História Andróide - Capítulo 12


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Categorias Kuroshitsuji
Personagens Agni (Arshad), Alois Trancy, Bardroy "Bard", Beast, Ciel Phantomhive, Claude Faustus, Edward Midford, Elizabeth Midford, Grell Sutcliff, Hannah Annafellows, Lau, Madame Red (Angelina Dalles), Mey-Rin, Príncipe Soma Asman Kadar, Ran-Mao, Sebastian Michaelis, Sr. Tanaka, Undertaker, Vincent Phantomhive
Tags Ciel Phantomhive, Cielxsebastian, Ficção Cientifica, Sebasciel, Sebastian Michaelis
Visualizações 113
Palavras 3.311
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Lemon, Romance e Novela, Sci-Fi, Shonen-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


CHEGUEI, GENTE É MEU ANIVERSARIO, MAS O PRESENTE É DE VCS!
uma deliciosa limonada
E UMA SURPRESA NO FINAL KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Perdão gente se vocês encontraram algo como "loiro" como o Ciel ou "ruivo" como o Sebastian. É que meu computador deu bug aí eu escrevi no celular este capítulo, e meu teclado as vezes corrigia as palavras moreno e azulado para loiro e ruivo por conta de uma fanfic que eu estava escrevendo de Amor doce. Xjdjdjfjfj
Ou se tiver algo como Castiel ou Nathaniel por favor relevem os erros

Capítulo 12 - Esse robo, quente.


Fanfic / Fanfiction Andróide - Capítulo 12 - Esse robo, quente.

– Não precisa se preocupar comigo mais, porra! – Ciel olhou para Sebastian se desvencilhando dos braços do maior, com um suspiro.

Sebastian estava à meia hora querendo o levar até onde havia deixado o carro no encostamento, mesmo sentindo o pulmão ardendo ainda e estando um pouco cansado, não ia quebrar seu orgulho mais do que já havia feito quando conversou com o seu andróide.

Depois ele havia se tocado que ele havia ido atrás do robô e simplesmente beijou o moreno, assim com havia dito várias coisas constrangedoras, pois nesse momento lembrou-se como seu andróide podia ser irritante.

– Na próxima vez é só falar que me ama, não precisa me xingar depois, por que não foi culpa minha o Soma ter visto aquilo. – O moreno sorriu e finalmente avistou onde tinha parado o carro quando correu para ajudar o menor.

Ciel não falou mais nada, apenas entrou no carro e deixou para que o andróide dirigisse. Sebastian entrou no carro e olhou o bico do medonho que tinha nos lábios, sabia que ele estava irritado com o fato que o seu melhor amigo tinha visto.

– Ciel. – Sebastian falou chamando a atenção do menor.

– O que você... – O andróide beijou os lábios alheios, deixando o médico completamente chocado pela a audácia do moreno. Mas estava mais chocado era com o fato do seu coração batendo tão forte no seu peito e ponto de pensar que teria um ataque cardíaco a qualquer momento.

Ciel sentia que já não poderia mais jogar seu orgulho como jogou naquele dia, mesmo lembrando-se do dia em que estava atordoado por conta da bebida e ainda mais fez aquilo dentro do carro, novamente dentro do carro estava tendo estes tipos de coisas.

O azulado levou a mão até do seu andróide e retribuiu o beijo, da forma como o moreno pensava que o médico faria. Logo o robô separou os lábios com rapidez, mesmo querendo que continuasse, mas não queria que fizesse algo novamente desta forma com seu mestre em um local com tão pouco espaço.

– Mas... – Ciel estava atordoado enquanto via o andróide se distanciar.

– Não se preocupe. Eu não vou parar agora. – O andróide ligou o carro e sorriu enquanto se dirigia para a casa do médico, agora com o transito mil vezes mais calmo, era algo que deixava o maior mais tranquilo, já que não queria ter que passar por todo o desespero que havia passado anteriormente. – Vai saber quando voce vai fazer uma confissão desta forma comigo novamente?

 Ciel não falou nada apenas sentiu as bochechas corarem, olhando para a janela tentou acalmar tanto o coração quanto a coloração do rosto, ele não era mais um adolescente para ficar desta forma.

Mesmo que quando era realmente adolescente não se senti desta forma tão envergonhada com garotas ou garotos, ele apenas continuava a se focar, sendo até considerado bem anti-social em seus anos de escola.

