História Devastate (Imagine Jaebum) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Personagens JB, Jinyoung, Personagens Originais
Tags Got7, Hot, Imagine, Jaebum, Kpop, Sad, Shortfic, Solidão
Visualizações 401
Palavras 3.497
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Coe.
Antes de mais nada isso aqui tá meio pesado.
Espero q entendam que os palavrões e tudo mais foram totalmente propositais e necessários para a construção desse personagem.
Eu nunca tinha escrito estando na cabeça dele e tampouco uma história nesse estilo, nem sei como cheguei a isso, foi realmente difícil, mas até q eu gostei.
E desculpem por estar tão grande, eu n sei ser objetiva kkjkk
Aproveitem a leitura ❣

Capítulo 1 - Let me be broken with you.


Fanfic / Fanfiction Devastate (Imagine Jaebum) - Capítulo 1 - Let me be broken with you.

OneShot

"Ele se esconde atrás de seu cigarro

Deixa a fumaça persistir por seus lábios

Exalando suas dores, as vê flutuar para o céu

À medida que as nuvens saboreiam seu beijo"

Let me be broken with you

***

Dinheiro. Cigarros. Bebidas. Sexo. 

Quem poderia viver assim?

Eu vivia assim.

Desde os meus 12 anos.

Ah, doce adolescência.

É tão mais fácil roubar quando se tem 12 anos.

Eu ri nasalado, lembrando das vezes que me enfiei nos menores buracos à troco de algumas notas sujas que não valiam todo o esforço. Cassinos, restaurantes, bares. Eu conseguia qualquer coisa, se me pegassem, fingia choro, cuspindo algumas mentiras sobre o quão eu precisava daquele dinheiro, sobre a fome que eu sentia, ou sobre como doía estar à ermo.

Nem tudo era mentira.

Agora, com 21 anos, os métodos eram diferentes, eu precisava me esforçar para conseguir as malditas notas. Algumas vezes, fingia amor incondicional à mulheres mal valorizadas cujas vontades não eram saciadas pelos seus fodidos maridos que estavam ocupados demais fazendo fortuna para transar ou dar-lhes amor, infelizmente, aquelas cadelas ricas e mimadas ficavam mais espertas a cada dia me dando apenas algumas roupas ou jóias baratas dizendo para voltar no dia seguinte se quisesse mais.

Foda-se, eu precisava de dinheiro.

Peguei meu celular velho e estreitei os olhos para a tela demasiado pequena pra meus dedos, procurando pelo contato daquela puta velha que eu tinha recusado meses antes porque não precisava tanto quanto preciso agora.

"Jaebum? Oque você quer?"

Dinheiro.

"Você." menti brincando com a latinha de cerveja em minha mão.

"Porque isso agora?" alguém deve ter passado por ela, porque o tom de sua voz diminuiu consideravelmente. 

Eu revirei os olhos, quase desistindo dessa louca se não precisasse tanto de bebidas e alguns maços de cigarro.

"Por favor." clamei baixo e grave atuando como o perfeito filho da puta que eu era.

"Às duas da manhã, pode ser?"

Quase ri do quão fácil foi para convencê-la, mas mantive a compostura agindo como um pobre coitado.

"Tão tarde?" perguntei suave, não havia realmente um problema no horário, eu apenas queria saber até onde ela iria por mim.

Era fodido eu sei.

Mas oque não era nessa vida de merda?

"Im" gemeu manhosa me fazendo sentir quase culpado. Quase.

Ela concordou apenas alguns segundos depois, sorri pegando meus pertences, que se resumiam à meus documentos e saindo da lata velha onde eu dormia quando não tinha uma cama macia e confortável de outra pessoa para fingir que não estava na merda.

Fui para o bar de Jinyoung pedir o banheiro de funcionários emprestado para um banho mesmo que uma parte de mim acreditasse que aquela estúpida transaria comigo até se eu estivesse fedendo.

