História Angels and Demons (Now United) - Capítulo 59


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Categorias NOW UNITED
Personagens Any Gabrielly, Bailey May, Hina Yoshihara, Josh Beauchamp, Krystian Wang, Noah Urrea, Personagens Originais, Shivani Paliwal, Sina Deinert
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Palavras 2.965
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Magia, Mistério, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 59 - 57. "Eu preciso contar uma coisa urgente."


Fanfic / Fanfiction Angels and Demons (Now United) - Capítulo 59 - 57. "Eu preciso contar uma coisa urgente."

Sina: Eu ainda não entendo, porque eu não posso simplesmente usar uma espada? – perguntou enfiando seus dedos na grama e puxando algumas folhas, ela estava sentada em frente a Noah que andava de um lado para o outro lhe explicando sobre como se defender na hora do perigo.

 

Ele olhou para ela e suspirou.

 

Noah: Você ouviu o que eu disse?

 

Sina concordou com um aceno de cabeça, Noah suspirou mais uma vez, era exatamente por isso que ele não gostava de ensinar ninguém, sempre que seus irmãos ou algum outro anjo vinha pedir sua ajuda ele passava rapidamente para Krystian ou Josh, se quiser treinar na pratica era com ele mesmo, mas ensinar era irritante e cansativo.

Mas não com Sina, com ela ele iria tirar paciência de qualquer lugar.

 

Noah: Vamos lá, Sina, preste atenção, espadas e flechas apenas machucam o que precisamos é mais do que isso, está entendendo?

 

Sina olhou para ele cruzando os braços e concordando, ela entendia, mas quando ele chamou ela para treinar estava pensando que ia ser algo mais como... Ação e menos conversa, ela não queria parar para conversar com ele porque poderia pensar em coisas que não queria.

Noah olhou para ela firme, quando viu que ela estava realmente atenta ele puxou algo da parte de trás da sua calça, Sina ergueu uma sobrancelha tentada a perguntar por que ele tinha uma adaga com ele, entretanto preferiu ficar calada.

 

Noah: É com isso que você precisa lutar. – ele disse e ofereceu a mão livre para Sina segurar. – Vamos, de pé.

 

Ação! Finalmente.

Sina sorriu animada e segurou em sua mão sendo puxada rapidamente para ele, assim que ela ficou de pé ela soltou sua mão da dele e se afastou o suficiente para ficar fora da área de perigo.

 

Noah: Adagas são a única coisa capaz de matar os anjos, qualquer tipo. – ele disse e virou a adaga para si próprio apontando para seu peito, do lado do seu coração – Você tem que chegar perto o suficiente para acertar no coração.

Sina: Qualquer tipo de anjo?

 

Noah riu da curiosidade dela, apesar de parecer boba ele sabia que no fundo ela estava preocupada se era o mesmo com ele.

 

Noah: Comigo é um pouco diferente. – ele sorriu para ela e antes que ela perguntasse acrescentou. – Porque você é diferente.

 

Ela concordou com um aceno de cabeça desviando o olhar.

 

Sina: E agora?

Noah: Agora você me ataca. – ele disse como se fosse obvio oferecendo a adaga para ela, Sina olhou para aquela coisa afiada e então para ele.

Sina: Está brincando né? – quando Noah apenas negou com a cabeça, Sina arregalou os olhos. – Não mesmo, Noah, eu sou super desastrada. Pergunte para as meninas, sempre derrubo as coisas, não vou atacar você com uma coisa... Pontuda dessa.

 

Noah riu, achando graça da garota se embolando toda, mas ele apenas guardou a adaga novamente e abriu suas mãos com as palmas viradas para cima, fechou os olhos e se concentrou por alguns segundos, logo depois quando abriu tinha uma copia exata da adaga que ele acabou de guardar só que de madeira.

 

Sina: Nossa!

 

Ele sorriu para ela e lhe entregou a adaga de madeira, dessa vez ela pegou de bom grado.

