História ANGEL: JK - Capítulo 10


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook
Tags Bts, Hot, Jungkook, Romance
Visualizações 5
Palavras 1.079
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Magia, Mistério, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - 1.0


Fanfic / Fanfiction ANGEL: JK - Capítulo 10 - 1.0

Felizmente, os braços fortes de Randy fecharam-se ao redor dela primeiro. Molly tentou chutar para se libertar e começou a gritar.

— É melhor alguém começar a falar — Randy rosnou, apertando Molly até ela ficar frouxa.

— Pensando melhor, todas as três apresentem-se para a detenção amanhã de manhã. Cemitério. Ao raiar do dia!— Randy olhou para Molly. — Já se acalmou?

Molly assentiu rigidamente, e Randy soltou-a. Ela se abaixou para onde Ariane ainda estava deitada no colo de S/N, seus braços cruzados sobre seu peito. De primeira, S/N achou que Ariane estava de mal humor, como um cachorro bravo com uma coleira, mas então S/N sentiu um pequeno choque do corpo de Ariane e percebeu que a garota ainda estava à mercê da pulseira.

— Vamos— Randy disse, mais suavemente. — Vamos te desligar.

Ela estendeu sua mão para Ariane e ajudou a puxar seu minúsculo corpo trêmulo, virando-se somente uma vez na entrada para repetir ordens para S/N e Molly.

— Raiar do dia!

— Estou ansiosa por isso — Molly disse docemente, abaixando-se para pegar o prato de bolo de carne que tinha deslizado de sua bandeja.

Ela balançou-o sobre a cabeça da S/N por um segundo, então virou o prato de ponta-cabeça e amassou a comida em seu cabelo. S/N conseguia ouvir o esguicho de sua própria mortificação enquanto toda a Sword&Cross teve uma visão da novata coberta por bolo de carne.

— Impagável — Molly disse, puxando a menor das câmeras prateada de um bolso traseiro em sua calça jeans. — Diga... bolo de carne — ela cantou, tirando algumas fotos de rosto. — Ficarão ótimas no meu blog.

— Belo chapéu— alguém zombou do outro lado da lanchonete.

Então, com trepidação, S/N voltou seus olhos para Jungkook, rezando para que de algum modo ele tivesse perdido a cena toda. Mas não. Ele estava balançando sua cabeça. Ele parecia chateado.

Até aquele momento, S/N pensava que tinha uma chance de se levantar e simplesmente chacoalhar o incidente – literalmente. Mas vendo a reação do Jungkook – bem, finalmente a fez entender.

Ela não choraria na frente de qualquer uma daquelas pessoas horríveis. Ela engoliu duramente, levantou-se, e se mandou. E se apressou na direção da porta mais próxima, ansiosa por sentir um ar frio em seu rosto.

Ao invés, a umidade sulista de setembro encobriu-a, sufocando-a, assim que ela saiu. O céu tinha aquela cor de nada, um marrom acinzentado tão opressivamente brando que era até mesmo difícil achar o sol. S/N diminuiu, mas foi até a beirada do estacionamento antes de parar completamente.

Ela ansiava ver seu velho carro ali, afundar no assento de pano esfiapado, acelerar o motor, ligar o som, e dar o fora desse maldito lugar. Mas enquanto ficava parada na quente calçada preta, a realidade assentou: Ela estava presa aqui, e um par de portões elevados de metal separavam-na do mundo fora da Sword&Cross. Além do mais, mesmo que ela tivesse saída... Para onde ela iria?

A sensação doentia em seu estômago lhe dizia tudo que ela precisava saber. Ela já estava no fundo do poço, e as coisas estavam ficando bem sombrias. Era tão deprimente quanto era verdade: a Sword&Cross era tudo o que ela tinha.

Ela deixou seu rosto cair em suas mãos, sabendo que tinha que voltar. Mas quando ela ergueu sua cabeça, o resíduo em suas palmas a lembrou que ela ainda estava encoberta pelo bolo de carne da Molly. Eca. Primeira parada, o banheiro mais próximo.

De volta lá dentro, S/N entrou no banheiro das garotas bem quando a porta estava abrindo. Gabbe, que parecia ainda mais loira e perfeita agora que S/N parecia que tinha dado um mergulho no lixão, passou por ela se espremendo.

— Oopa, licença, querida — ela disse. Sua voz com sotaque sulista era doce, mas seu rosto se enrugou ao ver S/N. — Ai céus, você está horrível. O que aconteceu?

O que aconteceu? Como se a escola toda já não soubesse. Essa garota provavelmente estava se fazendo de burra para que S/N revivesse toda a cena mortificante.

— Espere cinco minutos — S/N replicou, com mais aspereza em sua voz do que pretendia. — Tenho certeza que fofoca se espalha como a praga aqui.

— Quer a minha base emprestada? — Gabbe perguntou, oferecendo um estojo de maquiagem azul-pastel. — Você não se viu ainda, mas você vai...

— Obrigada, mas não.

S/N a cortou, entrando no banheiro. Sem se olhar no espelho, ela ligou a torneira. Ela jogou água gelada em seu rosto e finalmente soltou tudo. Lágrimas escorrendo, ela apertou o ministrador de sabonete e tentou usar um pouco do sabonete barato rosa empoado para tirar o bolo de carne. Mas ainda havia o problema do cabelo. E suas roupas definitivamente já tinham parecido e cheirado melhor. Não que ela precisasse mais se preocupar em causar uma boa impressão.

A porta do banheiro se abriu e S/N esbarrou contra a parede como um animal enjaulado. Quando uma estranha entrou, S/N endureceu e esperou pelo pior.

A garota tinha uma estrutura corporal atarracada, acentuada por uma quantidade anormal de camadas de roupa. Seu rosto largo era cercado por cabelo castanho cacheado, e seus óculos roxo-claro balançaram quando ela fungou. Ela parecia bastante modesta, mas também, aparências enganam. Suas duas mãos estavam colocadas atrás de suas costas de um jeito que, depois do dia que S/N tinha tido, ela simplesmente não podia confiar.

— Sabe, você não devia estar aqui sem um passe — a garota disse.

Seu tom parecia ser sério.

— Eu sei.

O olhar nos olhos dessa garota confirmou a suspeita de S/N de que era absolutamente impossível fazer uma pausa nesse lugar. Ela começou a suspirar em rendição.

— Eu só...

— Estou brincando — a garota riu, girando seus olhos e relaxando sua postura. — Eu peguei shampoo do vestiário para você.

Ela trouxe suas mãos para frente para mostrar duas embalagens plásticas de shampoo e condicionador de aparência inocente.

— Vamos — ela disse, puxando uma cadeira de dobrar gasta. — Vamos te limpar. Sente aqui.

Um barulho parcialmente de lástima e parcialmente de risada que ela nunca havia feito antes escapou dos lábios de S/N. Soava, ela achava, com alívio. A garota realmente estava sendo legal com ela – não só legal do tipo colégio reformatório, mas legal do tipo pessoa normal! Por razão alguma. O choque disso era quase grande demais para S/N aguentar.

— Obrigada? — S/N conseguia dizer, ainda se sentindo um pouco cautelosa.

— Ah, e você provavelmente precisa de uma muda de roupas— a garota falou, olhando para seu suéter preto e puxando-o sobre sua cabeça para expor um suéter preto idêntico abaixo.

CONTINUA...



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