História Angels and Demons - Capítulo 69


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Categorias Ao no Exorcist, Originais
Personagens Kuro, Personagens Originais, Rin Okumura, Shura Kirigakure
Tags Anjos, Demonios, Estudantes
Visualizações 35
Palavras 1.593
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Ficção Adolescente, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


HEY GUYS! Cap seguido do outro, q milagre.
Ahhhahh
Espero que gostem e divirtam-se lendo.

Minna, dizendo mais uma vez: se a imagem da cap estiver em baixa qualidade, o problema está no Spirit que mexe com a qualidade.

Capítulo 69 - Raiden


Fanfic / Fanfiction Angels and Demons - Capítulo 69 - Raiden

A mãos da garota puxavam as correntes em uma tentativa falha de se soltar. As correntes prendiam seus pés à parede que ficava ao lado da cama de casal, na qual havia um jogo de cama da cor vermelha, como todo o quarto.

As paredes eram de um vermelho mais claro, enquanto o resto dos móveis e decorações eram de um tom que chegava perto do vinho. Os cabelos da ruiva chegavam à combinar com a temática do quarto. 

Lucy vestia uma regata branca, uma jaqueta azul, calças jeans, e nos pés, calçava uma bota de cano alto preta; coisas que o albino lhe havia fornecido. As correntes cortavam seus poderes, e sua espada havia sido confiscada, deixando-a indefesa. Já se passara algumas horas desde que Killua prendera a jovem. E a mesma só pensava em seus amigos, e se eles estavam bem.

Sentou-se na cama e desistiu de se libertar ao sentir suas mãos arderem. Um suspiro escapou por seus lábios, deixando claro a irritação da ruiva por não poder fazer nada. A porta do quarto abriu-se e por ela passou a figura de cabelos alvos. Automaticamente, Lucy fechou a cara  e encarou o chão, negando-se a encará-lo.

Killua: Eu entendo sua irritação. -O albino disse após algum tempo observando a Hanako. Aproximou-se lentamente, com suas mãos para trás. 

Lucy: Até parece. -Um riso seco escapou da garganta da jovem, que passou a mão pelos cabelos. -Parabéns, Killua. Você se tornou um belo idiota.

Lucy começou a bater palmas lentas e secas, o que formou um nó na garganta do assassino.

Killua: Pense o que quiser. -Disse suspirando. -Não estou fazendo isso por mim.

Lucy: Ah, vai me dizer agora que foi por mim? -Riu novamente. -Conta outra, Okumura.

Killua: Apesar de tudo, eu ainda tenho sentimentos por você, Lucy. -O albino deu as costas para a ruiva e caminhou de voltar até a porta. 

Lucy: Infelizmente, eu também. -A jovem engoliu em seco ao proferir tais palavras. -Só me diga que eles estão bem. 

Killua: A menos que eles invadam a mansão, ninguém aqui tem a intenção de machucá-los.

Lucy suspirou aliviada após a afirmação do albino.

Alguém bateu na porta chamando por Killua, o mesmo abriu e encarou o mordomo, que fez uma breve reverência. O empregado solicitou a presença do assassino à uma reunião marcada pela tal família que o albino falou. Confirmando a presença, Killua fechou a porta e dirigiu-se novamente até a ruiva.

Abaixou-se deixando-a surpresa, e retirou as correntes que prendiam o pés da jovem. Levantou logo em seguida e colocou duas pulseiras na ruiva, uma em cada pulso, para bloquear a capacidade de usar seus poderes.

Lucy: Por que tenho de ir junto? -Questionou ela receosa.

Killua: Não correrei o risco de te deixar aqui sozinha. Todos os empregados ficam aos arredores da mansão em caso de reuniões, para proteger. 

Lucy: Se alguém encostar em mim de modo indecente, eu não hesitarei em socar.

Killua: Não será preciso, ninguém tocará em você. -Abriu um pequeno sorriso encarando a amada. -Prometo. 

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A pequena morena ria às gargalhadas enquanto era segurada pela Okumura, que estava sentada no sofá do escritório do amigo. Yui e Luiz estavam sentados em outro de frente para as duas, observando a linda cena.

Leticia: Ela é tão fofa. -A médica comentou ainda encarando a pequena. -É uma mistura dos dois.

Yume havia herdado os cabelos escuros da mãe, tendo lindos cabelos da cor negra; e seus olhos eram de um tom alaranjado igual ao do pai, que sorria orgulhoso da filha.

Yui: Você não pensa em ter outro, Leti? -A morena questionou olhando para a filha com um sorriso. 

Luiz: Luna nunca quis um irmão? 

Leticia: Para falar a verdade, a Luna nunca me pediu. -Disse sentando Yume em seu colo. -E eu nunca conversei sobre isso com Rin. 

Yui: Entendo.

Leticia: Fico feliz que estejam bem de novo. Porque - encarou a bebê em seu colo - se não eu iria puxar a orelha dos dois, não é, minha pequena? A tia iria puxar a orelha do papai e da mamãe, e trancar eles em casa.

Yume gargalhava como se entendesse o que a tia falasse.

Yume: Mama! -A mais nova gritou esticando os braços para Yui. -Colo!

Yui: Vem cá, minha prin... -Antes que a Hanako pudesse pegar a filha, o ruivo foi mais rápido, pegando a pequena no colo.

Luiz: Vem com o papai. -O mais velho disse sorrindo para a filha, que fechou a cara assim que foi pega pelo pai.

Leticia: Alguém não gostou da troca. -Ambas as mulheres riram.

A porta da sala abriu-se com tudo, e por ela passou os seis adolescente, todos eufóricos. Os mais velhos olharam para eles confusos e assustados. 