Mas Ciel não era nenhum bobo para não saber o que o andróide estava falando no momento. Isso deixou que o caminho para si, parecesse mais rápido do que imaginava. Já para o robô foi mais longo do que imaginava, ele sentia um nervosismo estranho, era algo que jamais havia sentindo. Os dias que estava passando com Ciel, embora poucos estavam trazendo cada vez mais sensações para si.

Quando chegaram, Ciel havia saído primeiro indo direto para o apartamento, sendo seguido por Sebastian atrás de si, com uma estranha aura calma para o médico.

Entrando no apartamento, Ciel parecia o Flash quando correu para o seu quarto, deixando no mínimo o andróide entre nervoso e mais tentado.

Enquanto caminhava em rumo ao quarto que dividia com o seu mestre, Sebastian foi tirando parte de suas roupas que vestia, agora que era extremamente mais fácil do que a roupa de mordomo anterior.

Retirando a calça jeans, a camiseta e a capa que usava, abriu a porta do quarto utilizando somente uma peça de roupa para lhe cobrir por inteiro. Isso deixou ao ver Ciel um pouco mais nervoso que já estava. Fazia um bom tempo que não fazia nada desse tipo, a última coisa relacionado com sexo que teve fora com o próprio robô.

– Ciel. – A voz do moreno era calma e ao mesmo tempo trazia arrepios a todo o corpo do médico, que engoliu em seco, mas seu coração diminuía as batidas, como seu corpo começava a se acalmar sozinho, era como se tivesse hipnotizado pela a voz do seu andróide, que apenas disse o seu nome.

Quando uma música começou a tocar, mal havia percebido quando o moreno pegou seu celular e colocou em uma música, como também não fazia ideia de com tinha aquela música no seu celular.

Feche a porta, tire suas roupas onde você está

Eu te deixo excitado, porque eu adoro te ver ofegante

Eu sei que é bom, eu consigo notar pelo jeito cê tá, é, sim

Eu puxo você perto de mim porque eu amo sentir você indo para baixo

Ciel sentia um fogo nascendo dentro peito, algo que estava começando a aquecer seu corpo totalmente, ele jamais havia se sentindo tão relaxado em momento como este, era como se ele e Sebastian fossem amantes há muito tempo, e esta não seria a primeira vez que eles fariam aquilo junto.

Sebastian conseguia ter uma calma que Ciel realmente não sabia de onde ele estava tirando, tanto pelo o fato que estava se deixando leva pela a música nem um pouco pura. Ainda mais com as mãos atrevidas do andróide subindo sua camisa, deixando passar as pontas dos dedos pela a sua barriga, fazendo sentir o calor interessante que Sebastian exalava do seu corpo.

– Sebastian... – O nome do robô saiu sem querer dos lábios do médico, enquanto sentia os dedos do moreno se aproximando perigosamente do seu peito. Indo para uma área em especifico, esta que o andróide o provocou passando os dedos ao redor.

– Não se preocupe jovem mestre... – O moreno sussurrou tão perto do pescoço do menor que ele sentiu a respiração levemente quente passando pelo o seu corpo.

Ciel não tinha mais a dor no pulmão pelo o ataque de asma que tinha e como ele era médico, sabia muito bem que não deveria está fazendo nada que o deixaria cansado demais, já que ele deveria descansar bastante, mas novamente, Sebastian estava o fazendo dizer foda-se a vida e querer cada vez mais os toques do seu andróide.

– Pare de só me provocador seu merda... – Ciel resmungou enquanto se sentava a cama arfando um pouco, seu corpo estava quente, seu coração começou a bater rápido novamente e a sensação de asas na barriga o fez quase ter um infarto ao ver seu andróide apenas de roupas intimas.

Sebastian estava à tentação em carne e osso, a pele do robô era leitosa e sem falhas, o corpo era magro, mas com músculos ao mesmo tempo, era como se fosse um corpo perfeito. Era obvio que era perfeito, já que Sebastian era nem um humano e nem um robô. Mas isso Ciel não sabia. Ainda.

