História Animal - Capítulo 6


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Categorias Originais
Tags Ação, Animals, Drama, Violencia
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Luta, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Nada de importante, pode começar a ler tranquilamente.

Capítulo 6 - Prisão


Fanfic / Fanfiction Animal - Capítulo 6 - Prisão

Animal – Prisão

Assim que terminei a frase, o inspetor saiu correndo. Os seguranças me tamparam e voltei para a minha cela. Sentei no chão da cela relaxado, depois de falar minhas verdadeiras intenções.

Depois de despertar a curiosidade no inspetor, era uma questão de tempo ele voltar para tirar suas dúvidas, ele vai seria o meu passaporte para fora das celas.  Era sentar e esperar o idiota vir e me tirar.

Depois de duas semanas os guardas chegaram à cela. O delegado resolveu por cautela me colocar em uma penitenciaria de segurança máxima. O inspetor foi trocado de divisão e outro homem estava me acompanhando.

Levaram-me com uma coleira e cintas em volta do meu corpo, me insultavam em outra língua, alguns me batiam e o caminho para a tal penitenciaria já mostrava que as coisas iam ficar muito... Muito feias.

Quando o carro que me transportava parou, um homem que deduzi ser o coronel me deu as boas vindas:

- Então você é o problemático de que tanto ouvi falar. A partir de hoje sua vida acabou, você vai acorda seis horas da manhã todos os dias, trabalhos braçais, não quero ouvir reclamações ou vai para a solitária. Hoje você vira mais um cachorro preso nesse castelo.

Até se sentiria assustado se não quisesse arrancar o coração dele pelo ouvido, fui adiante pela prisão. Várias pessoas desaparecidas, dadas como mortas pela mídia estavam lá. Os gritos eram agoniantes.

Inúmeras celas, a maioria simples com grades de titânio e com dois presos. Os policiais com lanças e chicotes e apesar de ser uma prisão às dimensões eram de um grande palácio, deve ser por isso que o coronel quis dizer com “castelo”.

Segui por muitos corredores longos e espaçosos, nos sete primeiros havia celas com apenas uma pessoa, provavelmente eram os piores dos piores. À medida que seguia o número de celas de diminuía e a proteção aumentava.

Antes que pudesse ver as celas ao meu redor, eles me jogaram em uma sala muita fria, a temperatura térmica era do Alasca. Tentei sair batendo o mais forte que eu conseguisse, mas sem sucesso.

Cansado e com frio, meus dedos estavam congelando. Tremia demais, já senti frio, mas aquilo era outro nível, então me lembrei de uma história que meu avô me contava, ainda que idiota.

“Um garoto certa vez perguntou a um homem forte como ele conseguia ser assim, ele respondeu que não sabia, disse que só queria proteger quem era importante para ele, então disse ao garoto para proteger aquilo que era importante para ele, isso tornaria ele mais forte.”

O que seria importante para mim? Os meus irmãos e ela, então eu precisaria me apegar a um sentimento para me guiar. Decidi seguir pelo amor, ao passar dos dias fui o mais atencioso possível.

Fui me acostumando com a temperatura da cela, até que não fazer a menor diferença entre fora e dentro da cela. Assim que perceberam fui para outra cela com mais um preso. No primeiro dia confesso, não consegui dormir direito com medo.

Ajudei quem precisava mesmo sendo menosprezado. Respeitei ainda que não me respeitassem, busquei fazer amigos ainda que sem sucesso. Procurei ser o que eu não era para agradar os outros.

E aos poucos, fui me sentindo cada vez mais vazio, essas pessoas foram roubando a minha energia. Busquei ajuda religiosa para seguir o caminho certo ainda que meu passado fosse errado.

Ainda que eu me sentisse sozinho, eu tinha esperança. Ryusaki um amigo que passei a respeitar, era uma inspiração para mim. Ele havia pegado prisão perpétua por assassinato de algumas dezenas de garotas, e apesar disso, nos olhos dele eu conseguia ver seu arrependimento.

Passamos a conversar diariamente, ele era muito engraçado. Às vezes eu esquecia que estava em uma prisão, era extrovertido apesar do ser alto e forte e piadas eram hilárias e sua risada mais ainda.

Ele falava que quando eu saísse estaria torcendo por mim.  Até que um dia chegou um novo prisioneiro, poucas semanas já tomava conta de todo o presídio e já tinha o respeito de todos. Também com trinta anos de prisão até eu.

Ele por algum motivo não gostou do meu amigo e constantemente criava confusão. Depois de um tempo a situação piorava a cada encontro, foi ai que começou a ficar mais sério. O suborno aos policiais da penitenciaria era normal.

E assim eles se juntaram o espancaram, apesar de grande e forte, Ryusaki não conhecia nenhuma arte marcial e apanhou muito.  Quando estava chegando à cela, eu só consegui ver a maca o levando.

