História ANGEL: JK - Capítulo 3


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook)
Tags Bts, Hot, Jungkook, Romance
Visualizações 18
Palavras 838
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Magia, Mistério, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - 0.3


Fanfic / Fanfiction ANGEL: JK - Capítulo 3 - 0.3

A acompanhante olhou para a lista, folheando o arquivo de S/N .

— Quarto sessenta e três. Deixe sua bolsa em meu escritório com o resto deles por agora. Você pode desfazer essa tarde.

S/N arrastou sua mala vermelha, rumo a outras três malas pretas sem classificação. Então ela chegou a refletir sobre seu celular, onde ela costumava colocar as coisas que precisava lembrar. Mas, enquanto sua mão procurava em seu bolso vazio, ela suspirou e se comprometeu a gravar o número do quarto na memória.

Ela ainda não entendia a razão pela qual não podia ficar com seus pais; sua casa em Thunderbolt ficava a menos de uma hora da Sword&Cross. Ela havia se sentido tão bem em sua casa em Savannah, onde, como sua mãe sempre dizia, até o vento soprava preguiçosamente. O lugar mais suave da Geórgia tinha o ritmo adequado ao jeito de S/N mais do que New England nunca teve. Mas a Sword&Cross não era como Savannah. Era quase como um lugar qualquer, exceto pelo fato de ser um lugar sem vida e sem cor, onde o tribunal a havia colocado hospedada.

Ela havia escutado seu pai no telefone com o diretor outro dia, concordando em seu jeito confuso e fala de professor de Biologia, “Sim, sim, talvez seja melhor para ela ser supervisionada todo tempo. Não, não, nós não queremos interferir no seu sistema.”

Claramente, seu pai não havia visto as condições de supervisão de sua filha única. Esse lugar parecia uma prisão de segurança máxima.

— E sobre, como você disse... os vermelhos?— S/N perguntou para a acompanhante, pronta para ser liberada da excursão.

— Vermelhos— a acompanhante repetiu, apontando para um pequeno fio do teto: lentes com uma luz piscante vermelha.

S/N não havia visto isso antes, mas assim que a acompanhante apontou a primeira, ela pôde notar que estavam em todo lugar.

— Câmeras?

— Muito bem — a acompanhante falou, a voz gotejando condescendência. — Nós a deixamos evidentes a fim de lembrá-los. Todo tempo, a todo o momento, nós a observamos. Então, não estrague... quer dizer, se você puder evitar.

Todo o tempo, todos falavam com S/N como se ela fosse uma completa psicopata, e ela estava bem perto de acreditar que isso era uma verdade.

Por todo o verão, as memórias a vinham assustando, em seus sonhos e nos raros momentos em que seus pais a deixavam sozinha. Alguma coisa havia acontecido no chalé, e todo mundo (incluindo S/N) estava morrendo para saber exatamente o quê. A polícia, o juiz, o assistente social, haviam todos tentado forçar a verdade dela, mas ela não sabia nada tanto quanto eles. Ela e Trevor haviam brincado a tarde inteira, perseguindo um ao outro pela fileira de chalés em voltado lago, longe do resto da festa. Ela tentou explicar que essa havia sido a melhor noite de sua vida, até se tornar a pior.

Ela gastou muito tempo repassando aquela noite em sua mente, ouvindo a risada de Trevor, sentindo suas mãos em volta de sua cintura, e tentar conciliar seu instinto de que ela era realmente inocente.

Mas agora, cada regra e regulamento da Sword&Cross parecia trabalhar contra esse pensamento, parecia sugerir que ela era, de fato, perigosa e precisava ser controlada. S/N sentiu uma mão firme em seu ombro.

— Olha— a acompanhante disse — se isso a faz se sentir melhor, você está longe de ser o pior caso aqui.

Foi o primeiro gesto humano que ela demonstrou a S/N, o que a fez acreditar que ela queria fazê-la se sentir melhor. Mas... Ela havia sido mandada para cá por causa da suspeita morte do cara por quem ela era louca, e ela estava “longe de ser o pior caso”? S/N se perguntou com o que exatamente eles lidavam na Sword&Cross.

— Ok. A orientação terminou. Você está por sua conta agora. Aqui está um mapa se você precisar encontrar algo a mais. — Ela deu a S/N uma cópia de um bruto mapa desenhado à mão, então olhou para seu relógio. — Você tem uma hora até sua primeira aula, mas as minhas novelas começam às cinco, então... — ela balançou sua mão para S/N — Mantenha-se direita. E não se esqueça — ela disse, apontando para as câmeras mais uma vez — Os vermelhos estão de olho em você.

Antes que S/N pudesse responder, uma garota magra, de cabelos negros apareceu à sua frente, abanando seus dedos longos na face de S/N.

— Ooooh— a garota zombou com uma voz fantasmagórica, dançando em volta de S/N em círculos. — Os vermelhos estão de olho em vocêêêê.

— Sai daqui, Ariane, antes que eu tenha que lobotomizá-la — a acompanhante disse, embora fosse claro por seu breve, mas genuíno, sorriso que ela possuía alguma bruta afeição pela garota louca.

E estava claro que Ariane não era recíproca ao amor. Ela fez um gesto obsceno para a acompanhante, então parou na frente de S/N, a enfrentando para que ficasse ofendida.

— E só por isso— a acompanhante disse, anotando furiosamente em seu caderninho — você ganhou a tarefa de mostrar tudo em volta para a pequena Miss Sunshine hoje.

CONTINUA...



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...