– Cada vez mais, você me surpreende Ciel. Você já me mostrou tantos lados seu que nem tem noção, você é tão... Perfeito! Você é ranzinza, se irrita com facilidade, tem a boca mais suja que já vi, mas também é carinhoso, tem um amor tão grande a família que você não percebe o quanto, até mesmo pelo os seus pais, não adianta negar, você tem um grande amor por eles. – Ciel estava surpreso diante a confissão sobre si que o andróide fez sem mais e nem menos. Quando o médico pensou em falar algo, sua boca foi atacada pelo o moreno que subiu em cima de si. O beijo era o mais incrível que já havia recebido do robô. Era selvagemente apaixonado.

Porque o colchão está muito longe

E meu relógio está de olho, não há tempo para desperdiçar (woo, ah)

Como minhas mãos já desceram sua cintura

É melhor cê me mostrar que você quer fazer amor de imediato, porque

Eu vou te enlouquecer, eu vou

Eu vou te enlouquecer, eu vou

Vou pegar minha língua

Vou falar esse idioma

Irei usar minha habilidade estrangeira sim

Minhas mãos em seu cabelo

Fique pelado vou te pegar na escada

Sei que nunca fez lá

O beijo desceu o corpo de Ciel, foi dos lábios para o pescoço, descendo para o abdômen, a barriga e continuou, enquanto o moreno retirava suas roupas por onde passava, Ciel já não conseguia mais se segurar, ele se viu mais necessitado por Sebastian, ele queria mais do apenas seus simples beijos.

 Os lábios de ambos se encontraram rapidamente, não foi preciso nem pedir licença para os lábios do azulado, já que Sebastian invadiu a mesma sem ser convidado.

 O jeito que ambos se beijavam fazia com que cada vez mais acordasse os dois membros adormecidos de ambos, que por parte do moreno estavam sendo friccionados com força.

Sebastian agarrou as coxas do médico e o puxou para cima, apertando a carne com força a ponta de deixar as marcas de seus dedos, fazendo com que o menor agarrasse a cintura do outro com as pernas, levando seus lábios até o pescoço do andróide, Ciel se soltou, dando beijos, chupões e mordidas. Marcando cada vez mais a pele imaculada do moreno.

O moreno se deitou por cima do médico, pressionando o seu membro contra a bunda do azulado, fazendo com que este de baixo soltasse um baixo gemido. O andróide não perdeu tempo, retirando a Box do menor ele sentiu seu corpo pegar fogo ao ver todo o corpo do azulado depois de tanto tempo. Parecia que fazia anos que não tivesse visto o corpo do médico assim desta forma.

– Vejamos que temos um problema aqui. – O moreno tocou a glande avermelhada do membro do menor, que já estava totalmente endurecido. O ato fez com que o médico mexesse um pouco a cintura, pressionando as nadegas contra o membro do maior. Ciel estava ficando impaciente com esta demora, talvez ele devesse ativar o modo brincadeiras sexuais.

– Cala a boca seu idiota. – o moreno falou virando o rosto completamente corado para o lado, estava mais irritado do que envergonhado, mas ele viu que o andróide não estava muito diferente de si nestes termos.

O moreno distribuiu beijos pelo o pescoço do outro, dando também chupões e mordidas, querendo marcar o médico, assim como ele estava fazendo, como se quisesse colocar sua marca no mesmo para mostrar para todos que ele era somente seu.

Ciel tomou os lábios de Sebastian mais uma vez, era como se tivesse se tornando um vicio como o beijo do andróide demonstrava tantos sentimentos, todos eram diferentes, um calmo, um bruto, um apaixonante, um amoroso, era quase impossível imaginar como o robô conseguia transmitir tantos sentimentos desta forma, mais sentimentos que um humano poderia tomar conta.

O médico por instante ficou com medo de decepcionar o moreno de alguma forma na cama, já que se lembrava de varias e mais varias coisas que o outro era perfeito. Trazendo no mínimo um pingo de desconfiança em si próprio.

Não, não estamos indo para a minha cama (sim, sim, sim)

Eu sei que não estamos indo para a minha cama, não (sim, sim, sim)

Não, não estamos indo para a minha cama (sim, sim, sim)

Abre uma pra mim, eu quero ficar bêbado (bêbado)

E eu te quero pelado

Eu sei que não estamos indo para a minha cama

De pressa entre

Deite-se, eu vou dar um trato em ti (um trato)

O que tem para a sobremesa?

