História And The Reason Is You - Capítulo 24


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, Jalil Kubdel, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathalie Sancoeur, Nino, Personagens Originais
Tags Drama, Morte, Policial, Revelaçao, Serial Killer
Visualizações 187
Palavras 3.206
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


AQUI ESTOU !

GENTE QUE CAPITULO GIGANTE É ESTE ? Quando finalmente acabei de o escrever, não imaginei que ele estivesse tão grande '0'
Pensei em dividir em dois... Mas vocês esperaram tanto tempo, que bom, lanço tudo de uma vez :)

ATENCAO HENTAI /!\

Boa leitura!

Capítulo 24 - Ladybug ou Nix?


21h37

Sentada na cama do hotel, eu espero o tempo passar. O Tempo é definitivamente algo bastante irritante. Quando nos divertimos e queremos que esses momentos durem, ele passa depressa demais. Quando queremos que ele passe rápido, o tempo parece nos massacrar com a espera.

21h38

O dia de hoje não tinha sido nada de especial. Apenas li alguns relatórios e tentei desvendar o mistério do assassino. Felizmente para mim, o assassino não foi muito esperto desta vez. Ele foi fotografado por uma mulher que viu um homem estranho no meio da noite.

21h39

Um homem vestido de preto com detalhes em dourado, verde e vermelho e com uma máscara de faraó. Soube na hora que é o assassino. O meu sexto sentido nunca me tinha enganado, e eu não esperava que ele o fizesse agora.

21h40

Meu celular vibrou, anunciando a chegada de uma nova mensagem. É de Chat com uma morada. Possivelmente, eu teria que ir para lá, quando a minha missão terminasse aqui.

Memorizei a morada, antes de guardar o aparelho. É surpreendente como consigo entender o Gato Negro mesmo sem palavras. Talvez a nossa ligação seja mais forte do que eu esperava. Mas mesmo assim...

21h41

- Senhora, estamos prontos. – Um homem alto me informa, entrando no quarto. Eu apenas assinto, me levantando da cama e me dirigindo à saída do quarto.

Capturar Enzo Rossi é a prioridade. Eu não devo me deixar levar por outros pensamentos.

Em poucos minutos, estou sentada na receção do hotel.

21h47

Encaro a verdadeira rececionista, que aguarda as minhas ordens. Ela está perfeitamente ciente de quem sou, do que vim fazer e quem é o meu superior. Isso tudo, porque o marido dela trabalha para o Gato e como o mesmo investiu nesse hotel, ele meio que o controla completamente.

- Bom trabalho, Khenya. – Reconheço os seus esforços para se manter firme, perante mim, mesmo que os seus joelhos tremam. Ela engole em seco antes de se curvar, ligeiramente.

- É uma honra, Senhorita Nix. – A sua voz saiu falha e tremida, mas mesmo assim, ela continuou me encarando firmemente.

- Estás dispensada. – Falo e pude ouvir o suspiro de alívio quando esta se afastou. O meu lado negro, aquele que eu usava como Nix, não se preocupou. Mas o meu outro lado, o meu lado de Ladybug e Marinette, pensou se realmente valia a pena. Eu sei que é tarde demais para me perguntar isto, mas, será que me disfarçar é a melhor solução?

Eu sei, eu não sirvo para ser Nix. Nix não é o meu verdadeiro eu. Eu não sou cruel, insensível e indiferente. Eu sou Ladybug. A melhor policial que já existiu.

Girando na minha cadeira, ficando de costas para a entrada, eu fixo o relógio.

21h49

Continuei de costas para a porta principal do hotel. Eu não sei o que se passa comigo hoje, para estar tão pensativa. Mas tinha a certeza de uma coisa, eu meio que me sentia perdida. E no fundo, acho que eu realmente estava perdida. Parecia que aos poucos, eu perdia parte da minha personalidade e me tornava uma pessoa que não era. Pouco a pouco, eu me tornava Nix.

21h53

O som das portas automáticas ao se abrirem me despertou dos meus pensamentos. Não me virei para o recém-chegado, querendo antes confirmar que era quem eu pensava que era. Se os planos e os cálculos do Gato estivessem corretos, Enzo Rossi caminhava na minha direção, sem saber que entrava numa armadilha. Chegava a ser hilário.