"Cigarros?" questionou assim que me viu entrando no buraco arrumado demais para a droga de um puteiro.

"Sim, mas não agora. Quando eu chegar." sorri vitorioso passando pela divisão entre o balcão e os clientes.

"Quem é a senhora sortuda da vez?" ironizou pra mim, como se transasse o suficiente para fazer piadas.

"Ela tem menos de 40. E é mais gostosa que todas essas putas daqui."

Apontei para as meninas seminuas nos postes prateados, as quais eu já tinha comido metade. Sempre quando estava bêbado demais, claro. Eu não foderia alguma delas se estivesse sóbrio.

Recebi olhares feios de algumas e fui para o banheiro me preparar para o "trabalho"

***

Chegando na enorme mansão, digitei o código do portão que tinha recebido momentos antes e adentrei na maldita casa pela entrada principal, ignorando o pedido da mulher de ser discreto e pouco me fodendo se ia ou não encontrar algum empregado na casa. Andei até um cômodo que parecia ser a sala, ou talvez, julgando pelo tamanho da casa, uma das salas, peguei um enfeite qualquer, o que parecia mais caro, e guardei no bolso só para o caso de ela não querer me dar nada. Em seguida caminhei até a estante de vinhos abrindo um e bebendo direto do gargalo na esperança de não me lembrar de nada no dia seguinte.

Até que ouvi passos.

Ergui a sobrancelha e fingi estar alheio ao barulho. 

Oque diabos um empregado estaria fazendo acordado a essa hora?

Roubando assim como eu?

Guardei o garrafa cautelosamente, focado nos passos que tinham cessado.

Quando me virei na direção dos ruídos, me surpreendi ao ver uma menininha.

Uma adolescente, parecia ter uns, não sei, 15 anos?!

Ela estava paralisada, segurando uma garrafa como se fosse um taco de beisebol.

Essa porra era louca?

Ela achou mesmo que podia me acertar?

"Quem é você?" perguntou em um fio de voz. Ela não era louca, apenas burra.

Eu estava roubando a sua casa.

Quem achou que eu fosse? O jardineiro?

"Papai Noel." silabei sarcástico colocando um objeto qualquer no bolso apenas para ela saber que eu podia.

Andei até ela sorrindo largamente para sua face assustada, era realmente adorável. 

"Se você se aproximar, eu vou te acertar."

Oh, claro que vai.

Em um movimento rápido, puxei a garrafa de suas mãos, tão fácil que eu desconfiei ter sido de propósito para me pegar em uma armadilha maior, a garotinha tentou correr mas eu a segurei de costas contra meu corpo tampando sua boca antes que ela pudesse gritar, se é que ela era esperta o suficiente para fazê-lo.

Analisei suas roupas, uma espécie de blusa que parecia estar pequena demais para o seu corpo mostrando parte da barriga e a porra de seus seios, os pés descalços e um short curto, fodidamente curto. Eu diria que ela era uma mini prostituta não fossem por seus olhos grandes e brilhantes transparecendo desespero e inocência por trás de seus atos.

"Você é filha deles?" perguntei apertando suas bochechas a obrigando à fazer um bico. Ela não respondeu, apenas me encarou assustada e miserável. Eu suspirei empurrando-a para longe do meu corpo antes que a visão que eu tinha da garotinha tirasse o pior de mim. "Apenas saia. Eu não vou fazer nada de mal à você, e nem à ninguém dessa casa. Aliás onde fica o quarto da sua mãe?"

"Você é o amante dela?" questionou com a voz trêmula.

Oh, ela não era tão burra assim afinal.

"Amante é meio forte, não acha?" eu ri tirando as coisas do bolso e devolvendo aos seus lugares originais, não sei exatamente porquê.

"Por favor, vá embora."

Acredite garotinha, eu realmente queria. Eu me surpreendi quando ela começou a chorar baixinho perto de mim, fungando sem parar.

Mas que raios? Além de burra é sentimental?

