História ANGEL: JK - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook)
Tags Bts, Hot, Jungkook, Romance
Visualizações 28
Palavras 851
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Magia, Mistério, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - 0.2


Fanfic / Fanfiction ANGEL: JK - Capítulo 2 - 0.2

Quatro dos estudantes se juntaram em volta da caixa e S/N assistiu perplexa, como os outros alunos começavam a esvaziar seus bolsos. A menina puxou um canivete suíço rosa de sete centímetros. O cara de olhos negros relutantemente sacou uma lata de spray de tinta e um estilete. Até o infeliz Todd teve de deixar várias caixas de fósforos e um pequeno recipiente de fluído de luz.

S/N se sentiu quase estúpida por ela mesma não estar escondendo nada perigoso – mas quando ela viu os outros depositarem seus celulares dentro da caixa, ela engoliu em seco.

Inclinando-se para ler a placa de MATERIAIS PROIBIDOS mais de perto, ela viu que celulares, pagers e todos os dispositivos de rádios bidirecionais estavam estritamente proibidos. Já era ruim o suficiente que ela não poderia ter o seu carro! S/N fechou a mão suada em torno do celular em seu bolso, sua única ligação com o mundo exterior. Quando a acompanhante viu a expressão em seu rosto, S/N recebeu pequenos tapinhas na bochecha.

— Não desmaie comigo, querida. Eles não me pagam o suficiente para fazer ressuscitação. Além disso, você tem direito a uma ligação telefônica por semana no átrio principal.

Uma ligação? Por semana? Mas... 

Ela olhou para seu telefone mais uma vez e viu que havia recebido mais duas mensagens de texto. Não parecia possível que essas seriam suas duas últimas mensagens de texto. A primeira era de Callie.

Me liga imediatamente! Estarei esperando ao lado do telefone a noite toda, então, esteja pronta. E se lembre do mantra que eu te ensinei: Você vai sobreviver! De qualquer forma, se isso importar, eu acho que todo mundo esqueceu sobre...

Do jeito típico de Callie, ela havia ido tão longe que o celular de S/N cortou quatro linhas da mensagem. De qualquer forma, S/N estava aliviada. Ela não queria ler sobre como todos em sua antiga escola haviam finalmente esquecido o que havia acontecido com ela. O que a fez vir parar nesse lugar.

Ela suspirou e abriu sua segunda mensagem. Era de sua mãe, que só havia aprendido a enviar torpedos há algumas semanas e que certamente não sabia sobre aquela coisa de uma-ligação-por-semana.

Querida, nós estaremos sempre pensando em você. Seja boa e tente comer proteína o suficiente. Nos falamos quando pudermos. Amor, M&P

Com um suspiro, S/N percebeu que seus pais deveriam saber. O que mais poderia explicar suas expressões elaboradas quando ela deu um tchauzinho do portão da escola essa manhã, com sua mala em mãos? No café da manhã, ela havia tentado fazer piada sobre finalmente perder esse terrível sotaque de New England que ela havia adquirido na Dover, mas os seus pais não esboçaram nenhum sorriso. Ela pensou que eles continuavam chateados com ela. Eles nunca haviam feito completamente aquela coisa de elevar a voz, então quando S/N estragou tudo, eles deram a ela o tratamento do silêncio. Agora ela entendia o estranho comportamento dessa manhã: seus pais estavam de luto pela perda de contato com sua única filha.

— Nós estamos esperando apenas uma pessoa — a acompanhante disse. — Eu me pergunto quem é.

A atenção de S/N voltou para a caixa de riscos, que agora estava transbordando de itens contrabandeados que ela não conseguia reconhecer. Ela podia sentir o cara de cabelos grisalhos com seus olhos negros fixos nela. Ela olhou em volta e viu que todo mundo estava com os olhos fixos. Sua vez. Ela fechou seus olhos e lentamente abriu sua mão, deixando seu celular escorregar e ganhar terreno no topo da pilha. O som de ficar completamente sozinha.

Todd e a robótica Gabbe dirigiram-se para a porta sem nada além de um olhar na direção de S/N, mas o terceiro cara se virou para o acompanhante.

— Eu sou capaz de informá-la — disse ele, assentindo para S/N.

— Não faz parte do nosso acordo — a acompanhante replicou automaticamente, como se estivesse esperando esse diálogo. — Você é um novo estudante de novo – o que significa restrições de aluno novo. De volta para o nível um. Se você não gosta disso, deveria ter pensado antes de quebrar a sua condicional.

O garoto permaneceu imóvel, inexpressivo, quando a acompanhante rebocou S/N – que endureceu com o “condicional” – até o fim de um corredor amarelo.

— Mexa-se— ela incitou, como se nada tivesse acontecido. — Camas.

Ela apontou para a janela oeste de um prédio de concreto cinza. S/N podia ver Gabbe e Todd misturarem-se devagar em direção deles, com o terceiro garoto andando devagar, como se alcançá-los fosse a última coisa em sua lista de coisas a fazer.

Os dormitórios eram formidáveis e quadrados, um sólido prédio cinza cujas portas duplas não davam nada sobre a possibilidade de vida dentro delas. Uma grande placa de pedra permanecia plantada no meio do gramado morto, e S/N se lembrou do web site, as palavras DORMITÓRIO PAULINE esculpidas dentro dele. Parecia mais feio naquela manhã de sol confusa do que na plana foto preto-e-branca.

Mesmo nessa distância, S/N podia ver o bolor negro cobrindo a frente do dormitório. Todas as janelas estavam obstruídas por uma carreira de grossas barras de aço. Ela entortou os olhos. O que era aquele arame farpado em torno do prédio?

CONTINUA...



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