21h54

- Com licença. – A voz masculina, com um leve sotaque italiano captou a minha atenção. – Gostaria de reservar um quarto para uma noite.

Girei na cadeira, me dando de cara com um homem alto. No momento em que o vi, soube que era ele. Já que era literalmente uma versão masculina de Lila. Cabelos castanhos, perfeitamente penteados para trás. Olhos castanhos que não possuíam brilho nenhum.

Meus lábios se curvaram num sorriso cruel. E eu vi seus olhos se arregalarem, como se ele tivesse percebido o que se passava.

- Benvenuto, Enzo Rossi. – Seus olhos se focaram no meu pescoço, onde o pingente de gato balançava com os meus leves movimentos. – Lamento imenso informar, mas não temos quartos disponíveis. Mas eu garantirei que a sua estadia seja extremamente confortável.

Ele recuou dois passos e deixou cair a mala de trabalho que segurava com força.

- Quem...? – Ele murmura, antes de ser interrompido pelos guardas que me acompanhavam. Eles o agarraram, impedindo que ele pensasse mesmo em fugir.

- O meu nome é Nix. – Respondo à sua pergunta interrompida. Os guardas seguram um pano branco na frente do seu nariz e boca. – Chat Noir manda os seus comprimentos. – Falo antes de o ver perder a consciência. – Levem-no.

Nenhum deles demorou muito a obedecer à minha ordem. Em poucos segundos, Enzo Rossi já está na Van pronto para ser levado ao lugar onde se encontraria com o Gato Preto. Em breve tudo seria resolvido.

Sem perder mais tempo, recolho a pasta que o italiano deixou cair e saio rapidamente do hotel, indo para o carro que me esperava estacionado. Chat me tinha emprestado um carro para quando eu fosse Nix, já que não podia usar o meu normal, para evitar que me rasteassem e definitivamente não podia usar o da Ladybug.

Por isso eu agora andava num simples e modesto Aston Martin Rapide preto. Maldito Gato Preto e o seu amor por coisas caras e desnecessárias.

Entro rapidamente, pousando a pasta preta no banco do passageiro. Coloco a morada que recebi mais cedo do loiro, na GPS e me dirijo em toda a velocidade ao destino. As ruas noturnas de Paris estão cheias de turistas. Mesmo com a Ladybug longe, nenhum deles parece temer o futuro. O que é bom. Muito bom.

(…)

Demoro cerca de uma hora para chegar. A mansão enorme, longe da capital francesa me cumprimenta. Mesmo que seja menor que a do Gato, esta mandão também tem um tamanho ridículo.

Chego rapidamente à entrada, parando o carro e saindo sem me preocupar em estaciona-lo. Seria uma paragem rápida, por isso em poucos minutos eu estaria na estrada novamente. Entro pela porta de entrada, que se encontrava aberta, vendo homens e mulheres correndo de um lado para o outro. Alguns limpavam, outros traziam objetos e mobília e o restante falava ao telefone ou ordenava alguma coisa.

Chat Noir está parado no meio daquela confusão toda, com as mãos nos bolsos, apenas observando.  Ao me aproximar, os meus tacões provocaram barulho, que o fez olhar para mim por cima do ombro. Seus olhos brilham contentes e seus lábios se curvam num sorriso maligno. Ele gira, se virando totalmente para mim.

- E então? – Questiona, sem tardar. Com certeza apenas para me fazer falar, porque ele sabia perfeitamente que eu tinha sido bem-sucedida.

- Como planejado, chefe. – Entro no jogo. Estendo-lhe a pasta, entregando-lhe os documentos que Enzo Rossi tinha roubado de um dos subordinados do Gato. Este, pega na pasta e sorri para mim, a colocando debaixo de um dos braços, sem se preocupar em conferir o conteúdo. – Enzo Rossi está nas suas garras, Senhor Chat Noir.

Ele solta uma risada com a minha referência a gatos. Nós nos tratávamos formalmente e profissionalmente porque o salão está cheio de pessoas e de ouvidos indesejados. Um passo em falso e minha identidade seria totalmente revelada.

