História And if it were true? - Capítulo 13


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Categorias E se fosse verdade..., Pentagon (PTG)
Tags E Se Fosse Verdade, E'dawn, Hui, Huidawn, Pentagon
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, Universo! Nos vemos nas notas finais!!!

Boa leitura! ❤

Capítulo 13 - Chapter 12: The End


Hyojong tinha a mais plena certeza de que estava sendo deixado de lado.

Hwitaek havia chamado Hyunggu para lhe fazer companhia enquanto ia comprar algumas coisas para sua casa. Mas já faziam umas belas duas horas e nada dele.

-Quer ver um filme? – perguntou Hyunggu já colocando uma sacola cheia de DVD’s na sua frente. Havia pelo menos dez. – Desculpa, mas comigo Netflix não cola. O Hui só tem DVD por culpa minha.

-Ah, não se preocupe. Eu também não sou muito adepto de Netflix. Hyuna, minha amiga, diz que eu sou um idoso na tecnologia.

Olharam os DVD’s, até que um chamou a atenção de Hyojong. Hyunggu notou e sorriu.

-Este é um dos meus favoritos.

Colocaram o DVD. Como era um filme de suspense, distraiu Hyo. Hyunggu dava pequenos gritos no meio das cenas, assustando o mais velho. Parecia que ele ia sofrer um ataque cardíaco.

Depois do filme, ainda se passaram mais meia hora antes que a porta da enorme casa se abrisse e revelasse um Hwitaek com algumas sacolas nos braços. Hyunggu levantou, pegou seu celular e trocou algumas palavras sussurradas com Hui até se virar para o loiro.

-Foi bom ficar com você! Vamos olhar DVD’s mais vezes!

-Claro, Hyunggu – disse o platinado fazendo o mais novo o agarrar num abraço.

-Me chame de Kino.

E saiu, deixando os dois sozinhos.

-Você conquistou Hyunggu.

-Isso é raro?

-Não, mas é difícil de conseguir de primeira – respondeu Hui, largando as sacolas no chão. – Desculpe demorar tanto. Tive que passar em alguns lugares mais e...

-Hui, tudo bem, de verdade. Hyunggu cuidou bem de mim, embora eu não saiba o porquê de ele me olhar e sorrir do nada de vez em quando.

-Ele é assim – riu o mais velho.

Mentira deslavada. Hyunggu não conseguia guardar segredo, e Hui ficou apreensivo de deixar ele sozinho com Hyojong, mas aparentemente tudo ocorrera bem.

-Quer sair para tomar um café? 

-Por mim não tem problema, mas você não está cansado? – perguntou o loiro, fazendo o maior sorrir.

-Nunca estou cansado para você. Só vou colocar uma jaqueta, esfriou. Quer uma emprestada também?

-Pode ser.

Logo os dois estavam numa cafeteria próxima à casa do maior.

-E aquele filme é bom demais pelo que ouvi, mas Hyunggu não gosta de terror e eu detesto assistir sozinho. Vamos assistir juntos? – perguntou a Hyojong, que assentiu comendo um donut de chocolate.

-Claro.

-E... Pode ser hoje? Quer dizer, eu comprei pipoca, refrigerante porque você ainda tem restrições médicas, doces...

Hyojong riu.

-Pode. Eu aviso Hyuna depois.

Terminaram o café falando sobre animações da Disney, o que podia parecer estranho para quem passava por eles. Os dois riam a cada vez que discordavam.

-A melhor princesa da Disney é a Jasmine!

-Não mesmo, é a Elsa e eu posso provar!

-Claro que não, é a Jasmine! Vou ter que fazer você assistir Alladin?

-Por Deus, não. Somyi adorava Alladin, vi com ela umas cinquenta vezes.

-Somyi é uma pessoa de bom gosto! – respondeu o mais jovem terminando o café com leite, fazendo Hwitaek sorrir e conferir o relógio.

-Está tarde.

-Já podemos ir. Nós vamos dividir a conta, certo?

-Claro que não. Eu convidei, eu pago.

Hyojong suspirou, sabia que Hui não o deixaria pagar. Depois de saírem do local, o mais velho estremeceu.

-Está com muito frio?

-Só um pouquinho – respondeu Hui, tremendo. Hyojong segurou uma de suas mãos.

-Vamos, vai esfriar mais. – Quando chegaram à casa de Hui, E’Dawn tirou a jaqueta do mais velho. – Tome um banho quente, eu vou aumentar a temperatura do aquecedor.

