História Angels and Demons - Jikook | kookmim - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bdsm, Bottom!jm, Distúrbios, Esquizofrenia, Gangster, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin, Top!jk, Tortura, Violencia
Visualizações 352
Palavras 1.085
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Lemon, Luta, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Um pouquinho do passado do Jimin
Hihihi

Capítulo 16 - Origins


Fanfic / Fanfiction Angels and Demons - Jikook | kookmim - Capítulo 16 - Origins

"O âmbito de nossas origens nos revela quem fomos, mas não o que podemos ser. É essa incerteza do amanhã que nos provoca a emoção do hoje."


7 anos atrás

-Senhor Park -a jovem de fios castanhos lisos, e óculos redondos chamou o homem que mantinha sua mente voltada aos diversos papéis sobre sua mesa- deixaram na portaria -assim que os olhos negros do mais velho fixam em si ela mostra um envelope branco em suas mãos.

-de quem é? -ele levanta uma suas mãos indicando que ela lhe entregasse o papel.

-não tem nome, as penas disse que era para o senhor -o envelope é deixando nas mãos do moreno que passou a o analizar, não deixando passar nenhum detalhe.

-tudo bem, obrigado Soo, pode ir -ele abre uma das gavetas em sua mesa, tirando de lá uma navalha, abrindo com cuidado o envelope.

Dentro do que parecia ser um simples papel, estava escrito em letras a mão e impressas, a grande e -aparentemente- eterna angústia do psicólogo.

Retirou o primeiro papel, parecia ser um exame, tudo indicava exame de gravidez, que possuía o resultado positivo, porém a data era de dez anos atrás, não possuía o nome da gestante.

Deixou ele de lado e tirou o segundo papel do recipiente, uma carta escrita a mão, com letras delicadas.

"Talvez você não se lembre de mim doutor, talvez eu seja apenas um passado que simplesmente aconteceu, para você é tão simples, pra mim, minha vida foi destruída por você.

O Senhor não é daquele tipo de profissional que se envolve com pacientes, eu sei, sei tanto que carreguei uma vida por nove meses em meu ventre, sim, eu fiquei grávida, é grande culpado foi você.

"Uma depressiva pode se apaixonar?" Pode! E dói! Você não sabe o quanto! Ver o olhar de repreensão de seus pais, ter que ir em bora de cara, sozinha e sobreviver no mundo sem ninguém para lhe ajudar.

Me apaixonei por um Doutor, um homem respeitado, de fios pretos e lábios carnudos, meu psicológo, e o que isso me resultou? Em uma gestação.

Obrigada Senhor Doutor consagrado Park Sungjon! Obrigada por fazer todos os anos de minha vida um sofrimento! Obrigada por fazer esses nove meses os mais melancólicos da minha vida! Obrigada por me fazer mãe com vinte anos de idade! Obrigada por me engravidar e simplesmente me esquecer!

Saiba que nunca verá essa criança, nem que me procurar! Provavelmente estarei morta.

Nunca encontrará meu bebê.

-KJ"

Já havia lido aquela carta diversas vezes, Lido e relido, e a cada palavra seu coração doia mais, mais lágrimas solitárias escorriam pelo seu rosto envelhecido com o passar dos tempos.

Não se recordava de nada, não se encontrava com pacientes, uma década! Nunca se lembraria.

Após se remoer por dentro, tomou coragem e retirou a última folha no envelope, com as mãos ainda trêmulas.

Uma foto, um garotinho de cabelos claros, bochechas rechonchudas e lábios fartas assim como os seus, suas faces eram idênticas, porém o cabelo, aqueles fios loiros, os mesmos que desejou e que sempre esteve procurando.

Atrás da foto novamente a letra da mulher estava presente "esse é o meu filho, o menino que você nunca verá".

Mas o em baixo uma caligrafia infantil estava presente, com letrinhas pequeninas e tortinhas, um nome estava escrito.

Não poderia ser, não seria capaz...

Saiu correndo do escritório deixando a assistente confusa, correu o máximo que consegui até chegar em seu carro e acelerar até a delegacia mais próxima.

O tempo parecia andar devagar, os carros não aceleravam, semáforos fechavam, os pedestres andavam sem nenhuma pressa, tudo torturava aquele homem.

Assim que chegou na primeira delegacia que viu, ofegante com os olhos vermelhos e lágrimas ainda escorrendo correu até o balcão recebendo mais antenção.

-preciso saber se o paradeiro de uma pessoa -respirava de forma pesada, os oficiais do ligar o amparavam, sua pele branqueava, e parecia que a qualquer momento o médico ia de encontro ao chão.

-senhor Park, do que está falando -um dos policiais interroga o homem que já estava com o corpo mole, e visão turva.

Antes de seu corpo apagar por completo de seus lábios sairam uma pequena frase que tornou tudo ainda mais confuso.

"A carta. Meu filho. Park Jimin"

⚜⚜⚜

Dias atuais

O casal estava deitado sobre o grande colchão, abraçadas, protegendo um ao outro, sentindo o corpo do outro preso a si, seu cheiro, sua respiração, seu coração.

A madrugada estava calma, mesmo com os eventos inesquecíveis a horas atrás, os remédios faziam suas funções, o banho quente e os medicamentos acalmaram o agitado corpo do loiro.

Porém em sua mente não podia se dizer o mesmo, seus olhos se moviam mesmo com a pálpebra fechada, em sua cabeça se passava um filme de imagem turvas e enredo confuso.

Parecia estar na pele de uma criança, ela era carregada por uma mulher de vestes pretas, e depois deixada na porta de uma casa muito conhecida por si.

"Saiba que eu te amo, e que o homem que causou tudo isso nunca te terá nas mãos" era o que ela dizia com a voz calma e doce, enquanto afagava seus fios.

"Nós fomos deixados por ele, fomos abandonados, mas eu não vou te abandonar, te deixarei aqui e cuidarei de ti em outro lugar" um casto beijo é deixado na testa da criança que tinha diversas perguntas rondando em sua mente.

"Mamãe nunca te abandonará, e sabe que você é um garotinho especial" logo após essa última frase, a mulher toca a campainha da casa se distanciando da criança que via tudo em silêncio.

Jimin se levantou da cama ofegante, se perguntado o que havia acontecido, sua mente relembrava as imagens do sonho que acabará de ter.

-Jiminnie o que aconteceu? -o moreno se levantou prontamente, sentando ao lado do menor que ainda ofegava, passando a mão delicadamente em suas costas.

-eu tive um sonho -murmurou o loiro encarando o mais velho com os olhos lacrimejando.

-hey tudo bem, já passou -Jeon pegou o menor no colo acariciando seus fios claros e beijando sua mãozinha- eu estou aqui, hum -deixou um casto beijo na bochecha do loiro que estava com a face enterrada em seu pescoço.

-parecia uma lembrança, tinha uma mulher, e uma criança -se apertou mais nos braços do moreno, que o abraçou com intensidade.

-mais tarde falamos com Hoseok sobre isso, tudo bem? -o menor apenas assentiu sentindo seu corpo ser deitado, ainda abraçando o moreno.

Pareciam bobos apaixonados, os olhares, os carinhos, a forma como tratavam um ao outro, mesmo tendo todos os defeitos, mesmo tendo peças faltando em sua vida, Jimin se sentia completo com o maior, sentia que mais nada importava.

Nem mesmo seu passado.

Suas origens.

Ou quem fez parte de sua vida antes disso.


Notas Finais


Demorei desculpa, tô com muitas fics pra escrever Sorry.
Porém essa é a única que flui naturalmente, consigo escrever um capítulo em um dia enquanto as outros não.


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