- Bom, minha preciosa espiã. – Apesar de eu saber que as suas palavras são verdadeiras, a sua voz saiu carregada de sarcasmo. Naquele ambiente, teríamos que manter as aparências. – E a pasta que Ladybug me roubou, a recuperaste?

Neste momento, uma garota de cabelos rosas entra no salão, com um monte de folhas nas mãos. Encaro ChronoGirl, a cumprimentando com um leve aceno da cabeça antes de voltar os meus olhos para o gato. Este, pisca um dos olhos, me convidando a continuar o jogo.

- Ainda não, Senhor. – Respondo. – Procurei em todo o lado, mas não encontrei onde a Joaninha o guardou.

- Eu espero bem que recuperes essa pasta, Chat. – A garota fala para ele, com um olhar acusador. – Contém informações demasiado importantes para cair nas mãos erradas. – Ela me encara, a sua expressão suaviza, ligeiramente. – Bem-vinda, Nix. – Ela me estende as folhas que carregava nas mãos. – Aqui está os planos da mansão, a lista dos convidados e a lista de todos os funcionários.

Pego nas folhas, sabendo do que se trata. O meu trabalho de segurança do baile que aconteceria em dois dias. Aparentemente, a garota já tinha aceito que eu seria realmente a responsável por toda a segurança. Na verdade, ela até parece mais amigável em relação a mim e à minha presença.

- É verdade. Eu encarreguei Nix da segurança. – Chat se lembra, com certeza se lembrando também do que aconteceu antes. – Acho perfeito para uma última missão em meu nome. – Comenta para si mesmo, mas mesmo assim Alix o encara surpresa.

- Última missão? – Indaga, sem conseguir conter as suas emoções. – Como assim, última missão? – O Gato a encara com um olhar sério, sua expressão perdendo toda a diversão.

- Nix veio apenas a Paris para pagar a sua dívida comigo. Ela já fez quase tudo, no qual eu precisava dela. Como já não preciso mais dos seus serviços, ela poderá voltar a Veneza. – Ele explica calmamente, mentindo descaradamente. Eu não teria que voltar a Veneza, mas sim voltar a ser Ladybug.

- Isso significa que a minha divida está paga? – Demando, continuando a participar no nosso pequeno jogo.

- Não exatamente. Mas eu não preciso mais de ti, então podes ir e esquecer de tudo o que viste aqui. – A ameaça, falsa, era evidente na sua voz.

- Sim, Senhor… - Respondo. Eu conto verdadeiramente em esquecer tudo o que aconteceu enquanto eu fui Nix. Recomeçar como Ladybug e continuar a lutar contra o crime, até o dia em que prenderei o Gato Negro. – Irei verificar todas as entradas possíveis.

Saio rapidamente do salão, para fazer uma verificação rápida, deixando os dois para trás. Sim, no fundo, eu apenas queria terminar tudo isto. Prender o Gato e todos os seus subordinados. E finalmente encontrar alguma paz, longe da escuridão.

(…)

A última paragem da noite é uma enorme cozinha, vazia e escura. Esta tem uma porta que dá para os jardins de trás da enorme mansão. Uma perfeita entrada para um penetra. Teria que ficar atenta.

Passos ressoam na escuridão, me fazendo girar rapidamente em alerta. Sou empurrada facilmente contra uma das paredes. Meus olhos faíscam de raiva e da minha boca sai um gemido baixo de dor. Não que me tivesse me machucado realmente, mais o impacto foi incomodo. Encaro o recém-chegado que me observa com um sorriso malicioso. Seus olhos felinos brilham em diversão, vendo-me encurralada por ele.

- O que…? – Tento formular a pergunta, mas ele me interrompe me beijando com força e desejo. Não consigo resistir aos seus toques.

- Tenta não gemer muito alto. – Ele avisa quando se afasta, me pegando pela cintura e me sentando num dos balcões, me fazendo ficar mais alta que ele.

Seus beijos descem para o meu pescoço, mordiscando, me fazendo gemer baixo nos seus ouvidos. Suas mãos apertam as minhas coxas, ao ponto de arder um pouco.

- C-chat… E se vierem aqui? – Eu o tento afastar, mas as suas mãos enrolam a minha cintura, me prendendo contra ele totalmente.

