História Angel With Broken Wings - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Guns N' Roses
Visualizações 76
Palavras 2.685
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


BOA TARDE PESSOINHAS LINDAAAAAAAS *----*
Eu sigo aqui pasma com o carinho de vcs!!!!! São muito queridos comigo, socorroooooo <33 Eu amo vocês e já começo agradecendo aos lindinhos e lindinhas que favoritaram/comentaram desde o último capítulo: @~Bloodie, @~luwiza, @~hurtts, @~bender6 e @~Leo_uchirra <333
AGORA VAMOS FALAR SOBRE ESSE CAPÍTULO QUE MDS DO CÉU É MT IMPORTANTE! Chegamos à fase adulta da Hayley, chegamos ao momento que a trama da fanfic começa de fato *O* Eis portanto que essa na capa é a nossa nova Hayley com 18 anos (que os fãs de séries podem reconhecer como a Emily de Pretty Little Liars SHUAHSUA)
Então, algumas coisinhas sobre essa nova fase: como já mencionei anteriormente a cronologia dos fatos não segue o mesmo tempo da realidade então aqui já foge da formação clássica da banda, mas como ainda assim os antigos membros continuarão a aparecer na história (e muito) não vai mudar tanta coisa assim haha ao mesmo tempo eu sempre quis saber como me sairia escrevendo algo com essa formação dos Illusion's. Então, veremos...
Eu juro que tô esquecendo de alguma coisa :/ Mas deixa pra lá hsuahsuah Boa leitura!

Capítulo 8 - As The Years Go By...


Fanfic / Fanfiction Angel With Broken Wings - Capítulo 8 - As The Years Go By...

"Querido diário não tão querido assim porque eu detesto ser sentimental demais,

Como vai? Acho que é a primeira vez que eu escrevo em você como um diário de verdade, e não somente como o meu eterno caderno de rabiscos alheios. Mas a verdade é que você sempre escondeu muitas coisas doidas que passavam pela minha cabeça e que eu precisava descarregar em algum lugar, então chega a ser até mesmo injusto que eu comece a tratá-lo dessa maneira somente agora, alguns dias depois do meu aniversário de dezoito anos.

Cara, dezoito anos... espera aí, acho que eu vou ali na frente do espelho contar os meus cabelos brancos e depois volto. (É brincadeira. Em parte).

Muita coisa mudou na minha vida nos últimos anos. Eu precisei dizer adeus para a pessoa mais importante da minha vida e não há um dia em que eu não pense nela, embora a dor já não me machuque tanto porque sei que não era o que ela queria que acontecesse. Eu reencontrei meu pai! E isso foi o ponto alto de todo esse curto espaço de tempo... e ter restabelecido uma boa relação com ele é o que me faz pensar que eu não desperdicei esses anos da minha vida depois que minha mãe se foi.

Mas voltando a falar em meu pai, nossa vida ainda assim teve seus altos e baixos. Seu casamento obviamente vai de mal a pior, e ele e a Jessica (estou colocando o dedo na garganta com a outra mão nesse momento, só para constar) brigam constantemente por qualquer motivo e passam mais tempo com outras pessoas do que um com o outro. Mas acha que eu tentar dizer algo a ele funciona? Nessas situações eu ainda sou tratada como criança, mas quando fico até tarde fora de casa... melhor nem comentar. Oh, vida injusta. SIM, ELA É MUITO INJUSTA! E logo você saberá porque.

Você deve estar se perguntando sobre a banda. Bem... sobre essa parte é difícil até mesmo para mim falar. O passar do tempo na maioria das vezes não é algo bom, e como de esperado ele trouxe consigo algumas situações desagradáveis. Steven já não fazia mais parte da banda desde o ano passado, e agora há poucos meses Izzy também se desligou do Guns N' Roses de vez. Eles foram substituídos por Matt e Gilby, respectivamente. Sem falar que eles também contrataram um tecladista. Pouco importa que a minha ligação com a banda nunca havia passado dos bastidores, mas isso refletiu em mim. Eu sinto falta deles porque eles me lembram a vida antiga. E eu sinto falta da vida antiga. Já tem muito tempo que eu estou cansada de mudanças, e é bom que não me preparem mais nenhuma para o futuro próximo.