"Meu pai sabe. Ele vai aparecer hoje para pegar vocês, e eu não quero que eles se separem." ela começou a soluçar.

Tipo, pra caralho. 

"Qual a porra do seu problema?" fui rude, irritado com aquela palhaçada. "Oque você acha que pode acontecer de pior? Não terem dinheiro para Disneylândia ano que vem?"

Eu me virei me preparando para caçar a versão mais velha e menos gostosa daquela pirralha irritante. Ela não deixou, segurando na minha blusa enquanto limpava os olhos com a outra mão.

"É sexo que você quer?"

Oque?

"Se for, eu posso fazer isso, mas por favor não os faça separar, eu não posso lidar com isso. Não mais."

Eu quis xingá-la por ser tão mimada e cuspir na cara dela que sexo, não era de longe oque me trazia a sua mãe insuportável, totalmente contrário a isso, eu toquei seu rosto levando para longe as gotas de tristeza.

"Não chore." não pude deixar de me sentir desconfortável por estar depois de tanto tempo sendo minimamente legal e completamente sincero. Eu suspirei afastando seu toque e me virei, dessa vez planejando ir embora e fazendo uma nota mental para apagar o número da porca velha que ela chamava de mãe do meu celular.

Assim que cheguei à entrada da casa e antes mesmo de digitar os números, o click do portão foi ouvido, eu estreitei os olhos para os dois homens grandes que se aproximavam de mim.

Puta que pariu.

"Seu nome." intimou o maior me empurrando pelo peito. Olhei ao redor calculando as chances de fugir dali. Mínimas. Acho que hoje era o dia de meus pecados serem pagos huh?

"Papai Noel." repeti a brincadeira de minutos antes e senti a mão dele ir de encontro ao meu rosto. Oush. 

Senso de humor. Não confere.

Habilidade para socar rostinhos bonitos. Confere.

Eu abaixei o rosto vendo o sangue pingar no asfalto e esperei pelo próximo golpe, quando ele veio, desviei dando um soco na cara dele e sentindo a dor aguda na minha mão.

"Caralho. Oque você é?" ri desesperado balançando a mão no ar em busca de alívio, fui segurado pelo homem menor antes de erguer meu olhar para a muralha humana vindo em minha direção enquanto limpava o sangue do rosto pelo meu soco. "Esse mata." observei com humor em meio a desgraça e fechei os olhos desejando ter aceitado o cigarro de Jinyoung mais cedo.

Foram um, dois, três fodidos socos em meu rosto, com a promessa de deixar mágoas quando alguém nos interrompeu.

"Oque estão fazendo?" gritou uma voz doce demais para soar irritada. O muralha e o muralhinha olharam para a silhueta esguia da garota, com as mãos na cintura, falhando em parecer destemida.

"Senhorita, você o conhece?"

"Claro que sim. Ele é meu namorado."

Eu ri pelo nariz daquela mentira estúpida, afinal ela era ou não burra?

"Ele não nos disse quando perguntamos."

"E vocês acreditariam?" questionei cínico cerrando os olhos diante da dor latejante ainda presente em minha cara.

"Vamos, soltem-no." ordenou a pirralhinha me puxando pelo braço enquanto eu cambaleava com a visão embaçada para dentro da casa que minutos antes eu tinha jurado não entrar mais.

***

"Porque fez isso?" soltei curioso sentindo a compressa de gelo em meu rosto.

"Queria que eu te deixasse lá? Eu posso chamá-los de volta."

Eu ri da respostinha afiada gemendo de dor em seguida quando ela pressionou a compressa de novo. Eu só esperava que não tivesse quebrado meu nariz, seria mais difícil arrumar uma transa com um rosto fodido.

"Eu provavelmente vou apanhar de novo, da polícia, por estar supostamente transando com uma criança" pautei apontando do meu corpo para o dela.

