História And you said you had my back - Capítulo 30


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Categorias Marco Reus, Mats Hummels, Robert Lewandowski
Personagens Marco Reus, Mats Hummels, Personagens Originais, Robert Lewandowski
Tags Dortmund, Futebol!, Marco Reus, Mats Hummels, Robert Lewandowski
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Palavras 2.860
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Esporte, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


espero que gostem ❤

Capítulo 30 - If anything could ever be this good again


Fanfic / Fanfiction And you said you had my back - Capítulo 30 - If anything could ever be this good again

Mats POV

Neven tinha finalmente decidido contar para Marcel toda a história sobre sua irmã. E assim como eu, ele ficou completamente surpreso.

-Isso é sério? – Schmelzer falou – Se for algum tipo de brincadeira já aviso logo que não tem a menor graça e eu vou acabar com você.

-Eu estive lá e conheci a Gabi. – eu falei – É tudo verdade.

Subotić estava sentado em meu sofá, olhando para o nada. Eu e Marcel estávamos em pé, bem a sua frente.

Schmelzer sentou ao seu lado e ficou um pouco sem saber o que fazer.

-Eu realmente sinto muito. – ele colocou a mão no ombro de Subotić – Pela situação em si e por você ter passado por tudo isso sozinho.

-Eu nunca soube muito como trazer o assunto. – ele olhou para Marcel – Desculpa ter demorado tanto.

-Já disse que você não precisa se desculpar por nada. – eu falei – O importante é que agora nós sabemos e queremos ajudar você no que for preciso.

-Exatamente. Tudo o que pudermos fazer, é só falar. – Marcel complementou – Você é nosso melhor amigo e estamos do seu lado para tudo.

Subotić abriu um sorriso e falou.

-Sabia que vocês ficam muito fofinhos assim preocupados?

-É... o momento acabou. – eu falei brincando.

-É sério. – ele continuou – Só falta escrever na testa de vocês “Eu amo o Neven”.

-Como você consegue ser assim? – Marcel revirou os olhos – Mas sério, quando podemos ir visitá-la?

-Podemos passar lá hoje. – ele respondeu – Faço a mesma coisa que fiz quando levei Mats, entro primeiro e vejo como está a situação. Se estiver tudo ok, eu chamo vocês dois.

-Então, o que estamos esperando? – eu disse pegando as chaves do carro.

Demoramos um tempinho para chegar até lá. O lugar já era um pouco distante, e ainda pegamos um pouco de trânsito no caminho.

Assim que entramos, Lena nos recebeu com o maior sorriso no rosto.

-Bom dia Neven. – ela o abraçou – Vejo que trouxe seus amigos.

-Oi Lena, como está? – ele sorriu – Mats você conheceu naquele dia e esse é Marcel.

Dei um pequeno aceno e Marcel estendeu a mão para cumprimentá-la.

-Como está Gabi? – Subotić perguntou ansioso.

-Ela já estava impaciente perguntando por você.

-Então é um bom dia. – ele sorriu e em seguida se virou para nós – Eu vou primeiro com a Lena e falo com calma sobre vocês, depois os dois já podem entrar.

-Ficaremos esperando aqui. – Schmelzer respondeu.

Os dois entraram e mais uma vez pude ver a alegria de Gabi ao ver o irmão.

Eu e Marcel ainda ficamos um tempinho ali esperando sermos chamados.

-Você parece distraído. – Marcel falou.

-Eu?

-É. – ele olhou para mim – Parece que sua cabeça tá em outro lugar.

Eu sequer tinha percebido antes, mas de fato minha cabeça não estava ali.

Desde o dia que Marina passou no clube para falar comigo, eu não consegui pensar sobre outra coisa. Eu não tinha falado para os meninos que isso tinha acontecido.

-É sobre Marina? – ele mais afirmou do que perguntou.

-Um pouco. – respondi – Estou pensando na possibilidade dela trabalhar no Dortmund.

