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História Anatomia Humana (Iidabaku) - Capítulo 1


Escrita por: Kotenryo

Notas do Autor


Hi everyone!

Espero que gostem dessa one shot Bakuiida. É mais uma das minhas tentativas de fazer um hot kk.

E sim, esse é mais um dos meus ships flops. Ontem (acho, sou horrível com datas) eu postei uma Dabibaku hot (Bakugou maior de idade) então se quiserem dar uma olhada o link vai estar nas notas finais. (O Dabibaku foi o primeiro hot que escrevi então relevemos)

Boa leitura :)

Capítulo 1 - De uma forma diferente (Único)


Fanfic / Fanfiction Anatomia Humana (Iidabaku) - Capítulo 1 - De uma forma diferente (Único)

     Acordei bem cedo para minha caminhada matinal, já eram costumes familiares acordar às seis da manhã então aproveitava esse tempo para correr pelo bairro mandando algumas pessoas irritantes tomarem em certos lugares por estarem lavando a calçada com água da torneira ou simplesmente por implicância.

     As vezes encontrava Natsuo e Fuyumi Todoroki saindo, ela levando o irmão pra faculdade já que iria para o trabalho — Não sei como ela aguentava tanta criança —, era o mesmo distrito em bairros vizinhos e isso ajudava um pouco na aproximação das nossas famílias, que se davam bem principalmente por causa de nossas mães. O caçula da família deles acordava tarde então tinha a sorte de não esbarrar com o lerdo que era Shouto Todoroki.

     Já bastava na U.A.

     Parei em um ponto de ônibus para descansar e beber a água que havia levado, hidratação é importante para a saúde e pele, por mais que não precise me preocupar com a aparência graças a glicerina. Aproveitei pra olhar o telefone.

     Kaminari ontem a meia-noite reclamando que seu jogo ficou preso em meu quarto — Por isso não consegue boas notas, além de burro gasta o cérebro decorando nomes de armas — e respondi educadamente com um pau no seu cu; Kirishima perguntando quem era a dupla dele no trabalho — já que havia adoecido e perdeu quem era — e fiz o favor de responder com um pergunta pro professor, caralho. Também tinha Mina falando sobre o dia das garotas — Que eu acabava por participar ouvindo as fofocas, pintando as unhas e fazendo skincare — e pedindo para eu ir até Shibuya olhar as coisas com ela, respondi com um você nem vai comprar, porra. Eu sei que ela iria insistir assim que aparecesse pra aula segunda e acabaria aceitando.

     O que me chamou mais atenção foi o número desconhecido, eu não salvava o número de todo mundo, apenas do squad, do Aizawa sensei e do Jeanist. As mensagens eram de ontem.

Olá Bakugou, Boa Noite!

↠ Podemos fazer o trabalho do aizawa hoje em minha casa caso esteja de acordo.

↠ Se aceitar apareça as nove da manhã, o endereço é ---.

     E assim eu lembrei que tinha um trabalho enorme com o quatro olhos. Porra, eles escrevia tudo certinho, sem abreviações ou palavrões. Okay que eu não isso onomatopeias como "n" ou "tbm" mas isso já era demais.

     Talvez eu devesse aproveitar a oportunidade para tirar ele da linha.


    Eu vou aproveitar, só vai se um problema se sua família ficar no nosso pé. Familiares são um saco.

    As oito eu na estava no metrô pra ir, era em uma área rica com mansões mais modernas. Rico é foda, não que eu possa reclamar muito já que minha casa não é lá o que se chama de simples. Embora eu sempre use o metrô por ser mais barato que um táxi o ódio é imediato. Sempre vai ter alguém encoxando você e te tocando, principalmente se estiver em pé. Depois de meia hora, eu pude me sentar, fiquei só quinze minutos mas valeu a pena já que minhas pernas não sorriam tanto.

    E caralho, eu ainda tinha que caminhar uma subida pra chegar na rua do nerd.

⏮𖢊☾𖢊⏭

    As nove em ponto eu apertei o interfone da mansão dos Iida. A mãe dele estava em casa, fui bem recebido devo dizer já que não era uma mulher ruim, então anotei mentalmente para não acabar dizendo coisas muito grosseiras em sua frente. Embora eu seja o clone de minha mãe em tudo aprendi várias outras com meu pai e desrespeitar mulheres que estavam sendo gentis não era algo que ele se orgulharia.
  
    Se fosse falsa eu tacava o foda-se. Porra, mano, ela me convidou até pro café da manhã que eles estavam tomando.

    Agora, bom, eu não sei como por meu plano em prática. Pensei que com a senhora Iida indo visitar o filho mais velho que em breve terá alta completa eu poderia apenas me jogar pra cima dele mas não. Eu já peguei pessoas quietinhas demais antes — Não é como se eu fosse alguém que fica com muitos mas já aconteceu — porém ele é quase o próprio Jesus.

