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História ...And nothing else matters - Capítulo 39


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Notas do Autor


Eu disse que teria capítulo novo hoje, né? Então aqui está. Espero que gostem e que estejam acompanhando a trama. Embora eu ainda esteja desanimada, eu ainda estou me esforçando pelos meus leitores. Amo vocês e obrigado por lerem.

Capítulo 39 - The memory remains...


Fanfic / Fanfiction ...And nothing else matters - Capítulo 39 - The memory remains...

1987 (Constanta, Romania)

Pov Dianna

Constança era uma pequena cidade arborizada e tranquila na Romênia, o lugar mais apropriado para uma criança ser criada, no meu ponto de vista, as escolas e creches eram próximas, os pequenos mercados eram perto também e a vizinhança era amigavel, o ar não era tão poluído como na cidade grande, como por exemplo em Nova Iorque, na América, ou Volgogrado, na Rússia. As indústrias e fábricas ficavam no centro daquela cidade, bem distante, eles prezavam muito pela natureza naquela parte e isso era visível, já que por todo o lado tinha mato, flores e alguns animais, os cavalos, ou ao menos a maioria não ficava presa. As pessoas conseguiam trabalhar e caminhar tranquilamente. Eu já havia visitado aquele lugar antes de tudo, quando era pequena, mas em circunstâncias que agora eu preferia esquecer.

FLASHBACK ON (Unknown year)

Eu só vestia a meia calça branca e uma camiseta preta, minha saia não estava mais em meu corpo, que doia a cada mexida, e uma dor conhecida na minha perna me fezembrar oque eu estava fazendo ali. Eu tinha acabado de matar pela primeira vez, e o corpo dele jazia ao meu lado. Ele tentou me matar, ou me violentar, mas eu fui mais rápida, mesmo que eu não tivesse tanta força. O parei com algumas adagas envenenadas que eu havia levado e aquele simples veneno o fez cair e eu consegui tirar sua vida ao sufoca-lo.
Meu corpo tremia com a pequena lembrança de momentos atrás, antes de eu apagar pelo medo. Eu deveria me acostumar com aquilo, já que eu passaria a fazer aquele tipo de cosia rotineiramente. Eu encarei o rosto do desconhecido para mim, ao lado dele e ao me aproximar, notei que era meu treinador.

FLASHBACK OFF

Respirei fundo, engolindo meu ar, na tentativa de afastar aquelas memórias. Sei que nunca me deixarão, mesmo que eu fosse obrigada a fazer, eu fiz e nada disso ia mudar, e nenhuma dessas lembranças iriam me deixar, eu teria que me acostumar e fingir que não ligava, na esperança de que um dia, eu pudesse superar.
— Não acha melhor entrarmos, está um pouco frio aqui fora, Sebastian pode ficar doente.— A voz de Yelena me tirou de meus pensamentos e eu a encarei, assentindo.
A casa ficava em cima de uma pequena subida, logo atrás do pequeno atrás de nós. Ela acabou com a cabeça para mim e eu logo a segui rumo ao pequeno chalé de madeira escura pela pequena subida.
— A quanto tempo que a gente não vem aqui?— Perguntei, e ela deu risada.
— Tem uns bons anos, acho. Lembra que foi aqui que você rolou esse morro e ralou o joelho? Foi nossa primeira e última viagem com o papai e a mamãe.— Ela disse. Aquela lembrança me parecia familiar, mas eu não conseguia lembrar, eu só assenti.— Eu sei que você não se lembra, depois de um tempo, elas voltam, as memórias.— Eu sorri depois de ouvi-la e então, entramos no chalé. Tinham dois quartos, a sala era dividida com a cozinha em estilo americano, o sofá era grande e dava para duas pessoas dormirem. Tinha cheiro de mato por todo aquele lugar, por causa da chuva misturada com o mesmo que deve ter dado um dia antes, mas era aconchegante.
— Vou me acostumar.— Assenti.
— Vai sim.— Ela concordou.