"Eu tenho 17, quase 18." esclareceu orgulhosa e eu ri dela, apesar de surpreso pela nova informação.

Ficamos em silêncio por algum tempo enquanto ela ainda limpava o sangue do meu rosto, que eu desconfiava já estar limpo, mas não contestei.

"Porque você fez aquilo?" foi a vez dela perguntar, eu sabia do que ela estava falando.

"Eu só não estava afim de foder uma criança, nem estava aqui pelo sexo de qualquer forma." dei os ombros acompanhando o desenho de suas íris enquanto ela suspirava. "E você, porque tem tanto medo de divórcio? Você sabe que é lei que seu pai te dê uma pensão certo? E pelo tamanho dessa casa...."

"Eu não ligo para o dinheiro." soprou amuada tomando alguns segundos antes de continuar. "S-se eles se divorciarem, eu teria que ficar aqui com meu pai, e ele faria algo a mim. De novo. Pensei que se fosse com você, ao menos seria uma única vez."

Eu pisquei devagar absorvendo a notícia, ela tinha sido abusada? Seus olhos marejados diziam que sim.

"Sua mãe...."

"Ela sabe. Ela me fez jurar não contar a ninguém, por isso, guarde o meu segredo." explicou sorrindo sem graça e eu me senti um merda por ter pensado mal dela momentos antes.

"Porque ela te deixaria com ele, sabendo disso?" perguntei meio que sabendo a resposta.

"Ela me culpa. Foi desde então que eles passaram a ter problemas conjugais." Até então eu não tinha realmente algo contra a mulher, além do fato de achá-la fodidamente irritante, mas agora, eu a odiava e agradeci aos céus por tê-la negado.

"Desde quando?"

"Eu tinha 12 anos."

12 malditos anos.

"Eu nunca transei com ela." contei ridiculamente, como se aquilo fizesse alguma diferença. Era verdade. Eu a neguei meses antes e depois trocamos mensagens curtas apenas porque eu receava que um dia precisasse dela, mas eu nunca quis realmente fazê-lo.

"Não?" foi a vez dela de sentir surpresa. "Mas o meu pai o viu. Dong-yul?"

"Não sou eu." apressei-me em dizer tirando meu documento do bolso e mostrando meu nome, imitando a cara séria da foto. "Não é minha melhor foto." brinquei dando os ombros, repondo o plastificado no seu lugar de origem, enquanto ela ria. Um som bem bonito, aliás.

"Im Jaebum." silabou sorrindo, elogiando o nome depois. "Então não tem só você. Ela é mesmo uma puta safada não?"

Eu engasguei com o palavrão dela, surpreso pela milésima vez em menos de um dia. E talvez um pouco excitado pela menção dela ser menos santa do que aparentava até agora.

"Eu pensei que você tinha me negado porque..."

"Você é muito atraente." admiti toscamente, já sabendo oque ela já dizer.

"Você acha?"

Eu fiz que sim com a cabeça, me esforçando para manter meus pensamentos sujos pra mim mesmo. Ela sorriu miúdo enquanto parecia guardar algo para si. Mantive meus olhos em seu rosto, não conseguia olhar pra qualquer outro lugar se não para suas bochechas afogueadas e seus olhos excessivamente mais brilhantes, graças às gotas que dançavam em suas linhas d'água. Pela segunda vez, eu quis afastá-las, me surpreendi quando no lugar disso, ergui meu corpo e rosto à nível do seu e beijei em sua bochecha.

Eu desejei estupidamente ser alguém doce e saber como confortá-la, abraçá-la ou dizer-lhe coisas tolas como "vai ficar tudo bem" mesmo que eu não acreditasse nisso. Infelizmente eu ainda era o Jaebum, pobre e fracassado de sempre. Eu me odiei por isso.

Quantos anos eu tinha afinal?

"Você é adorável." expôs à mim tocando a bochecha que eu tinha beijado e em seguida repetindo a ação no meu rosto.