Enquanto Hwitaek tomava banho, Hyojong estava na cozinha fazendo pipoca. Não muito tempo depois, o mais velho apareceu com uma calça jeans e um suéter vermelho que mostrava sua clavícula.

-Quer ajuda?

-Só para levar, não sei onde fica o seu quarto. As pipocas já estão quase prontas. – Hui pegou uma garrafa de refrigerante e copos e subiu. Hyojong ligou para Hyuna. – Hyuna?

-Oi, Hyo! Onde você está? – disse com a voz um pouco abafada.

-Na casa do Hui, vou dormir aqui. Onde você está?

-Indo para casa, tive que passar no mercado. Estou passando por uma obra.

-Tome cuidado e durma bem, viu?

-Sei me cuidar. Vocês também, tenham uma boa noite e não fiquem acordados toda a madrugada.

-Sim, senhora.

-Hyo, já arrumei tudo – gritou Hwitaek do meio da escada.

-Ok, vamos – disse pegando o balde de pipoca enorme.

A cama de Hui era extremamente grande, foi o primeiro pensamento de Hyojong. O segundo foi que a televisão também era. Ele havia colocado o refrigerante em cima do criado mudo, os copos já cheios com o líquido escuro. Hwitaek se sentou na cama, pegando o controle e ajeitando umas almofadas atrás de si enquanto Hyojong se sentava.

-Pronto? – perguntou Hui.

-Pronto.

-Hyunggu que é esperto e não precisou ver esse tipo de coisa.

-Foi horrível, até eu fiquei traumatizado.

Ok, o filme fora a coisa mais perturbadora que Hyojong já havia visto. Os dois começaram o filme sentados nas pontas da cama e agora se encontravam praticamente agarrados.

-Essas coisas com possessão e exorcismo não são para mim. Deus me livre.

-Queria comer doces, mas se eu descer a escada sozinho eu vou gritar vendo a minha própria sombra – disse Hwitaek arrancando uma risada fraca de Hyojong, que se encontrava um pouco pálido.

-Hm, será que ainda dá tempo de pedir uma pizza? – perguntou o loiro indo conferir o relógio. Passava das 22h. – É cedo! Achei que já tínhamos passado da meia noite. Vou pedir uma, que sabor você gosta?

-Ah, pode pedir do que você quiser.

-Pode ser dois sabores. E então?

-Sei lá, calabresa?

-Calabresa também é minha favorita – o menor respondeu simplório enquanto pedia. – Ainda tem refrigerante?

-Aham, comprei três garrafas. – Hyojong olhou para ele. – O que foi?

-Você vai ficar diabético. Mas quer comer doces enquanto espera a pizza?

Hwitaek riu.

-Claro, mas só se você descer comigo.

-Vem, as luzes estão todas ligadas lá embaixo e no corredor.

Desceram olhando para os lados, Hui um pouco mais apreensivo. Chegaram à cozinha e pegaram os doces, comendo na sala enquanto tocava uma música qualquer na televisão ligada.

-Ok, agora eu escolho o filme.

-Qual vai ser?

-Alladin, talvez? Não, vai ser aqueles filmes adolescentes bem clichês, que aí sim vão me deixar calmo e sem medo de ser possuído.

A campainha tocou.

-Espera aí – disse Hyojong levantando do sofá.

Hui suspirou internamente. Será que a surpresa daria certo? Estava confiando em Hyuna e Hyunggu.

-Pronto, vamos voltar lá para cima. Pegue os doces, e o refrigerante também! – Hyojong já ia subindo as escadas. Hwitaek correu para acompanhá-lo. Quando entrou no quarto, o platinado já havia sentado na cama e aberto a caixa de pizza.

-Ai, não. Meu cobertor. Tem uma daquelas mesinhas de café-da-manhã-na-cama no criado mudo, levanta essa caixa.

-Ok, senhor limpeza – retrucou o outro rindo. Depois que Hui colocou o pequeno retângulo de madeira sob a cama e deitou, Hyojong pegou o controle, mexendo na Netflix. – Que tal... High School Musical?

-Você está brincando comigo, né?

-Tudo bem, nada de Troy e Gabriella. Hm... Ah! Jogos vorazes?

-Pode ser.

-Ok... Onde eu aperto para colocar? – Perguntou, e Hui sorriu.

Hyojong acordou desconfortável. Odiava dormir de calça jeans. Então lembrou que havia dormido fora de casa, e levantou. Onde estava Hui?

-Bom dia – disse um Hwitaek animado passando pela porta com aquela mesinha de café da manhã. – Achei que não fosse acordar.

-Odeio acordar cedo.

-Logo você? Que me acordava antes das nove?