     Quero só ficar em baixo dessa mesa — O cara tem um mini escritório completo dentro do quarto, cadê a personalidade? — e mamar ele até o diabo poder entrar.

    A única vez que ele ficou doido foi quando queria matar stain — sim, eu soube de tudo, descobri sozinho com uma ajudinha do Jeanist — e foi muito sexy. Mas depois ele incorporou o bonzinho enquanto eu estou aqui querendo incorporar a lacraia e sentar nele.

    Faz favor né, olha o corpo desse cara. Seria um dia deixar passar.

— Em qual parte você está agora? — Perguntei apenas por perguntar.

— Ah — Soltou, porra, por que ele tá tão surpreso? Não é como se eu nunca tivesse falado com ele, acho — uh...típico dois, e você, Bakugou?

— Tô no três, talvez devessemos dar uma pausa — Aí, minha chance — Ainda temos uma semana inteira para terminar.

— Oh, se quiser pode dar uma pausa, Bakugou — Sorriu logo voltando a olhar seu notebook — quando eu te alcançar eu faço, obrigado pela preocupação.

     AH VAI A MERDA PORRA!! Bufei baixo para que ele não notasse e decidi botar o plano se ele não ceder a qualquer outro usar em prática. Desci em silêncio para debaixo da mesa de madeira polida escura, ele não percebeu então ou é muito estudioso ou muito lerdo. Empurrei um pouco sua cadeira para traz e ele enfim notou.

— Bakugou? O que você tá fazendo aí em baixo — Sua expressão logo mudou de surpresa pra vergonha quando eu acariciei sua coxa e fui direto pro zíper da calça — E-es-espera o q-que vo-você tá fa-fazendo?

— Você fala demais, Tenya-san.

     Desci o zíper de sua calça e agarrei o membro que mesmo parcialmente desperto ainda era grande. Ele ainda tentava me parar, e se quisesse mesmo pararia já que sua força é maior. Lambi e chupei um pouco os lados até estar completamente duro e por fim enfiei na boca subindo e descendo. Era bom, ele com certeza como bastante fruta e não bebe então eu aguentaria engolir o que viesse.

     Olhei para ele que corava cada vez mais, alguns gemidos saiam dele, os que sua mão não impedia. Ele não sabe nem o que fazer com as mãos, sinto um pouco de pena por tirar a inocência e virgindade dele.

     Agarrei sua mão, que anteriormente agarrava o assento da cadeira, e levei para o meu cabelo. De início ele não entendeu mas depois que percebeu o que eu queria fez. Não era toa rude como eu esperava mas ainda era bom e em pouco tempo ele gozou dentro da minha boca.

— E-espera Bakugou, não bebe isso!

     Engoli lambendo os lábios no final, ele parecia não acreditar que fiz isso então fica na cara que é o primeiro boquete que recebeu. Subi para o seu colo alcançando seus lábios, foi desajeitado mas não era o primeiro beijo dele. Coloquei meu menor para fora e encontrei no dele, gememos juntos sem desgrudar os lábios. Nossas línguas se enrolavam juntas, eu queria mais contado.

    Comecei a punhetar nossos membros juntos em meio a beijos. Larguei seus lábios deixando os gemidos saírem livremente, estou quente e quero que ele fique mais, quero que fique tanto que não vai hesitar em me foder.

    Chegamos ao ápice juntos e após um minuto de silêncio, acalmando nossas respirações ainda no colo de Iida eu comecei a tirar minha camisa.

— E-espera.

— O que foi? — Perguntei impaciente, quando ele vai entender que eu quero sentar nele?

— P-por que está fazendo isso? A gente iria estudar não é certo e— Revirei os olhos diante a tanta ralação e o beijei, só assim para ele ficar quieto.

— Iida, cala. A. Boca. — Disse pausadamente — Eu estou fazendo isso porque eu quero sentar em você, quero seu pau na minha bunda me fazendo gemer igual a uma puta.

   Ele corou diante meu linguajar, continua tímido, quando é que vou ver o lado sexy dele? Bom, é até sexy esse corado dele embora tímidos não façam lá muito meu tipo.

— Não entendeu ainda ou preciso fazer tudo por conta própria para você entender, quatro olhos estúpido. 

   Seu olhar se estreitou e senti suas mãos apertarem minhas coxas com força, bom, muito bom. Me ergueu em seu colo, coisa que nunca achei que faria e acabaríamos por foder na mesa. Caminhou comigo até a cama king size — Burguês é foda — me jogando ali com força.

    A fera apareceu.

    Retirou a camisa revelando seu abdômen bem musculoso, é visto que ele sempre treinou muito desde pequeno. Aproveitei para retirar minhas roupas jogando em qualquer canto, se eu não encontrar algo depois eu não me importo, o que me importa agora é ele putinho.

— Me chame de Tenya — Disse em repreensão com a voz cheia de raiva, seu eu fosse uma garota estaria toda molhada apenas com isso.