-E isso seria uma coisa ruim?

-Não exatamente. – olhei para ele – Quer dizer, ela arrumar um emprego é algo incrível e poder estar perto dela nunca seria algo ruim para mim, mas...

-Mas você não quer vê-la com Robert. – ele disse antes que eu pudesse terminar – Nós não sabemos o que está acontecendo ali.

-Esse é o problema. Eu não tenho a mínima noção do que eles são.

-Eu sei que é difícil te pedir isso, mas tente não pensar sobre a relação deles.

Nesse momento, Neven voltou e nos chamou para falar com sua irmã.

Eu e Marcel entramos na sala e Gabi mais uma vez foi super simpática.

-Bom dia Hummels. – ela falou para mim e logo se virou para Marcel – E você deve ser o Schmelzer.

-Por favor, me chame de Marcel. – ele respondeu também simpático.

-Vou dar espaço para vocês conversarem. – Lena disse e logo se afastou.

Eu e os meninos nos sentamos na mesa em que Gabi já estava sentada.

-Fico feliz que meu irmão tenha trazido os amigos. Ele sempre fala muito de vocês dois.

-Bem ou mal? – perguntei brincando.

-Como se tivesse alguma coisa boa pra falar de vocês. – Neven respondeu.

-Mas Mats, me conta... – ela olhou para mim – Como vai aquela história com a menina que você gosta?

-Você também já sabe de Marina? – Marcel perguntou.

-Da última vez, eles comentaram muito brevemente sobre. – ela olhou para Marcel – Por que você era contra?

-Eu?! – ele disse surpreso.

-É, meu irmão conversou comigo sobre isso algumas vezes e disse que você não achava uma boa ideia.

-É porque me preocupo com a reação de Marco. – ele respondeu.

-Marco? – Gabi perguntou.

-Marco é o irmão da Marina. – Subotić falou – Lembra que te expliquei que ele era ciumento e tal e que preferia morrer ao ver sua irmã com um dos jogadores?

-Aaah, esse Marco. – Gabi se lembrou depois de alguns segundos de esforço – Ele reagiria realmente tão mal assim?

-Acho que pior do que podemos imaginar. – Schmelzer completou.

-Mas Mats, como você está? – Gabi perguntou diretamente para mim.

-Sobre isso...

Eu não queria exatamente falar sobre Marina porque lembrar tudo o que aconteceu me deixava muito pra baixo, mas vi que também era uma oportunidade de contar aos meninos sobre sua ida ao clube para falar comigo sobre a proposta de emprego.

-... nós meio que conversamos. – falei ainda sem maiores detalhes.

-Teve aquele dia no parque né? – Marcel falou se lembrando.

-Também. Mas falo sobre depois disso. – os meninos me olharam boquiabertos – Ela passou no clube essa semana.

-QUE? – Neven deu um grito e uma outra enfermeira nos olhou feio.

-Quando isso aconteceu? – Marcel perguntou.

-Vocês não sabiam disso? – Gabi perguntou meio confusa.

-NÃO. – Neven gritou de novo e mais uma vez a mesma enfermeira lançou um olhar mortal para ele, pedindo silêncio.

-No dia em que voltei sozinho para casa. Assim que cheguei no meu carro, ela estava lá e pediu para falar comigo.

-Eu sabia que te deixar sozinho não era uma boa ideia. – Schmelzer falou antes que eu pudesse terminar.

-Não foi uma coisa ruim. – olhei para ele – Na verdade, foi uma conversa bem civilizada e ocorreu tudo bem.

-Diferente do dia do parque. – ele falou.

-O que aconteceu no parque? – Gabi perguntou ainda confusa.

-Um domingo qualquer eu estava no parque pegando umas coisas minha com uma ex-namorada...

-Catherine. – Subotić logo tratou de revirar os olhos.

