História Angel - Capítulo 4


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Kanato Sakamaki, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki
Visualizações 63
Palavras 1.854
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


ME PERDOEM
ME PERDOEM
ABAIXEM ESSAS PEDRAS!

Eu pensei que iria excluir essa fic aqui mas eu consegui escrever de novo, sei que isso não é justificativa para quem não atualiza faz uns seis meses. Mas não conseguia! Perdia o ânimo
Para compensar, o capítulo está imenso!
Acho que é o mais louco que escrevi
Se tiver alguém que ainda lê essa merda aqui, comente algum tipo de especialbque querem que eu escreva! Sobre qualquer tema. E me perdoem pelos erros.

Capítulo 4 - Four, Cofee


Fanfic / Fanfiction Angel - Capítulo 4 - Four, Cofee

Saí do meu quarto em passos lentos, não tinha pressa para chegar na cozinha, já que não me atrasei para o café da manhã. Desci as escadas lentamente, mas algo me empurrou e eu me segurei no corrimão para não cair. Não usar meus poderes é uma merda, o mais difícil foi, sem dúvidas, aprender a subir escadas. 

Olhei para trás, brava, já imaginando que seria Ayato ou Laito, mas não. Era Shū…

Arregalei os olhos sem acreditar.

— Desculpe, Angel-Chan — Disse docemente e eu arregalei os olhos —, O que foi?

O que foi? Eu digo para vocês o que foi! Shū está parecendo preocupado comigo, não está usando fones e NÃO ESTÁ DORMINDO!

— Se sente bem, Shū? — Perguntei desconfiada.

— Ótimo! — Ele exclamou sorrindo e segurou minha mão, me puxando para a cozinha. Estava tão confusa que nem percebi que todos estavam lá, e que me atrasei por causa do ocorrido com Shū. Abaixei a cabeça já esperando o sermão irritante de Reji.

— Isso são horas de chegar? — Disse a voz… do Ayato? — Sente-se Angel, logo temos aulas. — Ele me chamou pelo meu nome?

Arregalei os olhos e me sentei, todos me observavam confusos.

— Ela está estranha hoje. — Disse Laito, sem malicia.

Uma risada preencheu o lugar e eu me assustei, mais uma vez, ao perceber que era de Subaru. Ele estava sorrindo. Subaru Sakamaki está de bom humor!

— Sua cara de assustada é hilária. — Disse rindo mais um pouco.

— Tsc, que infantil. — Disse Kanato, sem o Teddy — Coma tudo, está bem? — Falou gentilmente para mim. — Angel? Angel! 

— ANGEL!

Acordei assustada, olhei em volta e me vi no meu quarto. Suspirei, entendendo que aquela merda toda foi apenas um sonho totalmente esquisito. Não preciso, realmente, respirar mas estava respirando ofegante como se tivesse acordado de um pesadelo.

— Ela 'ta morrendo? — Ouvi uma voz e quando levantei o olhar, tive a visão dos trigêmeos no meu quarto — Are, Cookie-chan, você está morrendo?

— Não seja idiota! — Kanato falou irritado, apertando Teddy. Lembrete: tomar cuidado com as mudanças de humor do amor da minha vi- hum, digo, Kanato.

— Cale a boca, bastardo! — Gritou Ayato e eu revirei os olhos por dentro. Como vou fazer esses irmãos se amarem? Pelo patrão!

— O que estão fazendo aqui? — Perguntei, coçando os olhos. Eles se entreolharam e eu achei estranho Laito estar tão calado mas tudo voltou ao normal quando o seu sorriso malicioso apareceu ali (se bem que isso não é normal mas finge que é). 

— Estamos com fome, Bitch-chan! — Laito disse — Seu sangue é bom, igual ou até melhor que o da Eve.

— Queremos saber se isso é verdade. — Falou Kanato fofamente - acabei de inventar essa palavra - enquanto apertava seu uso. — Não seja burra e fique parada.

E o encanto teve fim!

— Digam a palavra magica. — Ordenei sentando na minha cama e cruzando os braços.

— Vou fazer devagar? — Laito disse confuso.

