História Angels in my life - Capítulo 3


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Notas do Autor


Olá, o próximo episódio finalmente o bts vai aparecer, não desista dos meus erros. Boa leitura.

Capítulo 3 - Túnel de sangue


Fanfic / Fanfiction Angels in my life - Capítulo 3 - Túnel de sangue

SOPHIE POV

Havia um túnel escuro e escorria sangue pelas paredes, quanto mais eu andava mais parecia que eu iria me afogar, meus pés doíam minha cabeça girava e parecia haver apenas duas saídas, em um lado do túnel havia uma luz forte branca, enquanto o outro lado havia apenas choro.

Consegui identificar o choro de Júlia, e corri na direção do som, em meio ao sangue em meu pescoço, aquele túnel não parecia ter fim quando estava prestes sair o sangue atinge minha cabeça e me engole completamente...

-MÃE!!

Grito desesperada.

-Minha pequena que bom que você acordou você esta bem? Sente alguma dor?

Recobro a consciência, e percebo estar em um local diferente do qual havia desmaiado, minha cabeça estava confusa não conseguia reconhecer ninguém, pois meus olhos estavam embaçados.

- Que bom que você acordou, pequena.

Escuto a voz de Júlia e aos poucos vou me recordando dos motivos, para ter tido uma recaída, meus olhos começam a marejar e minha irmã percebe e vem até mim.

- Vai ficar tudo bem, nós vamos dar um jeito.

- Você não sabe do que está falando, eu sou adotada sabe o que é isso... Eles não são meus pais biológicos como isso é possível por que não me contaram antes.

- Nós podemos não ser seus pais biológicos, mas somos sua família.

Escuto uma voz atrás de mim, viro e vejo meus pais parados na porta.

-Independente do que você viu, jamais deixaremos de ser seus pais, queríamos proteger você, por isso não te contamos, mas iriamos te contar quando você tivesse 18 anos.

- Depois vamos conversar sobre isso.

QUEBRA DE TEMPO

-EM CASA-

SOPHIE POV

-Quero conhecer meus pais biológicos, vocês serão sempre meus pais eu não irei larga-los, porém preciso saber por que me abandonaram.

-Acho melhor não, Sophie nós somos seus pais não quero que você fique magoada, sabe-se lá por que eles te abandonaram.

-Mãe, já disse que não deixarei vocês, mas preciso saber a verdade.

-A sua única verdade que existe em sua vida é essa família e pronto, não quero ver você magoada sem mais discussão . Você esta proibida de ir a casa de adoção e pronto. Boa noite, mocinha.

É tão difícil para eles acreditarem que quero apenas saber por que me abandonaram, minha vida toda foi uma mentira eles não podem me proibir de conhecer o real motivo do meu abandono. Tenho que saber a verdade mesmo que possa magoa-los é meu direito. Naquela mesma noite, decidi fugir as três da manhã com uma pequena ajuda de Júlia (que conseguiu rever os papeis de adoção para localizar o orfanato em que eu morava).

Consegui sair as três e trinte e cinco, e fui caminhando ate uma praça próxima onde poderia esperar e pegar o primeiro ônibus da manhã ás quatro e meia eu não poderia perdê-lo já que meus pais pegam ônibus no mesmo local ás cinco e quinze.

Passaram-se uma hora e finalmente vejo o ônibus virando a esquina como eu era a da primeira da fila poderia sentar, mas em bairros de pobre esse horário é extremamente difícil sentar, pois é um horário de pico onde as pessoas geralmente estão indo trabalhar. Depois de quinze estações eu finalmente desci no ponto, que ficava a seis quadras do orfanato.

 Caminhei a passos lentos já que este abriria apenas às sete da manhã.

Em frente a casa de adoção muitas coisas passavam em minha mente, meus pais e sua mentira era o que mais me afligia, fiquei algumas horas sentada e nada do orfanato abrir já eram quase uma da tarde e nada, decidi perguntar em um comercio que tinha perto o por que ali estava fechado.

-Olá, você poderia falar em que horário o orfanato abre?

Comerciante – AH este orfanato está fechado a uns quatro anos.

- O QUÊ?  Você tem certeza moço.

- Tenho sim.

Saio de lá indo de volta para casa com minha esperança morta e meu coração aos pedaços com a única certeza de que nunca iria conhecer os meus pais biológicos e jamais descobriria a verdade.

-QUEBRA DE TEMPO-

-Minha filha que bom que você está bem, me desculpe eu e sua mãe tínhamos muito medo de te perder por isso durante esse tempo escondemos isso de você perdoe nosso egoísmo.

Assim que cheguei em casa fui recebida por um abraço caloroso do meu pai que me fez chorar ele jamais tinha sido carinhoso comigo.

-Está tudo bem pai vocês não precisam ficar chateados nem receosos, a casa de adoção está fechada há quatro anos eu jamais conhecerei meus pais biológicos.

-Talvez você esteja errada sobre isso.

Escuto uma voz atrás de mim.

-Nós temos o endereço da nova casa de seus pais, o orfanato deixou com a gente antes de fechar. Há quatro anos recebemos uma carta que dizia o local e o telefone caso um dia queiramos ligar.

-Vocês irão mesmo me deixar ir ver meus pais biológicos.

-Contanto que não nos abandone. Indagou meu pai.

-Jamais abandonaria vocês.

Essa semana eu teria que ir a escola, mas o prometido é que sábado viajaríamos de ônibus para a cidade em que meus pais moravam.

Em uma semana consegui pegar a matéria atrasada com a Sabrina, e recebi os mesmos xingamentos que antes dos “descolados” me perguntando por que não tive sucesso dessa vez, me sujaram e me fizeram prometer que na próxima vez que eu tentasse me matar era para eu obter êxito como minhas boas notas.

Tudo isso me deixava triste, mas nada me abalava, pelo menos até a verdade sobre meus pais adotivos não se resolvesse.

-QUEBRA DE TEMPO-

Finalmente chegamos à casa dos meus pais biológicos, era uma casa que eu jamais poderia imaginar ver de perto tinha três andares dava para ver uma piscina aos fundos, uma cascata na frente e podia se ver o estilo branco e grego das pilastras o último andar com uma varanda lindíssima com vidros espelhados.

Era algo mágico de se ver essa não pode ser a casa dos meus pais vocês devem estar com a casa errada, se eles tem uma casa enorme dessa porque me abandonaram.

 Logo, em seguida um homem alto de terno veio perguntar se procurávamos alguém, dava para sentir seu olhar preconceituoso em relação nossa aparência, mas eu não ligava nem meus pais ou Júlia estávamos acostumados a sermos desprezados por nossa pobreza.

-Procuramos a senhora Carmén Fonseca e o senhor João Fonseca.

Segurança- Vocês tem um horário marcado?

-Não, nós desculpe apenas os diga que alguém do orfanato veio vê-los .

-Tudo bem.

Ele até que está sendo gentil para alguém que nós olhava como mendigos.

Após alguns minutos vejo uma mulher correndo de salto alto, com cabelos cacheados e uma delicada franja ela era realmente  linda.

-Olá, sou Carmén quem deseja falar comigo. MINHA FILHA...


Notas Finais


Por favor não desistam dos meus erros aceito qualquer sugestão. Até o próximo.


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