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História ANDROID: Aventuras em Detroit - Capítulo 1


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Capítulo 1 - A refém


Fanfic / Fanfiction ANDROID: Aventuras em Detroit - Capítulo 1 - A refém

15 de agosto de 2038

20:29:07

A Android estava esperando o elevador chega em seu destino. Havia acontecido um assassinato causado por um divergente, aonde o mesmo fez uma garotinha de refém. Finalmente as portas do elevador abrem.

- Negociadora no local. Repito: negociadora no local - falou um policial q estava a espera.

A Android começou a investigar a entrada. Achou uma foto e reconheceu os membros da família, também achou um peixe fora da água e o salvou. Continuo a andar e se esbarrou com uma mulher desesperada sendo levada por um dos policias, com certeza a mãe da refém.

- Ah por favor, salva a minha menina... Quê...? - falou percebendo q fala com um andróide - Vocês enviaram um andróide?

- Senhora vamos. Está na hora. - falou o policial q estava com ela.

- Não acre-- não façam isso! Vocês-- Por que não enviam uma pessoa de verdade?! - fala a senhora sendo puxada pelo policial.

Podia-se ouvir ela gritando dizendo: "não deixe essa coisa encostar nela" "quero essa coisa longe da minha filha", isso era normal, afinal, sua filha estava em perigo por conta de um andróide e agora terá q esperar outro andróide salva-lá.

Logo, a androide recebeu um escrúpulo em seu programa, q dizia: {ache o capitão Allen}. Então, ela foi em direção ao quarto dos pais da garota, aonde o capitão estava.

- Capitão Allen? Meu nome é Luísa. Sou a andróide enviada da Cyberlife.

- Tá atirando em tudo q se mexe, já acertou dois dos meus homens... Dá pra acertar ele, mas ele tá bem na beirada do terraço. Se ele cair, ela também cai. - disse o capitão explicando a situação a Luísa.

- Você sabe o nome

- Eu não faço ideia. Isso importa?

- Preciso de informações para escolher uma abordagem. Teve alguma experiência emocional recentemente?

- Olha só, o q importa é salvar a menina. Ou você da um jeito nessa porra de androide, ou eu vou dar.

Diante dessa situação, Luísa começou a investigar a casa, descobriu q o andróide pegou a arma do pai, descobriu q a refém não ouviu os tiros, q o divergente se chama Daniel e q era muito amigo da Emma a refém, descobriu também q o divergente estava para ser substituído e examinando um dos policiais conseguiu achar uma arma e pegando-a. Suas chances de sucesso eram altas e então decidiu ir até o terraço para negociar. Assim q saiu, levou um tiro de raspão no braço.

- Pra atrás! Não chega perto ou eu me jogo! - falou o divergente.

- Não! Eu imploro! Não faz isso! - dizia a refém desesperada.

- Oi Daniel.

- Como...

- Meu nome é Luísa.

- Como sabe meu nome?

- Sei de várias coisas sobre você. Vim tirar você dessa situação. - após falar isso, um helicóptero apareceu fazendo uma enorme barulheira, diminuindo as chances de sucesso de Luísa. Ela tinha q ganhar a confiança de Daniel e deixa-lo estável para ter sucesso em sua missão.

- Eu não vou machucar você. Eu só quero conversar e acha uma solução.

- Falar? Eu não vou falar nada. Já é tarde demais. Tarde demais... Tá armada? - perguntou o divergente, Luísa tinha duas escolhas a fazer: 

[verdade]<- 

[mentir]

Ela escolheu falar a verdade.

- Sim. Eu tô armada.

- Larga! Se tentar se mexe, eu vou atirar! - disse o divergente, então Luísa jogou a arma fora.

- Pronto, não tenho arma. - com essa ação as chances de Luísa ter sucesso aumentaram.

- Eu sei q a Emma e você eram apegados. Você acha q te enganaram, mas ela não errou com você. - disse Luísa.

- Ela mentiu pra mim... Eu achei q ela me amasse... mas eu estava errado... ela é igualzinha aos outros humanos...

- Danie, não... - disse a refém com voz de choro.

- Eles estavam prestes a te trocar, e você ficou magoado. Foi o que aconteceu, não é?

- Eu achei q era parte da família. Achei q me amasse... mas eu só era um brinquedo, que iam jogar fora por quê já se cansaram!

- Escuta, eu sei q não é sua culpa. Essas emoções q está sentindo são só erros no seu software.

- Não, não é minha culpa... Eu não queria isso. Eu amava eles, entende? Mas eu não era ninguém, só um escravo pra obedecer ordens. - após dizer isso, o helicóptero se aproximou mais um perto, deixando o divergente ainda mais nervoso.

- Aaaaaaah... não aguento mais esse barulho! - disse o divergente - Esse helicóptero tem q sair daqui agora!

Luísa faz um sinal ao helicóptero para se retirar, ela precisava ganhar a confiança do divergente para salvar a refém e essa ação deu a ela mais chances de ter sucesso.

- Viu, eu fiz o que você queria. Tem q confiar em mim, Daniel. Solte a refém, e eu prometo q tudo vai acabar bem.

- Quero meu caminho livre... e quero um carro! Quando eu estiver fora da cidade, eu solto ela!

- Isso é impossível, Daniel. Deixe a garota ir e prometo q não vão te ferir.

- Eu não quero morrer...

- Você não vai morrer. A gente só vai conversar. Nada vai acontecer com você. Eu te prometo.

- Ok... Confio em você... - disse o divergente soltando a refém. E quando ele menos esperou, os spiners atiraram nele.

- Mentiu pra mim, Luísa. Mentiu pra mim... - disse o divergente se desligando.

Então Luísa se retirou do local, afinal, havia comprido com sua missão.

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Notas Finais


Bom, é isso! Espero q gostem!


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