Revirei os olhos e suspirei, sabia que eles não iriam sair do meu pé até conseguirem o que querem. Mas realmente deviam estar com fome, já que o único que me mordeu foi Laito, o ruivo safado. Resolvi ser liberal apenas daquela vez e fiquei parada na cama do jeito que Kanato me "pediu gentilmente". Eles se aproximaram e eu fechei os olhos, não estava acostumada com a dor física. No paraíso, a dor psicológica era frequente, todos os anjos completavam suas missões e ganhavam suas asas, e eu nunca consegui completar uma. Se eu não conseguir essa… não serei mais digna de ser chamada de anjo e,  bom, virarei um anjo caído.

Nem percebi que eles estavam me mordendo, quando entro em meus pensamentos passo por uma espécie de transe, e não sinto quase nada do mundo esterior, apenas arcanjos de batalha conseguem fazer isso, o famoso anjo da guarda, é como um mecanismo para a sua guarda não baixar enquanto elabora planos. Não sou um arcanjo, tão pouco um anjo da guarda.

Eles descravaram suas presas de mim, Laito estava na minha coxa, Ayato no meu pescoço e Kanato no meu pulso. Estavam em uma espécie de transe, o meu sangue é mesmo muito bom e o melhor é que descobri a pouco tempo que eles ficam saciados mas esse efeito dura algumas horas antes de ficarem loucos pelo sangue divido outra vez, querendo ou não. Os Sakamakis são um tipo de demônio e, mesmo inconscientemente, eles acabam com nossa vida.

— Bitch-chan não emitiu um sim fe dor — observou Laito —, você é masoquista por acaso.

— Claro que não! 

— Vem logo, Angel! — Kanato pegou minha mão e começou puxar mas Ayato ficou na nossa frente. 

— Onde pensam que vão?! Solte as minhas coisas, bastado! — Disse ele raivoso. Patrão do céu, paciência é uma virtude que está difícil de se ter neste recinto.

— Prometi para Kanato que iria fazer um doce pra ele — os brigadeiros, no caso.

De repente, os olhos do ruivo brilharam.

— Você sabe cozinhar?! Faz Takoyaki para mim! — Você leu certo, não tem nenhum ponto de interrogação, ele está mandando cozinhar para ele.

— Achar emprego ninguém quer. — Falei alto o olhando com deboche — Depois! Agora é a vez do Kanato! Vamos Kanato!

Vi o ruivo fazer uma careta revoltada, ouvi a risada de lado e o sorriso de lado do de cabelos roxos que seguarava minha mão. Um segundo depois já estávamos na cozinha e eu já fui procurar as coisas para fazer o tal do brigadeiro. Achei tudo e comecei a fazer o doce enquanto sentia os olhos atentos do Sakamaki nas minhas costas e pequenos murmúrios de sua conversa com Teddy. Falando a real agora, eu realmente acho que tem algo errado com o urso. 

Desliguei o fogo e coloquei a panela dentro de uma bacia com água gelada, pra esfriar, Kanato ficou ao meu lado e ia colocando o dedo lá para experimentar mas eu o parei e ele me olhou irritado.

— Não pode comer agora! — Briguei — Está quente! Vai se queimar. Espere esfriar, Kanato. Ele fez um biquinho super fofo e cruzou os braços, peguei o copo de café que estava bebendo — Quer café?

— COMO OUSA ME OFERECER ALGO AMARGO DESSE JEITO! EU DEVERIA TE MATAR, SUA IDIOTA!

— NÃO FALE MAL DO MEU CAFÉ, MALUCO PSICOPATA, FALA DA MINHA MÃE, DO MEU CACHORRO, DA MINHA VOZ, MAS NÃO INSULTE O CAFÉ! — gritei de volta — Você pelo menos esperimentou essa merda? Não né? Então não vem com drama. 

Estava realmente puta, café é segunda melhor coisa já inventada pelos humanos — depois do chocolate, é claro —, ele me encarou e, para minha supresa, bebeu o café.

— É bom…

Sorri. Parece que eu também sou bipolar, gente…

—  Mas eu prefiro o doce! — Ele colocou o copo na mesa. — Quando fica pronto, Teddy está com fome também. — Como se doce matasse a fome. Quem me dera, digo, que ridículo...

— Vai demorar um pouquinho. — Fui sincera.

— Então me dá seu sangue.

— Não!

— Por favor, Angel-chan…

— Não.