-Enfim. – disse continuando – Eu estava ali e de repente ouvi um barulho muito alto e quando me virei para ver o que era, me deparei com Marina jogada no chão. Fui até lá para ajudá-la, mas ela obviamente recusou minha ajuda.

-Depois ela falou poucas e boas para ele e saiu mancando pelo parque. – Neven completou o final da história.

-Por que ela estava mancando? – Gabi perguntou.

-Ela tinha machucado o pé. Insisti para levá-la no hospital, até pedi ajuda de Neven, mas mesmo assim ela preferiu ir para casa.

-E o que ela te falou?

-Que ainda era difícil me ver ou falar comigo.

-Imagino que isso tenha sido difícil pra você também. – ela disse com uma certa pena.

-Pior que sim. – soltei um risinho sem graça.

-Mas e o dia do clube? – Neven perguntou impaciente – O que diabos aconteceu?

-Eu estava colocando minhas coisas no carro e de repente ela estava ali. Estava parada na minha frente, com uma bota ortopédica no pé.

-Ela foi no hospital então? – Gabi perguntou.

-Ela disse que Robert a levou no dia seguinte. – falei levemente com tom de deboche.

-E Robert é aquele menino que você não gosta, certo? – ela perguntou meio que já afirmando.

-Não é que eu não goste dele... – tentei falar, mas meus dois amigos logo me interromperam.

-Ele ODEIA o Robert agora. – Neven falou.

-Apesar de não ter motivo nenhum para isso. – Marcel completou.

-Eu só não gosto da relação que ele tem com Marina. – disse – Nada além disso.

-Mas e o que ela foi fazer no clube? – Gabi perguntou curiosa.

-Ela foi falar sobre a possibilidade de trabalhar lá como cozinheira. – respondi – Oportunidade que Robert arrumou. – sorri mais uma vez sem graça.

-E depois? – Marcel perguntou e percebi que os três estavam cheios de expectativa sobre a história.

-Depois ela pediu desculpa sobre o que falou no dia do parque e queria saber se eu não via problema em ela trabalhar no Dortmund. – os três ainda me olhavam – Obviamente respondi que não, que não tinha problema nenhum.

-Só isso? – Subotić perguntou.

-Só isso. – respondi e vi a decepção se formar em seus olhos.

-Pelo menos foi uma conversa bem positiva. – Schmelzer falou – Eu acho.

-Eu sei que não foi nada espetacular, mas eu me senti tão bem que ela me procurou. E teve um momento que... – procurei palavras para descrever o ocorrido, mas sem sucesso – Eu não sei explicar.

-Como assim??? – Neven se segurou para não gritar pela terceira vez – Que momento foi esse?

-Um momento nosso. – olhei para os três e vi que eles estavam nada além de confusos – Um momento em que pareceu que só existia eu e ela no mundo. Que não tinha Marco, não tinha Robert, não tinha Carol a 10 metros claramente me odiando. Éramos só eu e Marina.

-Não podemos culpar a Carol, né? Até eu cheguei a quase te odiar em toda essa história. – Marcel falou.

-Parecia que nada de ruim tinha acontecido entre a gente ou que nenhum dos dois estava magoado. – dei um longo suspiro – Na verdade parecia que nós passamos por tudo isso, mas que conseguimos superar e estamos dispostos a sermos o que éramos antes. – sorri com a ideia.

-Mas isso é possível? – Schmelzer falou – Vocês dois serem o que eram antes?

-Não sei. – olhei para ele – A única coisa que sei é que eu faria de tudo para que isso acontecesse.

Exatamente cinco segundos de silêncio ocuparam o espaço.

-Meninos, mil perdões interromper. – Lena chegou perto de nós um pouco sem graça – Mas está na hora de levar a Gabi lá pra dentro.

-Obrigado Lena. – Subotić respondeu – Só precisamos de mais um minuto.

-Vou deixar vocês de despedirem e encontro com vocês lá fora. – ela sorriu e se distanciou.