Mas peraí, que tal falar de uma pessoa MUITO importante que estamos esquecendo? Ah, sim. De mim. Como anda a vida pessoal de Hayley Hudson? Não muito animada, se é o que se pergunta. Já faz um tempo que eu descobri que a música para mim não passa de um hobby, a pressão que envolve uma carreira de sucesso nesse ramo específico é algo que eu jamais conseguiria aguentar. Desde que me mudei para Los Angeles tive cinco provas vivas disso perto de mim, e foi isso que me fez mudar bruscamente o meu rumo. O que eu faço agora? Eu tiro a roupa para fazer a alegria dos caras do mundo todo. Bem, isso é o que o meu pai diz. MAS NÃO É VERDADE. Eu sou uma modelo iniciante que as vezes precisa aparecer ARTISTICAMENTE com um biquíni. Apenas ossos do ofício. Desagradável é quando encontro um dos membros da banda com uma revista em que apareci... sério, isso é nojento.

Mas mudando de assunto, você deve estar dando uma de entrevistador de programa de televisão brega e se perguntando como anda o meu coração? Muito bem, com seus 80 batimentos por minuto. Já a minha razão, minha emoção, meu corpo, meus sentidos e meus impulsos... bom, esses estão precisando de uma ajuda desde que eu me dei conta de uma coisa.

Eu estou cegamente apaixonada pelo Axl, um dos melhores amigos do meu pai.

ENTENDEU O PORQUE A VIDA É INJUSTA AGORA??????"

Foi quando eu percebi que a caneta havia furado até o outro lado da folha que eu parei de escrever e fechei o diário bruscamente, o jogando para o outro lado do quarto. Eu acabaria louca... total e completamente insana. A não ser que eu chegasse no estúdio onde deveria estar daqui a alguns minutos, irrompesse por aquela porta como em um filme dramático de baixo orçamento, agarrasse o Axl e dissesse que o lugar dele era comigo. Ok, o dia que eu fizesse isso poderiam me internar no mesmo instante.

Balancei a cabeça como se aquilo fosse afastar os pensamentos sem fundamento. Precisava me arrumar, e quem sabe quando saísse na rua pegar um ar refrescasse minhas ideias. Tomei um banho rápido e troquei de roupa, trocando meu indispensável pijama esfarrapado por um short jeans, um top cropped que inevitavelmente deixava uma parte da minha pele exposta e uma jaqueta de couro para complementar.

Não demorou para que estivesse no carro a caminho do estúdio. A banda estaria fazendo uma gravação por lá hoje, e era rotina que eu acompanhasse aqueles momentos desde sempre. Apesar de tudo o que acontecera, eles eram um grande ponto de apoio para mim e desde que perdera minha mãe a três anos atrás eram o mais perto do significado de uma família que eu conhecia.

Logo quando cheguei todos os olhares se voltaram para mim e recebi cumprimentos calorosos. Era bom se sentir em casa.

- E aí, Hay? - Cumprimentou Matt.

Rapidamente vasculhei a sala com o olhar e notei que além dele apenas Duff, Gilby, Dizzy e meu pai estavam ali. Nada do Axl por enquanto. Thank God!

Logo caminhei até meu pai e o abracei, rapidamente ouvindo um comentário vindo de Duff:

- Porque só ele ganha abraço? -

- Simples, porque só ele me sustenta. - Dei de ombros.

- HEY! - Logo meu pai protestou.

- Calma, tava só brincando. - Ri, dando meu melhor sorriso de cachorrinho que caiu do caminhão de mudança, e logo estava tudo bem. Algumas coisas nunca mudam.

- Falando em... "brincar", a gente precisa conversar. - Ele parecia tentar ser sério, e quando fazia isso eu sabia que realmente queria parecer estar. É complicado.

- Fizemos isso pouquíssimas vezes nesses poucos anos, mas tudo bem. Sou toda ouvidos. - Falei.

- E um pouquinho mais também... - Deixou escapar Duff, enquanto pendia a cabeça para o lado e analisava meu corpo sem nem disfarçar.

Antes que eu pudesse falar alguma coisa, meu pai virou-se para ele:

- Território proibido, meu amigo... território proibido. -

- Tudo bem, depois a gente conversa, ok? - Falei para o loiro, mordendo levemente o canto do lábio e piscando para ele em seguida. Adorava brincar com ele. Até que meu pai virou para mim com a sobrancelha erguida - só aquele ato já amedrontava até minha alma - e eu fiquei séria mais que rápido.

