História Angelos et Daemones - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
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Palavras 1.341
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Esporte, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpa a demora, espero que gostem

Capítulo 4 - Um sequestro


  - Lexie, você lembra-se do plano? – diz Dimon.

-Claro meu pai, me lembro de cada passo –

- ótimo. Léo e Ryan venham aqui – Dimon grita.

Logo depois que o Léo e o Ryan desceram, nós nos tele transportamos de volta para a Terra, através do espelho mágico. Quando chegamos na escola eu fui atrás do Bruno, ele estava perto do armário.

- Bruno – disse me aproximando.

- Lexie, você não pode –

-Calma – disse interrompendo ele- eu sei de tudo e sinto. Mas, eu não sou como o meu pai – peguei na mão dele.

- eu sei – ele deu um sorriso.

- então – fiz uma pausa – a gente pode conversar depois da aula? – balancei as mãos como flerte.

- podemos – ele riu – tchau.

-tchau

Subi as escadas e entrei para a sala. Sentei-me na minha cadeira.

-oi de novo – disse Amanda.

-oi- respondi.

- ficou sabendo do professor novo? – perguntou Amanda entusiasmada.

-não – respondi me fazendo de desentendida.

- tomara que ele seja legal.

- tomar mesmo

Um jovem garoto familiar entrou na sala de aula.

- Bom dia, turma! Meu nome é Leo Sweney, e eu sou o professor de literatura de vocês.

O plano estava dando certo. Eu havia falado com o Bruno, meu irmão estava infiltrado e o Ryan... Bom o Ryan não estava fazendo nada, como o plano pedia.

- professor, quantos anos o senhor tem? – perguntou Ângela, forçando a voz para que ela saísse meiga.

- eu tenho 19 anos – respondeu Léo, com um sorriso.

- puxa vida, que novinho – Ângela riu com uma risada maliciosa.

- oferecida... cof...cof – fingi ter tossido.

- quem disse isso?- Ângela procurou com os olhos.

- então pessoal, eu tenho só 19 anos, eu me formei bem mais cedo na escola e terminei a faculdade com 18 anos e hoje estou aqui – Léo disse cortando o assunto.

- esse bimestre, nós vamos trabalhar com o livro: “Deuses Americanos” do Neil Gaiman.

- O nome do livro é “ Deuses Americanos do Neil Gaiman” ? – pergunto estupidamente, Ângela.

- não, Neil Gaiman é o autor – Léo fez uma cara de desapontamento. – alguém conhece o livro?

- eu – levantei a mão – apesar de tudo, o Wednesday é o meu personagem favorito.

- serio? O meu também. É que eu não gosto muito dos “mocinhos” – disse Léo ironizando a palavra “mocinho”.

- também não – concordei.

Ângela me encarou e fechou a cara. As duas aulas foram tranquilas. No primeiro intervalo encontrei o Ryan e repassei todo o plano com ele. Voltei para minha sala.

- você podia parar de dar em cima do professor, Lexie – disse Ângela vindo até mim.

- eu? Claro- dei uma risada irônica- “ Nossa que novinho” – disse remendando a voz de Ângela –eu te odeio – disse ela, batendo o pé e saindo.

-mas, eu te amo – ironizei.

Tivemos as outras suas aulas e fomos para o segundo intervalo. Pela primeira vez passei o segundo intervalo com a Amanda.

- posso te fazer uma pergunta? – Amanda fez uma pausa – você tem alguma coisa com aquele seu amigo?

-não – hesitei um pouco – a gente se conhece faz 6 anos, recentemente eu contei para ele que gostava dele, e ele disse que era correspondido. Mas, preferimos ser amigos.

- que complicado

- você não faz ideia.

Quando o recreio acabou, eu e a Amanda fomos para a sala. As duas ultimas aulas foram de matemáticas. Quando a aula acabou eu fui até o segundo andar e encontrei o Bruno.

- vamos para onde? – disse Bruno.

-vamos conversar no outro prédio – disse apontando com a cabeça.

-pode ser, então –ele respondeu, me seguindo.

Quando chegamos ao outro prédio, fomos para uma mesa.

- Lexie, eu gosto muito de você, mas, não podemos mais conversar ou qualquer outra coisa- ele disse ficando de costas para mim.