-Eu não devia estar no meu juízo perfeito, pode ter certeza – respondeu o platinado coçando os olhos. – O que aconteceu depois que eu dormi?

-A Katniss matou a Presidente Coin. E aí eu dormi.

-Ainda não acredito que você nunca havia visto Jogos Vorazes.

-Bom, ainda bem que tenho você para me mostrar esses filmes.

-E vou te dar os livros de aniversário.

-Enfim, fiz café – disse o maior e colocou a mesinha na cama. – Aqui tem café, ovos, bacon...

-Eu não sou muito adepto do café – interrompeu Hyojong, mas Hui continuou:

-E suco. De Maracujá.

-Obrigado. Você já comeu?

-Já, obrigado. Tem uma escova de dente azul no banheiro, toalhas e roupas limpas que eu acho que servem em você – acrescentou e olhou para o chão. – Desculpa não ter lhe emprestado um pijama.

-Não se preocupe com isso.

Após o banho, Hyojong desceu até a sala, onde Hwitaek levantou e pegou as chaves do carro.

-Hyuna me disse para irmos até sua casa. Correndo.

-Aconteceu alguma coisa?

-Aconteceu, na verdade. Mas ela não me contou. Você está com a mesma roupa – observou.

-É, bem, suas roupas são justas demais para mim.

-Desculpe.

-Não se desculpe pelo seu gosto!

Entraram no carro, um pouco constrangidos. Mas Hwitaek parecia eufórico.

-Está tudo bem com você, Hui?

-Está. Quer passar em algum lugar para pegar comida?

-Não, o café que você preparou foi satisfatório. Pode me contar o que você está escondendo? – perguntou Hyo fazendo Hui frear o carro abruptamente.

-Como você...

-Desde ontem eu percebi sua inquietação. O que houve?

Hwitaek hesitou.

-Quando chegarmos à sua casa eu falo – sussurrou ele, e suspirou de alívio ao ver Hyojong assentir.

Chegando ao prédio do menor, Hui estremeceu. Não sabia o que fazer, e demorou a desligar o carro.

-Vamos, Hwitaek. Não deve ser tão ruim.

Subiram. Entraram no apartamento. Hyuna não estava à vista.

-Ok, já pode me contar.

-Aceita ser vendado?

-Não. Pelo amor de Deus, conte logo!

-Surpresa! – gritaram Hyuna e Hyunggu do corredor. Hyojong seguiu o som alto até o estúdio.

Seu estúdio. Que estava com todos os equipamentos possíveis, e estava completo. Seu estúdio, que agora tinham alguns dos seus porta-retratos na parede, que havia sido pintada de outra cor, como o resto do cômodo, dando um ar mais sério para a sala. Seu estúdio, que finalmente estava como ele sempre quis.

-Desculpe. Era uma surpresa, e eu não podia contar...

Hyojong virou para Hui.

-Uma vez você me disse que estava montando um estúdio, e queria tudo isso, mas só o dinheiro do restaurante não dava. E que você estava comprando as coisas aos poucos. Eu podia ajudar, e quis fazer essa surpresa. Você merece, e tem um talento enorme. Achei que estava mais que na hora de você ter esse estúdio pronto. Ontem eu estava arrumando os detalhes finais, a entrega dos aparelhos todos e a reforma da sala... Por isso fiz com que Hyuna e Kino me ajudassem. É isso, pode me bater agora.

Mas Hyojong não bateu. Ficou lá, estupefato, digerindo as palavras de Hui, que estava nervoso.

-Eu entendo a sua reação. Eu vou embora...

-Você não vai a lugar nenhum – interrompeu Hyojong e, antes que Hwitaek pudesse se mexer, o trouxe para perto de si e o beijou.

O beijo dele tinha gosto de menta. Mas ao mesmo tempo era doce e suave, e fazia Hyojong amar mais ainda. Hui era incrível, era maravilhoso e suas qualidades se destacavam dentre tudo aquilo que irritava Hyojong.

Mas aquele beijo era especial por outro motivo.

Hyojong se viu no meio da mesinha de centro; surpreendendo Shinwon; cantando para consolar Hui; conversando e o ajudando; ficando translúcido e então sumindo na sacada.

Hyojong finalmente lembrou. De tudo que havia passado com Hui. E agora estava determinado a não deixá-lo ir embora, de jeito nenhum, porque amava Hui com todas as células de seu corpo.

-Lee Hwitaek, eu lembro de você.

-Hui, Hyuna, cheguei!

-Você trabalha demais no restaurante, é o que eu digo. E ainda não aprovo a ideia de você andar de moto novamente.

