, podendo inclusive ajudá-lo a amadurecer, pelo menos era isso que ela pensava.

"Você viajou sem nem se quer se despedir senpai, mas não importa eu fiquei te esperando e me tornei um hoster ainda mais popular, só que dessa vez eu não vou me conformar com um beijo compartilhado de molho....", Mentalizou se referindo ao beijo indireto na cozinha, e com um sorriso bobo o jovem de cabelos vermelhos vestiu uma jaqueta de couro, saindo da sala da tia...










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