Aquela noite, foi uma das poucas que eu consegui dormi por um curto período da tempo. Eu e Yelena revezavamos para cuidar do Sebastian. Ele não fazia o tipo de bebê chorão ou que fazia escândalo, só chorava quando estava com fome e dormia na maior parte do tempo, mas mesmo assim, ficávamos de olho.
Meu coração se apertou quando as lembranças daqueles anos anteriores vieram em minha mente.

FLASHBACK ON (Denmark, 1985)

Ele encarou meus olhos, prendendo seu olhar no meu, como fazia desde o primeiro instante que nossos olhares se cruzaram e apertou ainha mão. Estava frio, ele tremia por causa da temperatura baixa, eu já estava acostumada ao frio, já que correr no frio de regata e shorts, era um dos castigos que eu tinha que cumprir. Mesmo assim, permanecemos sentados naquela praça de frente um para o outro. Ele tinha um leve sorriso no rosto, que eu não fui capaz de não retribuir. Sua face era pálida e suas bochechas levemente avermelhadas.
— Promete que seremos não só um, nem dois, mas seremos sempre nós três?— Ele perguntou. Eu arqueei as duas sombrancelhas e continuei sustentando seu olhar.
— Eu não sei oque vai acontecer amanhã, Lars, mas enquanto eu sentir, enquanto nós sentirmos, eu prometo que seremos sempre nós três.— Eu disse, ele esboçou um sorriso largo e então se aproximou de mim. Seus lábios já se pressiinavam contra os meus e um beijo se iniciou. Eu não trocaria aquele momento por nada, era como se fosse a primeira vez, sempre seria como se fosse a primeira vez.

FLASHBACK OFF

Como en todas as noites, antes de vir para essa cidade, eu acordava ao choro com aquelas lembranças, e um incomodo no peito acompanhava as lágrimas. Eu sentia vontade de gritar e chamar por ele, mas a minha parte racional me impedia e ainda estava muito magoada por todas aquelas palavras. Eu sabia que não era culpa dele o modo como reagiu, eu reagiria da mesma forma, mas eu o amava e aquilo foi inesperado. Juntando com os fantasmas do meu passado, aquilo foi um gatilho pra um tipo de colapso mental do qual eu tentava evitar a anos, que Jean com seu plano de vingança, trouxe a tona.
"VOCÊ É UMA MALDITA, UMA COBRA, QUE BRINCA COM O CORAÇÃO DAS PESSOAS. MAS O PIOR É QUE EU AINDA TE AMO."
Meu peito doia, e eu só conseguia fazer uma coisa: chorar, chorar até soluçar, chorar a espera de que as lágrimas aliviasse, mas todos os dias aquilo era esmagador, e eu sabia que aquilo me mataria aos poucos.
Com o passar dos dias, eu tentava me ocupar, eu tentava evitar voltar naqueles dias, eu tentava viver, estava até dando certo. Até os ver na tv, informando que fariam um concerto na cidade vizinha, Bucareste. Eles estavam bem, tinham um novo baixista, Kirk e James também estavam bem, e ele, aquele maldito, os malditos olhos verdes...
— Vamos ver um filme.— Yelena desligou a tv, quando percebeu que eu estava ofegando. Meu peito voltou a palpitar de leve. Ótimo, toda a vez que eu ver algo relacionado a eles ou eles na tv, eu vou ficar mal.— Isso nao vai ajudar em sua recuperação. Eu não sabia quentinha sido tão...intenso.
— Não quero falar sobre, por favor.
— Uma hora você vai ter que falar, não somente sobre isso, mas sobre tudo, é a única forma de se aliviar.
— Não agora, eu ainda não estou pronta. Meu passado é meu e eu preciso esquecer.— Disse, fechando a cara e tentando demonstrar firmeza na voz. Ela assentiu, dando de ombros e ainda me encarando.
— Que tal vermos psicose?— Perguntou.
— Hmmm, baixo para não acordar o Sebastian.
— Ah, é.— Ela ironizou.— Esqueci que agora você é uma mãe responsável.— Ela completou e se levantou do sofá para colocar a fita do filme do video-cassete.
Era estranho estar me comportando com a minha irmã gêmea como se fossemos duas amigas novamente, já que a algum tempo ela tentou me matar. Cuidar do Sebastian enquanto eu estive fora, era uma forma de se redimir, segundo ela e Steven. Ela estava disposta a mudar, depois de tudo que aconteceu, mas eu ainda não confiava muito.