O chão estava sujo de sangue e eu já tinha uma ideia do que tinha acontecido. Esperei por três dias a volta dele, geralmente uma cirurgia não dura mais que isso e já que é uma prisão, eles não deixariam ele se recuperar fora.

 

Mas ele não voltou, descobri que havia morrido na cirurgia. Não entendi nada, eu me comportei feito um idiota, fingi ser uma coisa que eu não sou, ajudei gente que eu estava pouco me fodendo e perdi a única pessoa que eu realmente me importava?

 

Qual a lógica?  Responda-me, fiz aquilo que acham certo, fiz sem pedir nada em troca, fiz com a intenção de ajudar e recebo isso? De nada serviu ser bonzinho. Então vou pelo caminho errado, se não veio pelo amor vai vim pelo ódio.

 

Voltei a ser o rebelde que tanto gostavam de odiar, dividia a minha cela com um idiota que me obrigava a lavar sua roupa, pegar sua comida, basicamente eu era a babá dele. É por ele que eu vou começar.

 

- Já foi pegar a vassoura para varrer aqui? Esta uma bagunça.

 

- Já peguei, que tal agora?

 

Serviço feito, só estava esperando o guarda passar e ver minha obra de arte. Depois de alguns minutos um dos guardas estranhou o cheiro e decidiu verificar, tomou um susto com o que viu.

 

- Seu guarda? Dá para tirar essa imundice daqui? – Saiu correndo, estava esperando algum comentário mais a reação foi engraçada.

 

Depois do acontecimento o coronel veio tirar satisfações comigo:

 

- Então você é o novo cachorro que chegou aqui, pois bem, vamos esclarecer algumas coisas que você provavelmente não deve saber, nós trabalhamos com gente como você há anos e sabemos exatamente como lidar com engraçadinhos que acham que podem fazer o que quiserem.

 

- Belo discurso, pule para a parte interessante. Essa ladainha eu já ouvi. – Olhou para mim com expressão de raiva e bateu na mesa.

 

- Se você pensa que pode vir na minha prisão e pode fazer o que quiser eu vou te mostrar onde é o seu lugar! Leve ele ao nível seis e de também o meu presentinho para ele. – Um assistente disse “Ichinose Fugiku”.

 

- Hmm, Higashi Fugiku né? Gostei de você.

 

Fui levado até o nível seis da prisão e só tinha uma cela de titânio por fora e tudo fechado, digamos que eu ficaria preso em uma gaiola. Quando segui pela porta percebi que era uma porta falsa e a partir dai não me lembro de mais nada.

 

De repente eu estava naquela rua:

 

- Faz um tempo que eu quero te falar isso... –  Eu lembrava da cena e não fazia a menor ideia do que estava acontecendo. Então ela saiu correndo, tentando o que aconteceu antes eu tentei correr mais não consegui assim eu entendi e parei.

 

Ela olhou para mim e o ônibus estava vindo, percebeu que eu não fiz o menor esforço para impedir. Então o ônibus passou por ela, era como se fosse um fantasma.

- Porque não se movimentou?

 

- Você não é real.

 

- É isso que você queria?

 

- Eu vou destruir essa prisão e matar todos esses desgraçados. – Então acordei do sonho.

 

Estava dentro da tal gaiola, estava cheia de água e não foi difícil sair de lá, não tinha nada que me prendia, nem a prisão e nem a culpa. Fiz evaporar toda a água que preenchia a gaiola, depois abri a porta do elevador do nível seis com a gaiola.

 

Não foi difícil escalar até o nível cinco, dava para sentir as pessoas implorando para saírem. Os animais dentro dos seus corpos estavam sem propósito. Quebrei porta por porta assim que saíram olharam para mim.

 

- Calados seus fracassados. O negócio é o seguinte, vocês vão sair do nível cinco e vão liberar todos os outros presos. Vamos tomar essa merda de castelo, quem me trazer o coronel vivo vai sair daqui vivo.

 

Pude ouvir as gargalhadas de alguns, não estavam acreditando em mim. E sinceramente quem acreditaria em um garoto de quinze anos? Teria que provar que não estava brincando então resolvi usar a tortura psicológica.

 

- Estão rindo porque tenho quinze anos? Uau sabia que eram idiotas mais não era para tanto... Pensem comigo patetas. Se eu tenho quinze anos e estou aqui, obviamente não é visita, certo? Agora vamos colocar outro fator em questão, se eu fosse fraco ou um engraçadinho, como libertaria todos vocês e chegaria ao quinto andar? – Ficaram mais sérios que antes.

 

- Vejamos o primeiro que riu... Você! – Antes de piscar o olho, meu braço já tinha entrado em seu peito.

