História ANGEL: JK - Capítulo 7


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook
Tags Bts, Hot, Jungkook, Romance
Visualizações 11
Palavras 1.246
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Magia, Mistério, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - 0.7


Fanfic / Fanfiction ANGEL: JK - Capítulo 7 - 0.7

S/N tinha um pedaço de papel com seu horário impresso, um caderno com páginas escritas de quando ela começou a aprender na Dover em sua aula de História da Europa Avançada ano passado, dois lápis número dois, sua borracha favorita e a repentina sensação ruim que Ariane podia estar certa sobre as aulas na Sword&Cross.

O professor ainda estava para se materializar, as carteiras débeis estavam arrumadas em fileiras a esmo, e o armário de suprimentos estava com uma barreira de pilhas de caixas empoeiradas na frente dele.

O que era pior, nenhum dos outros garotos parecia notar a desarrumação. De fato, nenhum dos outros parecia notar quem estava numa sala de aula. Todos estavam amontoados perto das janelas, dando uma última fumada no cigarro aqui, reposicionando os alfinetes extra-largos em suas camisetas ali. Só Todd estava sentado numa carteira mesmo, talhando algo intrincado em sua superfície com sua caneta. Mas os outros alunos novos pareciam já ter achado seu lugar na multidão.

Cam estava com os caras que pareciam os mauricinhos da Dover em um amontoado apertado ao seu redor. Eles deviam ter sido amigos quando ele se matriculara na Sword&Cross da primeira vez. Gabbe estava cumprimentando a garota com piercing na língua que estivera se amassando com o garoto de piercing na língua do lado de fora. S/N se sentiu estupidamente ciumenta que não fosse ousada e bastante para fazer qualquer coisa exceto sentar-se perto do nada ameaçador Todd.

Ariane voou sobre os outros, sussurrando coisas que S/N não conseguia entender, como algum tipo de princesa gótica. Quando ela passou por Cam, ele despenteou seu cabelo recém-cortado.

— Belo esfregão, Ariane. — Ele sorriu afetadamente, pegando uma mecha atrás de seu pescoço. — Meus cumprimentos para o seu cabeleireiro.

Ariane bateu nele.

— Tire as mãos, Cam. O que quer dizer: Nos seus sonhos.

Ela balançou sua cabeça na direção da S/N.

— E pode dar seus cumprimentos para o meu novo bichinho de estimação, bem ali.

Os olhos da escuridão do Cam brilharam para S/N, que endureceu.

— Creio que darei — ele disse, e começou a andar na direção dela.

Ele sorriu para S/N, que estava sentada com seus tornozelos cruzados debaixo da sua carteira e suas mãos dobradas elegantemente em sua carteira fortemente grafitada.

— Nós, alunos novos, temos que ficar juntos— ele disse. — Sabe o que quero dizer?

— Mas achei que você já esteve aqui antes.

— Não acredite em tudo que Ariane diz.

Ele olhou de volta para Ariane, que estava de pé na janela, olhando-os com suspeita.

— Oh não, ela não disse nada sobre você — S/N falou rapidamente, tentando se lembrar se isso era verdade ou não.

Estava claro que Cam e Ariane não gostavam um do outro, e mesmo S/N sendo grata por Ariane levá-la por aí de manhã, ela não estava pronta para escolher qualquer lado ainda.

— Eu lembro quando era um novato aqui da primeira vez. — Ele riu sozinho. — Minha banda tinha acabado de se separar e eu estava perdido. Eu não conhecia ninguém. Eu podia ter tido alguém sem—– ele olhou para Ariane— segundas intenções para me mostrar o funcionamento.

— O que, e você não tem segundas intenções?— S/N respondeu, surpresa por ouvir um ritmo paquerador em sua voz.

Um sorriso fácil espalhou-se pelo rosto de Cam. Ele ergueu uma sobrancelha para ela.

— E pensar que eu não queria voltar aqui.

S/N corou. Ela geralmente não se envolvia com roqueiros – mas, também, nenhum nunca tinha puxado a cadeira próxima a ela, sentado ao seu lado, e encarando-a com olhos tão negros.

