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História Angel - Capítulo 2


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Boa leitura 💜

Capítulo 2 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Angel - Capítulo 2 - Prólogo

TRÊS MESES HAVIAM passado-se, mas a dor junto da mais pura raiva silenciosa de Johnny Depp, sobre o assassinato de sua mulher e do seu único filho, simplesmente parecia que nunca passaria então.

Johnny estava sozinho agora, sua rotina havia se quebrado, seu velho eu havia sido enterrado, pois a morte da sua família fora tão injusta para assim suportar, para continuar vivendo normalmente estando na Terra sem ela que, à cada batimento feito pelo seu velho coração de fumante, Johnny sentia que tal ia se petrificando por culpa do seu sentimento cortante de ódio.

Logo, o causador desse ódio todo de Johnny ainda estava livre, nem sequer iria devidamente pagar pelo crime. Mas, se o matador fosse mesmo pagar pelos seus crimes já feitos por pura diversão e ganância, ele teria de ser executado de uma vez por todas para então a justiça ser celada à favor de todos os inocentes que passaram pelo seu caminho cheio de merda e maldade.

A mulher e o filho único de Johnny realmente foram pegos de supresa, e tais não haviam merecido. Portanto, sofrendo e se culpando todos os dias e todas as noites, Johnny colocou naquela sua mente e em seu coração um único propósito e objetivo, e, se fosse preciso, morreria cumprindo este propósito e objetivo, que era vingar-se daquele que havia tirado a vida da sua família, dar o troco.

E Johnny não estava se importando se iria se meter com um homem altamente corrupto, asqueroso e ambicioso como Mr. Wood se fazia enquanto se camuflava na pele de somente um inteligente empresário da cidade. Por Johnny, a vingança contra Wood seria o seu portal para encontrar a felicidade outra vez. Mas tal estava indo de má fé com isso, com esse tipo de desejo de proclamar a justiça à todo o gusto e com as próprias mãos, dado que ele então derramaria aquela sua dor na que estava longe de merecer pagar no lugar de Wood.

A doce moça de mexas cacheadas e possuidora de olhos grandes como cerejas maduras, a garota mestre em tocar piano dês dos sete anos de idade e a que tinha uma excelente coleção de Shakespeare na estante de seu amplo quarto; essa era a Elizabeth Wood, simplesmente, a filha de Mr. Wood, o inimigo de Johnny Depp, como de tantos outros, mas, especificamente Johnny o odiava tanto para escolher Elizabeth, a filha de tal, como uma chantagem e vingança plena.

Johnny então, cego desse ódio, começou a bancar o stalker e perseguidor. Ele trocara a sua rotina de “o bom professor universitário e então viúvo” para acompanhar os passos de uma mocinha aparentemente feliz como Elizabeth. Observá-la assim de longe e já planejar o que seria um sequestro vingativo era perfeito, pois essa garota que era vigiada por ele se fazia, talvez, a coisinha mais preciosa do mafioso Wood, e tal odiaria que sua menina fosse sequestrada e machucada, mas seria realmente tal coisa que Johnny Depp pensava fazer enquanto vigiava a menina.

E Wood podia ter muitas chances de sofrer por outras maneiras, mas era que Johnny queria cutucar a pior ferida de um homem, assim como a sua ferido foi cutucada e, portanto, esta nunca mais seria cicatrizada outra vez.

Aquilo era um começo de uma nova guerra, Elizabeth estava no meio de dois rivais opostos, mas com sangue nos olhos.

E Elizabeth possuía medo de realmente sofrer algum dia sem ao menos vir a merecer, pois ela crescera apenas com a proteção e carinho seco vindo de Wood, talvez os vários empregados que perambulavam por sua mansão, onde vivia desde pequenina, se faziam a sua real família de coração.

Wood não era um pai de bons afetos, tampouco permitia se interessar pelos gostos daquela sua única filha, achava que seria bobagem se interessar além da conta, se interessar por gostos de uma menininha era perca de tempo em vista dos seus sujos negócios a serem administrados com mais cautela; os seus negócios eram mais importantes. Mas ele amava Elizabeth o bastante, ou, era o que então parecia, pois Elizabeth possuía uma boa vida dada por ele.