"Eu não sou adorável." contraditei um pouco amargurado, soando como um idiota. "Eu sou uma escória, devastando os lugares por onde passo."

Fez-se silêncio de novo, enquanto lembranças de uma infância infeliz pareciam nos cercar.

"Me devaste também" sugeriu, tão baixo que eu desconfiei ser minha mente pregando uma peça, até que ela sucedeu "Me deixe ser quebrada como você." ela segurou meu rosto passando os polegares como se secasse lágrimas, que eu sequer tinha conhecimento da presença, pois só conseguia focar em suas palavras. 

Minhas mãos grudaram em sua cintura sem a concordância do meu cérebro, nossos rostos próximos enquanto eu estudava suas íris, buscando qualquer resquício de dúvida ou loucura à medida que meu rosto era atraído ao dela. Talvez ela estivesse apenas triste, querendo distrair-se do mundo em que vivia, talvez fosse me expulsar dali quando eu lhe desse o pouco que eu tinha, eu tampouco me importei, selando nossos lábios ansiando que aquele beijo me enviasse todas as angústias que ela carregava.

No início apenas um beijo inocente, ganhando propriedade quando sua mão pressionou a parte de trás do meu pescoço puxando-me para si enquanto a outra viajava por entre meus fios despenteados.

Eu ergui de vez meu corpo ao dela, para suspendê-la sobre a bancada enquanto chutava a cadeira que eu abancava para longe. Seus braços se apoiaram em meus ombros enquanto ela guiava minha cabeça por seu pescoço, onde queria que eu beijasse e chupasse. Assim eu o fiz, deixando algumas marcas feias em sua pele bonita. Meus dedos foram rápidos em tocá-la por cima do pano fino dos shorts, descendo para sua coxa apenas para subir de novo, dessa vez por baixo do tecido. Foda-se, ela já estava molhada, e eu fodidamente duro com uma mão apalpando seu seio, agora exposto pra mim e a outra circulando seu clitóris, ela gemeu meu nome fazendo o mesmo e me tocando, apalpando de leve, um pouco tímida mas bom o suficiente para fazer meu pau latejar por entre seu toque. 

"Eu nunca fodi ninguém em um balcão." expressei sorrindo, enquanto corria os olhos por seu corpo alucinante, as marcas no seu pescoço lhe acrescentando um ar sensual.

Eu desci o rosto, abaixando seu short e calcinha ficando de cara com seu sexo rosado, olhei para cima para ver seus olhos ainda desesperados, porém por motivos diferentes, e ela puxou meu cabelo em resposta ao meu olhar sedento.

"Eu quero te foder com a minha língua." ansiei vendo sua pupila dilatar com a visão de minha língua lambendo cada centímetro da sua boceta melada me sentindo o mais miserável de todos gemendo de prazer apenas por sentir seu gosto quando ela gozou magnificamente em minha boca. Retornei à seu rosto arrastando o dedo na superfície do seu sexo e trazendo para que ela mesmo provasse.

"Chupe." mandei levando meu polegar até a sua boca e contemplando a visão da menininha safada subindo e descendo o rosa dos seus lábios em meu dedo, mesmo quando já tinha tomado todo de seu próprio leite parando apenas pra gemer quando eu voltei a tocá-la. Quando dois dedos entraram nela, eu agradeci à Deus, por ter adiado o pagamento dos meus pecados, me enviando a porra de um anjo, gostosa e apertada, gemendo meu nome nessa bancada enquanto eu a descobria, cada arfar dela, cada som molhado, cada rebolar que ela dava em meus dedos, e cada olhar obsceno que ela me lançava à medida que chupava meu dedo sugestivamente, me empurravam mais e mais para o abismo, não pude deixar de imaginar meu pau ali no lugar de meu polegar, envoltos pelos seus lábios cheios, no entanto a vontade de fazê-la gemer era maior que a minha própria vontade, movido a isso abaixei as calças assustando-a um pouco quando puxei seu corpo para o meu.