Depois de uma semana tentando me acostumar ao lugar e dormir e acordar quase todas as noite sonhando com tudo, eu decidi me ocupar, o „Teatrul Constança” estava precisando de atores para a representação de uma peça baseada não completamente na segunda guerra mundial, mas uma história sobre dois irmãos e uma garota, e como eu já havia tentando uma vez, não vi mal em tentar atuar de novo. Eu iria fazer o papel de uma garota chamada Irina, ela era russa, que fica dividida entre os dois irmãos, Christian e Robert, que eram americanos. Parecia bobo, ao meu ver, era, porém era uma forma de me ocupar.
Foquei a semana seguinte em decorar o roteiro, cuidar de Sebastian no tempo livre, ajudar Yelena na arrumação do chalé e ir para o teatro ensaiar com os outros atores.
— Se não é a garota do Metallica.— Um dos atores que vai interpretar um dos irmãos disse, eu o encarei sem graça. Por quê todo mundo ou quase me chamava assim, sendo que quem estava no palco eram eles?— Foi brincadeira, desculpa. Meu nome é Julian.— Ele disse, estendeu a mão na minha frente para que eu a pegasse. Eu tentei sorrir e levei a minha mão, pegando na dele.
— E meu nome é Ekatherina, não tem nada de meta...deles aqui.— Balancei a mão dele para os lados devagar, e logo soltei.
Ele era um jovem alto, de cabelos curtos até a altura das orelhas e cacheado, que fazia lembrar levemente de Kirk. Os olhos negros e os lábios carnudos, pele bronzeada e rosto quadrado com algumas pequenas covinhas. Ele não era feio, mas também não me chamava a atenção, embora ele tentasse chamar minha atenção, jogando algum charme, como levar a mão no cabelo de meia em meia hora, igual Lars fazia, quando estava nervoso ou animado...
— Tudo bem, prazer. Ham...você parece bem confortável com o...ham...pessoal.— Ele disse, nervosamente, passando a mão entre os fios do cabelo de novo.
— Eu já fui aspirante a atriz uma vez, então, não é surpresa pra mim.— Eu disse.— Você não é daqui, ou é?
— ah, eu sou sim, filho da pais indianos, sabe?— Ele disse, com uma animação exagerada e sem nexo, rindo de algo.
— Ah, sim. Eu sou... Russa, ou eu era.
— Como "era"?— Ele perguntou, arqueando uma sombrancelha, mantendo seu olhar no meu, eu desviava a cada minuto, como podia.
— É complicado, cara.— Ri.

March, 17th.