Você já tá bem louca de codeína

Enquanto você dirige

Garoto, fique na brisa, eu vou passar o baseado (passar o baseado)

Fazendo ainda mais, estamos no chão

Eu também poderia ir mais fundo (ow)

O beijo do moreno foi descendo até os mamilos rosados do médico, abocanhando um dos mamilos, enquanto acariciava o outro com uma mão, dando-lhe leves beliscões, com as pontas dos dedos, os deixando eriçados e levando o azulado a um gostinho próximo da loucura, tudo estava quente demais.  Como era que seu andróide conseguia fazer tanto desta forma que estava? Era como ele havia pensado, que no dia que ele se deixaria se levar pelo o desejo e enfim se jogaria em Sebastian, este o deixaria mais louco que qualquer par anterior que teve.

– A-Ah... Porra Sebastian... – Sebastian somente deliciava com seus gemidos, aproveitando e abocanhando o outro mamilo do azulado, que agora arranhava suas costas com o rosto escondido, fazendo-o abafar um gemido rouco. Seu orgulho não estava ali no momento para dizer que o que ele estava fazendo era vergonhoso.

O moreno novamente foi descendo os beijos pelo o abdômen do médico, deixando um rastro de saliva por onde passava, foi no momento que sentiu o membro do médico pulsar perto do seu rosto, fazendo o menor corar por estar tão exposto para o robô e ainda mais por ele estar naquele estado.

Mas Sebastian não poderia falar nada, já que seu próprio membro se encontrava no mesmo estado, chegando até doer dentro da sua Box, pedindo por alivio, mas ele queria ir como calma e aproveitar o momento. Aquela visão ficaria para sempre na sua mente.

Gozamos os lençóis todinho, garoto, você vai precisa de outro colchão

Você sabe, como eu sou

Vamos praticar até chegar a perfeição

Nós vamos acelerar, e depois devagarinho

E, sua bunda pra cima, e, seu rosto pra baixo

Então você me pergunta sobre o que eu estou rindo

E você não é só mais uma qualquer na minha lista de sucesso

Cê não é como as outras, que tenta cuidar da minha vida

Penis tipo água, que pinga pinga quando eu coloco na sua bunda

 

O moreno retirou sua própria cueca, enquanto começava uma leve masturbação no azulado e tomava-lhe os lábios novamente do médico, em um beijo cheio de carinho, saudade e desejo.

Eles se separam por falta de ar e o moreno levou dois dedos até os lábios do menor, tinha um sorriso provocador no rosto do andróide enquanto olhava a cara nem um pouco pura de Ciel

Chupe-os mestre. – o robô falou com completa malicia, como um bom demônio tirando graça.

Depois de chupar-los, os deixando bem lubrificados. O moreno começou a introduzir um dos dígitos na pequena entrada do médico, esse por sua vez sente um leve desconforto e o moreno percebendo isso começou a masturbá-lo mais rápido, fazendo com que o médico soltasse mais um gemido e esquecer momentaneamente do pequeno desconforto que o assolava.

Percebendo que o médico já estava acostumado com o dedo intruso, o moreno introduz mais um, fazendo movimentos de vai e vem e movimentos de tesoura para alargar mais a pequena entrada. E mais uma vez Ciel sente um desconforto, mas se costumando rapidamente com os mesmos. Ele queria logo que Sebastian entrasse em si de uma vez.

– M-Mais... Sebastian... Mais... – o médico pedia banhando de desejo, o moreno sempre com os mesmo movimentos. Olhando para o seu mestre, ele realmente havia jogado seu querido orgulho no lixo.

– Calma, eu... Eu não quero machucá-lo – o andróide respondeu com dificuldade, nem mesmo ele estava se aguentando, seu membro pulsava cada vez mais, mas ele seria paciente e esperaria até que o azulado estivesse apto a recebê-lo.

Quando o azulado se acostumou com seus dedos, Sebastian os retirou de seu interior, se posicionando na frente do médico, revelando o seu membro já ereto e pingando. Ele parecia mais humano do que tudo.

– Está pronto para isso? – o menor acena com a cabeça e o moreno começou a penetrá-lo devagar, fazendo o azulado arquear as costas e cravar as unhas nas costas do moreno. Realmente fazia muito tempo que não fazia isso.

– Sebastian, mova-se logo porra! – o médico falou entre gemidos e o Sebastian como um bom servo, obedeceu prontamente, começando a se movimentar com cuidado, o estocando devagar, sem deixar de masturbar o menor.

