História Angelical - Capítulo 1


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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Sasuke Uchiha
Tags Amor Proibido, Anjos, Curtidores Da Sasuhina/br, Hinadono, Hinasasu, Mês Sasuhina, Naruto, Sasuhina
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Palavras 2.861
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Fanfic escrita para o mês sasuhina. Temas do dia 11 (anjos e demônios) e dia 14 (amor proíbido)

Capítulo 1 - Perdão


Sasuke, volte para casa. 

 Ao ouvir o sussurro Dela, Sasuke imediatamente ascendeu aos céus. Se um humano com certa sensibilidade espiritual estivesse por perto no momento, teria notado o rastro de energia deixada pelo anjo. Não que fizesse diferença. Muito provavelmente eles apenas pensariam que era estranho sentir aquela briza de calor no que deveria ser a noite mais fria do ano.  

Em milésimos de segundo, Sasuke encontrava-se em frente aos infindáveis portões do Paraíso, onde Ela passava a maior parte do tempo. Como de praxe, a entrada do local era guardada por dois dos mais antigos Arcanjos - Hashirama e Tobirama. Sasuke esforçou-se para manter sua expressão neutra e, ainda ajoelhado em um ato de reverência, perguntou: 

 - Ela deseja falar comigo? 

 - Na verdade, é conosco que você irá falar - respondeu Hashirama. 

 Você está perdoado, Sasuke. 

Perdoado?

 Sim. Agora vá com seus irmãos. 

Apesar de ter sido pego de surpresa, Sasuke concordou com um aceno afirmativo - o qual sabia que Ela tinha visto - e levantou-se, esperando que seus irmãos o guiassem para seu destino. De repente, Tsunade e Sarutobi apareceram no local e, sem que precisasse ser dito, posicionaram-se em frente aos portões, assumindo a posição de vigias. Sasuke cumprimentou-os com um balançar de cabeça, recebendo sorrisos em resposta. Já fazia um tempo que não os via - pelas suas contas, mais de duzentos anos humanos -, então era bom revê-los.

 - Vamos indo - chamou Tobirama, estralando os dedos médio e polegar. No instante seguinte, estavam em outro local, mais especificamente, no Olho. Quis perguntar o que faziam ali, mas conseguiu domar sua curiosidade a tempo.

 Anjos não sentem curiosidade. 

Ao invés de fazer perguntas, passou a observar seu arredor. Também já fazia um tempo desde que esteve ali, mas nada tinha mudado. Nada nunca mudava no Céu, era por isso que tinham paz ali. Como de costume, a seção burocrática do Céu estava perfeitamente organizada, cada anjo cuidando de seus afazeres em silêncio. Tendo sido criados a partir dos olhos de Deus, eles foram abençoados com o poder da Visão, e por isso eram os responsáveis por catalogar cada existência humana e seu destino final. Como os humanos não paravam de se multiplicar, o trabalho deles era de extrema importância e as centenas de milhares de prateleiras - todas abarrotadas com documentos - decorando as paredes do lugar eram prova disso. Sasuke respeitava-os imensamente, e isso já dizia muito sobre quão bons eles eram.

 - Lá vem ele. 

 A voz de Tobirama o retirou de seus pensamentos. Seguindo o olhar do Arcanjo, deparou-se com o Chefe de Seção, Neji. O anjo vinha em direção a eles, seus olhos, apesar de cegos, mirava-os firmemente.

 - Irmãos - cumprimentou-os com seu jeito sisudo de sempre -, como têm passado? 

 - Bem, Neji. E você? - Tobirama respondeu.

 - Estou bem, graças à Mãe. Mas também estou ocupado, então vamos logo com isso. Acompanhem-me - ordenou, virando-se e caminhando para longe sem esperar resposta.

 Sasuke sorriu internamente. Só mesmo Neji para dar ordens a dois Arcanjos, membros da Legião pessoal de Deus. 

 Os três seguiram o anjo até sua sala particular - um lugar amplo e bem-iluminado, contrapondo com as cores escuras dos objetos conhecidos entre os humanos como "móveis". Para sua surpresa, havia um anjo esperando-os na sala, sentado em um dos sofás. 

 - Itachi! - exclamou sem conseguir evitar soar feliz. 

 Apesar de todos os anjos serem filhos da mesma Mãe e, portanto, serem irmãos, era inevitável que os membros de um grupo criado da mesma partícula tivessem uma afinidade maior. Sasuke e Itachi faziam parte do grupo criado a partir de uma gota de sangue chorada por Deus, e estavam juntos desde o primeiro momento. Ter passado tanto tempo afastado dele foi doloroso.

 - Sasuke? - Para sua surpresa, ele não demonstrou felicidade em revê-lo, somente confusão. - O que faz aqui? 