 

- E isso foi um aviso, quem quiser morrer, fale agora. – Notei uma movimentação, eram dois homens com idade entre cinquenta anos. Ambos aparentavam ter o mesmo animal.

 

A movimentação, a forma com que se posicionavam e a sincronia com que trabalhava me permitia descobrir qual o animal e a forma que eu iria revidar.  Chegando a conclusão que era um leopardo, não foi muito difícil encaixar ambos no mesmo golpe.

 

Como seus movimentos eram iguais, era só focava no meio e acompanhar, fui a um e lancei-o contra o outro. Logo em seguida, segurei o crânio de um e bati contra o outro, nesse caso quem fosse mais cabeça dura sofreria mais.

Já que com o impacto um ia morrer e o outro entraria em colapso ou teria morte cerebral.

 

- Mais alguém? Se espalhem! Hoje começa e termina essa rebelião.

Fomos invadindo andar por andar, quanto mais presos soltos melhor. Alguns ficavam dentro de suas celas, para evitar problemas, não serviam para mim então eu trancava a cela de volta, eram inúteis e não faziam diferença.

 

Quando chegamos ao primeiro andar, o número de policiais havia triplicado, parece que eles estavam sabendo do ocorrido. Não queria perder meu tempo com peixes pequenos então segui outro rumo.

 

A chacina continuava, mesmo seguindo por outro caminho conseguia ouvir os gritos. Eram tanto de policiais quanto dos presos e a sala do coronel se aproximava, quanto mais perto da sala mais rápido eu ia.

 

Com alguns guardas na minha frente ficaria difícil passar sem ser notado, longe disso, eu queria ser notado. Fui em direção dos dois maiores para intimidar os menores e abrir meu caminho.

 

Mas com toda essa confusão no castelo, umas manadas de gorilas apareceram e espancaram os guardas, pouparam meu tempo. Os soldados foram relativamente fáceis se comparado a o que eu precisaria destruir para sair daquele inferno.

 

Para animar a situação nada melhor do que mais lenha na fornalha não é mesmo?

- A partir de agora o tempo de vocês serão contados. A decisão é de vocês: A cabeça dele ou a de vocês. – Estavam assustados mais sabiam que eu não estava mentindo.

 

Seguiam como ratos à procura de comida, os policiais foram sendo exterminados pela violência de prisioneiros que não tinham mais nada a perder e o serviço estava quase concluído, só faltava o nosso “querido coronel”.

 

Assim que chegaram à porta que ele se encontrava, os presos não tinham coragem de abrir a porta. O medo era nítido, estavam com medo de decidirem entre ficar e ser morto por mim e seguirem em frente e serem morto pelo coronel.

 

Duas escolhas que levavam ao mesmo caminho: a morte. Na dúvida não se decidiram e ficaram entre a porta e a escada. Já estava tudo planejado, sairia dali com a sensação de missão cumprida.

Segui pela escada e percebi que a porta estava fechada, ninguém havia chegado a dez metros da porta. Estava tentando entender o motivo do qual leva vinte e cinco brutamontes a ter medo de uma simples porta.

- Abram a porta. – Eles abriram e eu já conseguia ver o coronel lá, sentado olhando fixamente para mim.

 

- Se entrar lá você vai ser morto. – Retrucou um deles.

 

- Sua preocupação me deixa com ainda mais raiva.

 

Segui correndo em direção da sala na intenção de um ataque rápido, simples e eficiente. Primeiro encaixaria um chute no ombro esquerdo, em seguida, arranharia seus olhos e por fim arrancaria seu coração pela costela.

 

Mas assim que entrei na sala fiquei surpreso, o primeiro passo dentro da sala e quase não consegui desviar do seu golpe. Seu tempo de reação foi quase que imediato, o plano que tinha traçado seria um fracasso e teria que improvisar.

 

Por sorte sua unha rasgou só a sobrancelha esquerda, o sangue escorria e eu sentia mais euforia em lutar com alguém mais forte. A situação piorava a cada golpe, meus ataques não surtiam efeito e meu ritmo diminuía.

 

- Já está cansado? Mas eu mal comecei. – Sorria do meu cansaço e esbanjava confiança, o tempo passava e eu estava chegando ao meu limite.

 

No decorrer da luta os seus golpes foram ficando mais lentos e mais fracos, era o suficiente para me jogar na parede e coisas do tipo, mas não me surpreendiam como antes. Seu limite estava chegando e estávamos no limite do limite.

 

- Brincamos muito por hoje criança, te vejo do outro lado. – E veio em minha direção com tudo de si. Ou eu encaixava naquela hora ou morria ali mesmo.

 

- Te vejo do outro lado, gafanhoto. – Com poucos centímetros de mim consegui, por sorte, pegar em seu pescoço. Até tentou tirar minha mão, mas estava cansado. Resolvi então “ajudar” tirando para ele a mão e o pescoço.