     Enquanto ele retirava a calça em me estiquei e alcancei minha bolsa. Ele não tinha preservativos e lubrificante isso é uma certeza.

    Tenya subiu em cima de mim e começamos a nós beijar com volúpia, sua mãos foram meus peitos apertando os mamilos e mechendo neles me fazendo gemer por ser uma das minhas muitas áreas sensíveis. Sua boca foi pra meu pescoço mordendo e chupando o local, nem falaria para não deixar marcar já que é provável que voltaria ao estado envergonhado.

    Coloquei em suas mãos o pote de lubrificante, recebi um olhar confuso que me fez bufar.

— Usa para me alargar, você não enfiar no seco — Disse o óbvio, nem na minha primeira vez eu cometi o erro de ir no seco — é só molhar uns três dedos e enfiar um de cada vez em mim e se mexer.

     Ele fez, o primeiro não foi tão desconfortável, ele mexeu com calma e cuidado, o segundo foi um pouco desconfortável mas mandei ele não parar e para distrair comecei a beija-lo, no terceiro e já gemia em pouco tempo. Ele retirou e gemi em descontentamento.

     Seu rosto se avermelhou quando iria encaixar então tomei as providências que pensei que não precisaria. Abri as pernas colocando em seus ombros largos e com as mãos abri minha bunda para uma visão mais clara.

— Pode vir mas vai com cui— gemi de forma dolorosa mas ainda com prazer

     O arrombado que está me arrombando entrou de uma vez e com força, só deu um prazer para ajudar já que bateu em minha próstata.

— D-desculpa, Bakugou!

— Katsuki, enquanto fodemos você pode me chamar de Katsuki — Alertei — e pode ir.

     Ele começou a se movimentar, no início por tímido, ele não tinha muito movimento sem minha ajuda porém logo começou a ir rápido e com força. Eu gemia alto seu nome quanto arranhava suas costas e braços, ele gemia mais baixo, isso me excitava cada vez mais.

— T-tenya, mais! — Gritei quando minha próstata foi novamente acertada.

    Fazendo como pedido ele foi mais forte segurando meu quadril com força. O som de nossos corpos colidindo era alto demais e se alguém tivesse chegado estaria ouvindo. De alguma forma me excitou mais ainda, por mais que não seja minha praia.

    Em pouco tempo gozamos, eu primeiro e ele em seguida, deixando seu corpo pesar um pouco mais sobre mim, embora não completamente.

— I-isso foi bom — Gaguejou.

— É...para um virgem você até que manda bem — Murmurei, ainda com a voz rouca.

    Joguei ele para o lado e fui para cima me sentando novamente em seu colo, rebolei um pouco sentindo a dureza de novo.

— segundo Round, Tenya.

     E assim ele ficou completamente duro. Essa é a fraqueza do representante? Me certificarei de usar.

⏮𖢊☾𖢊⏭

     Agora estávamos apenas deitados juntos. Acabei deitando em cima do braço dele mesmo pelo cansaço. Após a primeira vez ele pegou o jeito e foi bruto porém gostoso. Se eu estiver com vontade novamente o chamarei, quase certeza.

— Nos não...deveríamos estar estudando? — Ah, após terminarmos o segundo round e tomarmos banho Iida voltou ao seu lado tímido, por mais que não estivesse tão certinho agora.

— Já estudamos — Ele me olhou em confissão — Anatomia é para ser estudada na prática, não acha?

     Sorri sacana e logo voltamos a nós beijar. Bom, iríamos continuar se a mãe do Iida não tivesse furtado lá de baixo que estavam em casa, ela é o filho mais velho, me fazendo vestir uma calça com um cordão de Iida que ainda ficava caindo em mim e jogar o lubrificante e as camisinhas restantes na minha bolsa.

     Foi tempo suficiente para a mãe dele entrar e estranhar a minha mudança de roupas de gótico para claras, e tempo o suficiente para eu inventar uma mentira de que o filho mais novo havia derrubado café em mim e por isso as minhas estavam na lavanderia secando.

      Não é uma total mentira, a única diferença é que aí invés de café era esperma.

     Guardei minhas coisas e após um tempo realmente estudando voltei para minha casa, avisando a Iida iríamos terminar o trabalho outro dia, deixando aquela dúvida no ar se iríamos apenas estudar ou não.






   


Notas Finais


Espero que tenham gostado ♥️

Se quiserem algum shipp pode me falar, se eu conseguir irei escrever sobre eles.

Meu irmão, Vitão, que conta uma decepção amorosa na visão de Shouto:

https://www.spiritfanfiction.com/historia/meu-irmao-vitao-21457972

A adaptação de Meu irmão, Vitão feita por mim na visão de Mina Ashido:

https://www.spiritfanfiction.com/historia/minha-amiga-lisa-21467979

Dance of Heroes, que é uma one Dabibaku hot🔥:

https://www.spiritfanfiction.com/historia/dance-of-heroes-dabibaku-21722665


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