 

Porque o colchão está muito longe

E no ponteiro do relógio, não há tempo para desperdiçar

Como minhas mãos já estão na sua cintura

Você quer me mostrar, que você me quer de imediato (yeah)

Eu vou te enlouquecer, eu vou

Eu vou te enlouquecer, eu vou

Vou pegar minha língua

Vou falar esse idioma

Irei usar minha habilidade estrangeira sim

Minhas mãos em seu cabelo

Fique pelado vou te pegar na escada

Sei que nunca fez lá (ow)

Ciel gemia cada vez mais alto, era como se ele estivesse em no céu, ou até mesmo em alguma parte do limpo do inferno, pois aquilo que ele estava sentindo era como se não fosse deste mundo, arranhava as costas do moreno, as deixando vermelha, enquanto arfava alto, procurando a boca do andróide e o beijando novamente.

– Mais... Ah... Mais, porra Sebastian... – Sebastian então começou a se movimentar mais rápido e mais forte, saindo quase que por inteiro de dentro do azulado e entrando com cada vez mais força, acertando o ponto máximo de prazer do médico. Fazendo com que o menor revirasse os sonhos se prazer – S-Sebastian...

– Você é apertado Ciel... Tão quente... Merda... – O andróide falou entre alguns gemidos saindo dos seus lábios, mesmo não tendo tantos experiências reais sobre este termo ele não sentia como se fosse somente alguma programação sua dizendo como ele deveria agira nestes momentos.

O moreno continuou o estocando com cada vez com mais força, sempre acertando naquele ponto especial, sentindo espasmos pelo o corpo inteiro, denunciando que logo atingiria seu ápice de prazer.

Com o médico acontecia a mesma coisa. Logo depois de mais algumas estocadas o moreno sentiu gozar dentro do azulado, assim como azulado o sentiu seu sêmen ir até seu abdômen. Melecando também a mão do andróide.

Ambos ficaram calados, o androide em cima do corpo do médico tentava normalizar seu pensamentos, enquanto azulado a sua respiração, algo veio em sua mente, como um sussurro do seu subconsciente. “Tudo é melhor, quando é com quem amamos.”

Amar. É, Ciel admitiu para a sua mente que ele amava Sebastian, mas ele nunca diria isso para o andróide.

Os dois dormiram e nem ao menos perceberam isso, eles não precisavam dizer nada para falar que com toda certeza essa noite jamais seria esquecida pelos os dois, era algo especial e que marcaria o marco para o começo de algo.

(***)

O cheiro que vinha da cozinha vez com que o andróide acordasse no mesmo instante, se levantando o mais rápido possível, o moreno correu atordoado pela a casa, vendo fumaça no corredor.

– Ciel! – Gritou o nome do mestre e correu até a cozinha encontrando uma panela com comida queimando e o médico deitado que nem um gatinho encolhido no sofá, dormindo.

Desligando o fogo Sebastian negou com a cabeça, quem vai dormir e deixa uma panela no fogo? Indo em direção ao médico, viu que ele estava suando demais, talvez estivesse com febre?

Seu corpo estava quente quando o robô o tocou, fazendo com que acordasse.

– Como você dorme com coisa no fogo?

– Eu queria fazer algo para você, então deixei lá e sai por que estava muito quente, como você não sente esse calor? – Se levantou já resmungando.

– Calor ia ficar se a casa pegasse fogo. – Replicou e logo sorriu ao tocar a pele do menor. – Meu corpo ajusta minha temperatura quando está mais de vinte e sente graus. E – Antes dele conseguir completar o médico já havia pulado em cima de si, passando o rosto em seu peito.

– É como um monte de neve.

– Idiota, pare com isso, se levante vou fazer algo para comer. E... – Sebastian estava se levantando indo para a cozinha enquanto se soltava de Ciel, quando toda a sua visão ficou negra de repente e seu corpo caiu em um banque alto no chão.

Ele ouviu apenas os gritos de Ciel chamando seu nome antes de apagar completamente. Como se seus sistemas simplesmente, tivessem desligado.

 

 


Notas Finais


só digo algo
não podem matar a autora, já que senão vão ficar sem saber o que aconteceu.
COMENTEM O QUE ACHARAM! ATÉ O PRÓXIMO CAPITULO!!


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