 

Os prisioneiros viram a cena e alguns vomitaram, estavam felizes por estarem livres. Da sala do coronel, resolvi fazer meu discurso motivacional.

 

- Caros prisioneiros, hoje com a morte do Coronel nós conseguimos nossa liberdade! Estamos a um passo de conseguir aquilo que queremos. A vingança aos desgraçados que nos prenderam! Vamos seguir até o portão principal! – E assim fomos, eram muitos.

 

De estupradores sádicos até seriais killers homicidas, eram a escória da sociedade que a população pensava estarem mortos. Quando já era possível ver a porta, me virei para eles:

 

- Agora é a vez de vocês. – De felicidade extrema para espanto total.

 

- Fizemos o que você pediu não foi?!

 

- Hm... O que foi que eu pedi? – Um deles entendeu onde eu queria chegar e saiu correndo.

 

- Você pediu para nós pegarmos o coronel!

 

- Exatamente.

 

- E n... – Ele enfim havia percebido.

 

- Eu pedi para que me trouxessem a cabeça do coronel, ninguém trouxe então decidi eu mesmo pegar. Em outras palavras: eu venci.

 

- M...

 

- Sem mais, sem menos mais. Vocês perderam e sabe das regras, não sei nesse presídio, mas as minhas regras são absolutas. – Saíram correndo desesperados e eu claro não estava tão preocupado. Creio que as vezes ser mal faz bem..

 

- Vou dar tempo para correrem, corram ratos... Corram hahahaha.

E aos poucos fui encontrando um por um, a grande maioria não revidava e acaba morrendo de maneira fácil. Outros continuavam correndo mesmo sabendo que o destino não iria ser diferente.

 

Alguns se suicidavam outros se matavam e eu me via cada vez mais curioso, queria saber até onde a burrice humana poderia ser estendida. Lembro-me de dois homens que fizeram muito diferente dos outros e me surpreenderam ainda mais.

 

Um deles implorou para viver, aos prantos me pedia por misericórdia e dizia que estava arrependido pelos crimes que cometeu. Queria mudar e que precisava de uma chance para mudar e ser alguém melhor.

 

- Eu sei que você não vai acreditar em mim mais eu mudei, por favor, me da outra chance, só preciso de mais uma! Entende?! Eu perdi tudo, mulher, pai, família eu perdi tudo! Só quero uma vida nova!

 

- Quer uma nova chance? Então aproveita a passagem que eu estou te dando para reencarnar em algum outro corpo e fazer outro de otário. Sinto muito assistente... Não posso aceitar que alguém como você ainda exista.

 

 Arranquei metade do crânio, e confesso que só me arrependo de não ter torturado. O outro era um cara quieto, o vi poucas vezes e não consegui identificar sua personalidade, resolvi que sairíamos juntos.

 

- Ei, você. Vamos sair daqui. – Ele olhou para mim e seguiu sem dizer nada.

 

Depois que saímos da prisão, o caminho era praticamente deserto e começamos a conversar.

 

- Eai cara?  De onde você veio?

 

- Nasci na África do Sul.. – Respondeu de cabeça baixa.

 

- Hmm, que legal! Eu já fui lá já!

 

- Sério? Foi fazer o que?

 

- Uma viagem em família! Cara foi demais!

 

- Nossa que legal, eu nunca sai da África...

 

- As coisas de lá são demais.

 

- Verdade lá é bacana... – E seguimos no sol escaldante e a conversa continuava tranquila, até que estava chegando à hora de nos separar.

 

- Cara um lugar foda mesmo é o Estados Unidos! A gangue de lá os Kloods conhece?!

 

- Os Bloods? Eu participava dessa gangue. - E sorriu, retribui o sorriso. - Até que cansei de fingir.

 

- Tenho cara de idiota?

 

- O que? – Perguntou um pouco nervoso. – Chutei suas duas pernas que quebraram quase que instantaneamente.

 

- Na sua versão fajuta existem três erros, o primeiro é que os Bloods estão nos Estados Unidos, seu sotaque é americano e olhando para sua pupila cada vez que você fala ela vibra, em outras palavras, isso significa  que está mentindo.

 

- Quando que você descobriu que era verdade? – Estava ficando azulado por falta de ar.

 

- Você foi o primeiro idiota que correu quando eu disse a charada e ninguém no mundo ficaria tranquilo se soubesse que iria morrer. Vejo-te do outro lado, Pinóquio. Coloquei o indicador dentro da traqueia e não demorou muito para o sangue jorrar pelo pescoço.

 

Como planejado, segui até Quioto, iria enfrentar meu passado para seguir  adiante. Resolver-me com a minha família e finalmente encontrar ela... Confesso que sentia saudades de suas idiotices e do seu sorriso.


Notas Finais


Até o próximo capítulo!!! ^^ \/..


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