Yui: Ei, acalmem-se. -A morena direcionou-se até o filho e colocou as mãos nos ombros do mesmo. -O que aconteceu?

Após alguns minutos, em que os amigos usaram para se acalmarem, começaram a contar tudo. Desde a reunião no café até o encontro com Killua. Não emitiram nenhuma parte importante, mas dando ênfase maior à parte em que Lucy foi levada pelo albino.

Quem contou a maior parte da história fora Sky, que incrivelmente era a mais calma entre os seis.  Yukki tinha suas mãos tampado o rosto, apoiando seus cotovelos nos próprios joelhos. O moreno sentiu algumas lágrimas escorrerem pelo seu rosto, se culpando por não ter sido um bom irmão e salvado Lucy.

Luiz ouviu tudo calado, com uma mão sobre a outra, que estava fechada, em frente à boca; havia entregado Yume para a esposa. Levantou-se após o término da explicação e encarou os adolescente, cerrando os punhos.

Luiz: Esses miseráveis vão torrar no fogo de Geena antes que consigam encostar um dedo na minha filha. -O ruivo disse entre dentes e uma aura envolveu sua mãos direita, que logo segurava um martelo. Os olhos do homem estavam intensos, parecendo duas bolas de fogo.

Yui: Luiz. -Sua esposa levantou-se e segurou o braço do marido antes que o mesmo saisse daquela sala. -Eu também quero que esses filhos da puta sofram. Mas mantenha a calma, nossa filha precisa que a salvemos, não que as coisas piorem com as nossas ações.

O ruivo encarou a amada e respirou fundo, largando o martelo no chão, causando uma leve tremor no prédio. Leticia e os adolescentes encaravam a cena com um certo temor da reação de Luiz. Mas ao contrário do que esperavam, ele abraçou a esposa e deixou algumas lágrimas escorrerem. 

Luiz: Se alguma coisa acontecer com ela, eu nunca irei me perdoar.

Yui: A culpa não foi sua, meu amor. -A morena afastou-se para enxugar as lágrimas do empresário com o polegar. -Vamos achá-la e trazê-la para casa. Já passamos por tantas coisas, até lutamos com o Vaticano, então damos conta desses moleques.

Um sorriso brotou nos lábios do ruivo.

"Eu concordo com a Yui." 

Ao ouvir a voz soar da porta, o grupo virou-se para encarar a azulada.

Sky: Mãe! -Sky gritou levantando-se e correndo até a mulher, dando-lhe um abraço de quebrar os ossos e faltar o ar.

Dani: Oi, minha princesa. Que saudades. -Disse afagando os cabelos mesclados da filha. -Você cresceu tanto.

Sky: Nem tanto. -Todos riram com o comentário da garota. 

Yukki: Desculpe-me interromper o reencontro, mas temos que agir. -O moreno recebeu um tapa de Luna no braço em resposta.  -Au! Desculpe, mas minha irmã corre perigo.

Dani: Certo. -A azulada se distanciou na filha e caminhou até os amigos. -Nós vamos salvá-la, não se preocupem. 

Luiz: Como?

Luna: Não acho que seja uma boa ideia lutar com aquele grupo, nem conhecemos suas habilidades.

Sky: Tudo bem,  então podemos invadir e resgatar a Lucy escondidos. Assim evitamos lutas.

Matteo: Mas tem um problema, como iremos invadir um lugar que nunca vimos? -Com a pergunta do Mochizuki, os quatro adultos da sala se olharam cúmplices. 

Jesse: Ok, que olhares são esses?-Jess questionou percebendo uma certa referência dos mais velhos.

Luiz: Deixem com a gente. -O ruivo sorriu se gabando. 

Yui: Já invadimos o Vaticano, então não deve ser muito difícil. 

Dani: Vamos nessa! Como nos velhos tempos!

Alice: Okumura-sama... -A loira chamou a atenção da azulada que arqueou a sobrancelha. -Achamos melhor que a senhora fique aqui.

Dani: O que...?

Sky: Desculpe, mãe. Não quero que você veja o Killua daquele jeito, pelo menos não agora. Então, descanse de sua missão. 

Dani: Certo... -A Okumura suspirou. 

Yui: Mas nós dois iremos com eles. -Yui caminhou até Leticia e entregou a filha para a amiga, que a pegou sem hesitar.  -Cuidem dela para mim?

Leticia: Pode deixar, Yui. Traga a Lucy de volta pra casa.

A morena assentiu e seguiu com o marido e os adolescentes para fora da sala.

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Os braços do rapaz envolviam o braço da garota, sendo puxada até o fim de um corredor. A ruiva sentia a batida do seu coração falhar a cada passo. Killua a encarava uma vez ou outra de soslaio, caminhando apressadamente até parar en frente à uma enorme porta dupla de madeira. 

A porta parecia pesar toneladas, mas o albino abriu facilmente, apenas com uma das mãos. Lucy não tentava fugir, mesmo tendo suas habilidades de luta, pois sabia que seria inútil contra Killua e sua família de assassinos.

Ao adentrarem na sala, a Hanako pode ter a visão de uma sala decorada com tons de preto e cinza, dando um ar mais escuro ao local. Havia uma mesa retangular no centro, quatro cadeiras de cada lado, todas ocupadas por pessoas, exceto uma - a de Killua. No final da sala havia uma outra cadeira que se assemelhava a um trono, e um homem de longos cabelos roxos, presos com uma fita vermelha, estava sentando sobre ela.

O rapaz encarava Lucy com um olhar semicerrado, igual a um predador analisando a presa.

"Raiden, quem é ela?" 


Notas Finais


Bom, foi isso, minna.
Espero que tenham gostado.
Deixem o que acharam do capitulo.
E até o próximo!! ♥♥♥♥


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