-eu sei – coloquei um pano com um “boa noite cinderela” , entre o nariz e a boca de Bruno.

Bruno se debateu um pouco, mas, acabou adormecendo e jogando seu peso em meus braços, Bruno era pesado, segurei o com meus braços e me abaixei levando o corpo de Bruno para o chão comigo,  enquanto eu ficava de joelhos.

- Léo, Ryan depressa – gritei olhando para trás.

- muito bem, Lexie. Papai vai ficar orgulhoso – disse Léo, pegando Bruno pelos braços e o colocando em suas costas.

- vamos? – disse Ryan com um tom impaciente.

Juntamo-nos em uma espécie de triangulo, meu irmão usou um anel para nos tele transportar para Insulam amissa. Quando chegamos ao castelo do meu pai, Léo levou Bruno para o topo da torre do castelo. Era um quarto vermelho e sem janela, havia uma cama de solteiro com um lençol branco e um travesseiro ralo. Léo deixou Bruno na cama, com uma algema mágica. Logo depois desceu até o salão principal.

- pai, esta feito. – disse se reverenciando

- obrigado, meu filho. Quando ele acordar, avise sua irmã do ocorrido -  Dimon fez uma pausa, tentando lembrar de outro assunto – eu vou para Terra, não conte a sua irmã. Eu vou resolver certo probleminha com a antiga família dela.

- entendo. – Léo ia se retirando – limpe a bagunça.

Dimon acenou com a cabeça para Léo. E foi para Terra. Ele apareceu diretamente na porta da casa de Lexie. Dimon bateu na porta, como se fosse uma pessoa normal e amável.  A mãe de Lexie abriu a porta.

- bom dia – disse Dimon com carisma – eu queria conversar com a senhora e o seu marido sobre sua filha, Lexie.

- o que aquela menina fez de novo? – a mãe de Lexie se retirou da frente, e mostrou com a mão para que Dimon a seguisse. – ela nem voltou para a casa.

- é exatamente sobre isso que eu quero falar com vocês.

- Guilherme – Marta gritou seu marido.

Guilherme desceu e apertou a mão de Dimon, como comprimento.

- então, quem é o senhor? – Guilherme disse em um tom hostil.

- o meu nome é Dimon e eu sou o pai biológico da Lexie.

- como? – Marta sentou – se no sofá.

-não vamos entrar muito a fundo nessa historia. Ela esta morando comigo agora, e ela reclamou muito sobre o jeito que vocês a tratavam, e eu não gostei muito.

- e quem é o senhor para achar ruim? – Guilherme levantou a voz para Dimon.

- eu sou o pai dela – Dimon abriu sua mão, e lançou através de sua mão um “raio” de fogo que incinerou Marta e Guilherme.

Dimon limpou as cinzas dos dois e jogou fora. Quando terminou tudo, Dimon subiu até o quarto e pegou as coisas de Lexie e colocou tudo em uma mala. Dimon trancou as portas da casa e foi embora para Insulam amissa.

Léo verificou pelas câmeras de segurança e viu que Bruno tinha acordado.

- Lexie – gritou sua irmã

- oi – desci as escadas e cheguei ao salão principal.

-o Bruno acordou. Quer falar com ele?

- quero.

Subi até o quarto de Bruno e pedi para Léo ficar na porta.

- oi, gostou do seu quarto novo? – disse com muito sarcasmo.

- Lexie, o que esta acontecendo? – Bruno tenta se levantar, mas esta fraco de mais para conseguir qualquer coisa.

-não, não se esforce meu querido. O  “boa noite cinderela” está no seu sistema ainda.

- a onde eu estou? – Bruno senta- se na cama.

Eu me aproximei dele até ficar na frente dele.

- eu vou te contar uma breve historia. Você sabe que eu sou a filha do Dimon, e era apenas questão tempo até você falar para a sua família. E a minha família precisava muito se vingar de vocês.

- se vingar do que? – Bruno parecia confuso.

- a sua família perfeita, matou a minha mãe.

- eles nunca fariam isso –

Interrompi o Bruno.

- me deixa adivinhar. Por que eles são anjos. – ironizei a palavra anjo – vocês enfatizam essa palavra como se todos vocês fossem bonzinhos.

- você nem nos conhece.

-não mesmo. Mas eu te prometo que eu vou destruir todos vocês e vou vingar a minha mãe.



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