-Eu tenho a impressão que esses encontros estão sendo cada vez mais rápidos. – Gabi falou rindo – Agradeço muito que vocês tenham vindo, ficarei aguardando os dois mais vezes.

-Foi um prazer te conhecer, Gabi. – Marcel falou a abraçando – Com certeza nós iremos voltar para te visitar.

-Obrigada. – ela abraçou Marcel e logo se virou para mim – Espero que dá próxima vez que te ver, você tenha resolvido essa história com Marina. Espero que você consiga o que quer.

-Não coloque muita expectativa sobre isso, mas estou feliz que estamos “bem” agora. – disse também lhe dando um abraço – Mas qualquer coisa que acontecer, eu venho correndo te contar.

-Até a próxima, meninos. – ela falou sorridente.

Eu e Marcel saímos da sala e deixamos um tempinho para Neven se despedir da irmã. Logo Gabi foi ao encontro de Lena, que nos deixou um aceno de longe, e Subotić veio ao nosso encontro.

Entramos no carro e Subotić não demorou para perguntar.

-Pra onde vamos agora?

-Pra onde você quer ir? – olhei para ele.

-Que tal uma cerveja?! – ele falou olhando para mim e Marcel – Bar do Iduna?!

-Bar do Iduna então. – Marcel falou fechando a porta.

O caminho até lá foi um pouco demorado por causa da distância, mas felizmente não pegamos nenhum trânsito. Estacionei o carro a dois quarteirões do bar porque não tinha vaga e fomos andando até lá.

Assim que colocamos o pé no lugar, o tempo fechou. Pelo menos para mim.

-HEY. – Marco gritou de uma mesa – Sentem aqui.

Nós três ficamos alguns segundos parados, até que Marcel foi andando até lá.

O caminhar até a mesa de Marco pareceu uma eternidade, mas mesmo assim não foi o tempo suficiente para mim.

Chegamos até a mesa e eles se levantaram para falar com gente. Marco e... Robert.

Eu tinha a plena certeza de que tinha fechado a cara no segundo em que o vi ali, e ele tinha feito o mesmo quando me viu entrando no bar.

Todos estavam se cumprimentando, até que chegou a vez de nós dois.

A situação era a mais desconfortável possível, mas imagino que assim como eu, ele também não queria repetir a situação do fatídico dia em que fizemos uma dupla no FIFA. E então nos cumprimentamos da maneira mais normal, na medida do possível.

-Vamos, fiquem aqui com a gente. – Marco falou já se sentando.

A mesa era daquelas mesas redondas com um único banco ao seu redor encostado na parede. Robert se sentou em uma ponta, Marco ficou ao lado dele, depois vinha Marcel, Neven e finalmente eu sentado na outra ponta.

-O que estão fazendo aqui? – Marco perguntou.

-Estávamos juntos e resolvemos dar uma passada por aqui. – Marcel falou – Tem tempo que não vínhamos aqui.

-Acho que a última vez que eu vim, foi quando viemos com a Marina e a Carol.

Assim que Marco terminou de falar, automaticamente me lembrei de tudo o que tinha acontecido naquele dia. Desde ter a encontrado sozinha no parque, até colocá-la para dormir no quarto ao lado do meu.

 Eles continuaram falando sobre alguma coisa, mas eu já não ouvia mais. Estava completamente perdido em meus pensamentos sobre aquele dia.

Minha cabeça só voltou ao lugar quando me deparei com Robert me encarando com uma cara indecifrável. Continuei o encarando também por alguns segundos, até Neven perguntar a Marco.

-Mas e vocês? O que vieram fazer aqui?

-Comemorar a minha liberdade. – Marco riu – Marina me deu umas férias.

Eu e os meninos o olhamos sem entender nada.

-Ela e Carol viajaram para Espanha. – ele continuou.