 - Ele foi o escolhido, Itachi.

 - O quê? - surpreendeu-se. - Mas isso não tem cabimento, Hashirama! 

 - O que não tem cabimento, Itachi? - perguntou Sasuke, irritado por ser o único desinformado ali. 

 - Sasuke... Ainda não te contaram? 

 - Contaram o quê?

 - Sentem-se todos. Eu irei explicar - disse Neji, sentando-se na poltrona atrás da mesa. Quando percebeu que nenhum dos anjos iria sentar-se, continuou: - Como vocês quiserem, então. Presumo que o único por fora do assunto seja você, é isso Sasuke? 

 - Sim - respondeu, claramente contrariado com este fato. 

 - Pois bem. Sasuke, Deus perdoou suas transgressões passadas. Hoje pela manhã fui avisado de que sua pena de trezentos anos humanos foi diminuída para duzentos e setenta e quatro anos, sete meses, três dias, doze minutos e um segundo, e que você deve ser imediatamente reintroduzido à sua seção original. 

 Sasuke não soube como reagir àquilo. Deveria ficar feliz? Sorrir? Agradecer? Depois de tantos anos tentando ao máximo sufocar seus sentimentos, já não sabia ao certo como demonstrá-los. Como reagir ao fato de que depois de tantos anos poderia finalmente voltar a ser um Anjo da Guarda?

 A seção em que Sasuke trabalhava desde que fora criado era responsável por zelar pela vida dos humanos. Cada anjo recebia o nome de um humano e então passava a acompanhá-lo até que este morresse. Sua obrigação era cuidar para que o humano em questão alcançasse seu destino final sem maiores problemas, o que muitas vezes significava ter de assisti-los morrer precocemente, sem poder intervir. Bem diferente do que os humanos gostam de acreditar, não? De qualquer forma, pelos últimos duzentos anos, ele esteve afastado de seu trabalho, sendo obrigado a ajudar a seção dos Ceifadores como forma de pagar pela sua transgressão.

 Deus podia ser bem cruel em suas punições... 

 Em uma tentativa de afastar os pensamentos mesquinhos de sua mente, questionou: 

 - Por que agora? O que mudou?

 - Tsc. Criatura ingrata - disparou Tobirama. - Você deveria agradecer de joelhos à Mãe por sua benevolência. Sabe bem qual deveria ter sido a punição para seu crime. 

Sim, ele sabia.

 "A expulsão imediata do Céu é o que aguarda aqueles que pecarem, pois, ao pecar, renegam suas origens, atentam contra Deus" era o que dizia um dos vários cânticos deles; seu favorito. 

 Sasuke sabia o que aconteceria caso desobedecesse as leis naturais da vida; sabia que teria sua asas arrancadas de si para deixar claro o tamanho de seu crime e que então seria expulso de seu lar, e mesmo assim foi em frente e pecou. Gravemente. 

 - Estou ciente dos meus pecados, Tobirama. 

 - É bom que esteja. Não haverá uma próxima vez - avisou, sombrio. 

Ignorando-o, repetiu sua pergunta:  

- Por que agora? 

 - Itachi foi promovido a Arcanjo, logo, a seção dos Anjos da Guarda sofrerá um desfalque.

 - Arcanjo?! 

 Não pôde evitar ofegar, surpreso. Ninguém era "promovido" a Arcanjo, todos os membros daquela Legião foram criados por Deus com o único objetivo de servirem como exército. Além disso, Itachi era um deles, era um Escarlate - nome dado ao seu grupo pelos outros anjos - e apesar de ser extremamente leal e talentoso, isso nunca mudaria; os anjos nunca confiariam totalmente em um Escarlate - e com razão. 

 - Sua surpresa me ofende, irmão - Itachi permitiu-se dar um pequeno sorriso. - Duvida tanto assim de minha capacidade?

 - Não! É só que...

 - Itachi pode ser um Escarlate, mas não é nem um pouco parecido com a maioria de vocês - Tobirama o defendeu, de uma forma meio torta. - Ele será um excelente Arcanjo, tenho certeza disso.

 - Agradeço as palavras, irmão.

 - Viu? Não é tão difícil assim ser gentil Tobirama! - provocou Hashirama, recebendo um grunhido em resposta. 

 - Posso continuar? Eu realmente tenho trabalho a fazer. - Recebendo acenos afirmativos Neji prosseguiu: - Como eu disse, a seção dos Anjos da Guarda ficará em desfalque, por isso você foi convocado, Sasuke. Você assumirá imediatamente a Guarda da humana que Itachi cuidava. 

 - Eu não concordo com isso - disse Itachi, surpreendendo a todos.

 - O quê? Por quê? 

 - Sinto muito, Sasuke, mas tenho de ser franco: você não será capaz de finalizar esse trabalho. 

