História Angel With Broken Wings - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Guns N' Roses
Visualizações 57
Palavras 1.795
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa tarde coisineas lindas *------*
Aqui estamos com um novo capítulo :D Ahhh eu já vou avisando uma coisa importante de cara: estamos chegando no final da fase introdutória da história. Logo chegaremos à fase adulta da nossa querida protagonista e aí a história toma novos rumos. Vcs verão :* :* :*
Meu obrigado desta vez vai para a nova leitora @~LadyMoonBri <3 Seja muito bem vinda querida
Agora chega de enrolar pq eu sempre falo mt hahahaha E bora pro capítulo...
Boa leitura :D

Capítulo 6 - How High Can You Fly With Broken Wings?


Fanfic / Fanfiction Angel With Broken Wings - Capítulo 6 - How High Can You Fly With Broken Wings?

Chegávamos em nossa casa ainda em um clima descontraído - apesar de meu pai ter afirmado que essa tinha sido a única e última vez que eu o convencia de cometer uma loucura daquelas - e era bom saber que depois de toda a tormenta pela qual eu havia passado podia verdadeiramente sorrir sem precisar aprender a como forçar isso. Mas provavelmente é como dizem, é o sol que sempre surge por trás das nuvens depois de uma tempestade. Mesmo que alguma outra nuvem sempre possa surgir algum tempo depois...

- Quem é aquela ali? - Indaguei, ao notar quando estacionamos o carro em frente à casa que uma mulher aguardava perto da porta.

Meu pai pareceu constrangido. E isso já disse praticamente tudo.

- Hmm, ela é... é só alguém, não precisa se importar. Me espere lá dentro, ok? -

Eu assenti, e antes de sair do carro analisei a mulher melhor. Obviamente, porque eu não podia fazer isso na cara dela ou ficaria evidente demais. Era bonita, com cabelos escuros levemente avermelhados e parecia relativamente decente - com isso eu queria dizer que ainda tinha as minhas dúvidas - mas ainda assim eu tinha um sentimento estranho com relação a ela... e a suspeita de que isso tinha mais a ver comigo do que com a mulher em si.

Mas eu obedeci. Passei pela mulher e adentrei a casa, sem mesmo dizer nada à ela porque tinha até medo do que poderia sair da minha própria boca. Exatamente isso; eu não lhe dei nem mesmo um olá ou um olhar. A imagem de um abraço mais que caloroso que eu vi antes de fechar a porta foi realmente incômoda. Só que claro que eu não obedeceria tudo ao pé da letra, eu ainda era curiosa e não deixaria de descobrir um pouco mais. Foi necessária a destreza digna de um agente da SWAT para abrir uma pequena fresta da porta para que pudesse espiar sem ser vista, mas digamos que eu já era perita naquilo. E sim, eu sei que é uma coisa feia e não, não tenho orgulho do que faço.

Eles falavam baixo - provavelmente de propósito - e eu podia ouvir algumas palavras desconexas, falavam algo sobre mim, uma nova vida e foi então que meu coração gelou no peito ao ouvir a palavra "casamento".

Eu não estava pronta para ouvir o resto.

Fechei a porta e segui até meu quarto, me jogando na cama e puxando o cobertor até o topo da cabeça, escondendo-me ali embaixo. Desde que era apenas uma criança tinha aquele hábito como o meu meio de me isolar de qualquer coisa que me aborrecia. Só que naquela época eu fazia aquilo para chorar quando o meu brinquedo favorito estragava, e agora os problemas eram um tanto mais sérios.

Eu sempre admirei minha mãe pela força de vontade e a perseverança em seguir de cabeça erguida todos aqueles anos enfrentando a tarefa difícil que era criar um filho na ausência daquele que eu chamaria de pai. Eu jamais a vira triste, eu jamais a vira desanimar ou sequer ameaçar desistir de tudo, ela sempre permanecera lá e firme e forte jamais cogitando a possibilidade de colocar alguém no lugar daquele que eu até então não conhecia. Portanto sequer pensar que alguém tentaria substituir ela...