Cam colocou sua mão no seu bolso e puxou uma palheta verde com o numero 44 impresso.

— Esse é o numero do meu quarto. Dê uma passada qualquer hora.

A palheta não era muito distante da cor dos olhos do Cam, e S/N se perguntou como e quando ele imprimiu aquilo, mas antes que ela pudesse responder – e sabe lá o que ela responderia – Ariane bateu uma mão com força no ombro de Cam.

— Perdão. Não fui clara? Eu vi essa primeiro.

Cam bufou. Ele olhou diretamente para S/N enquanto dizia:

— Viu? Eu achei que ainda havia uma coisinha chamada livre arbítrio. Talvez o seu bichinho de estimação tenha um caminho próprio em mente.

S/N abriu sua boca para alegar que é claro que ela tinha um caminho, era só o seu primeiro dia aqui e ela ainda estava desvendando o funcionamento. Mas na hora que ela foi capaz de endireitar as palavras em sua cabeça, o sinal de alerta de minuto tocou e a pequena reunião na carteira da S/N dissolveu-se.

Os outros garotos prenderam suas carteiras ao redor dela, e logo parou de ser tão notável que S/N sentou-se empertigada e formal em sua carteira, mantendo seus olhos na porta. Ficando de olho em Jungkook.

De canto de olho, ela conseguia ver Cam roubando olhadelas para ela. Ela se sentiu lisonjeada – e nervosa, então frustrada consigo mesma. Jungkook? Cam? Ela estava nessa escola a o que, quarenta e cinco minutos? – e sua mente já estava balançada por dois caras diferentes. A razão principal por ela estar nessa escola era porque da última vez que ela ficara interessada num cara, as coisas tinham ficado horrível, horrivelmente ruins. Ela não podia se permitir ficar toda apaixonada (duplamente!) em seu primeiríssimo dia de aula.

Ela olhou para Cam, que piscou novamente para ela, então tirou seu cabelo escuro de seus olhos. Tirando a chocante beleza – é, tá certo – ele realmente parecia uma pessoa útil a se conhecer. Como ela, ele ainda estava se ajustando ao cenário, mas claramente já tinha passado pelas quadras da Sword&Cross algumas vezes antes. E ele era legal com ela. Ela pensou na palheta verde como número do seu quarto, esperando que ele não as desse livremente. Eles podiam ser... amigos.

Talvez isso fosse tudo que ela precisasse; talvez então ela pudesse parar de se sentir tão obviamente fora de lugar na Sword&Cross. Talvez então ela fosse capaz de perdoar o fato que a única janela na sala de aula fosse do tamanho de uma cartão, endurecida com lima, e olhar para fora para o massivo mausoléu no cemitério. Talvez então ela fosse capaz de esquecer o odor de peróxido de fazer o nariz coçar emanando da garota punk com cabelo loiro de água-oxigenada sentada na frente dela. Talvez então ela realmente pudesse prestar atenção ao professor severo e bigodudo que marchou para a sala de aula, comandou que a turma endireitasse e sentasse e fechou a porta firmemente.

O menor dos beliscões de decepção cutucou seu coração. Ela levou um momento para rastrear de onde tinha vindo. Até o professor fechar a porta, ela tivera uma mínima esperança que Jungkook estivesse em sua primeira aula também.

O que ela tinha na próxima aula, francês? Ela olhou para seu horário para checar em que sala era. Bem então, um avião de papel deslizou por seu horário, errou sua carteira e caiu no chão perto de sua bolsa. Ela checou para ver se alguém tinha notado, mas o professor estava ocupado acabando com um pedaço de giz enquanto escrevia algo no quadro.

S/N olhou nervosamente para sua esquerda. Quando Cam olhou para ela, ele lhe deu uma piscadela e um acenozinho flertante que fez com que seu corpo todo ficasse tenso. Mas ele não parecia ter visto ou ser responsável pelo avião de papel.

— Psiiiiu— veio o baixo sussurro atrás dele.

Era Ariane, que fez um movimento com seu queixo para que S/N pegasse o avião de papel. S/N se abaixou para apanhá-lo e viu seu nome escrito em pequenas letras pretas na asa. Seu primeiro bilhete!

CONTINUA...



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