História ANGEL: JK - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook
Tags Bts, Hot, Jungkook, Romance
Visualizações 42
Palavras 966
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Magia, Mistério, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - 0.1


Fanfic / Fanfiction ANGEL: JK - Capítulo 1 - 0.1

S/N movimentou-se pesadamente para dentro de uma sala iluminada com lâmpadas fluorescentes do Colégio Sword&Cross dez minutos depois do que deveria. Um acompanhante com peito em formato de barril, bochechas vermelhas e uma prancheta presa sobre bíceps de ferro já estava dando ordens – o que significava que S/N estava atrasada.

— Então se lembrem: são remédios, camas e vermelho— o acompanhante rosnou para um grupo de três estudantes, todos de costas para S/N. — Se lembrem do básico e ninguém se machuca.

S/N escorregou rapidamente para trás do grupo. Ela ainda estava tentando descobrir se ela tinha preenchido a gigante pilha de papel corretamente, se esse guia de cabeça raspada parado na frente deles era um homem ou uma mulher, se havia alguém para ajudá-la com sua enorme bolsa de tecido, se seus pais iriam se livrar de seu amado Plymouth Fury no minuto que eles chegassem em casa, depois que a deixaram ali.

Eles vinham ameaçando vender o carro durante todo o verão, e agora eles tinham uma razão que S/N não poderia argumentar contra: ninguém podia ter um carro na nova escola de S/N. Sua nova escola reformatória, para ser preciso. Ela ainda estava se acostumando com o termo.

— Você poderia, hum, você poderia repetir isso? — Ela perguntou para o acompanhante. — O que era remédios...?

— Bem, olhe o que a tempestade trouxe— o acompanhante disse em voz alta, então continuou, enunciando devagar. — Remédios. Se você é um dos alunos medicados, é onde você deve ir para manter-se dopada, sã, respirando, ou seja, lá o que for.

Mulher, S/N decidiu, estudando a acompanhante. Nenhum homem poderia ser malicioso o suficiente para dizer tudo isso nesse tom de voz zombador.

— Saquei— S/N sentiu seu estômago agitar-se — remédios.

Ela tinha se desligado dos remédios por anos agora. Depois do acidente no verão passado, Dr. Sanford, seu especialista em Hopkinton – e a razão de seus pais a mandarem para internatos lá em New Hampshire – havia considerado medicá-la mais uma vez. Embora ela o tenha convencido de sua quase-estabilidade, isso a fez ter um mês extra de análise da parte dela, só para ficar longe daqueles terríveis antipsicóticos.

Este era o motivo pelo qual ela estava se registrando em seu último ano no Colégio Sword&Cross um mês depois das aulas começarem. Ser aluno novo já era ruim o suficiente, e S/N estava nervosa o suficiente para entrar em turmas onde todos já estavam fixados. Mas pelo que parecia depois de sua excursão, ela não era a única novata chegando aquele dia.

Ela deu uma olhadinha furtiva para os outros três alunos em meio círculo em volta dela. Em sua última escola, Dover Prep, na excursão pelo campus foi onde ela achou sua melhor amiga, Callie. Em um campus onde todos os outros estudantes foram praticamente desmamados juntos, isso havia sido o suficiente que S/N e Callie fossem as duas únicas crianças sem legado. Mas não demorou muito para elas perceberem que tinham a mesma obsessão pelos mesmos filmes antigos – especialmente os relacionados com Albert Finney. Após a descoberta delas no primeiro ano enquanto assistiam Two for the Road que elas não podiam fazer um saco de pipoca sem ativar o alarme de incêndio, Callie e S/N nunca mais se separaram. Até... Até que elas tiveram que se separar.

Do lado de S/N hoje havia dois caras e uma garota. A garota era bem fácil de se enturmar, loira e com a beleza de comercial de cosméticos, com unhas bem feitas na cor rosa-pastel que combinava com sua pasta de plástico.

— Eu sou Gabbe — ela falou lentamente, lançando a S/N um grande sorriso que desapareceu tão rápido quanto surgiu, depois que S/N não disse seu próprio nome.

O desinteresse da menina lembrou-lhe mais uma versão sulista das meninas da Dover do que alguém que ela esperava na Sword&Cross. S/N não conseguia se decidir se isso era reconfortante ou não, ainda mais imaginar o que uma menina como aquela fazia numa escola reformatória.

À direita de S/N havia um garoto com cabelo castanho curto, olhos castanhos e sardas em volta do nariz. Mas o jeito que ele não olhava nos olhos dela, escolhendo cutucar a cutícula de seu polegar, deu a ela a impressão de que ele provavelmente estava atordoado e com vergonha de encontrar-se aqui.

O garoto à sua esquerda, por outro lado, preenchia a imagem da S/N deste lugar um pouco perto perfeitamente demais. Ele era alto e magro, com uma bolsa de DJ a tiracolo, cabelo preto desgrenhado, e grandes e profundos olhos Negros. Seus lábios eram carnudos e de um rosa natural que muitas garotas matariam para ter. Na parte detrás de seu pescoço uma tatuagem preta com formato de raios de sol parecia quase brilhar em sua pele clara, levantando-se a partir da borda de sua camiseta preta.

Diferente dos outros dois, quando esse cara se virou para encontrar seu olhar, ele o segurou e não deixou soltar. Sua boca foi definida em uma linha reta, mas seus olhos eram quentes e vivos. Ele a contemplava, de pé como uma escultura, que fez S/N se sentir enraizada em seu lugar também. Aqueles olhos eram intensos e sedutores, e bem, um pouco desarmantes.

Com um pigarro alto na garganta, a acompanhante interrompeu o transe. S/N corou e fingiu estar muito ocupada coçando a cabeça.

— Aqueles que entenderam o funcionamento estão livres para sair depois que deixarem aqui seus pertences de risco— a acompanhante apontou para uma grande caixa de papelão sob uma placa que dizia em grandes letras pretas MATERIAIS PROIBIDOS. — E quando eu digo livre, Todd — ela fechou a mão para baixo no ombro do garoto sardento, o que o fez pular. — Eu quis dizer dentro dos limites do ginásio, para encontrar o estudante predestinado para ser seu guia. Você — ela apontou para S/N— despeje seus pertences e fique comigo.

CONTINUA...



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