 

Sina: Você precisa me ensinar isso, porque não começamos com as coisas divertidas?

Noah: Porque eu não sou o Bailey. – ele disse dando de ombros – Vamos, Sina, eu prometo que um dia vou te ensinar tudo, mas eu preciso que agora você consiga se defender. – ele se afastou a abriu os braços. – Eu estou pronto.

 

Sina apertou os olhos, encarando ele por longos segundos e então virou a adaga de madeira para ele e praticamente correu até ele aproveitando que ele estava exposto, Noah suspirou e andou para o lado no exato momento que Sina ia acertar ele.

 

Noah: Não vá muito rápida. – ele disse, Sina virou para ele irritada e atacou mais uma vez, ele apenas deu um passo para o lado. – E nem deixe sua raiva te controlar. – Sina suspirou fundo algumas vezes e então atacou de novo, dessa vez Noah abaixou a adaga com a mão quase derrubando Sina no chão. – Eu preciso que você pense como eu, qual seria meu próximo passo? Então você fica um passo a frente.

Sina: Você está começando a me irritar, Noah. – ela murmurou raivosa se virando para atacar ele de novo, dessa vez Noah segurou na estaca virando Sina contra ele e apontando a estaca nas mãos dela contra seu peito. Sina prendeu a respiração com o susto.

Noah: Não deixa a raiva de levar. – ele sussurrou no seu ouvido fazendo Sina soltar o ar de vez, ela tentou se livrar do aperto dele, mas Noah ainda segurava ela firme.

Sina: Você está me machucando, me solta! – ela mandou, mentindo porque a única coisa que ele machucou foi o ego dela, mas Noah a soltou rapidamente.

Noah: Eu não queria...

Sina: Me machucar? – ela virou para ele com raiva jogando a adaga de madeira no chão – Pois parece que você nunca tem a intenção, mas anda fazendo muito isso. Acho que o treinamento acabou.

Noah: É isso, já chega.

 

Sina se virou para ter uma saída dramática, mas no instante que ela começou a andar sentiu braços envolverem sua cintura e seus pés se afastarem do chão.
 

 

Someone You Loves – Lewis Capaldi

 

Ela estava voando.

Quando finalmente percebeu isso, soltou um grito tão alto, tão agudo e tão forte que ela achou que toda a escola deve ter ouvido.

Os braços que a seguravam a embalaram contra seu peito como se fosse um bebê, ela jogou os braços ao redor do pescoço de Noah pedindo para ser colocada no chão.

 

Sina: Por favor. – choramingou.

Noah: Eu não vou deixar você cair Sina, nunca. – ele disse sério suas asas batendo eram os únicos sons ouvidos enquanto eles pairavam no céu, suas asas e as batidas dos seus corações.

Sina: Eu quero descer, Noah. – ela pediu se apertando contra ele.

Noah: Não até resolvermos as coisas, desculpa, mas a única forma que eu achei para você me escutar foi essa. – ele disse, a menina levantou o rosto para seus olhares se encontrarem, mas não disse nada. – Confie em mim.

 

Ela concordou com um aceno quase imperceptível de cabeça.

 

Noah: Desculpa, desculpa por ter mentido para você, por ter deixado você confiar em mim e depois destruir essa confiança com todas as mentiras. – ele começou muito sério. – Desculpa pelo que fiz na festa, desculpa por machucar você, desculpa por não pedir desculpas antes e acima de tudo desculpa por sentir o que sinto por você.

 

Sina encarou seus olhos verdes tão sinceros por longos segundos, as batidas do seu coração se acalmaram até estarem quase no mesmo ritmo que o dele, suas respirações estavam tão perto, o calor do corpo de Noah emanava diretamente para o dela e seu hálito quente e delicioso estava mais perto do que nunca.