- Não vão vir. – Ele responde. – Essa cozinha só será usada no dia da festa. Até lá, estará completamente vazia. Mas se gemeres alto demais… - A sua voz soa divertida e eu sinto o seu sorriso no meu pescoço. – Talvez eles virão cá verificar o que se passa.

Ele volta a me beijar, não me deixando continuar a reclamação. Me agarro aos seus braços, cobertos pelo terno. As suas mãos sobem, durante o beijo quente, acariciam as minhas bochechas antes de continuarem o seu caminho e retirarem a minha peruca, deixando os meus cabelos pretos azulados caírem livremente. Eu realmente espero que não entre ninguém aqui.

Ele se afasta, quando o ar começa a faltar. Me encarando com um olhar cheio de sentimentos diferentes. Eu distinguia desejo e prazer, mas também via o amor e o carinho que ele sentia. Seus dedos pousaram nos meus lábios, descendo lentamente, provocando calafrios. Seus olhos acompanhando o movimento, com atenção. Parou no pingente do gato e sorriu fracamente.

Sem hesitar mais, ele se aproxima, dando-me um selinho e volta para o meu pescoço. Os seus dedos, outrora na gargantilha, agarram o fecho de meu casaco de couro e começam a desce-lo, o abrindo totalmente. A outra mão, entra na minha camisola de alças, alcançando o tecido do meu sutiã. Gemo fracamente quando ele aperta suavemente o meu seio direito.

Ele se afasta, tirando o meu casaco e a minha camisola, me deixando apenas de sutiã. Ele me beija novamente, a mão direita se pousa na minha cintura e a esquerda continua a estimular o mamilo direito. Ele quebra o beijo novamente e suas mãos se dirigem às minhas costas, abrindo o fecho. Rapidamente ele retira a peça, deixando-me desnuda na parte de cima.

Seus lábios descem suavemente, ates de abocanhar o meu mamilo esquerdo. Um dos seus braços se enrola na minha cintura, me impedindo de afastar e interromper o contacto. Os meus gemidos saem baixos e abafados, para não chamar a atenção. Seria uma vergonha se nos apanhassem neste estado.

A sua mão direita faz alguns movimentos na minha barriga antes de descer. Seus lábios abandonam o meu mamilo esquerdo, para abocanhar o direito. Sua mão alcança o cós das minhas calças de couro. Á medida que ele avança, eu vou me inclinando para trás o trazendo comigo. Sem hesitar entra, até alcançar o ponto certo por cima da calcinha. Gemo baixo, antes de agarrar a borda do balcão. Ele faz alguns movimentos, antes de retirar a mão e se afastar de mim.

Gemo de descontentamento, fazendo-o rir baixo. Chat se afasta totalmente de mim, retirando as minhas botas no processo. O ajudo a tirar as minhas calças, ficando apenas de calcinhas. Ele vem na minha direção, mas eu o impeço de me tocar. O gato me olha com raiva, mas eu ignoro. Desço do balcão e o empurro suavemente, o fazendo colar a uma mesa presente.

Abro o casaco e a camisa do seu terno e ele me ajuda a os tirar. Desamarro a sua gravata, rapidamente, a lançando para longe. O beijo com vontade, o sentindo corresponder. Suas mãos permanecem agarradas à borda da mesa, me deixando fazer o que eu quisesse com ele. Minha mão esquerda arranha levemente seus abdominais, enquanto a direita vai mais abaixo, apertando o seu brinquedo por cima do tecido.

Chat geme nos meus lábios, antes de se afastar e me olhar com desejo. Muito desejo. Minhas mãos desabotoam as suas calças e as descem junto do seu boxer. Ele os lança para longe, junto dos sapatos. Beijo o Gato mais uma vez, arranhando os seus braços.

Me afasto dele e me abaixo lentamente. Seus olhos brilham ainda mais e suas mãos agarram ainda mais a mesa, sabendo o que viria a seguir. Abocanho o seu membro, já completamente despertado, o fazendo gemer um pouco mais alto. Ele xingou, tentando se conter. Sorrio interiormente, continuando o meu trabalho.

