História Angel - Capítulo 1


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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Louis Tomlinson, Personagens Originais
Tags Adolescente, Amigos, Amizade, Anjo, Ballet, Colégio, Comedia, Dança, Drama, Escola, Harry, Liam, Louis, Niall, One Direction, Primavera, Romance, Sexo, Styles, Tomlinson, Zayn
Visualizações 20
Palavras 922
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - One


Fanfic / Fanfiction Angel - Capítulo 1 - One

 

H A R R Y

— Angeline Starkweather e... — dizia o professor — Harry Styles.

Foi como se alguém tivesse arrancado o ar dos meus pulmões. Levantei a cabeça por impulso e senti tontura pelo movimento, meu cérebro reclamando pela noite mal dormida.

— O quê? — a voz de Angeline soou aguda pela sala.

Todos fizeram silêncio.

— Algum problema, senhorita? — o professor a olhou por cima das lentes dos óculos.

Ele estava separando duplas aleatórias para um trabalho de filosofia, e ela não pareceu gostar de ser a minha.

— Professor, o senhor não pode me colocar na mesma dupla que ele — ela tentou disfarçar a inquietação enquanto seus olhos encontravam os meus do outro lado da sala, ela os desviou rapidamente.

— E por que não poderia? — quis saber o professor.

Preferi ficar sem reação, não queria que aquela situação ficasse ainda mais constrangedora.

— Porque mal nos conhecemos. Eu e Harry pensamos completamente diferente.

O quê?  Só pode ser brincadeira, né?

Tive vontade de perguntar, mas a imagem de Angeline, há algum tempo atrás, me pedindo para não falar mais com ela fez minhas palavras voltarem pela garganta com um gosto azedo.

Eu recebia alguns olhares curiosos de algumas pessoas que sabiam que eu e Angie já havíamos sido próximos, todos ainda tentando entender por que tínhamos nos distanciado afinal. Inclusive eu.

Não consegui mais ouvir o que o professor respondia, minha mente viajou para fora da órbita terrestre enquanto meus olhos permaneciam cravados em cada traço do seu rosto.

Ela era uma das pessoas mais lindas que eu já havia conhecido.

Seus olhos brilhavam em um tom vibrante de azul, os lábios perfeitamente desenhados, as bochechas naturalmente coradas e os cabelos caindo em longas ondas douradas por seus ombros. Eu costumava passar muito tempo apenas a admirando.

Não pude evitar me lembrar da primeira vez em que a vi, tanto tempo antes.

Eu tinha dez anos e andava de bicicleta pelo quarteirão, quando vi um carro luxuoso passar por mim. Tinha ficado curioso, não via muitos carros parecidos com aquele frequentemente por ali.

Segui o carro um pouco até o ver parar na calçada ao lado da minha casa. Me lembro de ter estranhado, já que não morava ninguém ali.

E então meu queixo caiu quando vi uma linda garotinha sair pela porta traseira.

Parecia ser da minha idade, baixinha e com traços delicados como uma boneca de porcelana.

Ela percebeu meu olhar e jogou um sorrisinho em minha direção, entrando logo depois na casa com dois adultos, seus pais, e um garoto um pouco mais velho, de cabelos cor de areia e os mesmo olhos brilhantes, seu irmão.

Se eu fui idiota? Talvez. Mas não tive tempo para que meu cérebro de vento associasse que eu provavelmente poderia cair em uma paixonite de criança. E não era como se eu me importasse com isso.

Lembro de, depois disso, entrar em casa correndo, deixando a bicicleta jogada na calçada e subido as escadas, entrando em meu quarto e abrindo as cortinas em um só puxão para ver a casa ao lado. Eu sabia que da janela do meu quarto eu tinha uma visão perfeita do quarto da casa ao lado, e lembro de ter torcido com todas as minhas forças para que a linda bonequinha entrasse pela porta e tomasse o quarto para ela. Tinha a impressão que seríamos ótimos amigos.

Lembro de olhar para a janela do outro quarto e a ver entrar, com um sorriso estampado no rosto. Ela não me viu, mas eu podia vê-la.

Fui acordado da minha viagem pelo toque do sinal, anunciando que a última aula havia chegado ao fim.

— Amanhã explicarei como terá de ser feito o trabalho — disse o professor antes que todos saíssem da sala.

Acompanhei os passos nervosos de Angeline, apressada para sair da sala.

— Angeline... — chamei quando ela caminhou em direção ao seu armário, o abrindo e impedindo que eu a visse, pensei em ir para o outro lado, a fim de olhá-la, afinal, os armários só abrem de um lado, ela não poderia enfiar a cabeça ali só para não ter que me olhar. Mas achei melhor não.

Me encostei no armário ao lado do seu e esperei ela terminar de guardar suas coisas.

— Você não pode me evitar pra sempre, somos uma dupla agora — eu disse, torcendo para que ela não quebrasse o meu nariz com a porta do armário.

— Me deixa em paz, Harry — disse antes de fechar o armário e começar a andar para a saída.

— Por que está fazendo isso? — acompanhei seus passos apressados, ajeitando minha mochila nos ombros.

— Isso o quê?

Ela sentiu o peso do meu olhar sobre si e tentou andar mais rápido.

— Isso. Está fugindo de mim. Está me evitando. E está me chamando de Harry... — entortei meu nariz em desagrado — Você nunca me chama de Harry.

— Mas é seu nome.

— Não para você — consegui pará-la, segurando em seu pulso e fazendo-a olhar em meus olhos — Sempre me chamou de Hazza.

Seus olhos me focaram e eu senti um calor repentino, como sempre acontecia quando ela me olhava.

Ela suspirou e soltou seu pulso da minha mão com leveza.

— Eu preciso ir para casa — desviou seus olhos dos meus.

— Vamos juntos... — Falei, quase como uma pergunta, recebendo um olhar hesitante em seguida, enquanto ela abria a boca para falar algo — Por favor.

Sua boca se fechou e seus dentes prenderam seu lábio inferior, enquanto ela assentia, ainda não muito certa se seria uma boa ideia.

— Obrigado — dei um sorriso e voltamos a andar juntos.

��


Notas Finais


Olá, Candieeees!


Bem-vindos a Angel! Yay!!!

Essa foi só uma introduçãozinha pra vocês sentirem o gostinho de como vai ser a fanfic.


Vocês também podem encontrar ela no Wattpad, no perfil, caso prefiram.

https://my.w.tt/MI9MqZBfyK

E, bem, antes de começar de uma vez essa história de verdade aqui no Spirit, quero pedir que vocês comentem muuuuuuito e que compartilhem essa fanfic pra Deus e o mundo pra que todos possam conhecer também.

É um prazer dividir essas histórias com vocês, e espero que seja um prazer pra vocês lerem.

Obrigada desde já!

xx
- R


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