Ela tinha aulas junto dos melhores professores, entraria, mais tarde, na mais aclamada universidade e, provavelmente, iria noivar-se com um dos vários amigos pulcros e dotados, porém gananciosos e camufladamente falsos, daquele seu pai, o chefe de maus e fúteis negócios da cidade, de más índoles e chantagens.

Mas Eliza não procurava por algum tipo de romance naquela sua juventude, mesmo sendo uma boa adoradora de Shakespeare e filmes românticos. Elizabeth procurava mesmo era conhecimento amplo das coisas, amava também ler, queria aprender sempre a tocar algum instrumento e também gostava de ouvir histórias contadas por pessoas mais velhas. Seu hobby favorito, na verdade, era ir para o fogão e fazer doces, típicas sobremesas caseiras recitadas por alguma vó.

E, diferente da maioria das suas precoces colegas de classe, Elizabeth evitava ser do tipo de adolescente impulsiva e revoltada como a maioria delas. Eliza pensava que seria egoísmo se portar de tais maneiras tendo uma vida tão plena. Ela estava quase satisfeita, mas, por ser tão ingênua, ela mal desconfiava o porquê que tinha uma vida tão plena assim oferecida pelo seu pai.

Wood era uma farsa, talvez Elizabeth descobrisse isto da pior forma e tarde demais.

Como não conhecera a mãe, pois tal morrera no seu parto, a filha de Wood prometia à si mesma em ser boa com o mesmo e nunca desapontá-lo ou, por fim, desobedecê-lo. Eliza achava que a sua mãe, se estivesse viva, odiaria ter uma filha mau-criada e burrinha.

Logo, Johnny Depp, o inimigo de seu pai, sabia de tudo isso, dessas suas reclusões e dessa sua inocência.

Ele sabia que Elizabeth tinha apenas uma melhor amiga da mesma idade e um bom amigo, sendo este gay e admirador de festas na piscina.

E Johnny com certeza obtinha noção da inexperiência de Elizabeth sobre festas, drogas, curtição da juventude selvagem americana e, claro, sofre os garotos.

Elizabeth sequer havia beijado alguém de língua, e, quando aconteceu sua primeira bitoca, ela só possuía nove anos, mas havia sido somente um selinho demorado. Mas era que ela realmente se fazia tímida demais para então correr atrás da sua paixão adolescente e dar neste uns amassos quentes, logo, Johnny já sabia de quem se tratava e sentia até pena dela por saber.

Um típico clichê; Eliza era caidinha por um jogador de seu colégio, especificamente, o capitão do time e o grande babaca desejado pelo restante.

Johnny, às vezes, achava hilário em como garotinhas poderiam babar e idealizar um conto de fadas por causa de um rostinho bonitinho do colegial. Infelizmente, aquela sua vítima possuía essa síndrome adolescente, e isso era péssimo, em vista de que Johnny sabia muito bem como Eliza seria tratada pelo capitão se ela se oferecesse pra vale para ele.

Ela seria realmente usada e descartada.

Johnny, no tempo em que a perseguia e observava-a, já havia decorado e estudado praticamente todas as suas manias e detalhes. Os seus gostos mais íntimos Johnny já tinha guardados dentro daquela sua mente de homem ferido. E, surrealmente, este aprendera a ler Elizabeth inteiramente em poucas semanas. Johnny compreendia de longe quando ela estava raivosa, contente e tristonha.

O desconhecido estava se transformando em quem mais conhecia aquela pobre vítima.

Era como um maníaco disfarçado, na verdade. Porém, Johnny somente queria fazer Mr. Wood sofrer, e a melhor forma de fazer era por meio de uma inocente como Elizabeth.