 - O que quer dizer com isso? Acredita que não estou arrependido? Que pecarei novamente? É isso? 

 Por mais que sua voz soasse irritada, a verdade é que Sasuke estava chateado. Não podia acreditar que de todas as pessoas seria justo Itachi quem duvidaria de seu arrependimento. O que ele achava? Que todos aqueles anos servindo como Ceifador não tinham sido punição suficiente? 

 - Não é isso. É só que... - Balançou a cabeça negativamente. Virando-se para o Chefe de Seção, perguntou: - Neji, você pode mostrar a ficha dela para ele? 

 - É claro, ele teria que vê-la de qualquer forma. 

 Com um movimento rápido e fluído, Neji liberou suas asas - pretas, plumosas e envoltas em luz - e, após um singelo bater delas, voou pela sala, subindo até três metros de altura, onde parou em frente a uma das paredes e tocou-a com a palma da mão. De repente, uma fenda se abriu onde a mão dele estava, revelando uma gaveta a qual ele abriu, puxando de lá de dentro uma pasta com papéis. Na capa da pasta era nítido os kanjis para o nome Itachi. Após encontrar o que queria, Neji fechou a gaveta, fazendo a parede voltar ao normal, e desceu até eles. 

 - Aqui - entregou a pasta para Itachi -, estes são todos os dados sobre a sua protegida.

 - Obrigado, Neji - agradeceu com um sorriso e então entregou a pasta para Sasuke. - Veja qual é o destino final dela.

 Ao nascer, todos os humanos têm seu destino final já decidido. Há apenas três possibilidades: Céu, Inferno e Reencarnação. Os que vêm para o Céu, tornam-se anjos e passam a morar no Paraíso, fazendo companhia para Ela. Os que vão para o Inferno, tornam-se demônios - se bem que muitos já eram piores que demônios durante suas vidas imundas. Já os que reencarnam, voltam a viver na Terra novamente, em busca de completar o ciclo e alcançar a felicidade plena. Quem decide isso? Eles mesmos. Sempre que um humano nasce, um membro do Olho prevê como será o fim dele - data da morte e destino final -, mas são os próprios humanos e suas próprias decisões, boas ou ruins, que fazem com que a Visão se concretize. Deus não mentiu quando disse que eles seriam livres para fazer suas próprias escolhas. 

 Pegando a pasta da mão de seu irmão, ele folheou as páginas até parar na última. A garota morreria daqui um ano; destino final: Inferno. Ao ler aquilo, Sasuke ficou ainda mais confuso com a reação do irmão. Por que Itachi acreditava que ele não seria capaz de lidar com aquilo? Ser o anjo da guarda de alguém destinado a se tornar um demônio era irritante, asqueroso na maior parte do tempo, mas Sasuke já tinha feito aquilo antes, podia suportar.

 - Não entendo... Ela vai para o Inferno, o que tem demais nisso?

 - Sasuke, H- 

 "Itachi, sua protegida corre perigo!" 

 Uma voz ecoou dentro da mente de Sasuke. 

 - Eu não sou o Itachi, sou Sasuke. 

"O quê?" 

  - Sou Sasuke - repetiu. 

 - A troca de anjos da guarda já deve ter sido oficializada. Por isso o pedido de socorro dela foi encaminhado para você - explicou Neji, apontando para a pasta que ele segurava. Os kanjis na capa não mais diziam "Itachi" e sim "Sasuke" - a troca tinha sido feita. 

"Mas então... Ah, tanto faz! Sua protegida está em perigo e ainda não é a hora dela, certo?" 

 - Não, não é - concordou com a voz em sua cabeça. 

 "Então venha imediatamente para cá!"

 - Eu tenho que ir - avisou a todos na sala.

 Sem esperar resposta, estralou os dedos, indo parar imediatamente na Seção de Atendimento, ou, como foi carinhosamente apelidada, "Seção Ombro Amigo". Todos que trabalhavam ali tinham sido criados a partir de um fragmento da orelha esquerda de Deus e podiam ouvir as orações de qualquer um que tivesse fé na existência Dela - independente de como a chamassem ou a qual religião pertencessem. Por isso, a fim de aliviar um pouco o fardo da Mãe, eles ouviam atentamente cada uma das orações e ajudavam quando podiam - como naquele momento. 

 - Sasuke! Oe! 

 Sasuke olhou na direção da voz que o chamava, encontrando o anjo Kiba sentado em meio a outras centenas de anjos - que o mandaram ficar em silêncio, pois estava atrapalhando a concentração deles - ao redor de uma enorme bola de energia, com fios conectados à sua têmpora. 

 - Há quanto tempo! - cumprimentou. - Eu não fazia ideia de que... Hum, você sabe... Tinha vol...