Kanato me olhou e fez um biquinho. Aquilo era um jogo sujo, ele queria meu sangue e estava tão fofinho…

— Mas eu to com fome, Angel-chan…

— Isso é jogo baixo, Kanato. — suspirei irritada e movi meu cabelo, expondo o meu pescoço, marcado por apenas um colar que minha irmã me deu a alguns anos e os furinhos que Ayato fez agora a pouco — Pode beber, mas que fique claro que não estou fazendo isso pelos seus jogos manipuladores de mente. — Bufei e ouvi um riso antes de sentir a dor de dentes cravados na minha pele sensível. Do tempo que cheguei na mansão, nunca cheguei a realmente sentir a dor de uma mordida, aquela era a primeira vez e, com a minha sorte, com o vampiro mais psicopata dos irmãos. Doía para um cacete.

Mas com o tempo fui me acostumando e aquilo apenas ficou desconfortável, como uma injeção, dói no começo, mas se você se acalmar não dói tanto. Meu sangue é perigoso, não sei nem como Laito não se viciou nele, é estranho como o sangue dos anjos é diferente, até na cor. Nosso sangue é tão vermelho que chega a beirar a cor preta. O som dos goles que Kanato estava dando me fez queria rir, meu patrão do céu!

— Kanato… — alertei, quando senti minha visão embaçar — Se você c-continuar não vou poder terminar de fazer o doce para você, ursinho.

Tentei usar o tom cuidadoso, como o de uma mãe. As mudanças de humor do Kanato são perigosas e eu não o culpo por isso. Culpo a puta da mãe dele.

Enfim, parece que funcionou, ele retirou suas presas do meu pescoço e aquilo na mesma hora começou arder, coloquei a mão no local e procurei com os olhos algum papel-toalha.

— Do que me chamou? — perguntou confuso e o encarei.

— De ursinho, não posso? — questionei-o, me mantendo calma. Kanato não disse nada e eu me vi na obrigação de explicar — É que você é fofinho como um, e tem o negócio de vc falar com o seu urso e tal…

Kanato continuou me encarando, perdi a paciência e desviei o olhar, o brigadeiro estava quase pronto. Quando estava dando um passo em direção à panela, senti mãos apertar em meu pulso, forte como uma prensa hidráulica, gemi de dor e pude ouvir a risada psicopata menor dos trigêmeos. Maldito sádico, que tem uma risadinha tão linda. Um segundo depois nossos lábios se juntaram e eu arregalei os olhos. Foi apenas um selar. Talvez eu queira mais, só talvez…

Estava começando a sentir algo estranho mo meu peito e olhei para ele, logo entendo o que era. Tinha uma flecha ali. Aquele anjinho shipper me paga.

— CUPIDO, SEU DESGRAÇADO! — corri para a sala, onde estava sentindo sua presença, estava querendo fugir de mim — TIRA AGORA, TIRA AGORA!

Segurei o anjo de araque que tinha suas flechas ao lado, ele estava assustado, quando o puxei o mesmo saiu do seu modo invisível.

— POR FAVOR, NÃO FAZ NADA COMIGO, ANGEL-SAMA! — Exclamou o garoto, morrendo de medo. Por quê? Digamos que não temos um passado bem legal.

— ENTÃO TIRA! TIRA AGORA OU EU…

— TUDO BEM! TUDO BEM! DESCULPA MAS VOCÊS ESTAVAM TÃO SHIPPAVEIS! — Ele berrou e depois ficou chorando, fez um gesto com as mãos e vi a flecha do meu peito desaparecer, olhei para o lado e todos os irmãos nos olhavam e que uma flecha também estava desaparecendo do peito de Kanato… e de Subaru, de Reji, de Laito, de Shu, Ayato… mas que porra é essa? Ouvi uma risadinha do menino loiro na minha frente, esse pirralho desgraçado …

— Só tirei de você, Angel-sama. Boa sorte com as asas.

E desapareceu...

— O que caralhas foi isso?! — Ayato exclamou — Quem era o garoto?

Reji estava tão abismado que nem repreendeu Ayato pelo palavrão. Suspirei e vi que meu disfarce foi para o ar. Então vamos colocar o modo elfemista e delicado nível Hagrid para funcionar.

— Eu sou um anjo.







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