Não, eu estava delirando. Jamais alguém iria ser como a minha mãe, e o mais perto que alguém conseguiria chegar era no posto que tia Anne ocupava em minha vida mas ainda assim de uma maneira totalmente diferente. Aquela mulher desconhecida jamais me inspiraria confiança naquele sentido, eu nunca conseguiria vê-la como nada além de alguém que teria um relacionamento que ultrapassava os limites da amizade com meu pai. Tudo o que eu precisava fazer era achar um jeito de lidar com aquilo, um jeito que não me fizesse ter vontade de sair correndo e me trancar no quarto cada vez que olhasse na cara dela.

Mas eu não precisaria pensar naquilo tão cedo. Ou ao menos esperava que não. Pelo menos não nos próximos minutos pois uma batida na porta me puxou de volta para o planeta terra.

- Hay, eu posso entrar? - A voz do meu pai indagou.

Eu hesitei e retirei o cobertor de cima de mim, assentindo com a cabeça até notar que eu provavelmente tinha sérios problemas mentais. Ele não poderia enxergar. Bati com a mão na testa e afirmei, em voz alta dessa vez...

- Entra! -

Ele atravessou a porta e se aproximou de onde eu estava, sentando na borda da cama.

- Hayley, tá tudo bem com você? -

Não, eu quase surtei porque eu não quero ter uma madrasta! Pode parecer exagero mas nada de bom vem de uma madrasta! Não ouviu que elas são sempre as más nas histórias? NÃO?! Era o que passava pela minha cabeça, mas o que realmente falei foi...

- Tudo ótimo. Cem por cento bem. - Dizer que eu era a rainha da Inglaterra soaria com mais convicção do que aquilo. E ele percebeu.

- Tem certeza? Porque eu não! - Ele não esperou que eu respondesse, e sorriu brevemente. - E por causa do que você viu? Olha, ela é só... -

- Alguém especial para você. - Completei com certa rapidez, o que o surpreendeu. - Eu percebi no momento que você ficou mais constrangido do que se tivesse pisado no meu pé... mas tá tudo bem, sério. Eu estou bem com isso. - Afirmei.

A verdade é que perante ao fato de que eu conseguira o que queria - ou seja, reatar o convívio com o meu pai - ter que encarar a realidade de que eu fora o único resquício do elo que ele tivera com a minha mãe e que iria construir uma história com uma nova pessoa parecia algo fácil de assimilar. Eu só tinha que descobrir como faria isso, mas provavelmente seria apenas uma questão de tempo. Eu já passara por coisa muito pior nesta vida.

- Tem certeza disso? A gente pode tentar conversar sobre... por mais que eu não faça ideia nenhuma de como começar. -

- Eu também não. Vamos poupar nossos neurônios. - Conclui, esboçando um mínimo sorriso.

Eu não permitiria que nada atrapalhasse a mais nova boa fase em minha vida, então estava determinada a aprender a conviver com qualquer empecilho que cruzasse meu caminho. E isso incluía uma bonitona que faria presença constante em minha rotina a partir de então.

- Acho que podemos enfrentar isso juntos. Tudo isso. Faz parte de toda essa adaptação da minha nova vida... basta saber se iremos sobreviver ao fim de tudo. Mas estou bem otimista. - Comentei em tom descontraído.