 - Onde ela está? - interrompeu. Não era hora para aquilo. Ele tinha um trabalho a cumprir e dessa vez não decepcionaria Deus.

 - Tem razão - Kiba concordou, então fechou os olhos, concentrando-se, conforme ia dizendo: - Ela está na Ásia, Japão, numa cidade chamada Konoha, próximo ao colégio onde estuda. As coisas estão saindo de controle rapidamente, Sasuke.

 Ele não ficou para ouvir mais nada, teletransportou-se de imediato para as coordenadas que Kiba tinha passado. Menos de um segundo depois, estava em Konoha. Lembrava-se vagamente de ter estado ali antes. Não tinha como ter certeza já que, para ele, todas as cidades humanas eram iguais. Fechando os olhos, tentou encontrá-la através do fio que conectava anjo e humano. Não demorou muito para achar o lugar exato onde ela estava: duas quadras atrás de um colégio, em uma data abandonada. Típico de uma futura demônio sair de casa na noite mais fria do ano para arrumar confusão e quase ser morta, obrigando seu anjo da guarda a salvá-la, para que assim pudesse ficar livre para cometer suas monstruosidades. 

Foi com esses pensamentos em mente que Sasuke teletransportou-se até ela, mas assim que a encontrou pensou que havia algo errado. A garota encolhida contra o muro, chorando baixinho enquanto dois garotos chutavam suas costas violentamente, não emanava nenhuma energia maligna como a daqueles humanos horríveis que um dia protegeu. Mas foi só depois de ter espantado os dois delinquentes com pedradas vindas do nada e vê-la sentar-se no chão - gemendo de dor -, que ele finalmente compreendeu o receio de Itachi em deixá-lo assumir aquele caso. Abrindo os braços, a garota revelou um filhote de cachorro e, conforme o acariciava, dizia:

 - Tudo bem, eles já foram embora. Não vão mais te machucar. 

 Ela quase morreu espancada só para proteger um cachorro? Essa era nova. 

 - Como é possível? - sussurrou para sim mesmo. - Uma garota assim... O que vai acontecer de tão terrível para torná-la um demônio? 

 Enquanto Sasuke fazia tais perguntas a si mesmo, no Céu, Itachi também era questionado.

 - Por que acha que ele não será capaz de cumprir o serviço? - perguntou Neji. 

 - Aquela humana é diferente. Em todos esses anos que estive ao lado dela, nunca a vi cometer nenhum ato de maldade.

 - Está dizendo que não faz sentido o destino final dela ser o Inferno, é isso? - concluiu Hashirama. - Ora, Itachi, você sabe muito bem que, nesses casos, o humano não nasceu maligno, algo aconteceu para mudá-lo.

 - Sim, eu sei. O problema é que, por causa de Hinata, até mesmo eu duvidei da Visão por um momento...

 - Itachi tem razão - concordou Tobirama. - Se essa humana fez até mesmo ele duvidar, imagine qual estrago não fará em Sasuke? Não vamos esquecer que ele já violou as regras há não muito tempo. Você não pode fazer nada a respeito, Neji?

 - Não - negou. - A ordem veio Dela, estou apenas fazendo o que me foi ordenado. 

 - Neji... 

 - O quê? 

 - Existe alguma possibilidade do destino final de alguém mudar? - Itachi perguntou.

 - Tecnicamente, sim, afinal, o livre-arbítrio existe. Entretanto, a Visão enxerga além do inimaginável, Itachi. Os humanos são previsíveis demais para enganá-la.

 - Entendo... - suspirou, decepcionado. - É impossível então...

 - Impossível não é, já que há precedentes. Aconteceu uma vez, lembra-se? Mas não pela ação de um humano e sim pela de um anjo. 

 - Sasuke... 

 - Exatamente - disse Hashirama, assumindo um tom sério que raramente usava. - Quando Sasuke salvou aquela criança, ao matar o assassino dela, todos ouviram sobre como, pela primeira vez, o destino de alguém tinha sido alterado.

 - Até mesmo os demônios ousaram rir de nós devido a isso - Tobirama soou amargo. - A propósito, Neji, o que aconteceu com ela, mesmo?

 - Reencarnou. Pobre criança... Se tivesse morrido naquela noite, hoje seria um belo anjo.

 Neji suspirou. Apesar de conhecer a insignificância de sua própria mente, não podia deixar de tentar entender os planos de Deus. O que Ela queria com tudo aquilo? Por que juntar um anjo com tendencia a nutrir sentimentos por seus protegidos e uma humana destinada a virar um demônio? Como imaginou, não conseguia ver o propósito de Deus em nada daquilo, no entanto, de uma coisa tinha certeza: não haveria final feliz para aquela história.  


Notas Finais




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