- Sim, senhor? - As vezes ele me dava medo, sério mesmo. - Eles não tem que sair...? - Indaguei, indicando se os outros caras iriam permanecer. Me perguntava que tipo de conversa teríamos com aqueles pares de olhos curiosos a encarar.

- Não, eles ficam. É melhor... Hayley, sobre o que temos que conversar... agora que você tem dezoito anos, pode... - Ele se atrapalhava mais com as palavras do que eu com as minhas roupas bagunçadas quando acordava de manhã. Por isso, eu decidi ajudar. E claro, colocar algum humor na situação.

- Já sei, eu posso dar. -

- O QUE???? – Ele gritou, assustando até os pássaros na rua.

- Pronto, ela já sabe de tudo! Não precisa perder tempo, e eu posso me candidatar! - Comentou Gilby, e eu fechei a cara para ele no mesmo momento. Nós conhecíamos a pouquíssimo tempo, eu ainda não o dava tanta intimidade para brincadeiras. Por mais que eu costumasse fazer isso com qualquer outro guitarrista com um sex appeal daqueles, mas deixa pra lá.

- Eu tava só brincando, tá bem? - Me expliquei mais que rápido a papai, respirando fundo em seguida.

- E eu só ia dizer que você pode se ver em uma situação em que queira fazer isso. Mas não vai fazer! Não pode fazer! HAYLEY, QUEM FAZ ISSO NÃO VAI PRO CÉU! - Declarou meu pai. Ele ainda me via como a mesma menina de catorze anos que descobrira ser sua filha, e eu compreendia aquilo.

- Ah, quer dizer então que eu não vou encontrar nenhum de vocês lá? - Brinquei, percebendo pela sua expressão que ele iria me matar e me mandar pra lá mais cedo se eu não parasse com aquilo. - Tudo bem, olha só... não precisamos conversar sobre isso. Tia Anne e eu já tivemos essa conversa da última vez que falei com ela no... telefone. -

Ok. Era uma grande mentira, não lembrava quando tinha sido a última vez que conversara com a minha tia desde que ela arrumara um novo namorado e só pensava nele desde então. Mas eu não precisava daquilo, eu era e sempre fora mais madura do que ele pensava, e saberia lidar com tudo aquilo quando fosse a hora certa.

- A sua tia louca? Como ela pode falar pra você sobre algo que não sabe? - Meu pai indagou ironicamente, e eu o fuzilei com o olhar.

- É sério, tá tudo bem. Até porque vamos combinar, esse tipo de coisa se aprende apenas na prática... é só esperar um tempo e um dos caras pode me ajudar com isso! - Pisquei na direção deles e quando eu olhei para o meu pai só pude constar que era hora de correr.

- AI, SOCORRO! - Eu saltei da cadeira de onde estava e ele seguiu atrás de mim no mesmo momento, em uma corrida de gato e rato que deveria ser linda de se ver para quem estava de fora - menos para mim cujo pescoço estava a preço. Mas tenho que concordar que não tenho amor pela minha vida as vezes.

 

 

 

Depois que eu convenci meu pai de que estava apenas brincando e nunca enquanto ele fosse vivo eu faria algo que ele não quisesse que eu fizesse, pude finalmente dar uma saída para o lado de fora do estúdio para tomar um ar enquanto a coisa querida e atrasada do Axl não chegava. Na verdade eu não queria saber de ar algum, e sim eu aproveitaria para acender um cigarro. Ninguém poderia me julgar, aquele era um hábito que sem dúvida com o tempo eu iria desenvolver pois meu próprio pai produzia mais fumaça que uma chaminé. Mas não vamos falar de hábitos hereditários agora, ou não poderia deixar de lado a fofa da minha cobra de estimação.

Me aproximei de uma varanda, acendi o cigarro e o levei até os lábios, liberando lentamente a fumaça em seguida enquanto a observava se esvair.

Adoraria que aquele fosse um tempo apenas meu de reflexão, mas uma voz que fazia cada músculo do meu corpo se contrair de raiva chegou aos meus ouvidos.

- Faz o que sozinha aí, queridinha? - Só de ouvir Jessica me chamar daquele jeito eu tinha vontade de queimar aquele cigarro na cara dela, mas me contive.

- Até então eu estava celebrando a paz e a tranquilidade de um mundo sem vadias. Mas infelizmente isso já não é mais possível... -

- Ah, o seu pai não lhe ensinou a ser educada, não é? Muito menos a ter bom gosto... - Ela falou ao fitar o cigarro em minha mão, e eu o apaguei.