Em poucos minutos, ele goza na minha boca, me fazendo engolir tudo. Ele me puxa para cima, invertendo as nossas posições, me sentando na mesa e me beijando novamente, sem se importar com o seu sabor na minha boca. Suas mãos agarram a minha calcinha e a baixam rapidamente. Ela se junta ao resto das roupas.

Ele quebra o beijo e me empurra, fazendo com que eu deite na mesa. Ele separa as minhas pernas e começa beijando as minhas coxas. Com poucos beijos, ele beija o meu clitóris, antes de lamber e chupar. Seus dedos entram dentro de mim, se movendo. Mordo os meus dedos, para evitar gemer muito alto. Mas não consigo evitar de arfar e gemer baixo.

Em poucos minutos, o orgasmo me atinge, me fazendo morder a palma da mão, abafando o gemido alto. Sinto o meu corpo relaxar e minha visão ficar escura. Ouço o loiro se levantar, procurar por alguma coisa e xingar em voz baixa. Antes que eu pudesse dizer algo, sinto algo na minha entrada e a invasão rápida que nos fez gemer baixo. Ele permanece quieto, dentro de mim.

- Acho que sempre te quis ter assim… - Ele comenta, com a voz fraca. Seus dedos acariciam a minha máscara negra. Seus olhos felinos brilham ainda mais com a luz da lua que entra pelas janelas altas.

- Sempre um prazer ver a Grande Ladybug nesse estado, não é? – Demando, deixando o meu lado policial tomar conta de mim.

- Não… Apenas gosto de ver que mesmo com mascaras, permanecemos ligados para sempre. – A sua voz sai tremida, cheia de sentimentos. Agora finalmente compreendo porquê que antes, na nossa primeira vez depois de tanto tempo, ele pediu para eu gemer o seu codinome. Porque ele não queria que eu transasse apenas com Adrien. Ele queria que eu aceitasse Chat Noir também.

- E a gargantilha? – Demando, passando os meus dedos no gato preto no meu pescoço. Chat abre um sorriso, um pouco cruel.

- Apenas um bônus. A minha marca em ti, mostrando que tens dono. – Ele se move, saindo lentamente e entrando com força, me fazendo gemer em voz baixa. Mas algo capta a minha atenção. A sensação é muito mais real do que normalmente.

- Chat… Não me digas… - Me ergo rapidamente. Mas ele começa a se movimentar devagar, me fazendo gemer baixo e esquecer o que aquele gato maligno fazia.

- Amanhã tomas a pilula, mas eu não quero parar agora. – Ele continua se movimentando.

Queria o parar, mas nem eu tinha forças para parar ato em si. Era só uma vez, não haveria consequências. Aos poucos o ritmo do gato foi aumentando, os fazendo gemer aos dois. Em um movimento, o gato sai de dentro de mim, mas antes que eu possa reclamar, ele me puxa e gira. Eu fico apoiada na mesa, com as pernas no chão.

Ele me penetra por trás, com força, me fazendo gemer um pouco mais alto do que devia. Naquela posição ele ia mais fundo e estocava no lugar certo. Mordo os meus dedos com força, fazendo com que os únicos barulhos sejam os nossos gemidos baixos e as estocadas.

Apos vários minutos, eu o sinto gemer mais alto e algo quente me invadir. Maldito gato… Eu só espero não ter problemas com isso mais tarde. Ele não para continuando estocando com força, sua mão me contorna, alcançando o meu clitóris o estimulando. Poucos minutos depois, eu explodo novamente numa sensação única.

Ele sai de dentro de mim, e eu caio no chão, sem forças nas pernas. Meus olhos azuis encaram seus olhos verdes. O gato sorri, antes de se sentar no chão, igualmente exausto. Ele sorri fracamente para mim. E naquele momento, com a luz da lua brilhando, ele parecia um anjo. Um anjo que me protegeria de tudo e de todos.

E por alguma razão, eu queria ficar ali para sempre.


Notas Finais


E o que acharam? Provalvelmente este será o ultimo hentai desta fic... Já que ela está na reta final... Mais 5-7 capitulos e bye bye ATRIY.
Mas a segunda temporada vem logo seguindo 07
Pour falar em segunda temporada que já tem titulo e sipnose, vocês querem informações não com muito spoiler ? Eu posso vos dar, como pedido de desculpa ^^

Até ao próximo 0/


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