 

Sina: Eu também peço desculpas... – ela sussurrou baixinho, não querendo cortar o que estava acontecendo agora – Desculpa por ser tão teimosa, desculpa por não ter escutado você antes e acima de tudo desculpa por fazer o que vou fazer agora. – ela disse e antes que perdesse a coragem levantou o rosto o suficiente para seus lábios encostarem nos de Liam.

 

E foi só isso, um toque de lábios e seus corações chegaram ao mesmo ritmo apaixonado, gentilmente a língua de Noah pediu permissão que não demorou a ser a concedida por Sina, suas bocas, suas línguas se enroscando de um jeito como se a muito esperassem por isso e como se estivessem muito felizes por finalmente terem seu desejo realizado.

O beijo foi apaixonante, viciante e desejado, era tudo que eles queriam no momento.
 

(...)

 

Quando ficaram a sós, Hina sorriu e pulou em cima do namorado, agora oficialmente.

Krystian deu um selinho bem demorado na namorada e logo a colocou no chão.

 

Hina: O que vamos fazer? – perguntou assim que percebeu que teria que deixar pra depois o momento romance.

Krystian: Pensei em te ensinar a levitar ou mexer com o vento. – disse sentando no chão.

Hina: Eu posso fazer isso? – indagou sentando também de frente ao namorado/guardião.

Krystian: Pode fazer um monte de coisas. – ele respondeu – Agora, o que você prefere: levitar ou mexer com o vento?

Hina: Mexer com o vento. – ela disse de pronto e com os olhos brilhando.

Krystian: Certo. Então, faça exatamente o que eu mandar, ok? – pediu.

 

Hina concordou com a cabeça e esperou enquanto Krystian se levantava e juntava algumas folhas, pedras e umas duas flechas. Assim que ele fez um montinho em frente a sua protegida, ele sentou novamente de frente ao monte.

 

Krystian: Antes que você faça qualquer coisa, sua mente tem que estar limpa. Sem nenhum pensamento, você precisa se concentrar. 

Hina: Com você aqui? Acho meio difícil, mas vamos lá. – disse rindo, mas fechou os olhos e esvaziou a mente.

Krystian: Concentrada? – perguntou e ela apenas concordou com um meneio da cabeça. – Certo, agora pense na sensação que você sente quando o vento bate em seu rosto e depois imagine que pode fazer o mesmo nesse momento.

 

Hina começou a pensar e logo sentiu uma brisa em seu rosto.

 

Krystian: Hina, abra os olhos. – sussurrou e Hina abriu os olhos devagar e viu que o monte de folhas e pedras estava em cima da sua cabeça balançando com o vento.

Hina: Consegui! – ela comemorou fazendo as folhas começarem a girar em volta deles.

Krystian: Perfeito. Agora volte as folhas pro lugar e tente fazer isso com as flechas, é um pouco mais difícil. – instruiu.

 

As folhas logo retornaram ao monte. Hina fechou os olhos e se concentrou novamente, mas dessa vez algo diferente aconteceu.
 

 

Ela estava em cima de uma rocha, olhando tudo. Olhou para baixo e viu que estava na praia. Olhou novamente e viu uma coisa estranha, o vento estava diferente, as ondas estavam ferozes e três pessoas corriam em direção a uma montanha. Mas antes que pudessem chegar lá, algo as atacou, fazendo as três pessoas caírem. Uma alta nuvem de poeira se ergueu e uma sombra apareceu atacando as três novamente.

Uma delas se levantou. Mas logo caiu novamente.

Uma nova sombra surgiu e pareceu tentar ajudar as três pessoas, mas quando chegou perto, o tempo mudou.

Uma das três pessoas gritou muito alto e logo veio o breu.

 

Krystian: Hina. Meu amor abre os olhos, por favor. – pedia.

 

Hina abriu os olhos e encontrou os olhos de Krystian preocupados olhando pra ela. tremia e estava suada, percebeu que estava com a cabeça no colo de Krystian.