Meu pai pareceu pensativo por um breve instante, mas logo ergueu o olhar até a mim e proferiu:

- Valeu Hay, por ter... aparecido nessa bagunça que é a minha vida. As vezes eu sou um merda, e se não fosse por você não poderia deixar nada de bom nesse mundo quando morresse... foi a melhor coisa que me aconteceu. -

Aquelas últimas sete palavras quase me fizeram esquecer o porque que eu havia ficado aborrecida a alguns instantes atrás. A revelação me atingira como um dardo no alvo perfeito, e me fizera perceber mais uma vez que se eu tinha conseguido enfrentar a perda da pessoa mais importante da minha vida eu não conseguiria suportar que qualquer besteira da minha parte me tirasse outro alguém. Eu enfrentaria todas aquelas mudanças numa boa. Era como uma história que minha mãe me contava quando era bem pequena... dizia que eu era um anjinho enviado para ela e que se eu me deixasse abater pelo que tentava me derrubar, perderia minhas asas e jamais poderia voar novamente. Seria como as bailarinas, que se quebram o pé jamais podem voltar a dançar.

Ah, não. Nada cortaria as minhas asas tão facilmente.

 

 

 

Mais tarde naquele dia nós nos encontramos com os outros caras da banda. Eles foram até um bar que não era o que costumavam ir, e com "que não era o que costumavam ir" eu queria dizer que era um apropriado para uma menina de apenas quatorze anos. Algo me dizia que eles estariam querendo me matar por isso, mas eu não dava importância. Sabia que lá no final minha fofura amoleceria até o coração mais Hard Rock do universo.

Mas havia uma atmosfera engraçada envolvendo todos eles, incluindo meu próprio pai. Desde antes mesmo de chegarmos no tal local e nos acomodarmos em uma mesa, eu sentia que eles trocavam olhares levemente ansiosos e o que mais entregava o jogo era que Steven me olhava com o maior sorriso como se eu fosse um gigantesco baseado. Pobre Stee, na verdade ele era muito fofo e eu tinha vontade de abraçá-lo.

Mas antes de qualquer coisa tinha que saber o que estavam compactuando nas minhas costas.

- Hmm, posso saber o que tá rolando? Stee só falta jogar foguetes de tanta... felicidade inexplicada. - Franzi o cenho. Não sabia bem o termo para definir aquilo.

Todos se entreolharam e pareceram concordar que eu merecia saber a verdade. E eu merecia mesmo! Tinha sido uma boa menina, tirando alguns excessos perfeitamente explicáveis considerando as mudanças atuais em minha vida. Mas deixemos isso de lado por um tempo,

- Então, Hay... a gente decidiu que... - Meu pai começou, e sem nenhuma piedade mas com uma certa inocência foi interrompido por Steven.

- VOCÊ VAI PARTICIPAR DO NOSSO SHOW! - Stee gritou, levando uma das mãos a boca em seguida, sem dúvidas tarde demais.

- O QUE? - E agora que a sessão gritaria exasperada estava aberta, eu não iria me conter.

- Vocês querem parar de gritar? - Indagou Izzy com toda a paciência do mundo.

E finalmente, Duff foi quem me respondeu:

- Tivemos essa ideia naquele dia que você tocou na casa. Vai ser tipo como uma apresentação sua para o nosso querido e adorado público. -

- Isso é sério? -

- Seríssimo. - Axl me respondeu serenamente com uma leve piscadela. Eu quase morri nesse momento.

- Agora, ouvindo de você, eu realmente acredito. - Afinal, ele não brincaria em dividir o palco com outra pequena grande estrela como eu.

Eu sorri como uma verdadeira idiota. Eles tinham razão, obviamente que os jornalistas que sondavam a banda como leões caçando em bando já haviam descoberto a minha existência e a minha pessoa já havia estampado até algumas capas de jornal. Mas aquela seria uma maneira de me apresentar bem mais digna e interessante. Mal podia acreditar. Só de pensar já fazia minhas pernas tremerem, e dessa maneira precisaria de uma ambulância a me esperar quando realmente subisse no palco.

- CARAMBA, EU AMO VOCÊS! -


Notas Finais


EEEEEEEITAAAAAA QUE ROLOU UMA TENSÃOZINHA ALI HSUAHSUAHSUAHS Mas o capítulo terminou fofo, pelo menos...
No próximo vamos ter uma interação legal da Hayley com os outros caras da banda :D
Vejo vocês em breve


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