História ANGEL: JK - Capítulo 12


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook
Tags Bts, Hot, Jungkook, Romance
Visualizações 6
Palavras 912
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Magia, Mistério, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - 1.2


Fanfic / Fanfiction ANGEL: JK - Capítulo 12 - 1.2

S/N serpenteou pelo frio e úmido corredor do dormitório em direção ao seu quarto, arrastando a sua mochila vermelha Camp Gurid com a alça partida em sua trilha. As paredes eram da cor de um quadro negro poeirento – e todo o lugar era estranhamente quieto, salvo pelo maçante zumbido das lâmpadas fluorescentes suspensas no teto recuado manchado por gotas de água.

Principalmente, S/N estava surpresa em ver tantas portas fechadas. Lá em Dover, ela sempre quis mais privacidade, um tempo das festas no corredor do dormitório que duravam horas. Você não podia caminhar para o seu quarto sem se deparar com uma reunião de garotas sentando de pernas cruzadas em jeans iguais, ou um casal de lábios grudados pressionado contra a parede.

Mas na Sword&Cross... Bem, ou todo mundo já havia começado os seus artigos de trinta páginas, ou então a socialização aqui era mais do tipo atrás-das-portas.

Falando nisso, as portas fechadas era um sinal a ser notado. Se os alunos da Sword&Cross eram cheios de recursos com as violações do código de vestimentas, eles eram completamente engenhosos quando o assunto era personalizar seus espaços. S/N já havia caminhado por uma porta moldurada por uma cortina de contas, e uma outra com um tapete de detecção de movimento que a encorajava a "dar o fora dali" quando ela passou por ele.

Ela parou na única porta em branco do prédio. Quarto 63. Lar, amargo lar. Ela tateou em seu bolso a procura de suas chaves no bolso da sua mochila, respirou profundamente e abriu a porta da sua cela.

Exceto que não era terrível. Ou talvez não fosse tão terrível como ela imaginava. Havia uma janela de um tamanho decente que se abria para deixar entrar um ar noturno menos sufocante. E além das barras de metal, a vista da porção da luz da lua era na verdade algo interessante, se ela não pensasse muito sobre o cemitério que ficava embaixo dela. Ela tinha um closet e uma pequena pia, uma mesa para fazer seus trabalhos – pensando nisso, a coisa mais triste no quarto foi o vislumbre que S/N capturou de si mesma no espelho de corpo inteiro atrás da porta.

Ela rapidamente desviou a visão, sabendo bem demais o que ela ia encontrar em seu reflexo. Seu rosto parecendo apertado e sonolento. Seus olhos castanhos salpicados com estresse. Seu cabelo como o pelo do poodle toy histérico da sua família após uma tempestade. O suéter de Penn caía nela como um saco de pano. Ela estava tremendo. Suas aulas da tarde não haviam sido melhores do que as da manhã, devido principalmente ao fato de seu maior medo ter se tornado realidade: Toda a escola já havia começado a chamá-la de Bolo de Carne. E infelizmente, muito como seu homônimo, o apelido parecia que ia grudar.

Ela queria desfazer as malas, transformar o genérico quarto 63 em seu próprio lugar, para onde ela podia ir quando precisava fugir e se sentir bem. Mas ela somente conseguiu abrir o zíper da sua mochila antes de entrar em colapso na cama descoberta, derrotada. Ela se sentia tão longe de casa. Só levava vinte e dois minutos de carro para sair das dobradiças soltas da porta traseira caiada da sua casa para os portões de ferro forjado enferrujado da Sword&Cross, mas poderia muito bem levar vinte e dois anos.

Pela primeira metade da silenciosa viagem com seus pais essa manhã, a vizinhança parecera praticamente a mesma: subúrbio sulista de classe média adormecido. Mas então a rua foi sobre a marginal em direção à praia, e o terreno ficou mais e mais alagadiço. Um aumento de árvores de mangue marcava a entrada na terra úmida, mas logo até essas diminuíram. Os últimos dezesseis quilômetros até a Sword&Cross foram sombrios. Castanho acinzentado, inexpressivo, abandonado.

Lá em casa, em Thunderbolt, as pessoas da cidade sempre brincavam sobre o estranho, memorável e embolorado fedor por aqui: Você sabia que estava nos pântanos quando o seu carro começava a feder a lama.

Mesmo S/N tendo crescido em Thunderbolt, ela não estava familiarizada com a parte mais oriental do condado. Quando criança, simplesmente presumira que era por nunca ter razão para vir aqui – todas as escolas, lojas, e todos que sua família conhecia estavam do lado oeste. O lado leste era simplesmente menos desenvolvido. Só isso.

Ela sentia falta dos seus pais, que grudaram um bilhete na primeira camisa da mala – Nós te amamos! Os Price nunca quebram. Ela sentia saudade do seu quarto, que tinha vista para a plantação de tomates do seu pai. Sentia saudade de Callie, que devia ter certamente mandando umas dez mensagens que nunca serão vistas. Sentia saudades de Trevor...

Ou, bem, não era exatamente isso. O que ela tinha saudades era do modo como a vida era quando ela começou a falar com Trevor pela primeira vez. Quando tinha alguém em quem pensar senão conseguia dormir à noite, o nome de alguém para rabiscar como uma boboca dentro dos cadernos. A verdade era que S/N e Trevor nunca realmente tiveram a chance de se conhecer bem. A única lembrança que ela tinha era uma foto tirada pela Callie secretamente, do outro lado do campo de futebol, entre dois dos seus conjuntos de pesos, quando ele e S/N conversaram por quinze segundos sobre... seus conjuntos de pesos. E o único encontro que ela realmente teve com ele não foi exatamente um encontro real – só uma hora roubada quando ele a afastou do resto da festa. Uma hora que ela se arrependeria pelo resto de sua vida.

CONTINUA...



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