De manhã, Johnny sabia que a tal inocente iria para as suas várias aulas, sendo então levada pelo seu motorista particular e depois pega quando acabasse, já que Wood não permitia que ela posse as suas mãozinhas num volante e saísse assim sem alguma proteção, porque ele era atento no quão seria perigoso deixá-la tão livre. E era mesmo perigoso, em vista de quem era filha, não podiam terem dúvidas disso. Elizabeth até odiava ser filha de Wood.

E, mesmo assim, ela estava a ser observada com um pouco de maldade, e era por um professor que poucos desconfiariam que iria se submeter a uma vingança do tipo que planejava com vigor e maestria, se igualando a um vilão revoltado.

Sendo assim, e também como já era quarta-feira, Johnny Depp obtinha noção de que então se fazia o dia no qual Elizabeth iria dar uma voltinha no famoso shopping daquela cidade em que viviam e, como de preste, ela entraria direto numa boa livraria de clássicos para a venda e locação que lá existia. Nada de butiques ou lanchonetes como o Mc'Donalds, Eliza gostava do silêncio que era a única livraria da cidade, do cheirinho dos livros.

Era que Johnny havia descoberto que ela passava nesta tal livraria de quinze em quinze dias, então, esse o hábito de leitura dela ser tão aguçado que uma parte de Johnny até se admirava.

Johnny havia notado o quão diferente Elizabeth era das garotas à sua volta, ela não era mimada, tampouco fútil por ser rica. Entretanto, seria justo naquela quarta-feira que o primeiro passo  vingança de Johnny começaria a fluir de uma vez por todas.

Elizabeth odiava ser acompanhada quando ia em livrarias, essa então seria a melhor chance para Johnny observá-la de pertinho e sem ser notado, observá-la apenas entre as longas estantes do lugar silencioso, dos corredores meio vazios e sem ser por trás dos vidros fumês daquele seu carro ou perante uma esquina, recostado num poste de luz qualquer, vigiando a garota de soslaio, vigiando os seus passos igual um predador.

Seria a primeira vez que a veria tão de perto, poderia até sentir o cheiro dela então. E Johnny, enquanto esperava essa a hora exata de adentrar na livraria e fazer essa aproximação acontecer, não sentia emoções sobre ter de se aproximar tanto assim daquela que vigiava. Seria apenas mais um passo do seu plano.

Mas, mesmo observando-a por meses, ele não envolvia um pingo de emoção ruim para com ela, logo, a mania de ter que seguir os passos dela ele não conseguia evitar por um dia sequer. Pois Johnny, depois de que começara o seu modo stalker contra a filha de Wood, precisava sempre vê-la, pelo menos, vê-la rapidamente quando a mesma saía do colégio. Ver Elizabeth havia virado um tipo de necessidade estranha para o homem em luto.

No entanto, o homem em luto olhava para a fisionomia da moça e logo lembrava-se imediatamente do assassino de sua família que estava solto, e aí, ele sentia a raiva controlada quando assim à via, ao mesmo tempo que também sentia uma formigação diferente pela barriga, e os planos para cumprir com aquela sua vingança só cresciam, como se tal fosse um balão de festa em sua cabeça danificada.

Sem nem pensar na filha, Johnny queria fazer Wood sofrer como ele estava sofrendo e, provavelmente, sofreria até os últimos dias assim estando vivo e convivendo com o peso de que os seus entes queridos estavam mesmo mortos. Johnny seria o corajoso de enfrentar o papai corrupto de Elizabeth.

Só que Elizabeth mal desconfiava que um lobo em pele de cordeiro estaria para se aproximar e, assim, sequestrar-lhe e tomar-lhe como um novo dilema, um tipo de paixão que não estava dentro de seu sistema deixar que acontecesse.

Johnny faria aquela garota descobrir, de uma vez por todas e bem como pela primeira vez, o que significa se apaixonar por um fodido homem como ele, assim ficando em chamas por tal e então deixá-lo simplesmente usar o seu corpo gracioso e amar o seu espirito inexperiente.  Sem dúvidas, Elizabeth seria mais do que uma vingança, ela seria o anjo incompreendido de Johnny Depp.



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