"Eu posso?" gemi sôfrego pedindo autocontrole caso ela se negasse a mim.

Ela não respondeu.

No lugar disso, puxou meu corpo ao seu segurando em meu pênis latejante e esfregando na sua entrada. Foda-se. Mil vezes foda-se.

"Apenas se você me prometer contar a sua história pra mim." soprou fingindo inocência. Eu costumava me achar um filho da puta. Mas aquela garota, me olhando nos olhos enquanto massageava a cabeça do meu pau e ao mesmo tempo me mostrava um dos sorrisos mais doces que eu já tinha visto. Ela definitivamente era mais que eu.

"Maldita." amaldiçoei, beijando-a louco e necessitado. "Eu faço oque você quiser."

"Faça chover sobre mim Jaebum."

E eu fiz.

Como se fosse minha primeira vez, como se aquilo fosse a última coisa que eu faria nesse mundo, e se fosse, eu não me importaria minimamente. À não ser que ela me deixasse entrar em seu corpo de novo, não havia outro motivo para existir. Ridículo e miserável, esse era eu depois daquela garota. Seus gemidos eram alucinantes e sua boceta era a mais apertada em que eu já estive, e quando ela se contraia a minha volta, eu ia ao céu e voltava. Eu nunca tinha me deleitado em tamanha luxúria.

"Mais forte." pediu abraçando suas pernas em minha cintura me dando a porra de um sentido de vida. Eu obedeci, quase que como uma ordem, submisso aquela tentação. Quando eu estava perto de gozar, saí de dentro dela, batendo apenas duas vezes antes de que o líquido jorrase sobre seu corpo, marcando-a com meu sêmen e me dando a melhor e mais suja visão que eu poderia ter, dela gozada e arfante, peito subindo e descendo enquanto se recuperava de mim. Eu fiz chover sobre ela. E eu poderia fazer quantas vezes mais ela quisesse.

"Esse foi o melhor sexo da minha vida." soprei sentado na grama do jardim daquele caralho de casa. Ela sentada ao meu lado, infelizmente, já vestida, e eu sem minha blusa, já que usara para limpar seu belo corpo evitando-a de subir e dar de cara com sua mãe, que segundo ela, sabia que estávamos juntos, pois a janela do seu quarto, de onde ela tinha visto minha surra, ficava na mesma direção que a do quarto da mãe e a mesma tinha visto a menina correr para me salvar. 

"Meu também." sussurrou um pouco amargurada, porém me deixando saber que estava bem. "Vai me contar sua história agora Jaebum?"

"Apenas se você vier comigo." pedi falando o mais sério do que alguma vez eu tinha feito. "Por favor, eu sei que sou a porra de um fodido, mas se você vier, eu vou me esforçar, para te proteger e ser seu anjo, assim como você foi o meu." recitei rápido e desesperado, irritado quando senti minhas bochechas arderem.

Ela tampou a boca segurando um riso que definitivamente me deixou mais envergonhado do que eu já estava.

"Não ria de mim." ordenei, porém saiu mais como um pedido tosco.

"Quem diria que você tem um lado fofo." disse suave, apoiando o rosto nas mãos. 

"A mesma pessoa que diria que você parece uma prostituta safada transando. Isso foi um elogio." devolvi na mesma moeda, sendo acertado por um tapa. Continuei sussurrando coisas porcas pra ela, deixando-a corada o suficiente até me sentir vingado.

"Você vai subir comigo pra pegar minhas coisas?"


Notas Finais


Oi, hihi.
Se gostaram, mostrem pras migas, dêem fav e comentem pra ajudar a titia aq vulgo mais flopada desse saity. Bjs.
AH SÓ MAIS UMA COISA
Muralha e muralhinha não parece uma dupla sertaneja?? AHAUAHUAHUA

Link do meu One com o menino biscoito: https://spiritfanfics.com/historia/next-door-imagine-jungkook-10418771


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