 

Hina: O que aconteceu? – ela sussurrou.

Krystian: Acho que você teve uma visão. – disse, sua voz tremia, no momento que Hina começou a ter uma visão sua marca começou a arder, pois sentiu que ela estava assustada.

 

Hina começou a tremer tentando lembrar-se do que tinha visto, as lágrimas começaram a escorrer.

 

Krystian: Shhh, calma. Já passou. – ele a puxou pro seu colo fazendo ela se acalmar aos poucos. – Acho que por hoje, já treinamos demais. Quer me contar o que você viu?

 

Hina contou devagar o que tinha visto, tentando lembrar tudo. Krystian escutou, sem falar nada. Quando Hina terminou de contar Krystian apenas falou que ela era uma Profetisa, explicou brevemente que ela só podia ter essas visões quando o Oráculo libera-se.

 

Hina: Quero ir pro meu quarto. – ela pediu, estava cansada.

 

Krystian concordou e levantou levando ela junto. Só que antes de irem ele a beijou, um beijo profundo. Depois de um tempo, eles voltaram pro quarto das meninas.

 

(...)

 

Dove: Argh, odeio isso. – comentou batendo a porta ao entrar no quarto que dividia com as irmãs.

Sabrina: Porque elas tinham que existir? - questionou jogando-se na cama irritada.

 

As quatro tinham passado o dia espionando o treinamento de cada uma das meninas, e as duas morenas estavam espumando de raiva por terem visto os beijos.

 

Olivia: Não vamos nos estressar com isso. – sorriu gentilmente jogando seus cabelos para trás indo até a janela e olhando para o lado de fora. - Lembrem-se, são apenas crianças.

Peyton: Exato! Não tem como elas competirem conosco. - disse sentando na cama e cruzando as pernas.

Dove: Sim, crianças que estão com nossos anjos. E é exatamente por isso que estou irritada. – exclamou jogando os braços para o ar. – Porque simplesmente não as matamos?

Sabrina: Por favor, Dove. - desdenhou e rolou os olhos. – Eu posso estar com raiva, mas não a ponto de ter uma ideia estúpida como essa.

Dove: Como se você tivesse uma melhor. - a loira retrucou fuzilando a irmã com o olhar.

Peyton: Sabrina pode não ter. Mas eu tenho. – deu um sorriso maldoso e passou o olhar pelas três que a encararam interessadas. - Os garotos estão destinados a ficarem conosco, e nós não vamos deixar essas quatro coisinhas atrapalharem isso.

Olivia: E o que você sugere que façamos? - indagou voltando a olhar as irmãs. - Porque não podemos matá-las...

Sabrina: Mas podemos feri-las... - disse entendendo o que a irmã queria, e então as quatro trocaram olhares, demonstrando que compartilhavam o mesmo pensamento. Já sabiam o que fariam com as meninas.
 

 

(...)

 

Sina: Shiv! – chamou acenando para a irmã que saia do ginásio com Bailey ao seu lado, os dois com sorrisos bobos no rosto.

 

Hina e Krystian que estavam encostados numa árvore esperando por eles se afastaram para começarem a andar e Noah soltou a mão de Sina quando ela se preparou para correr até Shivani.

 

Noah: Eu vou chamar o Josh e a Any. – ele avisou com um sorriso nos lábios desde que pousara no penhasco com Sina ainda nos seus braços.

 

Sina deu meia volta andando até Noah e lhe deu um demorado beijo na bochecha como se estivesse concordando, o moreno apenas sorriu para ela e foi em direção a praia.

Shiv e Bailey estavam muito perto, apesar de não se tocarem, quando Sina chegou perto dos dois Bailey a segurou pela cintura antes que acabasse derrubando Shivani e sorriu para as duas meninas indo até Krystian enquanto Hina se aproximava delas.

 

Sina/Shivani: Eu preciso contar uma coisa urgente. – sussurram simultaneamente fazendo Hina colocar as mãos nos quadris.

