História ANGEL: JK - Capítulo 11


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook
Tags Bts, Hot, Jungkook, Romance
Visualizações 6
Palavras 1.159
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Magia, Mistério, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - 1.1


Fanfic / Fanfiction ANGEL: JK - Capítulo 11 - 1.1

Quando ela viu o olhar de surpresa no rosto de S/N, ela disse:

— O quê? Eu tenho um sistema imunológico hostil. Eu tenho que usar muitas camadas.

— Ah, bem, você ficará bem sem essa? — S/N se forçou a perguntar, mesmo ela fazendo quase tudo agora para tirar a capa de carne que estava usando.

— É claro— a garota disse, dispensando-a. — Tenho mais três debaixo dessa. E mais algumas no meu armário. Fique a vontade. Me machuca ver uma vegetariana coberta de carne. Sou muito empática.

S/N se perguntou como essa estranha conhecia suas preferências alimentícias, mas mais que isso, ela tinha que perguntar:

— Hmm, por que você está sendo tão legal?

A garota riu, suspirou, então balançou sua cabeça.

— Nem todos na Sword&Cross são vadias ou atletas.

— Hein? — S/N disse.

— Sword&Cross... Vadias e Atletas. Um péssimo apelido da cidade para essa escola. Obviamente não há nenhum atleta aqui. Eu não irei oprimir os seus ouvidos com alguns dos apelidos mais rudes que bolaram.

S/N riu.

— O que eu quero dizer é que, nem todos aqui são uns completos babacas.

— Só a maioria? — S/N perguntou, odiando ela já soar tão negativa.

Mas fora uma manhã tão longa, e ela já tinha passado por tanto, e talvez essa garota não a julgasse por um ser um tantinho irritada.

Para sua surpresa, a garota sorriu.

— Exatamente. E eles certamente dão ao resto de nós uma má reputação. — Ela estendeu sua mão. — Sou Pennyweather Van Syckle-Lockwood. Pode me chamar de Penn.

— Entendi.

S/N ainda estava irritada demais para perceber que, em uma vida passada, ela poderia ter encoberto uma risada por causa do nome dessa garota. Soava como se ela tivesse pulado diretamente de um romance de Dickens. Mas também, havia algo digno de confiança em uma garota com um nome como esse que conseguia se apresentar com uma cara séria.

— Sou S/N.

— E todos te chamam de S/A — Penn disse. — E você se transferiu da Dover Prep, em New Hampshire.

— Como sabe disso? — S/N perguntou lentamente.

— Palpite de sorte? — Penn deu de ombros. — Estou brincando, eu li seu arquivo, dã. É um passatempo.

S/N encarou-a sem expressão. Talvez ela tenha sido precipitada demais com aquele julgamento de ser confiável. Como Penn poderia ter tido acesso ao seu arquivo?

Penn tomou conta de ligar a água. Quando ficou quente, ela fez um movimento para S/N abaixar sua cabeça na pia.

— Veja, o negócio é que — ela explicou — eu não sou realmente louca.

Ela puxou S/N por sua cabeça molhada.

— Sem ofensa.

Então a abaixou de volta.

— Sou a única nesse colégio sem um mandado de corte. E você pode achar que não, mas ser legalmente sã tem suas vantagens. Por exemplo, eu sou a única em que confiam para ser ajudante no escritório. O que é idiotice deles. Tenho acesso a todo tipo de porcaria confidencial.

— Mas se você não tem que estar aqui...

— Quando o seu pai é o caseiro do colégio, eles meio que tem que deixar você frequentá-lo de graça. Então... — Penn dissipou.

O pai de Penn era o caseiro? Pela visão do lugar, não tinha nem passado pela mente de S/N que eles ao menos tinham um caseiro.

— Eu sei o que está pensando — Penn disse, ajudando S/N a limpar o fim de molho de carne de seu cabelo. — Que o lugar não é exatamente bem mantido?