Nesse momento meu coração parou. Eu estava apreensivo, demorei para perceber que estava segurando minha respiração já por alguns segundos. Eu tinha medo de perguntar o porquê ela ter ido, ou de perguntar se ela tinha ido para sempre. Eu tinha medo de perguntar qualquer coisa porque eu estava apavorado com a resposta.

Não tem uma semana que ela me procurou para falar que poderia trabalhar bem ali do meu lado e agora do nada ela simplesmente está em outro país. Eu só conseguia pensar em todas as vezes que ela me falou sobre como amava a Itália e sobre como tinha vontade de sair da Alemanha.

Subotić me deu uma leve e discreta cotovelada e só então eu liberei o ar que estava preso em meus pulmões. Olhei para frente e me deparei com um Lewandowski me encarando.

A sensação que eu tive, era de estar sendo vigiado, ou até mesmo a sensação de estar sendo julgado por Robert Lewandowski. Parecia que ele tentava decifrar a reação que eu tive àquela notícia.

-E quando elas voltam? – Marcel perguntou o que eu estava com medo de perguntar.

-Acho que elas vão ficar quase duas semanas. – Marco olhou para Robert – Não é isso?

Robert sequer abriu a boca, só balançou a cabeça positivamente.

-Acho que vou indo. – eu levantei já sentindo que meu peito ia explodir com tudo aquilo.

-Mas já? – Marco me olhou confuso – Está tudo bem?

-Sim, só estou muito cansado. Eu vim para acompanhar os meninos, mas já que vocês estão aqui, posso ir pra casa tranquilo e deixar eles com vocês. – disse dando uma desculpa.

-Tem certeza? – ele me olhou um pouco desconfiado.

-Não se preocupe. – sorri para ele – Nos vemos no clube. – disse me despedindo de uma forma geral e saí do bar.

Alguns poucos segundos depois que cheguei até meu carro, ouvi uma voz me chamando.

-Hummels.

Olhei para trás e Robert estava ali.

Ele se aproximou devagar, até que parou bem em minha frente.

-Não sei se você sabe, mas existe uma grande possibilidade de ela trabalhar no Borussia e não quero que você atrapalhe isso. – ele falou em tom quase ameaçador.

-Sim, eu sei. Marcel me falou sobre isso. – olhei para ele.

Não achei necessário falar que eu e ela conversamos diretamente sobre, até porque parecia que ele não sabia sobre o ocorrido. E não seria eu a contar.

– Eu jamais faria algo para prejudicá-la. Ela tem todo meu apoio. – continuei.

-Ela não precisa do seu apoio, ela só precisa que você não interfira de forma nenhuma. – ele disse de forma grosseira.

-Ela precisa ou você precisa? – falei irônico.

-Só se mantém longe. – ele me olhou com um sorriso irônico – Você já fez isso, então sei que não é tão difícil.

Senti uma raiva percorrer cada centímetro do meu corpo, mas para minha própria surpresa, me contive.

-Não se preocupe, Lewandowski. – disse me virando e abrindo a porta do carro.

-Com você, todo cuidado é pouco. – ele disse ainda irônico.

Eu sabia que discutir com ele não nos levaria a lugar nenhum. Eu não queria arriscar que as coisas entre eu e Marina ficassem mais desconfortáveis, até porque agora eu tinha a sensação de que estávamos bem.

-Como eu disse: não se preocupe. – disse entrando no carro sem olhar para ele – Boa noite, Lewandowski.

Ele se virou e voltou para o bar e eu, finalmente, fui para casa.


Notas Finais


primeiramente desculpa pela demora amores, eu to no finalzinho do período e isso significa que eu tenho 300 trabalhos pra entregar. eu ainda não to de férias, mas to batendo na porta. esse capítulo foi aos trancos e barrancos entre provas e trabalhos mas ele finalmente saiu. quando eu entrar de férias definitivas (que é logo) eu prometo postar mais e dar uma adiantada nessa história.
de resto, espero que gostem do capítulo.

beijos da batgirl ❤


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