- O senso do que é bom gosto dele está a muito afetado, disso não há dúvidas. Ele casou com você. - Rebati.

A ruiva se aproximou, parando a centímetros de mim e eu não recuei diante a ela, erguendo o queixo literalmente como se perguntasse se ela iria encarar, porque se iria sabia muito bem que iria perder. Eu mal podia esperar pelo dia em que meu pai - e consequentemente eu mesma - se veria livre daquela vadia de uma vez por todas, uma pena que ele estava cego. E por um momento eu também fora, quando ainda tinha catorze anos e acreditara que ela podia ser uma pessoa boa.

- Eu ainda vou me livrar de você, nunca é tarde demais... - Ela proferiu, ao passo que eu não hesitei em responder:

- Some da minha frente, antes que seja tarde demais é pra reparar essa sua cara quando eu der um murro e afundar ela! - Bom, pelo menos isso pareceu assustar ela considerando o quanto deve ter saído caro as trezentas cirurgias plásticas que eu sabia que ela tinha feito.

Logo ela fugiu para dentro do estúdio enquanto eu levei uma das mãos à cabeça, respirando fundo. Quando o universo começaria a conspirar a meu favor, hein? Provavelmente naquele mesmo minuto, quando eu ouvi o barulho de alguém batendo palmas e ergui os olhos até fitar Axl a alguns poucos passos de mim. Ele assistira tudo.

- Parabéns, aquilo foi foda! Só teria sido melhor se a ameaça do final fosse cumprida. - Ele dissera com um sorriso, e eu balancei a cabeça.

- Pretendo não sujar minhas mãos tão cedo... - Comentei.

Ele se aproximou em passos lentos, e eu pude analisar como a luz do sol ele era mais perfeito ainda. Seus cabelos ruivos brilhavam impecavelmente e seu rosto parecia sereno, da maneira como eu mais gostava de vê-lo desde que nos encontramos pela primeira vez. Logo ele estava perto de mim e eu esperava que seguisse diretamente para a porta mas ele parou, permanecendo ao meu lado.

- Então porque tá com essa cara? - Ele perguntou.

- Que cara? - Respondi. - É a única que eu tenho! - Tentei mais que rápido despistar, mas é óbvio que eu ainda parecia visivelmente incomodada. Aquela mulher realmente me deixava a ponto de quase cometer um crime.

- Acho que valeria a pena se tivesse feito o que ameaçou fazer... ela merece pelo simples fato de te fazer ficar assim. - Ele comentou e eu não compreendi exatamente o que queria dizer, até que completou com algo que me atingiria menos do que um tapa na cara. - Eu detesto ver você assim. O seu sorriso foi a única coisa que me fez feliz por um bom tempo, sabia Hayley? -

Acho que eu estava tão perplexa que demorei a perceber que passei quase um minuto sem dizer nada, sendo assim pisquei e tentei lembrar a mim mesma como que era falar, mas ele foi mais rápido e continuou:

- Logo quando você chegou e era aquela menininha irritante pra caralho... mesmo assim eu me sentia bem quando via você sorrir. Não deixa aquela vadia acabar com isso. -

 Ele tocou meu ombro brevemente e se afastou, adentrando o estúdio e me deixando ali com o peso da decepção completa em meus ombros. Acho que aquilo foi a coisa mais próxima de algo sentimental que ele já me disse em todo o tempo em que nos conhecíamos, mas ao mesmo tempo deixou claro uma outra coisa que havia muito eu já tinha percebido: ele nunca deixaria de me ver como a menina de catorze anos que batera a porta daquela casa cheia de malucos a anos atrás.

E aquilo me fazia sentir a porra da coisa mais insignificante do mundo. Mas eu não iria desistir, nem que eu precisasse erguer uma placa que dissesse "eu estou aqui" mas eu faria ele notar a minha presença e o que eu sentia. Aquilo podia ser loucura, mas eu já não tinha mais controle da minha sanidade mental a muito tempo e isso ficou claro quando eu me peguei pensando em como seria aprender com ele aquelas "coisas práticas" que havia conversando com os caras alguns minutos atrás.


Notas Finais


Aqui tem treta, tem paixão não correspondida, tem tudo, bebê HSUAHSUAHUSH Até o próximo, galere ;*


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