Eu gostaria de continuar na cama dormindo, ou tentando, se não fosse pelos risos altos de Sebastian e Yelena na parte de baixo. Eu agradeci por um momento, pois mina mente sempre voltava no meu passado ou nos momentos com aqueles caras.
Olhei para o lado, em direção ao relógio do criado-mudo, eram 08h da manhã. Me levantei apressada e atrapalhada. Peguei qualquer roupa a vista, me vesti sem ver oque era, e desci correndo.
— Por que não me acordou? Hoje é a estreia da peça!— Perguntei. Yelena me olhou surpresa e logo se levantou com meu filho em seus braços.
— Eu esqueci completamente, desculpa. E você precisava dormir. Hoje chegou aquilo pra você.— Ela disse, apontando para um pequeno bolo de cartas, deveria conter umas 10 cartas ali, no máximo, 15. Sebastian deu um sorriso, revelando suas covinhas, até o sorriso de meu filho me lembrava o dele... Eu sorri na sua direção.
— Eu não tenho tempo agora, depois eu vejo. Tenho que ir. Amo vocês.— Acenei e sai.
O caminho até o teatro foi tranquilo, mas eu caminhava apressada. Peguei um ônibus quando cheguei na estrada, mas vi que chegaria atrasada mais que já estava.
Aquilo me deixava mais nervosa ainda. Desci do ônibus e resolvi andar a pé, não estava muito longe, mas eu me irritava por não chegar logo.
Corri o máximo que pude e por fim, estava na porta.
Segui rumo aos bastidores, não vi a plateia por causa do nervosismo.
Estavam todos se arrumando no camarim e Cinthia, a produtora quase teve um surto quando me viu, mas riu.
— Oh, graças a deus, garota, pense que ia ter que te substituir! Não faça isso novamente, hoje é o primeiro dia e tudo tem que estar PERRRRRFEITO!— Ela disse. Me fazendo rir, enquanto me vestia com aquele vestido rosa bordado e bobo da minha personagem.
Cinthia era animada e exagerada, gostava do jeito dela, tudo tinha que estar nos mínimos detalhes para ela.

Pov Kirk.