-Vocês já estão prontos?

-Há muito tempo. Vá tomar um banho e vestir o terno que nós ajudamos com o resto.

Hyojong fez o que o namorado pediu o mais rápido que conseguiu. Hui o ajudou com a maquiagem e Hyuna com o cabelo e estava pronto.

Era um concerto importante para Hui, o primeiro de muitos, e ele fez questão de ir com o namorado e Hyuna.

-Não estamos atrasados, certo? Eu não fiz você perder a hora, né? – perguntou o menor apreensivo. Hui deu um beijo rápido nele.

-Estamos com tempo de sobra, ainda. – disse entrando no carro com a amiga e o namorado. – Oi, Jisan. Pode nos levar no menor tempo possível?

-Claro, Hui. Deixa comigo e relaxem.

Jinho e Hongseok já haviam chegado no local, e Hyunggu era um dos organizadores do concerto. Hui havia convidado também Shinwon, Yuto e Wooseok, e os três já haviam confirmado que chegaram. Até mandaram foto junto com Yanan e Changgu, e disseram que estavam entusiasmados com o show de Hui.

O que deixava o mais velho mais ansioso ainda.

Teve que se separar de Hyojong e Hyuna, mas não antes de deixar um beijo na mão do loiro, que sorriu.

-Vejo você mais tarde.

-Não me decepcione.

O concerto havia sido um sucesso, como Hyojong previra. Ele levou Hui para jantar e sorriu ao ver Hui pedir um prato que adorava.

-Gostou do show? Foi bom mesmo?

-Hui, tudo que você faz é bom.

-Eu não deixei de notar a conotação sexual. Sério, eu fui bem?

-Foi ótimo, não se preocupe. – Hyojong esperou o surto de Hui passar para segurar a mão dele. – Tenho uma coisa para contar...

-Ai, meu Deus. Você matou alguém.

-Não.

-Comprou droga, você usa drogas?

-Não.

-Ah, já sei. Você gosta da Hyuna e vai me dar um pé na bunda. É isso. Eu sabia, ela é linda e um amor...

-Hui, quer me ouvir? E eu não gosto da Hyuna desse jeito, de onde você tirou isso? – disse rindo. – Então... Já faz um tempo que eu notei que você tem música com muitas pessoas, menos comigo. E aí eu queria saber se você quer gravar comigo, Wooseok e Yuto.

-Você quase me matou do coração. Mas a resposta é sim, óbvio. Já vi suas composições e são ótimas.

Depois de um tempo, Hyojong pediu a conta abruptamente e, depois de pagar a conta, levantou e ofereceu a mão para Hui, que pegou prontamente.

-Aonde vai me levar?

-Surpresa – respondeu pouco tempo depois, beijando a mão do maior.

Mas não muito tempo depois Hyojong parou. Era um parque, florido e cheio de vida, e Hui imediatamente gostou. A noite dava um toque mais elegante, com as estrelas brilhando suavemente no céu.

-Eu sempre vinha aqui compor. Especialmente à noite. Mas hoje eu só vim me declarar para você. Eu te amo – falou simplório. – Nunca vou deixar de amar você. Por favor, não saia de perto de mim... Fique comigo para sempre – disse sussurrando a última parte, mostrando uma aliança discreta, de prata. – Casa comigo?

Hwitaek olhou estupefato a aliança. Uma, duas, três vezes ele abriu e fechou a boca, sem saber o que dizer.

-Eu...

-Hui, calma. Eu vou entender se você não quiser, só me diga alguma coisa.

-Sim! Sim, eu amo você!

E deu um beijo lento e doce no menor.

-O casamento vai demorar pelo menos uns dois anos para acontecer... – advertiu Hyojong, já levando Hui para casa.

-Não se preocupe. Eu espero você pelo tempo que for – respondeu Hwitaek, sorrindo e roubando mais um beijo de Hyojong.


Notas Finais


Enfim, chegamos ao final!
Foi difícil terminar, por vários motivos. Provavelmente vai ter um bônus contando um pouco do depois do final. É isto.
Não sou boa com despedidas. Terminamos AIIWT com mais favoritos, views e comentários do que eu imaginei que ia receber. Obrigada, de verdade, todos vocês são especiais.
Amo vocês do fundo do meu coração. Não deixem de acompanhar as minhas histórias. É isso, obrigada. ❤
(Se vocês quiserem me seguir no twitter e ficar jogando conversa fora, críticas construtivas ou plots: @Carstairzzz)
Até logo ❤❤❤❤


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