— Não — S/N mentiu.

Ela estava ansiosa a ficar de bem com essa garota, e queria mandar vibrações de seja-minha-amiga muito mais do que queria parecer que realmente se importava se aparavam a grama da Sword&Cross frequentemente.

— É, hm, bem bonito.

— Papai morreu há dois anos — Penn falou mais baixo. — Eles até colocaram o velho decadente Diretor Udell como meu guardião legal, mas, hã, eles nunca realmente contrataram um substituto para o papai.

— Sinto muito — S/N respondeu, abaixando sua voz, também.

Então mais alguém aqui sabia o que era passar por uma grande perda.

— Tudo bem — Penn disse, espremendo condicionador em sua palma. — É na verdade um colégio realmente bom. Eu gosto bastante daqui.

Agora a cabeça de S/N se levantou com tudo, mandando respingos de água pelo banheiro.

— Tem certeza de que não é louca? — ela provocou.

— Estou brincando. Odeio aqui. É uma porcaria total.

— Mas você não consegue se forçar a ir embora— S/N disse, inclinando sua cabeça, curiosa.

Penn mordeu seu lábio.

— Eu sei que é mórbido, mas mesmo que eu não estivesse presa ao Udell, eu não conseguiria. Meu pai está aqui.

Ela gesticulou na direção do cemitério, invisível daqui.

— Ele é tudo que eu tenho.

— Então suponho que você tem mais do que outras pessoas nesse colégio — S/N disse, pensando em Ariane.

Sua mente voltou para o jeito como Ariane tinha agarrado sua mão na quadra hoje, o olhar ansioso em seus olhos azuis quando ela fez S/N prometer que iria passar no seu quarto no dormitório hoje à noite.

— Ela vai ficar bem— Penn falou. — Não seria segunda-feira se Ariane não fosse carregada para a enfermaria após um ataque.

— Mas não foi um ataque — S/N disse. — Foi aquela pulseira. Eu a vi. Estava dando choques nela.

— Nós temos uma definição muito ampla do que caracteriza um “ataque” aqui na Sword&Cross. Sua nova inimiga Molly? Ela já deu ataques legendários. Eles ficam dizendo que vão mudar a medicação dela. Com sorte você terá o prazer de testemunhar pelo menos um bom surto antes que eles mudem.

A inteligência de Penn era bastante notável. Passou pela cabeça de S/N perguntar qual era a história do Jungkook, mas a complicada intensidade de seu interesse nele era provavelmente melhor mantida a uma base de necessidade. Pelo menos até que ela mesma conseguisse entender. Ela sentiu as mãos de Penn torcendo água de seu cabelo.

— Essa foi a última. Acho que você está finalmente livre de carne.

S/N olhou para o espelho e correu suas mãos por seu cabelo. Penn estava certa. Exceto pela cicatriz emocional e a dor em seu pé direito, não havia evidência de seu rolo na lanchonete com Molly.

— Só fico feliz por você ter cabelo curto. Se ainda fosse comprido como era na foto no seu arquivo, essa teria sido uma operação bem mais comprida.

S/N olhou embasbacada para ela.

— Vou ter que ficar de olho em você, não vou?

Penn enlaçou seu braço no de S/N e guiou-a para fora do banheiro.

— Só fique de bem comigo e ninguém se machucará.

S/N mandou a Penn um olhar preocupado, mas o rosto de Penn não demonstrava nada.

— Você está brincando, certo?— S/N perguntou.

Penn sorriu, repentinamente feliz.

— Vamos, temos que ir para aula. Não está feliz por termos o mesmo horário de tarde?

S/N riu.

— Quando você vai parar de saber tudo sobre mim?

— Não no futuro próximo — Penn disse, empurrando-a pelo corredor e de volta na direção das salas de aula de bloco de cimento. — Você logo aprenderá a amar isso, eu prometo. Sou uma amiga muito poderosa a se ter.

CONTINUA...



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