— Ah, para, cara, sei que não gosta muito de peças românticas, ou mesmo de peça, mas é uma estreia, e amanhã você já vai embora, vamos ver, você e os meninos já rondaram pela Bucareste quase toda.— Disse Ross, nosso fotógrafo, tentando me convencer a ir no teatro da cidade vizinha.— Eu conheço a produtora e podemos entrar sem pagar, ela mesma disse, hm?— Ele Finalizou, eu revirei os olhos com sua animação quase exagerada.
— Okay, vamos! — Eu disse. Ross me abraçou e me deu um beijo na bochecha. Eu ri com aquilo, apesar de achar constrangedor.
James estava sentado no sofá do quarto, de meias e de cueca.
— Você não tem uma roupa?— Perguntei.— Temos uma garota aqui, imagina se a Amy ve Isso?
— Dane-se ela.— Ele disse, devorando uma lata de cerveja, nada preocupado.
— Cadê o Lars?— Perguntei.
— Sei lá, eu tenho cara de rastreador de anão?— Ele riu, jogando em minha direção uma bituca de cigarro apagada.
— Bom dia pra você também, James.— Eu disse.
Lars estava mesmo disposto a seguir em frente, ao menos aparentava desde dezembro do final do ano passado, após ter suas expectativas jogadas no lixo novamente. Estava saindo, principalmente comigo e Amy, as vezes, fazendo as mesmas coisas que fazíamos, quando tínhamos Dianna...eu tambem sentia a falta dela, desejava a presença dela, o olhar dela, mas eu também precisava seguir, não era fácil para nenhum de nós, nem menos para James, não tinha muito tempo que perdemos Cliff, nem Dianna, mas creio que eles devem estar torcendo por nós, principalmente ela, que sempre desejava o melhor.
No caminho para fora, bati na porta do quarto de Lars, ele atendeu na segunda batida, de meias e de cueca, com os olhos inchados, como se estivesse dormindo. Riu quando eu falei da peça.
— Corta essa, Kirk, desde quando você assiste peças de teatro?— Perguntou.
— Parece divertido.— respondi, ele riu.
— Deve ter alguém lá que você queira pegar, só pode.— Ele disse.
— Volta pra cá, amor!— Gritou uma voz feminina de dentro do quarto. Levantei as mãos e desisti.
— Bom dia pra você, então.— Eu disse e ele voltou para dentro do quarto.
Quem resolveu acompanhar a mim e Ross, foi Jason depois de perguntar muito, nos fazendo rir, durante o caminho. Jason era legal, tinha bom coração e em palco, era dedicado, tinha bons vocais, mesmo que James, e Lars também, caçoassem dele na maior parte do tempo, o deixando totalmente sem graça e chateado. Até me dava bem com ele, assim como Amy, mesmo que ele mesmo se excluísse, as vezes.
Durante o caminho de taxi, que levou mais ou menos meia hora, jogávamos conversa fora, Jason falava de ideias legais para um novo álbum e disse que até tinha músicas compostas por ele mesmo.
— Por quê não mostra aos outros?— Perguntei.
— Numa hora dessas, quem sabe, cara.— Ele disse. Eu assenti e Ross também.
Chegamos no teatro da cidade vizinha, ao entrar, os bancos já estavam quase cheios, os lugares na frente, estavam reservados para nós, explicou a amiga de Ross, quando foi o receber. Dei um autógrafo a ela, como ela pediu nervosamente e ri.
Acomodei em um dos lugares ao lado de Jason e observei a luz baixar, indicando que a peça ia começar.
Parecia bem boba, de início, uma garota ruiva russa que se apaixona por um cara, e quando este é convocado para ir a guerra, ela se apaixona e fica próxima do irmão dele, e eles tem que passar por um monte de obstáculos bobos só para ficarem juntos, já que Rússia e Estados Unidos não se amavam durante a guerra.
A ruiva era linda, os cabelos escuros, a luz faziam seus olhos verdes brilharem, demorei mais de 20 minutos para entender que aquela ruiva era a Dianna. Senti meus olhos se arregalarem imediatamente, fiquei nervoso.
No final da peça, todo mundo se levantou e a luz voltou. A plateia levantou para aplaudir, quando os atores faziam reverências na frente do palco, mas eu fiquei ali sentado imóvel e então, encontrei o olhar surpreso dela em minha direção, e ali, eu tive a certeza de que era ela.
A plateia se dispersava, e eu vi aquela oportunidade de ir falar com ela. Me levantei da onde eu estava e caminhei atrás dela quando ela correu. Fui barrada por uma mulher, que ao notar quem eu era me deixou passar. Vi Dianna entrar numa espécie de camarim, e se eu não corresse, ela daria a porta na minha cara. A barrei com o pé.
— Me deixa falar com você, Dianna.— Eu disse e ela me encarou, seu rosto não revelava emoção alguma.
— Esse não é o meu nome.— Ela tentou fechar a porta, mas a impedi novamente.
— Seja lá quem você for agora, só fale comigo, por favor.— Eu disse. Ela abaixou a cabeça por uns segundos. Senti meu corpo tremer, como na primeira vez que eu estava próximo a ela. Ela voltou a me encarar novamente, seu rosto já estava molhado pelas lágrimas.
— Vá embora, Kirk, por favor. Eu não tenho nada pra falar, nem com você.— Ela pediu. Eu dei de ombros e balancei a cabeça.
— Quando quiser falar comigo, esse número é meu.— Entreguei um pedaço de papel amassado a ela, onde escrevi o número da minha casa e do quarto de hotel, junto com outro papel que Lars havia escrito, eu não me atrevi a ler, mesmo que eu fosse curioso. Seja lá oque estava escrito ali, era dele para ela.— Vai ficar tudo bem, baby. Seja feliz.
Me afastei da porta e segui andando para a saída, que dava para o palco novamente, segurando fundo minha respiração. Eu não ia chorar por causa daquilo, mas me deixava triste saber oque tudo que aconteceu causou a todos nós, principalmente entre nós três, já que prometemos que nunca seríamos incompletos. Lembrar daqueles dias, me causava ansiedade, por mais que eu não falasse, nem para Lars e nem para nenhum deles.
Senti alguma coisa trombar em minhas costas e mãos envolveram meu pescoço. Era ela. Acariciei suas mãos brevemente, quando levei as minhas por cima, sua cabeça deitou no meio das minhas costas e ouvi sua voz baixa, como se ela estivesse chorando.
— Seja feliz, baby.— Ela disse e me soltou. Virei para trás e a vi sair correndo de volta para o camarim e para longe de mim novamente.
Segurei firme as lágrimas para que não rolassem, como eu estava fazendo meses depois da morte de Cliff, na tentativa de ser forte por Lars e James.
— Quem era ela, cara?— A voz de Jason me pegou de surpresa e eu o encarei com a face séria.
— Uma fã.


Notas Finais


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