Hina: O que vocês aprontaram?

 

Sina e Shiv se entreolharam e riram ao mesmo tempo como se já soubessem o que cada uma tinha aprontando fazendo Hina olhar confusa para elas, mas não pôde dizer nada porque Any havia chegado e se jogado contra as irmãs.

 

Any: Como foi o treino de vocês? – perguntou, o que só fez aumentar as risadas de Sina e Shiv. – O que deu em vocês?

Sina: Fome. – falou Sina tentando parar de rir. – Muita fome.

Noah: Então porque não vamos comer? – sugeriu se aproximando calmamente com os amigos ao seu lado, ele sorriu para Sina. – Vocês precisam descansar um pouco antes do jantar?

Shivani: Com certeza, não somos de ferro, senhor Urrea. – zombou, mas sorria para ele.

Josh: Não se importam de comer no jardim não né? Vocês estão ficando muito mal acostumadas a comerem no quarto. – disse rindo tocando no ombro de Any delicadamente fazendo sinal para elas começarem a andar.

Bailey: Mimadas, isso sim. – brincou recebendo um leve tapa no braço dado por Shiv.

 

Eles começaram a conversar sobre o que as meninas ainda precisavam aprender e que na próxima aula, elas teriam aula junto com todos os outros, acenaram para alguns alunos conhecidos quando chegaram aos jardins e então finalmente chegaram na entrada do dormitório feminino.

 

Sina: Vocês vão subir com a gente? – perguntou quando os meninos pararam de andar.

Krystian: Não, vamos tomar um banho. – respondeu indo dar um selinho em Hina. – Anjos também tomam banho.

 

Sina sorriu para Noah meio envergonhada. E agora o que fazia?

Mas como se lesse a sua mente, Shivani acenou para eles e puxou a irmã pela mão já entrando no dormitório.

Elas começaram a subir as escadas e viraram no andar do seu quarto quando pararam com tudo, os sapatos fazendo barulho no chão quando quatro irmãs barraram o seu caminho uma ao lado da outra.

 

Hina: O que vocês querem? – suspirou.

 

Olivia olhou para ela irritada, será mesmo que teria que suportar a voz dessa garota? Mas com um aperto no braço de Dove ao seu lado ela achou melhor se calar.

 

Dove: Bandeira branca. – respondeu calmamente olhando com aqueles grandes olhos para cada menina. – Estamos do mesmo lado do jogo e vocês são muito importantes não só para a gente, mas como para toda a humanidade.

Shivani: Como se vocês ligassem para isso. – zombou, recebendo um aperto do braço de Hina.

Peyton: Sabemos que pode parecer difícil de acreditar. – deu um passo a frente molhando os lábios para começar o discurso. – Vocês gostam dos garotos que um dia ficamos, mas isso é passado e tudo que passamos foi por nossa culpa se recebemos uma outra chance queremos gozar dela.

Sina: Ah, com certeza vocês querem gozar, mas não é... – começou, mas Hina empurrou ela para trás enquanto Shiv começava a rir e Any levantava a mão para bater com a de Sina.

Sabrina: Tudo bem. – disse sorrindo docemente, seus olhos tão sedutores sorriam junto. – Podemos esperar vocês acreditarem na gente, sexta vai ter uma reunião na praia, sabe? Fogueira, marshmallow, violão e histórias de terror. – o sorriso aumentou na última frase – Vão poucos alunos, só alguns sabem. Porque vocês não vão? E levam os meninos, claro.

 

As meninas se entreolharam na duvida.

 

Sina: Levar os meninos? – falou olhando para suas amigas, elas deram de ombros.

Hina: Vamos pensar. – falou Hina firme.

Shivani: E falar com nossos anjos, não queremos que nada de ruim aconteça nessa festa, né? – falou sorrindo meiga e empurrando elas do seu caminho para ir para o quarto com as irmãs.



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