História ANGEL: JK - Capítulo 13


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook
Tags Bts, Hot, Jungkook, Romance
Visualizações 6
Palavras 818
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Magia, Mistério, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - 1.3


Fanfic / Fanfiction ANGEL: JK - Capítulo 13 - 1.3

Havia começado inocente o suficiente, somente duas pessoas caminhando pelo lago, mas não demorou muito antes de S/N começar a sentir as sombras sobre a sua cabeça. Então os lábios de Trevor tocaram os seus, e o calor caiu sobre seu corpo, os olhos dele ficaram brancos de terror e segundos depois a vida como ela conhecia fora embora em uma labareda.

S/N virou-se e enterrou seu rosto na curva do seu braço. Ela passou meses em luto pela morte de Trevor, e agora, deitada nesse quarto estranho, com as barras de metal cavando em sua pele através do fino colchão, ela sentiu a egoísta futilidade disso tudo. Ela não conhecia Trevor mais do que ela conhecia... bem, Cam.

Uma batida em sua porta fez S/N pular da cama. Como alguém poderia saber como encontrá-la aqui? Ela andou nas pontas dos pés até a porta e a puxou até abrir. Então colocou a sua cabeça no vazio corredor. Ela não havia nem ao menos ouvido passos ali fora, e não havia sinal de alguém ter acabado de bater.

Exceto pelo avião de papel preso com um alfinete com uma tacha de latão no centro do quadro ao lado de sua porta. S/N sorriu ao ver seu nome escrito em caneta preto ao longo da asa, mas quando ela desdobrou o bilhete, tudo que estava escrito dentro era uma seta negra apontando diretamente para o corredor.

Ariane havia convidado-a para essa noite, mas isso havia sido antes do incidente com Molly na cafeteria. Olhando para o corredor vazio, S/N questionou-se sobre seguir a seta enigmática.

Então ela olhou sobre o seu ombro para a sua gigante bolsa de pano duro, sua festa de autopiedade a aguardando para ser desfeita. Ela deu de ombros, fechou a porta, colocou a chave do seu quarto em seu bolso e começou a caminhar.

Parou em frente a uma porta do outro lado do corredor para checar um pôster gigante de Sonny Terry, um músico cego que ela sabia, pela coleção arranhada de vinis de seu pai, que era um incrível tocador de gaita de blues. Ela se inclinou para frente para ler o nome no quadro e percebeu com surpresa que estava em frente á porta do quarto de Roland Sparks. Imediatamente, irritantemente, havia uma pequena parte do seu cérebro que começou a calcular as chances de que Roland podia estar passando o tempo com Jungkook, com apenas uma fina porta os separando de S/N.

Um zumbido mecânico fez S/N pular. Ela olhou diretamente para uma câmera de vigilância pregada acima da porta de Roland. Os vermelhos. Dando zoom em cada um dos seus movimentos. Ela se encolheu, embaraçada por razões que nenhuma câmera seria capaz de discernir. De todo modo, ela tinha vindo aqui para ver Ariane – cujo quarto, ela percebeu, pelo jeito era do outro lado do corredor, em frente ao quarto de Roland.

Em frente ao quarto da Ariane, S/N sentiu uma pequena pontada de doçura. Toda a porta estava lotada por adesivos – uns impressos, outros obviamente caseiros. Havia tantos que eles se sobrepunham, cada slogan cobrindo uma parte e geralmente contradizendo o que o de cima dizia.

S/N riu baixinho imaginando Ariane coletando adesivos indiscriminadamente (PESSOAS MÁS SÃO DEMAIS... MINHA FILHA É UMA ESTUDANTE NOTA ZERO NA SWORD & CROSS... VOTE NÃO NA PROPOSIÇÃO 666) e então os colando com um foco casual – mas compromissado – em seu território.

S/N podia ter ficado entretida por uma hora lendo a porta de Ariane, mas logo se sentiu consciente de que estava em frente a um quarto de dormitório que ela estava somente meio certa de que havia sido convidada. Então ela viu um segundo avião de papel. Ela tirou-o do quadro e desdobrou a mensagem:

Minha querida S/N,

Se você realmente apareceu para sairmos hoje à noite, parabéns! Nós vamos nos dar tããão bem!

Se você me deu um bolo, então... tire as suas garras da minha carta privada, ROLAND! Quantas vezes eu tenho que te dizer isso? Jesus.

De qualquer modo: eu sei que disse pra você passar aqui essa noite, mas eu tive que correr da estação de descanso e recuperação na enfermaria (a cereja em cima do bolo do meu tratamento de arma de choque hoje) para fazer uma revisão de biologia com a Albatroz. Ou seja, fica pra próxima?

Sua psicoticamente, A.

S/N ficou com a carta nas mãos, incerta sobre o que fazer a seguir. Ela estava aliviada por Ariane estar sendo cuidada, mas ela ainda desejava poder ver a garota pessoalmente. Queria ouvir a indiferença na voz dela, então ela saberia como sentir-se sobre o que houve na lanchonete. Mas estando ali no corredor, S/N estava cada vez mais incerta sobre como processar os eventos do dia. Um pequeno pânico a invadiu quando ela percebeu que estava sozinha, depois da escuridão, na Sword&Cross.

Atrás dela, uma porta abriu-se. Uma fatia de luz apareceu no chão abaixo do seu pé. S/N ouviu música sendo tocada dentro do quarto.

--O que você ta fazendo?

CONTINUA...



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